Partido Comunista de Espanha
| Partido Comunista de Espanha (PCE) | ||
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| Presidente | José Luis Centella (Secretário Geral) | |
| Líder | {{{Líder}}} | |
| Portavoz | {{{portavoz}}} | |
| Fundação | 13 de abril de 1921 | |
| Sede | Rua Olimpo, 35. 28043 Madrid | |
| Ideologia política | Marxismo, comunismo, republicanismo, federalismo | |
| Afiliação internacional | Partido da Esquerda Européia | |
| Site | www.pce.es | |
O Partido Comunista de Espanha (PCE) é um dos partido políticos atuais da Espanha, pertencente à coligação Izquierda Unida.
Foi formado pela união do Partido Comunista Espanhol (que fora fundado pela sua vez a 15 de Abril de 1920 pela Federação de Juventudes Socialistas) e o Partido Comunista Operário Espanhol (PCOE), fundado pelos delegados de esquerda do Congresso do Partido Socialista Operário Espanhol a 13 de Abril de 1921.
Índice |
[editar] Antecedentes e fundação
Historicamente tem a sua origem numa cisão do PSOE, a 14 de Novembro de 1921, pela negativa do PSOE a somar-se à III Internacional convocada por Lenin. Após a constituição do Partido Comunista Espanhol e o Partido Comunista Operário Espanhol, surgidos da dissidência terceirista do PSOE e ambos aderidos à Internacional Comunista auspiciada por Lenin, existiam na Espanha duas seções espanholas do Komintern. Este forçou a fusão de ambos, que aconteceu numa Conferência de Fusão celebrada de 7 a 14 de Novembro de 1921 em Madrid, da qual, unindo ambos os partidos (Partido Comunista Espanhol e PCOE), surgiria o novo Partido Comunista de Espanha – Seção Espanhola da Internacional Comunista (PCE - SEIC), fusionando-se também as Juventudes Comunistas de ambas as organizações na Federação de Juventudes Comunistas de Espanha.
No seu I Congresso, que se celebrou em Madrid a 15 de Março de 1922, o PCE concebeu a necessidade de conseguir a unidade da classe operária em torno à vanguarda constituída pelo Partido, com o objetivo de atingir o socialismo.
O II Congresso, celebrado a 8 de Julho de 1923, escolheu Óscar Pérez Solís, que fora co-fundador do PCOE em 1921, como Secretário General do PCE. Já nesse momento o PCE temia a involução e chamava a unidade dos trabalhadores. A 13 de Setembro, o general Primo de Rivera, em conivência com o rei Afonso XIII dava um golpe de Estado e estabelecia a ditadura. Os locais do PCE foram fechados e as detenções de militantes sucederam-se.
Com um PCE ilegal, o III Congresso celebrou-se em Paris em Agosto de 1929. Após a queda da ditadura em Janeiro de 1930 e a chegada da dictablanda, o governo do general Berenguer restabeleceu algumas liberdades e legalizou alguns partidos políticos, mas não o PCE.
A 23 de Agosto de 1930 apareceu o primeiro número semanal do órgão do PCE: "Mundo Obrero", que em Dezembro do ano seguinte se transformou em diário.
[editar] Segunda República Espanhola
Após a proclamação da II República, o PCE voltou à luz numa situação muito precária, om menos de um milhar de militantes, após estar praticamente sempre na clandestinidade ou quase.
A 17 de Março de 1932 foi celebrado o IV Congresso do PCE em Sevilha. A tarefa central foi a construção de um grande partido comunista de massas, como ocorria na União Soviética. Neste trabalho jogaram um papel relevante os "camaradas" eleitos para o Comitê Central como José Díaz, Dolores Ibárruri, Vicente Uribe, Antonio Mije, Manuel Delicado, Pedro Checa e outros.
A 3 de Dezembro de 1933 Cayetano Bolívar Escribano foi eleito deputado por Málaga, sendo o primeiro deputado comunista da história, e saindo da cárcere para ocupar a sua cadeira. Posteriormente, na chamada Revolução de 1934 contra a política do governo radical-cedista, o PCE desempenhou um papel menor que o do PSOE (cuja base é a protagonista da mesma junto às Juventudes Socialistas e UGT) e a CNT, que não participa nela exceto em Astúrias. Contudo teve de voltar à clandestinidade. Nesse momento o PCE adere-se à política de criar um Frente Popular que agrupe todas as forças de esquerda. Esta política era uma proposição teórica da Internacional Comunista. Após a vitória eleitoral da Frente Popular a 16 de Fevereiro de 1936, o prestígio do Partido Comunista cresceu depressa: em cinco meses passa de 30.000 a 100.000 afiliados.
A expansão do PCE teve nos momentos prévios à Guerra Civil e nos imediatamente posteriores dois grandes marcos: O primeiro foi a unificação da Juventude Socialista e a Juventude Comunista a 1 de Abril de 1936, o qual deu lugar à formação da Juventude Socialista Unificada (JSU), que escolheu como Secretário General a Santiago Carrillo, quem anos mais tarde se tornaria em Secretário geral do PCE.
O segundo foi a constituição do Partit Socialista Unificat de Catalunya (PSUC) a 23 de Julho de 1936 após um processo prévio à guerra.
[editar] Guerra Civil Espanhola
Grande parte da sua força era por ser o representante do governo soviético, o único, junto ao do México que não abandonou à sua sorte ao legítimo governo republicano. Baseou o seu apóio nos setores do aparato do Estado e do Exército contrários às medidas revolucionárias, às coletivizações e certas formas de milícias populares. O debate entre (primariamente) o PCE por um lado e os grupos anarquistas e trotskistas por outro centrava-se sobre se a revolução devia ser feita ao mesmo tempo que a guerra, ou se primeiro se devia ganhar a guerra e deixar as medidas revolucionárias para depois. O PCE opinava que o processo revolucionário produzia desconfiança nos setores da esquerda republicana não revolucionários. Para o PCE, o dilema entre guerra e revolução era uma falácia, e apoiou a legalidade republicana.
Durante a guerra civil, o partido atingiu os 300.000 militantes, e a JSU que dirigia Santiago Carrillo, o meio milhão de afiliados. Contudo, embora não se possa negar a força que ambas as organizações atingiram, é preciso levar em conta que nessa época era conveniente em muitas ocasiões possuir uma carta de alguma organização. Não era infrequente que as pessoas se afiliassem a mais de uma organização.
Foi essencial na formação das Brigadas Internacionais, de forte influência soviética, e nas relações com a União Soviética, principal provedor de armas, intendência e instrutores militares para a República.
O PCE alinhou-se com a legalidade republicana. Animou os setores mais reformistas da CNT a participar no governo e não lhe importou colaborar com partidos opostos à sua ideologia, como o PNV, de forte componente cristã ou os partidos republicanos burgueses. Para manter esta colaboração, o PCE tratou de conseguir que se respeitassem os interesses da pequena e meia burguesia, rural e urbana.
[editar] Ditadura de Francisco Franco
O regime de Franco demonizou o PCE, encarcerando, torturando e assassinando os seus membros, submetendo alguns de eles a julgamentos sumaríssimos. O governo franquista aplicou a lei retroativamente, qualificando de insurgentes os que se mantiveram fiéis à legalidade constitucional. Nessas duríssimas condições, o PCE teve-se de reorganizar na clandestinidade (País Basco, Galiza, Andaluzia, Estremadura, Valência, Navarra e Catalunha mantiveram organização), no exílio (México, Cuba, Chile, Uruguai, França e África do norte, além da União Soviética) e nos cárceres (onde estavam dirigentes como Girón ou Ascanio).
Pouco tempo depois de começar a Segunda Guerra Mundial, o Secretário General, José Díaz Ramos, faleceu em Tiflis, e foi substituído por Dolores Ibarruri, "La Pasionaria". Durante muito tempo, o PCE foi a principal força organizada contra a ditadura de Franco. Entre 1944 e 1948 impulsiona a luta guerrilheira, o chamado maquis, que terminou com a morte de muitos militantes comunistas e uma dura repressão sobre a população civil das zonas nas quais agia esta guerrilha, que fez perder apoios numa população rural que passava ademais graves dificuldades econômicas e manipulada por uma igreja alinhada inequivocamente com os governantes. Por tudo isso, o partido decidiu abandonar a via guerrilheira em 1948, embora alguns focos se mantivessem até 1952.
Em 1947 ocorrem os primeiros movimentos reivindicativos no metal de Madrid e nas empresas têxteis da Catalunha, sendo duramente reprimidos pelo franquismo. A partir desse momento a situação volta a empiorar para os comunistas, pois à repressão anterior une-se a Guerra Fria, durante a qual o governo ditatorial passa a ser um importante auxílio na política dos Estados Unidos frente à União Soviética, que é quem marca a linha do PCE. Seguindo a tática leninista, o partido opta por combinar a luta clandestina com o aproveitamento dos recantos legais que o sistema permite: os comunistas participam nos sindicatos verticais e em todas as organizações de massas que existem (irmandades de ação católica, grêmios…). Nas eleições de ligações sindicais de 1950 são eleitos numerosos operários comunistas e outros conscientizados. Este movimento dará origem às Comisiones Obreras. Enquanto isso Radio Espanha Independente, dos Pireneus emite para a Espanha a visão do PCE.
A 12 de Março de 1951 o PSUC chama à Greve Geral na Catalunha. No País Basco, Navarra e Madrid produzem-se outras greves. Em Setembro de 1954 celebra-se o V Congresso do PCE. Em ele estabelece-se a nova tática, em duas etapas. Na primeira propugnava-se a criação de uma frente ampla que liquidasse a ditadura e formasse um governo provisório. Este governo deveria restabelecer as liberdades democráticas, anistiar a presos e exilados políticos, e adotar medidas urgentes para melhorar as condições de vida populacional. Após isso se deveriam convocar eleições e desenvolver a democracia. Em Junho de 1956 o PCE desenha a sua política de "Reconciliação Nacional". Nesse momento, os estudantes contam com uma força crescente, o SEU liquidou-se e começam a surgir movimentos democráticos burgueses no interior da Espanha, alguns de cujos membros procediam de setores desconformes da direita, e inclusive da própria Falange. A partir desses momentos, a linha divisória entre as duas Espanhas, vai deslocando-se e passa a ser a que marca a postura ante as liberdades democráticas, em lugar do lugar ocupado durante a Guerra Civil. Para conseguir aliar a todas as forças democráticas entende-se que há que cancelar responsabilidades da guerra civil e o pós-guerra:
…O Partido Comunista representa sem dúvida à parte do povo que mais sofreu nestes vinte anos; à classe operária, os jornaleiros agrícolas, os camponeses pobres, a intelectualidade avançada. Se de fazer o capítulo de agravos se tratar, ninguém o teria maior do que o nosso. Nos entendemos que a melhor justiça para todos os que caíram e sofreram pela liberdade consiste, precisamente, em que a liberdade se estabeleça na Espanha. Uma política de vingança não serviria a Espanha para sair da situação em que se encontra. O que Espanha precisa é a paz civil, a reconciliação dos seus filhos, a liberdade."[1]
Porém, o regime franquista recebera um importantíssimo apóio em 1955, quando, avalizado pelos Estados Unidos, entra a fazer parte da ONU. A luta clandestina deve continuar, pois o regime sente-se fortalecido e acentua a repressão. Em 1957 o PCE participa nos boicotes que sucedem em Madrid e Barcelona, bem como nas lutas operárias que decorrem em Sevilha, Alcoy, Valladolid e muito especialmente nas dos mineiros das Astúrias de Março de 1958.
Em Janeiro de 1960 reuniu-se o VI Congresso do PCE, em plena crise econômica. O salário real dos trabalhadores caíra cerca de 40% devido à suspensão das horas extra, primas e abonos. Os despidos eram cada vez mais frequentes e o desemprego avançava. Mas estas dificuldades atingiam não somente os operários, mas também a pequena burguesia, e os comerciantes, afetados pela queda no poder aquisitivo da maior parte da população. Santiago Carrillo foi eleito Secretário General, e Dolores Ibárruri presidenta. A substituição de Stalin por Khruschev à frente do PCUS e da União Soviética fizera mudar a política de todos os partidos comunistas. Mas além disso, o PCE, seguindo a estela do Partido Comunista Italiano, busca uma via autônoma e esboça o que se denominará eurocomunismo. Contudo, neste caminho, a atitude às vezes excessivamente personalista do novo Secretário geral irá afastando a muitos dos que discrepam: em 1964 Fernando Claudín e Jorge Semprún são expulsos. Esse mesmo ano ocorre a cisão de um setor contra da política de "reconciliação nacional" e do eurocomunismo, que passa a constituir o Partido Comunista de Espanha (marxista-leninista) e, após a condena da invasão soviética de Checoslováquia em 1968, cindir-se-ão o Partido Comunista de Espanha (VIII-IX Congressos) e o Partido Comunista Operário Espanhol.
O VII Congresso (1965) e o VIII (1972) traçaram definitivamente a linha que seguirá o PCE, política que concretizada na constituição em Paris com outros partidos e pessoalidades independentes da Junta Democrática de Espanha a 30 de Julho de 1974, organismo chave na transição espanhola e adiante em Coordenação Democrática (a chamada "Platajunta"), união entre a Junta e a Plataforma de Convergência auspiciada pelo PSOE.
[editar] De 1977 à atualidade
Durante a Transição espanhola o PCE volta à legalidade (9 de Abril de 1977), apresentando-se às eleições com Carrillo como candidato. Na realidade, produzira-se um profundo problema no seio do PCE. Os militantes do interior viam-se como os custódios do Partido até que os "históricos" exilados puderam retornar. Quando assim ocorreu, a militância do interior -próxima à realidade espanhola e representante das posturas rupturistas com a ditadura- pôs efetivamente nas mãos dos exilados retornados -enormemente apartados da realidade espanhola pela sua longa ausência- a direção da organização. Esta direção, já totalmente eurocomunista, modera o seu discurso e renúncia a reivindicações históricas (como a República) aceitando a monarquia parlamentar, a democracia e o capitalismo. Em princípios da década de 1980 o partido deixou de se considerar marxista-leninista para passar a definir-se unicamente como "marxista revolucionário".
Esta evolução provocou muitas convulsões e pôde ajudar a que, em que pese a ser o partido operário mais numeroso (com mais de 250 000 militantes em 1977 e 205 000 em 1979), a controlar a central sindical majoritária (Comisiones Obreras) e a ter grande presença na rua, somente obtivesse por volta de 10% dos votos nas eleições de 1977 e 1979. Outra das consequências é que os setores pró-soviéticos opostos à linha eurocomunista do PCE (cerca de 10 000 militantes) cindiram-se do Partido e terminariam por formar o Partido Comunista dos Povos da Espanha, e posteriormente cindir-se-iam da União de Juventudes Comunistas de Espanha os Coletivos de Jovens Comunistas, que passariam a ser a organização juvenil do PCPE.
Em 1982 ficou ainda mais atrás ao se concentrar o voto da esquerda no PSOE, que obtém a maioria absoluta. Santiago Carrillo demitiu como Secretário geral, sendo substituído por Gerardo Iglesias.
Em 1983 o PCE recupera parte do voto perdido nas eleições municipais e celebra o seu X Congresso, que confirma a Iglesias no cargo. Esse ano apenas conservava 85 000 militantes. Em 1985 expulsa os carrillistas dos órgãos de direção e estes dividem-se para fundarem o PTE-UC. Esse ano a afiliação baixara a 67 000.
Em 1986 o PCE participou com outras forças políticas na fundação de Izquierda Unida (Esquerda Unida) (IU), constituída primeiro como coligação eleitoral e posteriormente como movimento político e social. No XIII Congresso do PCE decidiu-se transferir a sua soberania para os órgãos de IU. Atualmente, o PCE é o único partido de âmbito estatal que faz parte da coligação Izquierda Unida.
Em 1987 Julio Anguita González passou a ser o Secretário General do PCE e Coordenador Geral de Izquierda Unida. Um transtorno cardiovascular afasta a Anguita da política de primeira linha. Fortes problemas internos e pressões externas enfraquecem de novo o PCE. Em 1998 passa a ocupar a Secretaria General Francisco Frutos, quem continua na mesma linha. A direção encabeçada por Frutos encontrou-se enfrentada à direção de IU, encabeçada por Gaspar Llamazares, membro também do PCE.
Em Junho de 2005 foi celebrado o XVII Congresso, que contava com 27 000 militantes. Neste congresso foram eleitos como Secretário geral Francisco Frutos e como presidente Felipe Alcaraz, quem reuniria várias responsabilidades pertencentes ao Secretário geral.
A sua Presidenta de Honra a Perpetuidade é Dolores Ibárruri, La Pasionaria.
[editar] Resultados eleitorais
RESULTADOS ELECTORAIS DO PCE APÓS A DITADURA |
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| Ano | Líder | Votos | % | Representantes | ||||
| Gerais 1977 |
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| Gerais 1979 |
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| Municipais 1979 |
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| Gerais 1982 |
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| Municipais 1983 |
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(Fonte: Ministério do Interior e El Mundo)
- A partir de 1986 o PCE participou nas listas eleitorais de Esquerda Unida.
[editar] Pessoalidades destacadas
- Antonio García Quejido Primeiro Secretario General (1921-1925)
- José Bullejos Secretário General (1925-1932)
- José Díaz Secretário General (1932-1942)
- Dolores Ibárruri Secretária General (1942-1960) e Presidenta (1960-1989)
- Santiago Carrillo Secretário General (1960-1982)
- Gerardo Iglesias Secretário General (1982-1988)
- Julio Anguita Secretário General (1988-1998)
- Joan Comorera Secretário General do PSUC (1936-1949)
- Josep Moix Secretário General do PSUC (1949-1965)
- Gregorio López Raimundo Secretário General do PSUC (1965-1977)
- Antoni Gutiérrez Secretário General do PSUC (1977-1981 e 1982-1986)
- Marcelino Camacho Secretário General de CC.OO. (1976-1987)
- Rafael Alberti Poeta e deputado
- Enrique Líster Militar e dirigente do PCE
- Simón Sánchez Montero Dirigente das JSU e do PCE
- Santiago Álvarez Gómez Dirigente do PCE
- Fernando Claudín Dirigente da UJCE, as JSU e do PCE
- Jorge Semprún Dirigente do PCE
- Julián Grimau Dirigente do PCE assassinado pelo franquismo
- Manuel Azcárate Dirigente do PCE
- Manuel Delicado Dirigente do PCE
- Francisco García Salve Cura operário, dirigente do PCE e de CC.OO.
- Juana Doña Dirigente do PCE
- Jaime Ballesteros Pulido Vice-secretário General do PCE
[editar] Secretários/as generais
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| 1921-1925 | Antonio García Quejido |
| 1925-1932 | José Bullejos |
| 1932-1942 | José Díaz |
| 1942-1960 | Dolores Ibárruri |
| 1960-1982 | Santiago Carrillo |
| 1982-1988 | Gerardo Iglesias |
| 1988-1998 | Julio Anguita |
| 1998-2009 | Francisco Frutos |
| 2009-... | José Luis Centella |
Referências
[editar] Bibliografia
- BRENAN, Gerald. "El laberinto español"
- CARRILLO, Santiago e SÁNCHEZ MONTERO Simón. "PCE"
[editar] Ver também
Personalidades
- Julio Anguita González. Secretário geral do PCE entre 1987 e 1998
- Francisco Frutos. Atual Secretário geral do PCE (de 1998)
- Felipe Alcaraz. Atual Presidente do PCE (de 2005)
Partidos, federações e juventudes
- Izquierda Unida ("Esquerda Unida"). Movimento político e social no que participa o PCE desde a sua fundação
- UJCE. União de Juventudes Comunistas de Espanha, Organização juvenil comunista que segue a linha política do PCE embora seja independente no organizativo
- Partido Comunista de Andaluzia
- Partido Comunista de Aragão
- Partido Comunista de Astúrias
- Partido Comunista de Canárias
- Partido Comunista de Euskadi
- Partido Comunista de Madrid
- Partido Comunista do País Valenciano
- PSUC-viu (Partido Socialista Unificado da Catalunha-Vivo)
Publicações
- Mundo Obrero. Jornal Mensal do Partido Comunista de Espanha
Sindicatos
- Comisiones Obreras ("Comissões Operárias"). Principal Sindicato de Espanha
[editar] Ligações externas
- Página Federal do Partido Comunista de Espanha (PCE) (em espanhol)
- Página do Partit Socialista Unificat de Catalunya (PSUC) (em espanhol)
- Página de Projeto de Filosofia: "Historia del Partido Comunista de España", redigida pelo seu Comitê Central, até 1960 (em espanhol)
- Página da Fundação de Investigações Marxistas (FIM) (em espanhol)
- Página Central da União de Juventudes Comunistas de Espanha (UJCE) (em espanhol)