Confederação Nacional do Trabalho

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Bandera da CNT-AIT
Confederação Nacional do trabalho
Nome oficial Confederação Nacional do Trabalho
Ano de fundação 1910
Ideologia Anarcossindicalista
Membro da Associação Internacional dos Trabalhadores
Âmbito Espanha
Espaço principal atualmente em Valladolid
Secretário geral Pedro Serna
Afiliados Sem números exatos
Delegados sindicais
Web site oficial http://www.cnt.es/

A Confederação Nacional do Trabalho (CNT) (em espanhol Confederación Nacional del Trabajo) é uma união confederal de sindicatos autônomos de ideologia anarcossindicalista da Espanha que está aderida a organização de carácter transnacional Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT). Se conhece por este motivo também com o nome de CNT-AIT. É uma organização que vem desempenhando um papel muito significativo dentro dos movimentos sociais relacionados com o anarquismo.

Fundada em 1910 na cidade de Barcelona a partir de grupos organizados em torno do sindicato Solidaridad Obrera, constituiu parte importante do movimento anarquista espanhol, sua origem pode ser traçado desde a criação da Federação de Trabalhadores da Região Espanhola, organização que sucedeu a seção espanhola da Primeira Internacional. Com um significativo legado histórico e cultural, atualmente CNT prossegue participando no movimento operário espanhol baseando-se nos princípios da autogestão, do federalismo e da ajuda mútua.

Organização e funcionamento[editar | editar código-fonte]

Filiação

Pode pertencer ao CNT qualquer pessoa, com a exceção de policiais, militares ou membros corpos armados. Não é necessário acreditar em nenhuma ideologia para se filiar, sendo compatível inclusive a dupla militância em um partido político e o sindicato. No entanto, as pessoas que ocupam cargos em partidos políticos não podem fazer o mesmo no sindicato. Esta medida se toma para evitar que alguma facção política possa dirigir ou instrumentalizar a CNT.

Objetivos

Como organização sindical, segundo seus estatutos, a CNT pretende:

a) Trabalhar para desenvolver entre os trabalhadores o espírito de associação, fazendo com que compreendam que só por estes meios poderão elevar sua condição moral e material na sociedade presente e preparar o caminho para sua completa emancipação no futuro, à mercê da conquista dos meios de produção e consumo.
a) Praticar a ajuda mútua entre as coletividades federais, sempre que seja necessário e estas o reclamem, em qualquer caso.

c) Sustentar as relações com todos aqueles organismos operários afins, nacionais ou internacionais, para que a comum inteligência conduza à emancipação total dos trabalhadores.

 
Estatutos da CNT.

Os objetivos da CNT não se limitam à defesa dos interesses dos trabalhadores, sendo que incluem o desejo de uma transformação radical da sociedade através do sindicalismo revolucionário:

O anarcossindicalismo é uma corrente de pensamento que aparece aos finais do século XIX e princípios do século XX. Tem como características fundamentais:
* A intenção de agrupar os trabalhadores, como forma de defesa de seus interesses imediatos, obter melhoras em sua qualidade de vida.
* A criação de uma estrutura na qual não haja dirigentes nem poder executivo.
* O desejo de transformação radical da sociedade, transformação a que se chega por meio da Revolução Social. Sem finalidade transformadora não existe o anarcossindicalismo.
Outro nome que recebe o anarcossindicalismo, é o de sindicalismo revolucionário.
 
Anarcossindicalismo básico.

Para conseguir a revolução social a organização tem esboçado um sistema econômico-social através do conceito confederal de comunismo libertário, que consiste em uma série de ideias gerais propostas para a organização de uma sociedade anárquica.

Como organização que se inspira nas ideias libertárias, identifica-se também com as lutas dos diferentes movimentos sociais. Desta maneira, a CNT defende as causas do mundo do trabalho, assim como a dignidade das pessoas reclusas em prisões, os reivindicações ambientalistas, o luta pela igualdade de gênero, o oposição ao militarismo e o direito de ocupação como forma de constituição de espaços libertários de moradia digna.

A CNT é uma organização de caráter internacionalista. Porém apoia o direito à autodeterminação dos povos e sua soberania, em contraposição aos estados:

A anarcossindical é internacionalista, vê o mundo como um todo por cima de diferencias raciais, idiomáticas, culturais etc. Neste sentido se opõe a opressão que exercem os estados sobre os povos. Estamos em contra de que o Estado espanhol oprima ao povo vasco, a favor de que os povos bascos, catalães, palestinos, saharahuis, tibetanos, kurdos… sejam donos de seus destinos, permanecendo em seus territórios mais ou menos delimitados, que participem da riqueza da sociedade em geral, que se organizem como queiram independentemente dos estados, porém igualmente nos opomos a criação de um estado basco, palestino, saharahui, kurdo… com polícia, exército, moeda, governo, e aparato repressivo.
Anarcossindicalismo básico
Estrutura
Esquema da estrutura organizacional da CNT

A estrutura organizacional da CNT está pontada para prevenir o máximo possível a burocracia e as lideranças. À direita mostra um esquema básico de uma tal estrutura, cujos elementos são desenvolvidos a seguir.

Federações e confederações

A CNT se organiza de forma anárquica, de baixo para cima, através de diferentes níveis de confederações, seguindo o principio federativo. A razão pela qual se optou por esta estrutura organizacional se explica em anarcossindicalismo:

Se faz assim para evitar que as comissões sejam homogêneas. Em outras organizações se elegem listas, candidaturas, equipes e programas, se estabelecem alianças para copar encargos e seguir adiante com a tendência política eleita pela maioria. O anarcossindicalismo considera que suas comissões não devam ter programas ou política. A eleição direta por parte dos sindicatos garante a heterogeneidade e variedade do comitê. Qualquer tipo de representação tem uma carga de poder executivo, mas na CNT se procura que este poder, em mãos de pessoas mais ativas e informadas, seja mínimo.
anarcossindicalismo básico
Federações locais e comarcais

Os distintos sindicatos de ramo e de ofícios variados de um mesmo município consistem na federação local de sindicatos (1) que se coordena por meio de um comitê local que tem as mesmas características e atribuições dos comitê dos sindicatos. O comitê local se elege mediante um plano local de sindicatos em que os distintos sindicatos de ramo e de ofícios variados enviam delegações com propostas por escrito tomados previamente em assembleias.

Por sua vez, os sindicatos de municípios próximos podem agrupar-se em una federação comarcal.

Confederações regionais

As confederações regionais são a união de vários sindicatos de um mesmo entorno geográfico de ordem regional. Novamente a estrutura se repete, se elege um comitê regional com seu secretário geral e outros secretários em um plano regional de sindicatos em que as diferentes federações locais enviam delegações com propostas por escrito tomadas previamente em assembleia.

A divisão regional da CNT sofreu algumas mudanças através do tempo. A divisão contemporânea —não coincide com o de comunidades autónomas oficiais da Espanha— se apresenta a continuação, junto ao atual mapa confederacional da organização.

Mapa confederal da CNT

 Andalucía 
Almeria
Cádis
Córdova
Granada
Huelva
Jaén
Málaga
Sevilha
 Aragón - La Rioja 
Huesca
Teruel
Saragoça
La Rioja
 Asturias - León 
Astúrias
Leão
 Canarias 
Las Palmas
Santa Cruz de Tenerife

 Cataluña - Baleares 
Barcelona
Gerunda
Lérida
Tarragona
Ilhas Baleares
 Centro 
Ávila
Palência
Salamanca
Segóvia
Sória
Valladolid
Zamora
Madrid
Cidade Real
Cuenca
Guadalajara
Toledo

 Estremadura 
Badajoz
Cáceres
 Galiza 
A Corunha
Lugo
Ourense
Pontevedra
 Levante 
Albacete
Alicante
Castellón
Valência
 Murcia 
Múrcia

 Norte 
Cantábria
Burgos
Álava
Guipúscoa
Biscaia
Navarra

A CNT também conta com uma região exterior com presença em Paris, Toulouse e Montpellier (França).

Confederação nacional ou anarcossindical
Nome Desde Até
Luis Fernando Barba maio de 1995 dezembro de 1995
José Luis Velasco dezembro de 1995 fevereiro de 1998
Luis Fuentes dezembro 1998 outubro 2000
Ana Sigüenza outubro de 2000 março de 2003
Iñaki Gil abril de 2003 julho de 2005
Rafael Corrales julho de 2005 julho de 2007
Fidel Manrique julho de 2007 no cargo
Lista completa de Secretários Gerais da CNT

As confederações regionais enviam delegações nos mesmos términos em que os casos anteriores a um pleno nacional de regionais que atua no âmbito geográfico da Espanha e que constitui a confederações nacionais, também coincidia como a anarcossindical. O pleno nacional de regiões elege um secretário geral nacional e uma federação local que será sede do comite nacional. A federação local es a que pertence a pessoa elegida como secretário geral. È por este motivo que a CNT não conta com uma sede central fixa, sino que va trocando dependendo de onde seja o lugar de residência do secretário geral eleito em cada ocasião. A esquerda se mostra uma tabela com os últimos secretários gerais da CNT.

O pleno local da federação local elegida como sede se reúne para designar o resto de secretarias. O secretário geral eleito pela plenária nacional de regionais e as secretarias escolhidas por el pleno local da federação local que é sede formam o Secretariado Permanente do Comitê Nacional (SP CN) da CNT. O resto do comitê nacional o formam as secretarias gerais de cada regional. Como todos os comitês da CNT, suas atribuições são técnicas ou administrativas, não podendo tomar decisões.

Congresso da CNT
Congresso de formação da CNT em 1910.
Congresso Ano Localidade Fechas
Constituição 1910 Barcelona 30 de outubro - 1 de novembro
I 1911 Barcelona 8 - 11 setembro
II 1919 Madri 10 - 18 de dezembro
III 1931 Madri 11 - 16 de junho
IV 1936 Zaragoza 1 - 10 de maio
V 1979 Madri 8 - 16 de dezembro
VI 1983 Barcelona 12 - 16 de janeiro
VII 1990 Bilbao abril
VIII 1995 Granada 6 - 10 de dezembro
IX 2002 Perlora, Carreño 1 - 3 de novembro

Ao congresso da CNT formado por representações diretas de dois sindicatos de ramo ou de oficios vários independentemente duas listas locais ou regionais, com acordos tomados por escrito em assembleia prévia. O congresso tem entre suas atribuições decidir sobre a atividade geral da CNT e pode nomear um novo comitê nacional. Desde a fundação da CNT em 1910 foram realizados nove congressos, além do congresso de constituição da organização, como se mostra na tabela à direita.

O congresso convoca o comitê nacional com um ano de antecedência quando há necessidade ou existindo novas situações que seja preciso ponderar. Após ratificar-se em um pleno nacional de regionais, se apresentam os temas de discussão e começa o debate em cada sindicato membro da CNT sete meses antes da data do início do congresso.

Plenos[editar | editar código-fonte]

Outra forma de tomar decisões é através dos plenos locais, regionais e congressos, nos quais os sindicatos de ramo ou de ofícios vários participam diretamente enviando delegações com acordos tomados previamente por escrito em assembleia. O pleno nacional de regionais não segue esta regra, pois neste caso acodem diferentes delegações das confederações regionais com acordos tomados previamente por escrito nos seus respectivos plenos regionais de sindicatos.

Plenárias[editar | editar código-fonte]

As reuniões dos diferentes comitês (locais, regionais, nacionais) recebe o nome de plenárias. Nas plenárias não é possível tomar decisões, mas tão só desenvolver questões técnicas e administrativas.

Estruturas paralelas[editar | editar código-fonte]

Conferências[editar | editar código-fonte]

As conferências são reuniões abertas nas quais se se discutem assuntos e se expõem temas e servem para sondar a opinião geral da organização em um momento dado. As discussões passam depois aos sindicatos de base para seu estudo. Podem acudir a elas pessoas representándose a si mesmas ou a outro organismo ou sindicato mas não podem tomar acordos.

Federações de indústria[editar | editar código-fonte]

As federações de indústria se coordenam segundo similaridade de ramo e não geográfica. A totalidade dos sindicatos da CNT de um ramo da produção formam a federação nacional de indústria desse ramo, diferindo da estrutura de sindicatos de ramo coordenados por federações e confederações locais e regionais. Também existem federações de indústria de nível regional.

As federações de indústria possuem autonomia para atuar naqueles assuntos que são de sua incumbência. Nomeiam representantes que estão presentes nas confederações nacionais e regionais com voz mas sem voto.

Algumas das federações de indústria da CNT são:

  • Correios de Astúrias
  • Ensino de Andaluzia
  • Ensino de Castela e Leão
  • Ensino da Catalunha
  • Estatal de Ensino
  • Federal de Correios e Telégrafos
  • Sindicato Federal de Telefônica
  • Estatal de Serviços Públicos
  • Estatal Construção
  • Estatal Artes Gráficas

Outros organismos[editar | editar código-fonte]

Meios de expressão[editar | editar código-fonte]

A CNT conta com um jornal conhecido como o CNT ou Jornal CNT que funciona de modo autônomo. Se escolhe sua direção e localidade de residência em um congresso ou pleno nacional. A direção se ocupa da distribuição, impressão, venda, administração das assinaturas e recepção de artigos para o jornal. O diretor eleito para o jornal acode às reuniões do comitê nacional da CNT com voz e mas sem voto. O secretário geral da CNT é a pessoa ocupada de redigir o editorial do jornal. O CNT tem uma periodicidade mensal, se edita com uma forma Creative Commons de caráter copyleft e além de em papel se pode ler na Internet. (2)

Os sindicatos e organismos que formam parte da CNT podem ter também seus próprios meios de expressão. Solidariedade Operária é o jornal da Confederação Regional de Trabalho da Catalunha e é o órgão de expressão dos sindicatos federados à anarcossindical mais antigo, datando sua fundação do ano 1907. Outros meios são A tira de papel, o boletim da Coordenadora Nacional de Artes Gráficas, Comunicação e Espetáculos, Cenit, o jornal da regional exterior ou Bicel, o boletim editado pela Fundação Anselmo Lorenzo, o jornal Extremadura Livre, jornal da regional Estremenha.

Fundação Anselmo Lorenzo[editar | editar código-fonte]

Uma das prioridades da CNT expostas nos acordos do VIII congresso em Granada é as de recuperar a memória histórica do anarquismo espanhol. A principal forma da CNT de trabalhar nesse campo é o desenvolvimento de projetos através da Fundação de Estudos Libertários Anselmo Lorenzo, também conhecida como Fundação Anselmo Lorenzo ou simplesmente a FAL.

A FAL funciona de modo autônomo e seu diretor é eleito em um pleno nacional de regiões ou congresso. Algumas de suas atividades são:

  • Manutenção, catalogação e oferecimento ao público dos fundos históricos da CNT
  • Edição de livros e materiais em outros formatos
  • Preparação de eventos culturais em congressos da CNT ou da AIT, bate-papos, colóquios, conferências, videoforums, apresentações de livros, etc.
  • Edição de um boletim interno chamado Bicel (Boletim Interno de Centros de Estudos Libertários)
  • Coordenação com outros projetos similares vinculados à FAL

Relação com a AIT[editar | editar código-fonte]

A Associação Internacional dos Trabalhadores ou AIT é uma organização trasnacional à qual acodem delegações das anarcosindicales dos diferentes países. As anarcosindicales nacionais são conhecidas como seções da AIT, pudiendo existir unicamente uma em cada país. A CNT é a seção espanhola de dita organização.

A AIT tem um secretariado internacional eligido pelas diferentes seções e se pode estruturar por continentes através do sistema de federações de indústria.

Votações[editar | editar código-fonte]

Sempre que há uma votação, é preciso saber que do que se discute é do problema do poder, e na anarcossindical portanto é preciso procurar votar o mínimo possível, e alcançar acordos por consenso. Todas nossas votações são abertas, e de mão levantada. Nunca são secretas.
Anarcossindicalismo básico

Em geral na CNT são evitadas as votações na medida do possível, preferindo a fórmula da decisão por consenso. Enquanto este sistema é plausível nos sindicatos de base, nas listas mais altos se há mais difícil evitar totalmente as votações:

O problema surge quando as decisões têm que ser tomadas em plenos locais, regionais ou congressos. Já se explicou que a estrutura básica da CNT são os sindicatos de ramo e se não existem, os de ofícios vários. Pois bem, não há forma justa pela que as decisões possam ser tomadas em votação.
  • Se cada sindicato dispõe de um voto, um sindicato de 1000 filiados disporia da mesma capacidade de decisão de um de 50. Dois sindicatos de 25 (2 votos) podem impor sua opinião ao de 1000 (1 voto).
  • Se se vota por número de filiados, um sindicato de 2000 filiados teria 2000 votos, e 100 sindicatos de 20 filiados disporiam da mesma capacidade de decisão de um só sindicato. A distribuição geográfica de 100 é muito mais ampla que a de 1, e um acordo obriga a todos por igual de modo que os sindicatos pequenos têm a mesma responsabilidade que os grandes, mas muito mais dificuldades.
  • Encontramos além disso o problema das minorias. Um sindicato que em assembleia por exemplo decidisse ir a uma greve por 400 votos contra 350, teria que defender a postura de greve, que é o que saiu na sua assembleia. O sindicato B da federação local diz que não à greve por cem contra 25. O sindicato C da federação local diz que sim por unanimidade de 15 votos. São dois sindicatos a favor da greve e um em contra, e portanto a greve seria convocada se fora um voto por sindicato.
Mas somando os votos negativos à greve, sairiam 450 votos contra da greve e 440 a favor.
Anarcossindicalismo básico
Desde Até Votos
1 50 1
51 100 2
101 300 3
301 600 4
601 1.000 5
1.001 1.500 6
1.501 2.500 7
2.500 adiante 8

Para minimizar esses possíveis problemas se utiliza um sistema de votação proporcional baseado no número de afiliados o cotizantes de cada sindicato da anarcossindical, segundo se mostra na tabela a esquerda.

No entanto, o sistema não é infalível e pode propiciar situações discriminatórias em relação ao sindicatos com maior número de afiliações:

Este sistema beneficia às minorias, mas continua sendo muito discutível. Por exemplo, dez sindicatos com 25 cotizantes, que somariam 250 quotas têm 10 votos. Mais que um de 2500, que com mais 10 vezes quotas só tem direito a 7 votos.
Anarcossindicalismo básico

Na CNT se considera que isto não é excessivamente grave, pois normalmente os acordos se consensuam após compridas discussões, mesmo que se admite que o sistema poderia ser melhorado:

O porquê não se procura outro sistema, é porque hoje em dia não é necessário. Os acordos se pactuam após discussões que podem parecer absurdas aos que começam na anarcossindical, mas que são sumamente importantes para o sindicato ou regional que as defende. De todas formas não estaria de mais que alguém pensasse algo a respeito.
Anarcossindicalismo básico

Métodos[editar | editar código-fonte]

A CNT se basea em três principios básicos, a autogestão, o federalismo e a ajuda mútua, e considera que os conflitos do trabalho devem solucionarse entre patrão e trabalhadores, sem o concurso de intermediários como organismos oficiais de Estado ou sindicalistas profissionais. Por esta razão o sindicato é crítico com as eleições sindicais e comites de empresa sendo partidário no seu lugar das assembleias de trabalhadores, seção sindicais e a ação direta, tendendo também a evitar na medida do possível as causas judiciais. Os cargos administrativos no sindicato são rotativos e não remunerados. (3) Se consideram mais positivas as subidas de soldo lineares que os porcentuais já que as primeras tenden a favorecer a igualdade de salários.

As medidas sindicais as que suele recorrer a CNT são a exibição de pancartas diante das sedes de empresas com as que o sindicato mantem algum conflito e a apelação aos consumidores a boicotear seus produtos e a solidaridade (4) com os trabalhadores que se encontram em problemas. Durante as greves, podem ser criadas caixas de resistência para apoiar economicamente os grevistas e a suas famílias.

A CNT se organiza em torno de sindicatos de ramo. Esta tática se adotou hacia no de 1918, nos tempos das grandes lutas sociais do reinado de Alfonso XIII:

Arrecian las detenções em ambos ramos, de maneira que o dos fideiros, que englobaria uns quatrocentos oficiais, caiu imposibilitado para atuar por falta de gente. Pero entonces todo o ramo de alimentação se solidariza: horneros os, pasteleros, molineros, cobrem as baixas de seus companheiros detidos. e os Carpinteros, torneiros, barnizadores, o ramo da madeira se em pleno turno uma relevar uma saboteadores . A greve dos ebanistas dura dezessete semanas. Patrões relaxaram até que … Foi uma vitória esmagadora. LICA e de solidariedade era, na verdade, ele dá impulso criação ou fazer Única União da-Wood, que era famoso, e da Indústria Alimentar crowding, vós todos os sindicatos.
Joan Ferrer, em A Revolta dos Baltasar Porcel

Apesar de se terem verificado casos de pistoleiros na década de 1920, a CNT não promove a violência ou ataca pessoas.

História[editar | editar código-fonte]

Os primeros anos[editar | editar código-fonte]

Um local da CNT em Barcelona

O movimento anarquista espanhol carecia de uma organização nacional estável nos seus primeiros anos. O anarquista Juan Gomez Casas discutiu a evolução da organização anarquista antes da criação do CNT:

Após um período de dispersão, a Federação dos Trabalhadores na região espanhola desapareceu para ser substituída pela Organização da Região anarquista espanhol … Ele então mudou em 1890, o Pacto de Assistência e Solidariedade, a qual ele próprio foi dissolvida em 1896 por causa da legislação repressiva contra o anarquismo separado em vários clusters de empresas e trabalhadores autônomos … Os restos mortais foram a da SPA deu origem ao Solidariedade do Trabalhador, em 1907, o antepassado direto do CNT.
Juan Gómez Casas

Houve um consenso geral entre os anarquistas no início do século XX de que uma nova organização do trabalho nacional era necessária para garantir a coerência e a resistência ao movimento. Esta situação surgiu no âmbito do processo natural de revolução industrial. Durante a Bourbon restauração, os partidos tradicionais e dinástico representado por Cánovas del Castillo e Práxedes Mateo Sagasta, o movimento trabalhista juntou cerca de emergentes PSOE como uma força política e os UGT como um sindicato. Não faltam nem os movimentos republicanos e com maior ênfase naDemocrata que fazem parte da nova burguesa apoio.

O peso do sindicalismo revolucionário no início dos anos veio a partir da tese dos redatores do Solidariedade Operária Jose Prat e Ricardo Mella, de anarco-sindicalismo, mas que acreditavam em preceitos básicos do sindicalismo revolucionário.

Assim, a CNT nasceu por volta do ano 1910 em Barcelona em um congresso do sindicato catalão Solidaridade Operária, com o objetivo de construir uma força correspondente à oposição em seguida sindical por maioria, o socialista e UGT "expeditethe económica emancipação da classe trabalhadora através da expropriação da burguesia revolucionária … ". A CNT começou pequena, com cerca de 30.000 membros, através de vários outros sindicatos e confederações.

EM 1911 com ocasião de seu primero congreso se convocó uma greve geral o que provocou que o sindicato fosse ilegalizado até 1914. Nese mesmo ano de 1911, o sindicato recibeu oficialmente seu nome.

A partir de 1916 a CNT trocou de estratégia no que diz respeito a estabelecer relações com o sindicato UGT, o que levou a convocar as duas organizações em conjunto greve geral de 1917. No segundo congresso da CNT em 1919, foi estudada a possibilidade de fundir as organizações a contribuir para uma maior unidade do movimento operário espanhol. Ao mesmo congresso aprovou a penhora provisória da CNT para o Terceira Internacional, mas após a visita do Angel Tab a URSS e Este município, a CNT é definitivamente afastado do que em 1922.

Auge da CNT[editar | editar código-fonte]

Evolução do número de afiliados a CNT entre 1911 e 1937

A partir de 1918 a CNT se fortaleceu por uma crise na indústria catalana, o que levou muitos trabalhadores a aderir à união. O sindicato teve um papel preponderante no desenvolvimento da greve na companhia Canadense. Em seguida, começou a espalhar o pânico entre os padrões, sendo a origem do pistoleiros que levou a um aumento brusco da violência e da união significativamente afetada.

Em 1922 com Berlim a Associação Internacional dos Trabalhadores, uma organização que adere à CNT. Em 1923, com o advento da ditadura de Miguel Primo de Rivera, a união é proibida.

Em 1927 e o seu posicionamento perante os "moderados" criada por alguns cenetistas Valência da Federação Ibérica anarquista (IAF), uma associação de grupos de afinidade anarquistas, que vai desempenhar um papel importante nos anos seguintes, através do chamado trabazón com a CNT, designadamente a presença de elementos Faist no o anarco-sindicalismo. A intenção era de que o sindicato não perdesse os princípios ácratas.

A Segunda República[editar | editar código-fonte]

Bandeira da CNT-FAI

Após a queda do antigo regime não existe um apoio inicial para a Segunda República, que vai diminuir durante o período de 1931 - 1933 pelos constantes confrontos com as autoridades republicanas nas sucessivas greves gerais e setoriais, até ao final do qual serão realizadas as chamadas revoluções janeiro e dezembro, ambos rapidamente controladas pelo Estado , E eventos Casas Velhas. Naquele tempo, o núcleo da CNT foi de Catalunha, mas em outras regiões ganharam importância como em Aragão (onde a maioria estava enfrentando UGT) ou Espanha.

Como as tensões entre a "ala moderada" (Faistno) e da "ala radical" (Faist) estão a continuar a analisar complexo e dada a natureza setorial e descentralizada da organização. Finalmente, em 1931 um grupo of no Faist publica a Manifesto Trintaque irá conduzir a treintismo e 1932 Angel Tab cria uma Partido Unionista.

O biénio radical -cedista foi uma fase de profundas no subsolo que atacaram as bases do anarco-sindicalismo em nível nacional, durante o qual a CNT iria participar de uma frente secundária à iniciativa socialista na chamada Revolução de Outubro em 1934. Em Astúrias, no entanto, a Confederação Regional do Trabalho de Astúrias, León e de Palencia da CNT irá participar activamente na revolução, devido à sua posição mais favorável para aliança de trabalho formalizou uma através da UPH com pacto com UGT e FSA. Desta forma, em O Felguera, e no bairro do plano de Gijon Chegou-se a dar breves experiências de comunismo libertário

No bairro do plano foi para regularizar as suas vidas de acordo com os princípios da CNT: socialização da riqueza, com a abolição da autoridade e capitalismo. Foi uma breve experiência plena de interesse, uma vez que os revolucionários não dominaram a cidade. [...] Ele seguiu um procedimento semelhante ao de La Felguera. Para a organização do consumo, uma Market Committee, com delegados para ruas, nas lojas mercearia, que controlava o número de moradores de cada rua e veio para a distribuição de alimentos. Esse controle pela rua permitiu estabelecer facilmente a quantidade de pão e outros produtos que são necessários. O Comite tomou o mercado global de controle dos stocks disponíveis, nomeadamente das farinhas.
Manuel Villar. Anarquismo na insurreição das Astúrias: a CNT e da FAI em outubro de 1934

Acredita-se que até 30.000 foram detidos durante este período. O sucesso de trânsito na greve de Saragoça, continuando pela greve geral, que durou mais de duas semanas, foi convocada em unidade com a UGT em 1935. No entanto, não se colaboração coalho seguintes ações.

A eleição de 1936 após a queda do governo de Lerroux colocado em um arremesso para o complexo CNT. As opiniões dentro da organização eram divididos entre o tradicional abstencionismo, luz verde ao deixar a votação para os trabalhadores, ou diretamente para pedir a votação para a Frente Popular. Ele estava entre suas promessas anistia para os prisioneiros.

Acredita-se que uma porção do crescimento da Frente Popular ocorreu justamente por causa da votação libertária.

A Guerra Civil[editar | editar código-fonte]

Em 1936, a CNT foi finalmente legalizadas, após períodos de esconder seguido por outras mais curto até a sua legalização esmagamento no final da Guerra Civil, onde o sindicato colaborou com outras forças o chamado bando republicano para se opor à Nacional bando, mesmo durante a competição para se tornar parte do governo da República com vários ministérios e representantes de alto nível.

Em Barcelona assumiu o controle de anarquistas, coletivizados muito das atividades, provas de que foi testemunhado por George Orwell

Foi seguramente a primeira vez na minha vida em que me encontrava numa cidade onde a classe operária havia tomado o poder. Praticamente todos os prédios importantes haviam sido tomados pelos operários e, no topo de todos eles, tremulavam bandeiras vermelhas, ou vermelhas e negras, dos anarquistas. (… ) Todas as lojas e cafés tinham um cartaz informando a sua coletivização; até os engraxates, cujas caixas, pintadas em vermelho e negro, anunciavam que tinham sido coletivizadas! (… ) Tudo isso era estranho e emocionante. Muita coisa, eu não compreendia e, até certo ponto, me desagradava: mas o fato é que havia ali alguma coisa que, de imediato, me pareceu valer a pena lutar por ela.
George Orwell, Homenagem à Catalunha

Em agosto de 1936, quando comparado ao Aragão começou a se estabilizar, dois quintos da região estavam sob controle rebelde, embora compreendendo a metade da população, uma vez que controlava as três capitais provinciais e Calatayud. Apesar da importância da CNT nesta região não foi capaz de reagir com rapidez e a repressão estava a esgotar-se com a organização em áreas sob o controle da face nacional.

Do outro lado da dividido Aragão, o Estado republicano também foi cancelado. A milícia da CNT, que ocupava a Baixa Teruel e Huesca, estabeleceu comitês de defesa, que substitui as antigas prefeituras. Em áreas com os maiores pré-guerra anarquista começou com o processo de coletivização da terra. Estas foram coletivizados antecipadas voluntárias e definiu a partir de terras pertencentes a membros e pegou o fugitivo ou desaparecidas. Aqueles que queriam conservar a propriedade dos terrenos não podiam recrutar outros, fora da sua família, e não esculpidos terras passaram o controle da da comunidade.

George Orwell comentou sobre as características da nova sociedade que foi criada nas comunidades:

Eu era integrar mais ou menos por acaso, só a comunidade na Europa Ocidental, onde o revolucionário e uma rejeição do capitalismo foram mais normais para o seu oposto. Aragão estava entre dezenas de milhares de etnia proletária na maior parte dos casos, todos eles viveram e foram tratados em igualdade de condições. Em teoria, ela era uma perfeita igualdade, e, na prática, não estava muito longe de o ser. Em alguns aspectos, está enfrentando um pregusto do socialismo, então eu compreendo a atitude mental prevalente fora da natureza socialista. Muitas das motivações flui em vida civilizada-ostentação, lucro, o medo padrões, etc, tinham simplesmente deixado de existir. A divisão de classe acabou a um ponto que é quase inconcebível na atmosfera comerciais na Inglaterra, só eram camponeses e nós, e ninguém foi mestre de ninguém.
George Orwell, Homenagem à Catalunha
Mulheres participantes de uma milícia republicana treinam nos arredores de Barcelona em Agosto de 1936. A participação das mulheres durante a Guerra Civil Espanhola foi tremenda.

Algumas das coletivizações mais importantes foram as de Alcañiz, Calanda, Alcorisa, Valderrobres, Fraga o Alcampel. Não só foram coletivizadas as terras, como também foram empreendidos trabalhos coletivos como a residência dos anciões em Fraga ou a recuperação de hospitais (como em Barbastro ou Binéfar, La Casa de Salud Durruti); assim como a fundação de escolas, entre elas a Escola de Militantes Libertários. Estas obras seriam destruídas durante a guerra pelas tropas franquistas.

Para proteger as novas organizações rurais, a comissão organiza uma plena regional especial representantes do povo levou, apoiado pelo Buenaventura Durruti. Contra o parecer do comite nacional da CNT, principalmente catalão, que estabelece uma Conselho Regional de Defesa de Aragão.

Em 23 de dezembro de 1936, tendo recebido em Madrid um grupo formado por Joaquin Ascaso, Miguel Chueca e três líderes republicanos e independentes, o governo de Largo Caballero, que tinha sido integrado com quatro ministros anarquistas (Joan García Oliver, Juan Lopez, Federica Montseny e Juan Peiró), reconhece a formação a Defesa Nacional, organismo revolucionário que representava o anarquistas e socialista e republicanos, na qual a CNT teve dois Conselheiros

Em meados de fevereiro de 1937 é realizado um congresso em Caspe com o objectivo de criar uma federação de grupos regionais para os 500 delegados presentes, representando 80.000 do membros em Aragão libertário.

Em uma sessão plenária da CNT em março de 1937, a comissão solicitou um voto de censura nacionais, a abolição do Conselho Regional. A ameaça de demissão de toda a comissão regional Aragão impedida. O Conferências em maio em Barcelona, bem como a queda do governo de Largo Caballero seguido pelo Governo de Juan Negrín precipitou a queda da experiência libertária.

o início de julho as organizações da aragonês Frente Popular apoiou publicamente o presidente do Conselho, Joaquin Ascaso. Quatro semanas após a 11 ª Divisão Enrique Lister veio para a região. Em 10 de agosto de 1937 repubicano governamental com sede em Valência dissolvendo o Conselho Regional de Defesa de Aragão. A divisão lista está disponível para uma ofensiva na frente Aragão, mas também foram utilizados para se referir à organização anarquista coletivo e desmantelar as estruturas criadas durante os doze meses anteriores.

Outras personalidades importantes da época são Francisco Ascaso e Miguel Garcia Vivancos.

Apesar do trato igualitário entre homens e mulheres que propunha a CNT desde suas origens, muitas das mulheres que militavam no movimento acreditavam ser necessária a existência de uma organização específica para desenvolver plenamente suas capacidades e sua luta política. Assim surgiu a organização Mujeres Libres que logo se tornaria uma das maiores organizações anarquista da Espanha. Em 1934 foi criada em Barcelona o Grupo Cultural Feminino que junto com o grupo redator da revista Mujeres libres de Madrid no qual participam Lucía Sánchez Saornil, Mercedes Comaposada Guillén e Amparo Poch y Gascón, será o embrião da futura organização. A federação cresceu rapidamente e estima-se que em Outubro de 1938 tinha mais de 20.000 integrantes.[1]

A CNT sob a ditadura franquista[editar | editar código-fonte]

Em 1939 a Lei de responsabilidades políticas ilegalizava Escritórios de organização e os Bens foram expropriados, edifícios, equipamentos, veículos, contas bancárias, empresas e Documentação colectivizados. Na época, Teve CNT uma filiação e dá um milhão de infra-estrutura, que foi amplamente apoiada.

A CNT operou clandestinamente na Espanha durante o Franco, com atividades também cenetistas no exílioe continuou a luta contra o regime de Francisco Franco até 1948 a Através de algumas maquis. Desde então, posições divergentes conduziu a um enfraquecimento da organização que ele fez perder influência entre a população. Em 1961 foi revitalizado consolidadas ao longo das décadas de 1960 e 1970, graças à penetração da ideologia anarcossindicalista trabalhando em organizações de classe Católica, como anti-Irmandade dos Trabalhadores da Ação Católica (HOAC) e Juventude Católica Trabalhadores (JOC).

Durante a transição[editar | editar código-fonte]

Após a morte de Franco, em Novembro de 1975 e no início da Transição, a CNT realizou seu primeiro congresso, uma vez que 1936, bem como vários comícios massa, o mais proeminente na Montanha. Alguns de seus resultados surgem a partir das linhas de ação que marca a sua atividade no local de trabalho. Não-participação na eleições, no reconhecimento da comitês empresa, não aceitação de bolsas ou de governo das sociedades apoio para a formação de Seções sindicais.

Neste primeiro congresso, realizado em 1979 em Madrid, um setor minoritário, um defensor da união das eleições, seja rebatizado dividida e CNT Congresso Valência (referindo-se ao Congresso fez alternativos em que cidade) e, posteriormente, perdeu tribunal siglas em abril de 1989, uma CGT. Um ano mais tarde, um grupo filiados à CGT está março deste sindicato para receber subsídios, e fundou Solidaridade Operária (SO). A CGT é diferente da CNT para o seu envolvimento nas eleições e Conselhos, bem como a aceitação da figura da associação livre. Portanto, para além da sua participação no treinamento, e de acordo com a legislação vigente, que recebe os recursos financeiros necessários subsídios fixados pelo Estado. Além personalidade, todas estas questões são a causa da controvérsia entre as duas organizações e os derradeiros motivo que dificulta o entendimento entre os dois.

A CNT foi atingida um ano antes, em 1978 pelo Processo de Scala, um incêndio em um salão da comunidade em Barcelona. Os cenetistas consideraram tal ação como uma tentativa de criminalizar a organização:(5)

Ficou patente que os policiais não estão procurando por algo ou alguém, já tinha-o culpado isto foi só para assustar e destituir o cenetistas da organização para milhares de membros que, embora identificados com a linha da associação de anarconsindicalistas , Não estavam dispostos a ir longe demais em sua composição, e muito menos para desafiar uma repressão policial de que a magnitude. A coisa não estava brincando, notícias de novas detenções criou um clima de insegurança em grande parte da adesão. Além disso, a certeza do envolvimento da CNT no ataque foi ganhando na opinião pública, o que causou uma grave deterioração da imagem da organização e por extensão os anarquistas. Se juntarmos a isto as notícias de atentados e ataques de grupos fascistas, a qual naqueles dias, foram aumentadas para um leque bastante amplo, podemos fazer um esboço de retrato da situação. Sendo um libertário, na altura, tornou-se algo bastante desagradável. Os meios de comunicação social fizeram-impopulares, policiais e extrema-direita grupos fizeram o mesmo perigosa.
Revista Controvérsia: O Processo Scala. Um julgamento contra o anarco-sindicalismo

A partir a sua legalização, ele começou um movimento a favor de indenizações para a desapropriação de 1939, que serão detalhados na lei 4 / 1986, que exigia a devolução dos bens apreendidos e ao direito à transferência e uso de Imóveis Parte dos sindicatos. Desde então, o CNT está exigindo a devolução da propriedade por parte do Estado.

Na década de 1990 viu a ocupação das instalações da Conselho Econômico e Social, com sede em Madrid, a agência responsável pelo patrimônio acumulado instrumentalidade da associação. No ano 2004 foi alcançado um acordo entre a acusação e a CNT, através da qual a cem ou processadas por esta ocupação eram gratuitos.

Na atualidade[editar | editar código-fonte]

A CNT se opõe ao modelo da eleições e comitês empresa, (6) e é crítica dos principais sindicatos UGT e CCOO e de reformas trabalhistas, (7), ao mesmo tempo, mantém uma plataforma de causas. (8)

No ano 2005, o governo da Espanha continuou a devolução dos bens apreendidos da união durante e após a Guerra Civil para os sindicatos UGT e CNT. Uma vez que alguns grupos sociais e os meios de comunicação, esse regresso foi descrito como um sinal de favoritismo em direção à UGT, como em 1936 filiação na central anarco-sindicalismo, foi superior à de um outro sindicato eo governo regressou este ano à CNT quatro milhões de euros, enquanto a UGT volta muito mais. A CNT é ainda hoje está pedindo a devolução do seu património histórico apreendidos pelas tropas de Franco. (9)

Em julho de 2006, realizou-se no 70 º aniversário da Revolução Espanhola de 1936, que o CNT e da FAI organizou uma reunião com vários eventos comemorativos como palestras, debates, exibições, exposições e espectáculos musical. (10)

Nos últimos anos, a CNT-AIT tem mantido muitas disputas trabalhistas, algumas delas muito duras, como a última Mercadona greve, a mais longa greve na história da Catalunha. Ou o recente metrô greve em Madri, com o apoio dos trabalhadores e de outros ativistas sindicais da base do metrô e muito do movimento social em Madri.

Símbolos e cultura[editar | editar código-fonte]

Entrada de um teatro dirigido pela CNT.

A CNT, como parte do seu interesse em uma transformação radical da sociedade, tem alegado que a cultura e auto-conhecimento seria acessível aos trabalhadores, trabalho que foi desenvolvido através do suporte para o athenaeums libertário.A Escola militantes Libertarian era uma instituição que, através da pedagogia libertária afirmou que "agrupos de adolescentes para a aquisição de conhecimentos e de responsabilidade pessoal essencial para servir como um local de animadores e contadores ". Através da Libertarian Studies Fundação Anselmo Lorenzo, o CNT gere o seu patrimônio cultural, publica livros e organiza palestras e simpósios. Igualmente, dado que alguns setores da CNT foi apoiado e promovido o esperanto.

A bandeira da CNT é o tradicional anarco-sindicalismo que liga diagonal, como uma negação do nacionalismo e da reafirmação do internacionalismo, a cor vermelha do movimento trabalhista e o negra da anarquismo.

Apesar de não possuir oficialmente um hino existem diversas canções identificadas com a CNT, uma delas é A las barricadas , composta pelo poeta polonês Wacław Święcicki em 1883 com o nome original de Warschawjanka, teve sua letra adaptada para o castelhano por Valeriano Orobón Fernandez, recebendo diversos arranjos musicais entre estes uma versão em coro orquestrada por Angel Miret Em 1933.

Hino da Confederação Nacional do Trabalho

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Aqueles que querem filatelia pode apreciar a selos (11) com motivos da CNT que será emitido durante a Guerra Civil Espanhola. Existe também uma grande variedade de cartaz é (12) deste período, o cinema bilhetes e outros itens de coletor ligados às empresas que foram coletivizados durante a Revolução Espanhola de 1936.

George Orwell, que combateu na Guerra Civil Espanhola naas milícias do Poum, um partido marxistas cujos militantes revolucionários eram aliados da CNT durante a revolução e que pertenciam ao exterior antigo secretário geral união Andrés Nin - descritos em seu livro Homenaje a Cataluña dia do Barcelona estoura com o CNT e anarquismo. No nono capítulo do livro acima mencionado afirma"De acordo com as minhas preferências meramente pessoais, eu teria gostado de unir os anarquistas".

Robert Capa retratou a morte de miliciano Federico Borrell García durante a Guerra Civil Espanhola na instantâneas intitulada Morte de um miliciano, (13) Fotografia tem andado ao redor do mundo e tornou-se uma mítica imagem que mostra o destino dos Guerra.

Em 1936, foram coletivizados a indústria cinematográfica (14) tal que havia curtas-metragens comoO fosso (15) (1937). A CNT foi refletida no filme espanhol, o recente filmeLibertárias (16) (1996) de Vicente Aranda no qual ele mostra um grupo de milicianos na cara de Aragão durante a Guerra Civil Espanhola.

Militantes destacados[editar | editar código-fonte]

Estes foram alguns dos mais destacados militantes da CNT em sua história.

Acontecimentos históricos[editar | editar código-fonte]

Estes foram alguns dos acontecimentos históricos mais importantes nos quais tomou parte ou se viu envolvida a CNT.

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Varios autores. El movimiento libertario español. [S.l.: s.n.].
  • Peirats, José. La CNT en la revolución española. [S.l.: s.n.], 1971.

Notas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Liaño Gil, Conchita. Mujeres Libres. Luchadoras libertarias. Fundação Anselmo Lorenzo. ISBN 84-86864-33-X na página 151

Ver também[editar | editar código-fonte]

Portal Portal da Anarquia

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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