Paty do Alferes

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Município de Paty do Alferes
Paty do Alferes.jpg

Bandeira de Paty do Alferes
Brasão de Paty do Alferes
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 15 de dezembro de 1988 (25 anos)
Gentílico patiense
Prefeito(a) Rachid Elmôr
(2009–2012)
Localização
Localização de Paty do Alferes
Localização de Paty do Alferes no Rio de Janeiro
Paty do Alferes está localizado em: Brasil
Paty do Alferes
Localização de Paty do Alferes no Brasil
22° 25' 44" S 43° 25' 08" O22° 25' 44" S 43° 25' 08" O
Unidade federativa  Rio de Janeiro
Mesorregião Metropolitana do Rio de Janeiro Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/2008 [1]
Microrregião Vassouras Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/2008 [1]
Municípios limítrofes Miguel Pereira, Paraíba do Sul, Petrópolis e Vassouras
Distância até a capital 119 km
Características geográficas
Área 319,103 km² [2]
População 26 381 hab. Censo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/2010[3]
Densidade 82,67 hab./km²
Altitude 610 m
Clima Tropical de Altitude Cwa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,718 (RJ: 84º) – alto PNUD/2000 [4]
PIB R$ 214 293,006 mil Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/2008[5]
PIB per capita R$ 8 210,77 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/2008[5]
Página oficial

Paty do Alferes ou Pati do Alferes[nota 1] é um município do estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Ocupa uma área de 319,103 km².

Fica situado a 624 metros de altitude e tem como coordenadas geográficas Latitude: 22° 25' 10 SulLongitude: 43° 25' 21 Oeste. A distância entre a capital Rio de Janeiro e Paty do Alferes é de 118 km. Os habitantes se chamam patiense.

História[editar | editar código-fonte]

Em 1700, Garcia Rodrigues Pais, filho de Fernão Dias Paes Leme, o Caçador de Esmeraldas, abriu o Caminho Novo ligando as Minas Gerais e o porto do Rio de Janeiro. Este caminho passaria, nos anos seguintes, a ser a principal rota de comunicação de escoamento do ouro produzido nas Minas Gerais e o rota dos imigrantes para o interior, substituindo o antigo caminho, que terminava em Parati.

Pati do Alferes começou, então, a se desenvolver em ritmo acelerado no século XVIII a partir da ocupação de terras da sesmaria de Pau Grande. Viajantes como Monsenhor Pizarro e Frei Antonil percorreram o Caminho Novo no século XVIII e deixaram descrições de uma região que apenas servia de passagem entre o porto do Rio de Janeiro e as ricas Minas Gerais, com grandes florestas virgens e com índios coroados que por elas perambulavam. Frei Antonil descreveu sua viagem no livro Cultura e opulência do Brasil, datado de 1711, no qual cita a sesmaria de Pau Grande (no atual distrito de Avelar) como uma roça que principiava a ser desbravada em plena selva. Muitos sesmeiros logo se agruparam em torno deste primeiro núcleo.

Acredita-se que o nome Pati do Alferes venha da união do nome do posto militar de alferes (no Brasil, equivalente ao posto de segundo-tenente) ao vocábulo indígena dado a uma palmeira abundante na região - o pati - que começou a se delinear às margens do Caminho Novo.[6] Ademais, registros históricos apontam para dois alferes de ordenança, Leonardo Cardoso da Silva e Francisco Tavares (depois capitão), cujas propriedades viriam a ser conhecidas como Roça do Alferes. Também havia muitos patis que davam nome à toda região desde a serra até as margens do Rio Paraíba do Sul. O nome vem do tupi árvore que se eleva, designando uma palmeira da família Syagrus (Syagrus pseudococos), também chamada de palmito-amargoso. Ao longo dos anos, a grafia foi alterada para pa'ti, paty e finalmente para pati. Assim, a antiga Roça dos Alferes passou a ser chamada de Pati do Alferes para distinguir-se da localidade de Pati, atual Andrade Pinto, em Vassouras.

O Capitão Francisco Tavares era o dono da fazenda onde se ergueu a primeira capela da região. O Bispo Antônio de Guadalupe, em uma viagem em 1726, transformou a localidade em curato para melhor atender espiritualmente os cristãos da região. O Capitão Francisco Tavares doou, depois, o terreno em que foi erguida a primeira igreja matriz, no ano de 1739, criando-se, assim, a freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Alferes.

As terras férteis banhadas pelo Ribeirão de Ubá e pelo Rio do Saco primeiro acolheram o plantio da cana-de-açúcar e a criação de porcos, cuja carne era salgada e vendida no Rio de Janeiro. Também eram vendidos mantimentos aos viajantes que seguiam pelo Caminho Novo.

A freguesia de Conceição do Alferes foi elevada ao posto de vila por um alvará expedido pelo rei Dom João VI em 4 de setembro de 1820. Entretanto, apesar das fazendas de café cada vez mais prósperas, o povoado contava com apenas quatro casas. Além disto, havia uma disputa política entre os dois maiores proprietários da região, o capitão-mor Manuel Francisco Xavier, da Fazenda Cachoeira e o sargento-mor, depois padre, Inácio de Sousa Vernek, da Fazenda Piedade. A briga familiar, que durou até 1824, fez com que vários colonos deixassem a região. O primeiro presidente da Câmara Municipal (equivalente hoje ao cargo de prefeito) foi Laureano Correia e Castro, futuro Barão de Campo Belo[7] .

O cientista Auguste de Saint-Hilaire passou pela região em 1823 e a descreveu no livro Viagem pelas províncias do Rio de Janeiro e Minas Gerais, relatando minuciosamente as construções, os hábitos e as tecnologias usadas para a manufatura do açúcar nas fazendas e engenhos da região. A plantação de café substituiu rapidamente a cana-de-açúcar, com intensa derrubada de florestas virgens. O clima propício, as terras férteis nunca antes cultivadas, adubadas pelas cinzas das queimadas e a mão de obra composta na maior parte por escravos africanos jovens foram os fatores que permitiram a alta produtividade das lavouras de café de Pati do Alferes no meio do século XIX. Os lucros foram crescentes com o aumento contínuo do consumo de café na Europa e nos Estados Unidos, o que tornou os fazendeiros da região pessoas muito ricas.

Entretanto, o crescimento urbano ocorreu mais acelerado na então freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Vassouras, na beira da recém-aberta Estrada da Polícia, enquanto que, na vila de Conceição do Alferes, o crescimento ocorreu na zona rural, dentro dos limites das grandes fazendas. Considerando tal fato, em 1833, os vereadores concordaram em transferir a sede da vila para a localidade de Vassouras e Conceição do Alferes voltou a ser uma freguesia, embora seus fazendeiros tenham permanecido atuando ativamente na política local.

O grande crescimento econômico aumentou a necessidade de mão de obra e intensificou o tráfico de escravos africanos. Em 1838, houve uma fuga em massa de escravos liderados por Manuel Congo que espalhou medo entre os fazendeiros. A revolta foi duramente reprimida pela Guarda Nacional sediada em Valença e comandada pelo futuro segundo Barão de Pati do Alferes.

Uma nova Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição foi inaugurada em terra doada pelo capitão-mor de ordenança Manuel Francisco Xavier e sua esposa, Dona Francisca Elisa Xavier, futura Baronesa da Soledade, os mesmos donos da Fazenda Freguesia, atual Aldeia de Arcozelo, onde se iniciou a Revolta de Manuel Congo.

Enriquecida pelas plantações de café, nasceu uma aristocracia rural formada por nobres intimamente ligados à corte, como o Visconde de Ubá, o Barão de Capivari, o Barão de Guaribu, dentre muitos outros.

A riqueza do Ciclo do Café é citada em antigos e importantes relatos de viajantes, cientistas e estudiosos que passaram por Pati do Alferes nessa época, como Charles Ribeyrolles, Auguste de Saint-Hilaire, Visconde de Taunay, José Matoso Maia Forte e Alberto Lamego.

Estação de Pati do Alferes
cerca de 1930

Com o esgotamento dos solos e sem matas virgens para derrubar, as plantações de café tornaram-se pouco produtivas. A nobreza rural empobreceu e emigrou. A região entrou em grande decadência econômica no final do século XIX. Iniciou-se, então, a pecuária leiteira e produção de laticínios na região. Imigrantes italianos, alemães e japoneses, embora em pequeno número, introduziram técnicas agrícolas que revitalizaram a economia regional.

O excelente clima da região passou a ser conhecido nacionalmente com a propaganda feita grande médico infectologista, Miguel da Silva Pereira, nos anos de 1930. Muitos turistas procedentes da cidade do Rio de Janeiro começaram, então, a passar temporadas de verão na região.

A Fazenda Freguesia, local da revolta de Manuel Congo, voltou à cena em 1965 quando Pascoal Carlos Magno ali criou a Aldeia de Arcozelo.

Emancipada em 1987, Pati do Alferes mantém uma grande produção agrícola como o maior produtor de tomate do estado do Rio de Janeiro e o terceiro do Brasil.

Turismo e Cultura[editar | editar código-fonte]

Aldeia de Arcozelo[editar | editar código-fonte]

Aldeia de Arcozelo
Entrada para o Museu do Teatro

Era a antiga Fazenda Freguesia, onde ocorreu a mais importante revolta de escravos da região, liderada por Manoel Congo. Depois, passou a ser propriedade do Visconde de Arcozelo.

João Pinheiro Filho, seu último proprietário, doou, em 1958, a Fazenda Arcozelo para o embaixador Pascoal Carlos Magno criar um centro permanente de realizações artísticas teatrais.

Atualmente, a Aldeia de Arcozelo é administrada pela Fundação Nacional de Arte, do Ministério da Cultura - e aberta à visitação.

Igreja Matriz[editar | editar código-fonte]

A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Pati do Alferes é um monumento arquitetônico profundamente representativo do mais importante período histórico da região. Foi tombada em 1973 pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Sua construção foi iniciada em 1840, a partir de uma doação de terras e recursos financeiros do capitão-mor de ordenança Manuel Francisco Xavier e de sua esposa, Dona Francisca Elisa Xavier, futura Baronesa da Soledade.

Foi construída em estilo colonial com estruturas em madeira e paredes frontais de pau a pique. Seu interior é decorado com importantes peças de mobiliário e ícones, tais como as imagens de Nossa Senhora da Conceição e de Nossa Senhora do Rosário, ambas do século XIX, que, ainda hoje, adornam os altares.

Foi inaugurada em 31 de maio de 1844 e era administrada pela Irmandade de Nossa Senhora da Conceição. A administração por monges franciscanos começou em 1937.

Frei Aurélio Stulzer, um de seus párocos mais atuantes, realizou reformas para a comemoração do centenário em 1944. Com a restauração, foi trazida para a igreja matriz uma imagem de Nossa Senhora da Piedade, feita no século XVIII, que era padroeira da Fazenda Piedade, pertencente ao Coronel Francisco Peixoto de Lacerda Werneck, o segundo Barão de Pati do Alferes. Nesta ocasião, também foram inauguradas a Praça da Matriz e a Galeria dos Fundadores.

A igreja matriz conta ainda com o Espaço Cultural Frei Aurélio Stulzer, que pode ser visitado aos sábados e domingos das dezesseis às dezessete horas e trinta minutos.

Caminho do Imperador[editar | editar código-fonte]

O Caminho do Imperador, que penetra em plena Mata Atlântica, é usado por amantes da ecologia para a prática de esportes como caminhadas, cavalgadas ou trilha de bicicletas.

Origina-se de parte do Caminho Novo de Minas aberto por Garcia Rodrigues Paes no início do século XVIII. Um documento de 1810 menciona um caminho que somente podia ser percorrido a cavalo ou a pé, atravessando a Mata Atlântica entre Pati do Alferes e Corrego Seco, atual Petrópolis.

A partir da criação de Petrópolis em 1843 e da chegada dos imigrantes alemães em 1845, as autoridades do governo provincial decidiram transformar o caminho em uma estrada carroçável. O relatório do presidente da província do Rio de Janeiro, datado de 5 de maio de 1851, justificava as obras devido à necessidade de suprir a colônia com a produção agrícola daqueles campos mais férteis e menos acidentados, além de estimular a fabricação de carros e seges (carruagens).

O projeto original passou por diversos governos e inúmeras correções até que, em 1858, a obra foi concluída sob a orientação do engenheiro Oto Reimarus, com um percurso de 33 km contados a partir da Estrada do Contorno.

Charles Ribeyrolles percorreu o Caminho do Imperador logo que este foi aberto e o descreveu em seu livro Brasil Pitoresco citando panoramas que são esplêndidas pinturas e cenários magníficos que dão vistas à Baía da Guanabara.[8] .

D. Pedro II percorreu diversas vezes o caminho cavalgando, surgindo, daí, o nome Caminho do Imperador.

Centro Cultural Maestro José Figueira[editar | editar código-fonte]

A produção artística e cultural de Paty do Alferes conta com a estrutura do Centro Cultural Maestro José Figueira, um dos maiores da região.

Além da arrojada arquitetura, em suas instalações modernas e versáteis realizam-se diversos eventos do município: exposições, apresentações teatrais, cursos, exibição de vídeos etc.

A biblioteca é formada por mais de 40 000 títulos, uma sala especializada em literatura brasileira e acesso à internet com monitoramento.

Dentro do complexo, há um teatro com 110 lugares.

Museu da Cachaça[editar | editar código-fonte]

O Museu da Cachaça é o primeiro no gênero no país.[carece de fontes?] Seus idealizadores, Íris e Iale Renan, inauguraram o museu em 1991.

Foram necessários anos de pesquisas em bibliotecas e aquisição de centenas de garrafas compradas em todos os cantos do Brasil para montar um acervo vasto e peculiar, que é apresentado aos seus visitantes junto com quadros, coleções de crônicas e artigos, livros especializados, trovas populares, um antigo mini-alambique, dentre muitos outras atrações da história da cachaça.

No Museu da Cachaça, também estão instaladas uma indústria artesanal de aguardente, duas adegas e um bar para degustação gratuita.

Raia de Malha[editar | editar código-fonte]

A malha é um jogo bem difundido entre a comunidade local, sendo realizados diversos torneios. Hoje[quando?] existem, aproximadamente sessenta jogadores cadastrados no Clube de Malha de Pati do Alferes.[carece de fontes?] As regras utilizadas são um tanto diferentes das do resto do Brasil e de Portugal.[carece de fontes?]

A pista da malha tem quarenta metros de comprimento. As malhas usadas habitualmente pelos jogadores de Pati do Alferes são retangulares com peso que varia de quinhentas a 2.800 gramas.

A malha pode ser jogada individualmente ou em duplas. O jogo consiste em alcançar o maior número de pontos derrubando os pinos ou se mantendo dentro de um dos dois círculos concêntricos (o menor com quarenta cm de diâmetro e o maior com 1,30 cm de diâmetro) onde são colocados os dois pinos e demarcados na extremidade da pista. Cada pino derrubado equivale a dez pontos. O jogador, conseguindo colocar a malha no círculo menor, ganha vinte pontos e, no círculo maior, ganha dez pontos, independente de derrubar o pino ou não. O somatório das jogadas determina o vencedor e as partidas são definidas pelo número de pontos, com o máximo de cem pontos, no torneio de duplas.

Eventos[editar | editar código-fonte]

Festa do Tomate[editar | editar código-fonte]

A consagração da produção agrícola local ocorre anualmente na semana do feriado de Corpus Christi com a realização da Festa do Tomate, quando o distrito de Avelar recebe um fluxo médio de 40 000 pessoas por dia.

A festa originou-se de uma semana técnica promovida por técnicos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio de Janeiro (EMATER-RIO) e da CEASA-RJ no Mercado Produtor em 1979. O objetivo inicial era apenas o realizar um encontro de aprimoramento técnico dos produtores rurais de Paty do Alferes com eventos paralelos de entretenimento.

Dois anos depois, inspirado na Festa da Uva de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, o evento passou a ser conhecido como Festa do Tomate. Ainda era uma uma pequena confraternização de produtores e técnicos agrícolas, onde as grandes atrações eram mágicos e leilões de animais.

No ano da emancipação de Paty do Alferes, 1987, a Festa do Tomate passou para a administração municipal. Desde então, passaram a ser contratados artistas de renome para apresentação nos eventos.

Com a inauguração do Parque de Exposição Amaury Monteiro Pullig no distrito de Avelar, em 1995, a Festa do Tomate tornou-se a maior do gênero no estado do Rio de Janeiro.

Além de shows de artistas famosos, a programação inclui atividades da área agrícola como o Concurso Leiteiro e de Qualidade do Tomate, eventos esportivos tais como os Torneios de Vôlei e de Corrida Rústica, concursos de culinária do tomate e eleição da Rainha da Festa.

Expo Orquídeas e Bromélias[editar | editar código-fonte]

O Brasil possui a maior diversidade de orquídeas e bromélias do mundo.

Pati do Alferes promove anualmente a Exposição de Orquídeas e Bromélias, onde são apresentadas as variadas espécies cultivadas pelos produtores de toda a região. Durante a realização do evento, a cidade recebe uma média de 20 000 visitantes, número este que vem crescendo a cada ano.

A Expo Orquídeas e Bromélias traz para o município grandes nomes dos orquidários nacionais, juntamente com a apresentação de shows musicais, praça de alimentação e muito mais.

Festa do Doce[editar | editar código-fonte]

A Festa do Doce é um festival gastronômico realizada sempre no feriado da Semana Santa.

A festa acolhe mais de 10 000 visitantes ao município para se deliciarem com uma imensa variedade de produtos feitos artesanalmente.

Outra atração da festa são as apetitosas receitas de geleias, bombons e conservas, tendo como base a fruta que divulga o município por todo o país, o tomate, com degustação e venda nos estandes montados na antiga estação ferroviária.

Na Festa do Doce, são realizadas apresentações de shows musicais, com bandas de Pati do Alferes e da região, jogos, brincadeiras e apresentações teatrais para os maiores admiradores da Festa do Doce: as crianças.

Bairros[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Nota ortográfica: Segundo as normas ortográficas vigentes da língua portuguesa, este topônimo deveria ser grafado como Pati do Alferes. Prescreve-se o uso da letra "i" para palavras de origem tupi-guarani.

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de número cinco (R.PR-5/02). Visitado em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010 Censo Populacional 2010 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Visitado em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (2000). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 11 dez. 2010.
  6. Fundação de Paty do Alferes Prefeitura Municipal de Paty do Alferes. Visitado em 20 dez. 2011.
  7. TEIXEIRA, Milton. Fazendas do Café : Vassouras. Sindicato Estadual dos Guias de Turismo do Rio de Janeiro. 2006. p.2. Visitado em 9 de novembro de 2008.
  8. RIBEYROLLES, Charles; Brazil Pittoresco; Typographia Nacional; 1ª ed: 1859

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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