Relações entre Angola e Estados Unidos

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Relações entre Angola e Estados Unidos
Bandeira de Angola   Bandeira dos Estados Unidos
Mapa indicando localização de Angola e dos Estados Unidos.
  Angola


As relações entre Angola e Estados Unidos são as relações diplomáticas estabelecidas entre a República de Angola e os Estados Unidos da América.

História[editar | editar código-fonte]

Apesar de reconhecerem a independência das antigas colônias portuguesas, o Governo dos Estados Unidos (assim como o Governo de Portugal) não reconheceu o Governo de Angola declarado pelo MPLA. Os Estados Unidos continuaram a evitar o reconhecimento de um governo angolano por causa de preocupações sobre a presença contínua de tropas de combate cubanas em Angola e do seu envolvimento em conflitos regionais. Após anos de guerra civil, Angola realizou as suas primeiras eleições multipartidárias em 1992. O governo eleito concordou em assinar um acordo de paz com a UNITA, o partido que estava no poder antes da eleição. Em resposta, o presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, reconheceu formalmente o novo governo de Angola em 19 de maio de 1993, usando o seu pronunciamento para exortar a UNITA a aceitar uma solução negociada.[1]

Desde o fim da Guerra Civil Angolana, em 2002, os objetivos da política externa norte-americana no país africano têm sido o de promover e fortalecer as instituições democráticas, promover a prosperidade econômica, melhorar a saúde, e consolidar a paz e a segurança. Os Estados Unidos têm trabalhado em parceria com Angola para remover milhares de minas terrestres e auxiliar os refugiados de guerra e os deslocados internos a regressarem às suas casas.[2]

Referências

Ícone de esboço Este artigo sobre relações exteriores é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.