Relações entre Brasil e Estados Unidos

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Relações entre Brasil e Estados Unidos
Bandeira do Brasil   Bandeira dos Estados Unidos
Mapa indicando localização do Brasil e dos Estados Unidos.
  Brasil

As relações entre Brasil e Estados Unidos estão entre as mais antigas do continente americano, tendo os Estados Unidos como o primeiro país a reconhecer a independência brasileira. Atualmente, os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil.[1]

Os dois países compartilham a qualidade de membros em algumas organizações internacionais governamentais. Dentre elas, estão a Organização das Nações Unidas, a Organização dos Estados Americanos, o G8+5, a Organização Mundial do Comércio e o Grupo dos 20.

Comparação entre os dois países[editar | editar código-fonte]

Cristo Redentor Rio de Janeiro 4.jpg
Statue of Liberty 25.jpg
Estátuas do Cristo Redentor e da Liberdade, ambos símbolos icônicos de Brasil e Estados Unidos, respectivamente.
Brasil República Federativa do Brasil Estados Unidos Estados Unidos da América
População 201 032 714 habitantes 312 488 000 habitantes
Área 8 514 877 km² (3 287 597 sq mi) 9 850 476 km² (3 803 290 sq mi)
Densidade populacional 23 hab/km² (57 hab/sq mi) 31 hab/km² (80 hab/sq mi)
Capital Brasília Washington, D.C.
Maiores cidades São Paulo – 11 821 876 hab (20 893 053 hab na região metropolitana) Nova Iorque – 8 363 710 hab (19 006 798 hab na região metropolitana)
Tipo do Estado República constitucional federal presidencialista República constitucional federal presidencialista
Idioma oficial Português Inglês (de fato)
Religiões principais 64,6% Catolicismo romano, 22,2% Protestantismo, 8% Sem religião,
2% Espiritismo, 3,2% Outras religiões
75% Cristianismo, 20% Sem religião, 2% Judaísmo, 1% Budismo, 1% Islamismo
PIB (nominal) US$2,517 trilhões ($12.916 per capita) US$15,065 trilhões ($48.147 per capita)
Trocas populacionais 177 000 estadunidenses vivendo no Brasil[2] 1 300 000 brasileiros vivendo nos Estados Unidos[3]
Gastos militares $27,1 bilhões (SIPRI 2010) [4] $663,7 bilhões (SIPRI 2010) [5]

História[editar | editar código-fonte]

No início do século XX, a relação cordial estabelecida é referida como a Aliança não escrita ou a Entente Cordiale, um cognome consagrado. Ela fora descrita também como um acordo tácito entre as duas nações.

Na década de 1920 o Wall Street Journal noticiava que "Não há no mundo melhor território para a exploração do que o Brasil". O historiador e diplomata Gerald Haines escreveu em uma monografia (Haines, Gerald K. The Americanization of Brazil: A Study of U.S.Cold War Diplomacy in the Third World, 1945-54, Scholarly Resources, 1993) que o Brasil seria "uma área de experimentação para métodos modernos de desenvolvimento industrial" e que isso seria um componente de um projeto global onde os Estados Unidos "assumiram por interesse próprio a responsabilidade, visando o bem-estar do sistema capitalista mundial", já no contexto da disputa mundial contra o comunismo. Essa experimentação que teria sido implementada a partir de 1945 foi apresentada como um êxito americano e que culminou com o milagre econômico brasileiro no início da década da 1970. Não obstante a grande maioria da população brasileira figurava entre as mais miseráveis do mundo em contraste a de qualquer país comunista da Europa Central. Haynes afirmava ainda que o objetivo americano era "eliminar toda competência estrangeira" da América Latina e manter os investimentos privados para a exploração das amplas reservas de matéria-prima, afastando a influência do "comunismo internacional" [6] .

Atualidade[editar | editar código-fonte]

O então presidente Lula e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em Washington D.C., em 14 de março de 2009.

Durante sua primeira reunião em Washington, D.C. em 14 de março de 2009, presidente dos Estados Unidos, Barack Obama e o então presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva discutiram aspectos sobre economia, energia, meio ambiente e sobre o caso da custódia de um menino levado dos Estados Unidos para o Brasil.[7] "Eu tenho sido um grande admirador do Brasil e um grande admirador da liderança progressista, voltada para o futuro que o presidente Lula tem demonstrado em toda a América Latina e em todo o mundo", disse Obama após a reunião. "Nós temos uma amizade muito forte entre os dois países mas sempre podemos torná-la mais forte", acrescentou.[8]

O problema do rapto de crianças dos Estados Unidos para o Brasil foi levantada pelo presidente Barack Obama, a secretária de Estado Hillary Clinton, a Câmara dos Representantes, outras autoridades e a grande mídia americana. Em dezembro de 2009, 66 crianças norte-americanas que foram tomadas por um dos seus pais para viver no Brasil. O governo brasileiro deveria ter devolvido todas as crianças para os Estados Unidos, de acordo com a Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis do Rapto Internacional de Crianças, mas não fez isso. Segundo o tratado, um pai não pode fugir da jurisdição legal onde a criança reside - "a sua residência habitual" - e levá-la para um país onde há um tribunal mais favorável na disputa da custódia dos filhos.[9] [10]

O Brasil manifestou recentemente seu descontentamento sobre a posição dos Estados Unidos de reconhecer os resultados das eleições presidenciais de Honduras.[11] A posição brasileira tem sido a de não aceitar as eleições hondurenhas.[12]

No início de 2010, o Ministério da Previdência Social do Brasil finalizou a negociação do acordo de cooperação no campo previdenciário que permitirá aos trabalhadores imigrantes pagarem apenas uma tributação.[13]

Em 2012 Brasil e Estados Unidos anunciaram a criação de um grupo de trabalho para estudar possibilidade de dispensa de vistos entre os dois países.[14]

Telegramas secretos vazados pela organização WikiLeaks[editar | editar código-fonte]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebendo as credenciais do atual embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon. Thomas Shannon é um dos diplomatas estadunidenses que redigiram os telegramas vazados pela organização WikiLeaks em 2010.

Em 28 de novembro de 2010, o site da organização WikiLeaks começou a divulgar uma série de telegramas oficiais que detalhavam correspondências entre o Departamento de Estado dos Estados Unidos e embaixadas estadunidenses ao redor do mundo. Destes telegramas, um total de 2.855 estão diretamente relacionados ao Brasil, sendo que eles foram enviados no período entre 1989 e fevereiro de 2010. Os telegramas que foram divulgados pelo site possuem um conteúdo bastante polêmico e revelador, que causou um grande constrangimento tanto às autoridades brasileiras, quanto às autoridades estadunidenses. Dentre as informações mais polêmicas e relevantes, podemos destacar:

  • De acordo com um telegrama da embaixada estadunidense em Brasília, o Brasil abriga suspeitos de terrorismo entre os traficantes de drogas. Altos oficiais brasileiros "rejeitam vigorosamente qualquer insinuação" de que há presença terrorista no Brasil.[16]
  • Segundo os telegramas, a Polícia Federal e a ABIN monitoram a presença de suspeitos de terrorismo no território brasileiro, desde pelo menos o ano de 2005. Conforme relatou o ex-embaixador dos Estados Unidos, Clifford Sobel, num telegrama enviado em 8 de janeiro de 2008, "a Polícia Federal frequentemente prende indivíduos ligados ao terrorismo, mas os acusa de uma variedade de crimes não relacionados a terrorismo para não chamar a atenção da imprensa e dos altos escalões do governo". “No ano passado (2007) a Polícia Federal prendeu vários indivíduos envolvidos em atividades suspeitas de financiamento de terrorismo mas baseou essas prisões em acusações de tráfico de drogas ou evasão fiscal". A Polícia Federal e a ABIN sempre compartilham essas informações com as agências estadunidenses, diz o relato. Segundo os telegramas, estes suspeitos de terrorismo se tratam principalmente de imigrantes libaneses ligados ao Hezbollah, além de extremistas sunitas, que se encontram localizados principalmente em São Paulo, na Tríplice Fronteira (ou oeste do Paraná) e em outras regiões do centro-sul do país.[17]
  • Neste mesmo telegrama enviado em 8 de janeiro de 2008, o ex-embaixador dos EUA em Brasília, Clifford Sobel, também afirmou que "a sensibilidade do governo brasileiro em relação ao terrorismo, resulta devido ao medo da estigmatização da grande comunidade islâmica no Brasil ou de que haja prejuízo para a imagem da região da Tríplice Fronteira (ou oeste do Paraná) como destino turístico. Também é uma postura pública que visa evitar associação à guerra ao terror dos EUA, vista como demasiado agressiva".[18]
  • Em um telegrama enviado em dezembro de 2009, a ministra conselheira da embaixada dos EUA em Brasília, Lisa Kubiske, disse que "enquanto o governo brasileiro nega (o terrorismo), a polícia monitora e colabora em operações de contraterrorismo". Neste telegrama, ela também citou a prisão de um integrante da Al-Qaeda em São Paulo, conhecido como "senhor K", em maio de 2009. Ele foi preso sob a acusação de racismo numa pretensa investigação sobre células nazistas, mas segundo o que está escrito no telegrama, para a Polícia Federal, ele coordenava uma célula de comunicação e recrutamento da Al-Qaeda em São Paulo. Além disso, Lisa Kubiske também elogiou o Ministério das Relações Exteriores por ter admitido que terroristas podem se interessar no Brasil por causa dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016.[19]
  • Durante um almoço com o ex-embaixador dos EUA, John Danilovich, na residência da embaixada em 2006, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Jorge Armando Felix, afirmou que é importante que as operações de contraterrorismo sejam "maquiadas" da maneira apropriada para não afetar negativamente a "orgulhosa" e "bem-sucedida" comunidade árabe no Brasil. Pouco antes, Felix havia agradecido o apoio dos estadunidenses através do Regional Movement Alert System (RMAS), que é um sistema que detecta passaportes inválidos, perdidos ou falsificados. A partir de informações do RMAS, a ABIN e a Polícia Federal estariam monitorando "indivíduos de interesse" no Brasil. Segundo o telegrama que descreve o almoço entre Felix e Danilovich, "além das operações conjuntas com o governo dos Estados Unidos, o governo brasileiro também está pedindo que filhos de árabes, muitos deles empresários de sucesso, vigiem árabes que possam ser influenciados por extremistas ou grupos terroristas". Logo após, Felix afirma que é de total interesse da comunidade árabe no Brasil "manter potenciais extremistas na linha", evitando assim chamar a atenção mundial para os árabes brasileiros.[20]
  • A Secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, enviou um telegrama à embaixada estadunidense em Brasília, pedindo informações detalhadas sobre a vida pessoal de diversos membros do alto escalão do governo federal, tendo em vista os interesses estratégicos dos Estados Unidos, principalmente na área ambiental e no comércio bilateral entre os dois países. Além disso, Hillary também agradeceu os diplomatas pelas informações fornecidas sobre o então ministro Carlos Minc e a negociadora do Itamaraty, Vera Machado, além dos candidatos à eleição presidencial de 2010. Logo após, Hillary também pediu informações sobre "divisões dentro do núcleo do governo Lula", em relação às políticas usadas para atenuar os efeitos da crise econômica, em especial aquelas que pudessem afetar o comércio bilateral entre o Brasil e os Estados Unidos.[21]
  • Após a primeira reunião realizada entre o presidente Lula e os oficiais estadunidenses, realizada em 21 de novembro de 2002, o subsecretário de estado dos Estados Unidos, Otto Reich, tachou o então deputado federal Aloizio Mercadante de "radical". Além disso, no momento em que Reich falava sobre as violações dos direitos humanos em Cuba (país aliado do Brasil e inimigo dos EUA), José Dirceu (que também estava na reunião) rebateu dizendo que "nós vamos simplesmente ter que concordar em discordar". Logo em seguida, Reich disse: “Nós não temos medo do PT e da sua agenda social”.
  • No dia 30 de outubro de 2006 (um dia após a reeleição do presidente Lula), o ex-embaixador dos Estados Unidos, Clifford Sobel, fez uma visita ao Palácio do Planalto e logo no dia seguinte, enviou um telegrama ao Departamento de Estado dos Estados Unidos, terminando com a seguinte mensagem: “Nossos interlocutores do alto escalão estavam de muito bom humor ontem, com palavras gentis para todo o mundo, inclusive para os EUA. Mas sem grandes mudanças no alto escalão e na orientação do Ministério das Relações Exteriores, duvidamos sobre a viabilidade de uma mudança favorável aos EUA e ao mundo desenvolvido, em vez da prioridade sul-sul do primeiro mandato de Lula”.[22]
  • A embaixada dos Estados Unidos em Brasília tentou persuadir o comandante da FAB, Juniti Saito, além do ministro Nelson Jobim, de forma com que eles tentassem convencer o presidente Lula a optar pela compra dos caças F-18 Super Hornet dos Estados Unidos, ao invés dos Rafale da França, e dos Gripen da Suécia. Além disso, a ministra conselheira da embaixada, Lisa Kubiske, pediu um lobby mais intenso por parte do governo dos Estados Unidos, dizendo que a falta de atuação pessoal, por parte das autoridades estadunidenses, "é uma desvantagem crítica em uma sociedade brasileira na qual os relacionamentos pessoais servem de fundação para os negócios”.[23]
  • O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Jorge Armando Felix, foi apontado como o principal interlocutor da embaixada dos Estados Unidos no alto escalão do governo federal, e ao ser perguntado por Clifford Sobel sobre a sua opinião em relação aos benefícios que o Brasil receberia numa cooperação com a OTAN, respondeu que "os brasileiros devem encararar o fato de que ’um preço deve ser pago’ para obter um papel de liderança global. O Brasil deve estar disposto a modernizar e empregar suas forças em operações internacionais e confrontar a perspectiva de ’sacos de corpos’ retornando ao Brasil." Felix também disse que, tanto pessoalmente quanto como militar, ele acreditava que era chegada a hora do Brasil "pagar o preço" e assumir a posição de liderança no cenário global. Além disso, Felix também afirmou que uma cooperação próxima com a OTAN seria vista positivamente pelos militares brasileiros, que segundo o que está escrito no documento, também compartilham a sua visão.[24]
  • Atividades de organizações na Amazônia e a proteção das recém-descobertas reservas de petróleo foram classificadas de "paranoia", uma vez que não existem ameaças internacionais a elas.[27]
  • A ministra-conselheira da embaixada, Lisa Kubiske, aponta oportunidades comerciais e militares para as olimpíadas de 2016, dizendo que "o futuro é hoje". Ela diz que o governo brasileiro admitiu a possibilidade de ameaça terrorista. Ela reclama ainda da falta de planejamento para os eventos, o "jeito tipicamente brasileiro".[28]
  • Um telegrama de 2005 diz que Dilma Rousseff, então recém-nomeada ministra da Casa Civil, "organizou três assaltos a bancos" e "planejou o lendário assalto conhecido como 'roubo ao cofre do Adhemar'", na época da ditadura militar. Diz ainda que Dilma "gosta de cinema e música clássica, e perdeu peso recentemente", e que ela é vista como "competente" pelas empresas dos EUA, mas é "teimosa, uma negociadora dura e detalhista".[29] [30]
  • Um telegrama da embaixada dos Estados Unidos no Brasil em 2009, assinado na ocasião pelo então embaixador Clifford Sobel, cita vulnerabilidade de Brasília a potenciais ataques terroristas, uma vez que os procedimentos para fechamento do espaço aéreo foram desenvolvidos com foco nas vastas áreas no Norte do País, para combate à ação de aeronaves traficando drogas, e não para coibir potenciais ataques a cidades. [31]
  • O Brasil tem dois pontos considerados "críticos para a segurança dos EUA":
    • os cabos submarinos de fibra ótica de grande capacidade que saem de Fortaleza, que foram lançados por volta do ano 2000 e interligam vários países aos EUA;
    • as reservas de nióbio, metal fundamental para a indústria de armamentos — cerca de 90% das reservas mundiais de nióbio encontram-se no Brasil.[32]

Missões diplomáticas[editar | editar código-fonte]

Encontros bilaterais[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. UOL Economia. China supera Estados Unidos e torna-se maior parceiro comercial do Brasil (apresentação de slides) (em português). Página visitada em 19 de março de 2011.
  2. http://www.aca.ch/amabroad.pdf
  3. http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft1305200511.htm
  4. Congresso Nacional do Brasil. Orçamento Federal do Brasil (2009) – Ministério da Defesa (Ministério da Defesa).
  5. http://www.gpoaccess.gov/usbudget/fy10/pdf/budget/defense.pdf
  6. Parágrafo escrito com base em CHOMSKY,Noan - Artigo "Democracia e mercado na nova ordem mundial" - tradução de Ricardo Anibal Rosenbusch - livro "Globalização Excludente" - Editora Vozes - 2000 - Vários autores, com organização de Pablo Gentili - ISBN 85.326.2241-0 - O autor era professor do Massachusetts Institute of Technology (Mit)
  7. Estado de S. PauloEm Washington, Lula fará apelo a Obama contra protecionismo (14 de março de 2009). Página visitada em 15 de janeiro de 2012.
  8. "Obama, Brazil’s President Focus on…", Chicago Tribune. Página visitada em 15 de março de 2009.
  9. http://www.cnn.com/2009/US/06/10/brazil.child.custody/index.html CNN, Brazil custody case returns to Brazilian appeals court,
  10. http://www.opencongress.org/bill/111-hr125/show House bill passed, H.Res.125 – Calling on Brazil in accordance with its obligations under the 1980 Hague Convention, March 11, 2009
  11. U.S. risks isolation over Honduras election: Brazil Reuters. Retrieved on 2009-12-21.
  12. Brazil Steadfast in Refusal Not to Recognize Honduran Election Fox News. Retrieved on 2009-12-21.
  13. FERNANDES, Sofia (26 de fevereiro de 2010 às 18h 23min). Previdência conclui acordo de cooperação com Estados Unidos (em português). Folha Online. Página visitada em 28 de fevereiro de 2010.
  14. Referências a seguir:
  15. Documentos confidenciais revelam que, para EUA, Itamaraty é adversário. Folha de São Paulo. 30-11-2010.
  16. WikiLeaks: Brazil tried to distance itself from U.S. war on terror. CNN. 30-11-2010.
  17. Brazil - Em segredo, Brasil monitora e prende suspeitos de terrorismo. Wikileaks. 29-11-2010.
  18. Brazil - Em segredo, Brasil monitora e prende suspeitos de terrorismo. Wikileaks. 29-11-2010.
  19. Brazil - Em segredo, Brasil monitora e prende suspeitos de terrorismo. Wikileaks. 29-11-2010.
  20. Brazil - Em segredo, Brasil monitora e prende suspeitos de terrorismo. Wikileaks. 29-11-2010.
  21. Brazil - Clinton pediu informações pessoais sobre integrantes do governo. WikiLeaks. 10-12-2010.
  22. Brazil - O presidente e o embaixador. Wikileaks. 08-12-2010.
  23. Brazil - EUA tentaram usar Saito e Jobim para venda dos caças. Wikileaks. 05-12-2010.
  24. Brazil - Félix : Brasil tem que se acostumar "com sacos de corpos" voltando da guerra. Wikileaks. 15-12-2010.
  25. Brazil - Em telegrama, embaixador é favorável à redução de reserva legal. Wikileaks.
  26. Cable from the American Embassy in Brasília. Folha de São Paulo. 30-11-2010.
  27. Em documentos vazados, EUA criticam plano de defesa brasileiro. Portal G1. 1-12-2010.
  28. a b Em documento, EUA demonstram preocupação com segurança na Copa. Portal G1. 1-12-2010.
  29. Para Estados Unidos, Dilma planejou assaltos durante a ditadura. Folha. 10-12-2010.
  30. WikiLeaks: para EUA, Dilma planejou assaltos durante a ditadura. Terra. 10-12-2010.
  31. http://www.itamaraty.gov.br/sala-de-imprensa/selecao-diaria-de-noticias/midias-nacionais/brasil/estado-de-minas/2010/12/13/arquivos-secretos-eua-acreditam-que-brasilia-e
  32. Entenda por que o Brasil é importante para a segurança dos EUA. R7. 11-12-2010.
  33. Ministério das Relações Exteriores. Representações Brasileiras no Exterior (em português). Página visitada em 13 de setembro de 2009.
  34. Department of State. Websites of U.S. Embassies, Consulates, and Diplomatic Missions (em inglês). Página visitada em 13 de setembro de 2009.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]