Glenn Greenwald

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Glenn Greenwald
Glenn Greenwald em 2007
Nascimento 06 de março de 1967 (47 anos)
Nova York, Nova York, EUA
Nacionalidade Estados Unidos Norte-americana
Alma mater George Washington University New York University Law School
Ocupação - Advogado
- Colunista
- Comentarista político
- Escritor
Página oficial https://firstlook.org/theintercept/dispatches/

Glenn Greenwald (6 de março de 1967) é um advogado americano, especialista em Direito constitucional, colunista, blogueiro, comentarista político e escritor americano. Atualmente em 2014, vive no Rio de Janeiro Brasil. [1]

Glenn Greenwald divulgou, inicialmente através do jornal britânico The Guardian, as informações sobre os programas de vigilância global dos Estados Unidos pela NSA, que vieram as claras através dos documentos fornecidos por Edward Snowden.

Foi colunista do Salon.com, escreveu para jornal britânico The Guardian e depois de deixar o Guardian no início de 2014 [2] lançou o site de notícias The Intercept, uma publicação da First Look Media, criado pelo próprio Glenn Greenwald juntamente com Laura Poitras e Jeremy Scahill.[3] [4] .

Greenwald é premiado colunista de política dos Estados Unidos e autor dos best-sellers, How Would a Patriot Act? (2006), A Tragic Legacy (2007), e Great American Hypocrites (2008).[5] .Suas análises sobre a vigilância governamental americana e a Teoria da separação dos poderes foram citados nos jornais The New York Times, The Washington Post, em debates no Senado e na Câmara de Representantes dos Estados Unidos.

Em abril de 2014 Glenn Greenwald e Laura Poitras[6] receberam o Prêmio George Polk de Reportagem de Segurança Nacional[7] , pelo trabalho jornalístico base em documentos fornecidos por Edward Snowden em junho de 2013, revelando o sistema global de vigilância criado pela NSA e seus aliados, os chamados Cinco Olhos.[8]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Atividades como Advogado[editar | editar código-fonte]

Em 1996 Greenwald co-fundou sua firma de advocacia chamada Greenwald Christoph e Holanda, voltada para temas relacionados a Direito Constitucional e Direito civil nos Estados Unidos. Em 2005 lançou seu blog com foco na infiltração pela CIA da investigação do grande júri no caso Valerie Plame envolvendo Lewis "Scooter" Libby, um escândalo americano envolvendo a CIA.

Em fevereiro de 2007 , passou a colaborar com a publicação americana Salon.com abordando temas de Direito Constitucional, entre outros.

Em 10 de agosto de 2012 começou a trabalhar no jornal britânico The Guardian[9]

Em 5 de junho de 2013 , Greenwald através do The Guardian e juntamente com vários outros jornais incluindo o The New York Times, The Washington Post, Der Spiegel, iniciou as publicações com as revelações de vigilância eletrônica global americana executada pela Agência de Segurança Nacional NSA e aliados.

Em 15 de Outubro de 2013 Greenwald anunciou que ele estava deixando o jornal The Guardian[10] para aproveitar uma oportunidade que, segundo ele, nenhum jornalista poderia recusar: iniciar o The Intercept, [11] uma publicação da First Look Media, criada pelo próprio Glenn Greenwald juntamente com Laura Poitras e Jeremy Scahill. [12]

First Look Media e The Intercept[editar | editar código-fonte]

Em 16 de outubro de 2013, Pierre Omidyar, fundador da eBay anunciou que iria financiar o novo meio de comunicação de Glenn Greenwald , Laura Poitras e Jeremy Scahill com doação de 250 milhões de dólares americanos.[13] Pierre Omidyar, fundador da eBay, investiu no empreendimento quantia igual ao investimento de Jeff Bezos, fundador da Amazon.com ao adquirir o jornal The Washington Post.[14] A primeira edição do Intercept publicou fotos da secreta NSA reveladas pela primeira vez.[15] A meta de longo prazo, segundo Greenwald, é "produzir um jornalismo corajoso, confrontando uma ampla gama de tópicos como corrupção ou política financeira ou violação de liberdades civis ".

Revelações dos Programas de Vigilância dos Estados Unidos na Mídia[editar | editar código-fonte]

Greenwald foi o jornalista americano que início a publicação dos documentos denunciado os inúmeros programas visando a vigilância global pela Agência de Segurança Nacional americana, NSA.

Os documentos foram revelados por Edward Snowden. Através da publicação desses documentos foi trazida ao conhecimento publico a vasta dimensão do sistema de Vigilância global americano.[16] [17] [18] .

Greenwald foi inicialmente contatado por Edward Snowden no final de 2012.[19] Seguindo instruções de Snowden, Greenwald passou a adotar medidas para proteger suas comunicações, tais como criptografia de e-mails. Snowden também contatou a documentarista Laura Poitras em janeiro de 2013, que passou a trabalhar com Greenwald para preparar a publicação das denuncias de espionagem.[20] [21]

Os primeiros documentos foram publicados em 6 de junho de 2013. [22] [23] [24]

No Brasil, o programa Fantástico do dia 8 de Setembro de 2013, baseado em documentos fornecidos por Snowden a Greenwald, revelou que a NSA vem espionando a Petrobrás com fins de beneficiar os americanos nas transações com o Brasil.[25]

Ainda em 2013, em reportagem com a jornalista Sônia Bridi Greenwald revelou que além de grandes empresas como a Petrobrás, a presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, foi espionada pelo governo americano, [26]

Apartir de então, as revelações têm se tornado mais alarmantes a cada dia e têm provocado reação em todos os países do mundo e na comunidade de especialistas em proteção da Internet.[27] [28] Elas vão desde a participacao nos programas de vigilância de empresas como Google, Facebook, Microsoft, a contaminação de computadores no mundo todo e a quebra dos códigos de criptografia da internet, fazendo toda a internet vulnerável a ataques tanto pela NSA americana como por pedradores e criminosos.[29]

Programas de Vigilância dos Estados Unidos no Brasil[editar | editar código-fonte]

O Brasil, revelaram os documentos publicados por Greenwald, se tornou um alvo prioritário para a vigilância americana.[30] Greenwald apresentou documentos que mostram que o governo dos Estados Unidos espionou milhões de telefonemas e e-mails de brasileiros, além das ligações de diplomatas e da presidenta Dilma Rousseff[31] [32] . Os documentos revelaram ainda que a NSA contou com a ajuda do Canadá para invadir as comunicações do Ministério de Minas e Energia.[33]

Depoimentos sobre os Programas de vigilância global[editar | editar código-fonte]

Miranda e Greenwald no Congresso Nacional do Brasil no despertar das revelações da vigilância global pela NSA e aliados

.

Congresso Nacional do Brasil[editar | editar código-fonte]

Em depoimento ao Congresso Nacional do Brasil em agosto de 2013, Greenwald testemunhou que o governo dos EUA tinha usado o combate ao terrorismo como um pretexto para a vigilância clandestina, tendo por finalidade aumentar suas vantagens ao competir com outros países em áreas empresariais, industriais e econômicas.[34] [35]

Parlamento Europeu[editar | editar código-fonte]

Em 18 de dezembro de 2013, Greenwald depôs diante da Comissão das Liberdades Cívicas, da Justiça e dos Assuntos Internos, parte da Comissão Europeia de acordo com o Tratado de Lisboa (2007) sobre o sistema de vigilância americano. [36] Naquela ocasião, com relação a situação de Edward Snowden asilado temporariamente na Rússia, disse que "a maioria dos governos ao redor do mundo não estão apenas virando as costas para Edward Snowden, mas também para suas responsabilidades éticas". Falando através de um link de vídeo, Greenwald afirmou que "É o Reino Unido, através de sua intercepção de cabos de fibra óptica submarina, que é a principal ameaça para a privacidade de Cidadania da União Europeia, quando se trata de seu telefone e e-mails". Disse aos deputados da Comissão das Liberdades Cívicas que os governos de todo o mundo se beneficiam da decisão de Snowden de revelar a vigilância americana. O relatório do Parlamento Europeu pode ser consultado na integra.[37]

Premiações[editar | editar código-fonte]

Em abril de 2014 Glenn Greenwald e Laura Poitras[38] receberam o Prêmio George Polk de Reportagem de Segurança Nacional[39] , pelo trabalho jornalístico base em documentos fornecidos por Edward Snowden em junho de 2013, revelando o sistema global de vigilância criado pela NSA e seus aliados, os chamados Cinco Olhos.[40]

Prêmio Pulitzer

Em 14 de abril de 2014, foi anunciado que os jornais The Guardian, onde Greenwald e Laura Poitras iniciaram a publicação da materias sobre a NSA, e The Washington Post foram os ganhadores do Prêmio Pulitzer 2014 de jornalismo[41] , o mais importante prêmio de jornalismo nos Estados Unidos, pelas publicações das revelações da vigilância global baseadas nos mesmos documentos revelados por Edward Snowden.[42] [43] [44] [45] [46]

Na ocasião da entrega dos prêmios, Laura Poitras e Glenn Greenwald, cidadãos americanos, estavam entrando pela primeira vez[47] nos Estados Unidos depois que as revelações da espionagem americana através da NSA comecaram a ser publicadas, devido à intimidação que vêm recebendo do governo americano pelo seu envolvimento na publicação dos documentos. O governo americano se referiu aos jornalistas que revelaram a espionagem da NSA jornalistas como "cúmplices" de Snowden, em linguagem sugerindo que poderiam ser presos caso retornassem aos Estados UNidos.por terem desvendado o esquema de espionagem da Agência Nacional de Segurança americana a partir dos documentos vazados p[48] Glenn Greenwald reside no Rio de Janeiro, Brasil e Laura Poitras reside em Berlin, Alemanha , em um auto exilio que segundo ela confirmou, resultou da impossibilidade de desempenhar seu trabalho nos Estados Unidos sem ser intimidada pelos órgãos do governo americano.[49]

Ao receber o prêmio, Laura Poitras disse: "Esse Prêmio é de Snowden", por ter colocado sua vida em risco para revelar ao mundo os propósitos dos Estados Unidos e seus aliados de língua inglesa, os Cinco Olhos, de dominar as comunicações a nível mundial.

Fazem parte dos Cinco Olhos, a Austrália, o Canadá[50] , a Nova Zelândia, o Reino Unido e os Estados Unidos da América.[51] [52] , a Nova Zelândia, o Reino Unido e os Estados Unidos da América.

O Jornal The Guardian sofreu uma série de ameaças através do GCHQ, o serviço de inteligência britânico equivalente à NSA nos Estados Unidos, tendo sido obrigado a destruir seus computadores em frente aos agentes do serviço de inteligência britânico (GCHQ), em 20 de julho de 2013.[53] [54] [55]

Os repórteres envolvidos foram aparentemente colocados sobre intensa vigilância conforme conta o repórter Luke Harding, em seu livro "The Snowden Files" publicado na Inglaterra em fevereiro de 2013, que revela que enquanto ele trabalhava escrevendo o livro sobre os fatos ligados ao caso da NSA, a tela de seu computador era misteriosamente apagada e os textos escritos continuamente desapareciam.[56]

Vida Pessoal[editar | editar código-fonte]

Greenwald and Miranda at Congress.jpg

Greenwald vive atualmente no Rio de Janeiro, com seu companheiro de mais de nove anos, o brasileiro David Miranda.[57] Miranda é visto como o braço direito do jornalista Greenwald, tendo sido responsável pela escolha do programa que viria a exibir as revelações sobre a espionagem americana - o Fantástico da TV Globo.

Segundo Greenwald, o fato de o Brasil reconhecer os direitos de casais homossexuais, ao contrário do que ocorre nos EUA, motivou a imigração.[58] [59]

David Miranda passou a ser conhecido do publico quando foi detido pela Polícia Metropolitana de Londres, a Scotland Yard, em agosto de 2013, no Aeroporto de Londres Heathrow.

Detenção de David Miranda[editar | editar código-fonte]

Em agosto de 2013, a Polícia Metropolitana de Londres deteve o parceiro de Greenwald, David Miranda [60] quando ele viajava de volta da Inglaterra para o Brasil. Miranda foi duramente interrogado e ficou detido por nove horas, incomunicado, sem lhe darem sequer o direito de fazer uma ligação telefônica muito menos contatar um advogado. Apos o interrogatório, seu laptop, telefone, computador, câmera e outros objetos pessoais foram apreendidos.[61] . Para justificar sua detencao a Inglaterra fez uso de lei britânica antiterrorista - o Anexo 7 do Terrorism Act 2000, o equivalente britânico do PATRIOT Act americano, portanto considerando o brasileiro como suspeito de terrorismo.[62] [63] .

Anistia Internacional afirmou que Miranda foi "claramente vítima de uma injustificada tática de vingança" contra Greenwald. Greenwald descreveu a detenção de seu parceiro como " claramente a intenção de enviar uma mensagem de intimidação para aqueles de nós que têm vindo a escrever sobre a NSA e sobre a conivência do governo britânico com o sistema de vigilância global através do serviço de inteligência britânico, o Government Communications Headquarters (GCHQ)

Desde então, ele processou a Polícia Metropolitana Londrina. [64] [65] . Em fevereiro de 2014, a Justiça Britânica considerou a detenção de David Miranda como sendo legal.[66] Ele vai recorrer da decisão de tribunal londrino que classificou como legal sua detenção em Londres sob suspeita de terrorismo.[67]

Caso do asilo para Edward Snowden[editar | editar código-fonte]

Greenwald tem sido um defensor de que seja concedido asilo a Snowden pelo governo brasileiro.No Brasil, a concessão de asilo político é uma possibilidade prevista pela Constituição e é uma prerrogativa do Executivo, por meio do Ministério da Justiça. Em 2013, Edward Snowden demosntrou publicamente gostaria de obter asilo político do governo brasileiro.[68] Por meio de uma campanha na internet que permite a assinatura de petições, Snowden buscou obter o apoio da população brasileira para viver no Brasil. Esta foi a segunda vez que o ex-consultor abordou seu pedido de asilo ao governo brasileiro. Quando as primeiras denúncias sobre espionagem dos Estados Unidos vieram à tona, Snowden pediu asilo político a 21 países, entre os quais o Brasil. Os países foram pressionados pelos Estados Unidos a recusar asilo a Snowden.[69] [70] Apesar da pressão americana Bolívia, Nicarágua e Venezuela ofereceram asilo a Snowden.[71]

Surgiram noticias de que Snowden estaria disposto a fornecer informações ao Brasil em troca de asilo politico. Tais afirmacoes foram rebatidas por Snowden como nao procedentes em entrevista aberta aos meios de comunicacao.[72] Em 22 de dezembro de 2013, em entrevista à repórter Sônia Bridi da Rede Globo, Snowden afirmou que "nunca vai trocar informações por asilo", mas que se o governo oferecer, vem morar no Brasil. Afirmou: "Claro! Se o governo brasileiro quiser defender os direitos humanos, será uma honra para mim".

Ameaças e Intimidação[editar | editar código-fonte]

Imediatamente após se iniciarem as revelações dos programas de vigilância global americana, a residencia de Greenwald foi invadida e apenas um laptop roubado do local apesar de haverem outros objetos de valor na residencia.[73] . Assim como com Edward Snowden, politicos americanos teem dado entrevistas se referindo a Greenwald como merecedor de puniçao por haver publicado os documentos fornecidos por Snowden.[74] Greenwald, ao falar à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Brasil no início de agosto de 2013,esclareceu que ha documentos em sua posse ainda em fase de análise e que serão divulgados posteriormente e que estes contêm informações estratégicas sobre a política e o comércio do Brasil. Em 2013 foi instalada pelo Senado Federal do Brasil uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Espionagem para investigar as denúncias relacionadas ao Brasil e na primeira reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito em 3 de setembro de 2013, foi imediatamente aprovado requerimento solicitando proteção da Polícia Federal para o jornalista Glenn Greenwald e seu companheiro, David Miranda, uma vez que o americano e seu namorado brasileiro são considerados testemunhas-chave do caso.[75] [76] [77]

Mesmo com a instauração da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Espionagem e aprovação do pedido de proteção ao jornalista Glenn Greenwald e seu David Miranda, Greenwald vem sendo aconselhado por seus advogados a nao se ausentar do Brasil onde vive, sob risco de ser alvo do governo de seu próprio pais, os Estados Unidos.[78] .

Apos as revelações, oficiais e políticos americanos tambem foram a televisão clamar publicamente pelo assassinato de Snowden, insistindo em "represálias físicas contra Edward Snowden". [79] O ex- Diretor da NSA, Michael Hayden, ao falar em uma conferencia em dezembro de 2013, externou seu desejo de colocar Snowden em "uma outra lista", aparentemente se referindo ao programa de assassinatos que o governo de Barack Obama vem executando onde alvos para assassinato sao colocados listas para assassinato.O fato foi originalmente divulgado pelo techdirt, em 3 de outubro de 2013, sob o titulo em inglês "Former NSA Director Jokes About Putting Snowden On A 'Kill List,' Says He 'Hopes' NSA Is Involved In Targeted Killings" (em Portugues: Ex-diretor da NSA faz piada sobre colocar Snowden em uma "lista fatal", diz que espera que a NSA estava envolvida em "assassinato por encomenda") Hayden foi imediatamente apoiado pelo Republicano Mike Rogers que ofereceu-se para ajudar Hayden na tarefa de eliminar Snowden.[80]

A existencia das "listas para assassinato" foram oficialmente reconhecidas por Barack Obama.[81] No livro "Virada no jogo" ("Game Change") sobre a campanha presidencial americana de 2008, de autoria dos jornalistas Mark Halperin e John Heilemann, foi publicado que Obama, discutindo sobre os polêmicos ataques de aviões não tripulados, disse a seus assessores durante a campanha presidencial de 2012 que “sou bom em matar pessoas“.[82] [83]

As listas incluem americanos como alvo para assassinato.[84] [85] [86] . As chamadas listas fatais mantidas pela Casa Branca, conteem os nomes daqueles que serao alvo para assassinato tem sido alvo de criticas ao redor do mundo. Um dos casos que provocou enorme indignacao e trouxe a tona o conhecimento de que americanos podem ser alvo para assassinato por seu proprio governo, foi o caso do adolescente americano de dezesseis anos, nascido em Denver Colorado USA, Abdulrahman al-Awlaki que foi morto em ataque um veículo aéreo não tripulado americano, tambem chamado de drone, com autorizacao de e sob ordens do governo americano em Washington. O menino não tinha nenhuma relação com rede terroristas e foi morto por um ataque de drone quando fazia uma refeicao com amigos.Apos a morte do americano, o Pentagono disse "haver cometido um erro".[87] [88]

O advogado russo de Edward Snowden, Anatoli Kucherena, afirmou em declarações ao canal de televisão russo Vesti que "As ameaças à sua vida são reais. Existem de verdade". Ele parece se referir a artigo publicado pelo site americano BuzzFeed em meados de janeiro de 2014, intitulado "Espiões americanos desejam a morte de Snowden". O artigo publicou o depoimento de um alto funcionário do Pentágono onde ele teria dito que "Adoraria colocar uma bala na cabeça de Snowden". Outro alto funcionário teria dito a enorme plateia que adoraria ver Snowden esbarrar casualmente em alguém ao sair de um supermercado para então morrer algumas horas depois no chuveiro. A insinuação seria de que um esbarrão casual seria o suficiente para um agente ter a oportunidade de injetar Snowden com veneno fatal que só se manifestaria horas depois fazendo com que fosse impossível atribuir a morte de Snowden um assassinato.[89] [90] .

Ver também[editar | editar código-fonte]


Referências

  1. O jornalista, o Rio e Tio Sam. Da Tijuca, o jornalista Glenn Greenwald revelou ao mundo o esquema de espionagem global montado pelo governo dos Estados Unidos.. O Estado de S. Paulo (26 de junho de 2013). Página visitada em 14 de março de 2014.
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  3. Jornalista que denunciou espionagem da NSA lança site Glenn Greenwald lançou site 'The Intercept' e diz que fará mais denúncias. G1 (10 de fevereiro de 2014). Página visitada em 14 de março de 2014.
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  9. (em inglês) Glenn Greenwald to move to The Guardian (Glenn Greenwald vai para o The Guardian). Politico (19 de julho de 2012). Página visitada em 14 de março de 2014.
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  22. Se violação atingiu a presidente, o que não dizer de cidadãos?', diz Cardozo Ministro da Justiça afirmou que o País vai levar o caso aos fóruns internacionais e que Brasília espera as explicações dos EUA sobre o caso. O Estado de S. Paulo (02 de setembro de 2013). Página visitada em 14 de março de 2014.
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  70. Brasil confirma ter recebido pedido de asilo de ex-agente norte-americano. CartaCapital (02 de junho de 2013). Página visitada em 14 de março de 2014.
  71. Desafio aos EUA - Snowden - Bolívia, Nicarágua e Venezuela ofertam asilo - Evo Morales: Digo aos europeus e aos americanos: vamos dar asilo se este norte-americano perseguido por seus compatriotas nos pedir. Não temos nenhum medo. CartaCapital (07 de julho de 2013). Página visitada em 14 de março de 2014.
  72. Edward Snowden fala com exclusividade para o Fantástico-Snowden diz que "nunca vai trocar informações por asilo", mas afirma que, se o governo oferecer, vem morar no Brasil. O Globo (22 de dezembro de 2013). Página visitada em 14 de março de 2014.
  73. CPI da Espionagem pede proteção policial para jornalista. Agência Brasil (03 de setembro de 2013). Página visitada em 14 de março de 2014.
  74. Snowden acredita que governo dos EUA quer matá-lo - Em entrevista, ex-analista da NSA também afirmou que agência está envolvida em espionagem industrial e citou a empresa de engenharia alemã Siemens como um dos alvos. CartaCapital (26 de janeiro de 2014). Página visitada em 14 de março de 2014.
  75. CPI pedirá proteção policial para jornalista que denunciou espionagem. Senado Federal do Brasil (3 de setembro de 2013). Página visitada em 14 de março de 2014.
  76. Senado instala CPI da Espionagem com pedido de proteção a jornalista. Terra Networks (3 de setembro de 2013). Página visitada em 14 de março de 2014.
  77. CPI da Espionagem pede proteção a Greenwald e companheiro. Veja (3 de setembro de 2013). Página visitada em 14 de março de 2014.
  78. CPI da Espionagem pede proteção a Greenwald e companheiro. Veja (03 de setembro de 2013). Página visitada em 14 de março de 2014.
  79. Snowden afirma que NSA espiona por motivos comerciais-Na primeira entrevista à TV desde sua fuga para a Rússia, Edward Snowden diz haver estreita colaboração entre os serviços secretos americano e alemão e diz temer pela própria vida-por Deutsche Welle. CartaCapital (28 de janeiro de 2014). Página visitada em 14 de março de 2014.
  80. (inglês)Former NSA Director Jokes About Putting Snowden On A 'Kill List,' Says He 'Hopes' NSA Is Involved In Targeted Killings. techdirt (3 de outubro de 2013). Página visitada em 15 de março de 2014.
  81. EUA são acusados de matar civis em ataques com aviões não tripulados. O Globo (22 de outubro de 2013). Página visitada em 14 de março de 2014.
  82. Equipe de Obama pensou em trocar Biden por Hillary para vice, diz livro. O Globo (11 de novembro 2013). Página visitada em 14 de março de 2014.
  83. Obama deu seu recado: vai continuar usando drones Em discurso que deveria limitar escopo dos ataques, presidente dos EUA faz defesa da estratégia como a melhor opção diante das alternativas por José Antonio Lima. CartaCapital (23 de outubro de 2013). Página visitada em 14 de março de 2014.
  84. Casa Branca admite morte de quatro americanos em ataques com drones. PÚBLICO (23 de maio de 2013). Página visitada em 15 de março de 2014.
  85. Táticas "radicais" de Barack Obama contra o terror enfrentam reação liberal-Os ataques de "drones" e a nova lei de segurança são criticados pelos que temem que as liberdades civis estejam sendo minadas nos EUA. CartaCapital (08 de fevereiro). Página visitada em 14 de março de 2014.
  86. Paquistão: Ataques com drones americanos na mira de relatores da ONU. euronews (26 de outubro de 2013). Página visitada em 15 de março de 2014.
  87. ONU vai investigar ataques de aviões não tripulados-Serão analisadas 25 operações de drones, muito usados pelos EUA no Paquistão, Iêmen e Afeganistão por Deutsche Welle. CartaCapital (25 de janeiro de 2013). Página visitada em 15 de março de 2014.
  88. Obama, cada vez mais parecido com Bush-Jornal revela que, como ocorria na administração Bush, o governo Obama também espiona sua própria população. Por José Antonio Lima por José Antonio Lima. CartaCapital (6 de junho de 2013). Página visitada em 14 de março de 2014.
  89. Snowden recebe ameaças e teme por sua vida, diz advogado. Folha de S. Paulo (21 de janeiro de 2014). Página visitada em 14 de março de 2014.
  90. Advogado russo afirma que Edward Snowden teme por sua vida. G1 (21 de janeiro de 2014). Página visitada em 14 de março de 2014.
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