Tabula Rasa

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Nota: Para outros significados de Tabula Rasa, ver Tabula Rasa (desambiguação).


John Locke

Tabula rasa (do latim, "folha em branco"[1]) se refere à tese epistemológica que fundamenta à corrente filosófica chamada empirismo.

O filósofo inglês John Locke (1632-1704), considerado o protagonista do empirismo, detalhou a teoria da Tabula rasa em seu livro, Ensaio acerca do Entendimento Humano (1690). Para Locke, todas as pessoas ao nascer o fazem sem saber de absolutamente nada, sem impressões nenhumas, sem conhecimento algum. Então todo o processo do conhecer, do saber e do agir é aprendido pela experiência, pela tentativa e erro (i.e. o homem nasce como se fosse uma "folha em branco").[2]

A teoria da tabula rasa não foi importante apenas do ponto de vista puramente filosófico - ao considerar todos os homens como intrinsecamente iguais, deu base filosófica para combater o status quo vigente, especialmente em relação à aristocracia e à nobreza.[carece de fontes?]

Apesar de ser considerada ultrapassada pelas evidências científicas da influência genética no comportamento humano, a teoria da tabula rasa, em conjunto com a teoria do bom selvagem de Rousseau, continua sendo a base das políticas governamentais de educação de grande parte dos países ocidentais, incluindo o Brasil.[carece de fontes?]

Observe-se que esta teoria da tabula rasa é considerada também como a fundação de outra corrente da filosofia e psicologia, o behaviorismo.

[editar] Notas e referências

  1. Tabula se refere a uma superfície de pedra para se escrever, Rasa, feminino de Rasus, significa apagado, i.e. "em branco"
  2. O próprio livro citado

[editar] Ver também

[editar] Bibliografia

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