Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

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Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
ULHT
Lema Humani nihil alienum
Tipo de instituição Privada
Orçamento anual  ?
Estudantes 12.500
Reitor(a) Mário Moutinho
Localização Lisboa
Página oficial http://www.ulusofona.pt/
Contacto info@ulusofona.pt Linha Azul * 808 200 739 * Av. do Campo Grande, 376 Lisboa * Fax: 21 757 7006

A Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT) é um estabelecimento de ensino superior privado português, reconhecido de interesse público pelo Decreto-Lei n.º 92/98, de 14 de abril[1]

A Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias é uma das maiores instituições de ensino superior privado em Portugal e está integrada no denominado Grupo Lusófona. Actualmente, acolhe cerca de 12 500 estudantes.

Localização[editar | editar código-fonte]

Universidade Lusófona

A Universidade está situada no extremo norte do Campo Grande, freguesia de Alvalade, beneficiando da proximidade da Biblioteca Nacional, de diversos Museus e do Jardim do Campo Grande.

Equipamentos[editar | editar código-fonte]

A Universidade está apetrechada com todo o equipamento técnico e pedagógico indispensável ao correcto funcionamento dos cursos leccionados[carece de fontes?].

Caso Miguel Relvas[editar | editar código-fonte]

A Universidade Lusófona, esteve envolvida num escândalo político, quando foi posto a público o facto do então ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas ter obtido uma licenciatura de 36 cadeiras distribuídas por três anos, tendo feito apenas algumas cadeiras em apenas um ano.[2] As outras cadeiras terão sido obtidas através de equivalências ao abrigo do processo de Bolonha, segundo o qual, as universidades têm autonomia para atribuir as referidas equivalências.

Em junho de 2013 o Ministério Público instaurou um processo no Tribunal Administrativo de Lisboa contra a Universidade Lusófona, por causa de ilegalidades encontradas na referida licenciatura. Segundo um relatório entregue ao ministro da Educação, existe "prova documental de que uma classificação de um aluno não resultou, como devia, da realização de exame escrito". Miguel Relvas terá feito a cadeira de "Introdução ao Pensamento Contemporâneo", com apenas uma "discussão oral de sete artigos de jornal" de sua autoria, apesar de o regulamento interno da universidade exigir um exame escrito.[3]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências