Caso Rafael Mateus Winques

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Caso Rafael Mateus Winques
Rafael Mateus Winques.JPG
Local do crime Planalto, Rio Grande do Sul
Data 15 de maio de 2020
Tipo de crime homicídio doloso, ocultação de cadáver, falsidade ideológica e fraude processual
Vítimas Rafael Mateus Winques
Réu(s) Alexandra Dougokenski
Situação Ré presa, indiciada por homicídio doloso quadruplamente qualificado: motivo torpe, motivo fútil, asfixia e dissimulação e recurso que dificultou a defesa da vítima; ocultação de cadáver; falsidade ideológica e fraude processual

O Caso Rafael Mateus Winques (também chamado de Caso Rafael Winques) refere-se ao assassinato do menino Rafael Mateus Winques (Planalto, 2009 — Planalto, 15 de maio de 2020), de onze anos de idade, por sua mãe, Alexandra Dougokenski, em 15 de maio de 2020, na cidade de Planalto, no norte do Rio Grande do Sul.[1]

Rafael foi morto porque, segundo a mãe, era "muito agitado" e ficava a "noite toda jogando no celular". Inicialmente, a mãe sustentou que havia dado dois comprimidos Diazepam ao filho, o que havia levado o menino à morte "por acidente", no entanto, no dia 27 de junho, após mais um depoimento, ela acabou confirmando que havia enforcado o filho com uma corda após os remédios não terem feito efeito. Os peritos já haviam detectado, após a necropsia, que a morte havia sido por "estrangulamento", o que Alexandra sempre havia negado.[2][3]

O crime chocou a pequena cidade e o país, tendo sido reportado em diversos veículos de imprensa do estado e Brasil, como na Zero Hora de Porto Alegre, o G1 da Globo, no UOL e pela Record. Um jornal da região, o Diário da Manhã, chegou a chamar o crime de "bárbaro".[4]

"Não a considero mais minha filha. Se foi ela, é um monstro", disse a mãe de Alexandra, Isaíldes Batista, após saber das circunstâncias do crime. Já o irmão de Alexandra, Alberto Cagol, que era muito ligado ao menino, disse que jamais perdoaria Alexandra. "Nunca vou perdoá-la. Não tirou só a vida dele, mas de todo mundo", disse.[5][6]

"Toda a comunidade chora, comunidade está muito triste, desolada, é algo horrível o que aconteceu, ninguém consegue acreditar", disse a professora Ladejane Ravagió, que havia dado aula para Rafael em 2019.[7]

O caso lembra o da morte de outro menino no RS poucos anos antes, quando Bernardo Boldrini foi assassinado pela madrasta, com ajuda de uma amiga e apoio do pai, numa cidade próxima a Planalto.

Nota: no início de outubro de 2020, a família de José Dougokenski, primeiro marido de Alexandra, pediu a reabertura do inquérito que averiguou o possível suicídio de José, já que uma investigação particular apontou similaridades com o assassinato de Rafael: enforcamento e o possível uso de substância entorpecente (bebida alcoólica). A advogada da família e o investigador chegaram a falar em "mesmo modo de operação" - modus operandi - o que pode levar Alexandra, se confirmado o crime de José nas mesmas circunstâncias, a ser classificada como serial killer.[8][9]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Rafael Mateus Winques

Rafael morava com a mãe, o companheiro desta e um irmão de 16 anos na cidade de Planalto. O pai de Rafael, Rodrigo Winques, morava na cidade de Bento Gonçalves desde 2017.

Segundo sua avó materna, Isaíldes Batista, "o Rafa era querido por todos, um amor. Um sonho de criança". A avó também relatou que Alexandra era uma boa mãe e que os filhos eram muito disciplinados. Isaíldes disse à imprensa que qualquer vizinho diria que o relacionamento familiar entre Alexandra, seu namorado e os filhos era bom.

Segundo o G1, a professora Ladejane Ravagió, que deu aulas para Rafael em 2019, quando o menino estava no 5° ano, relatou que "ninguém esperava isso, até pelo comportamento dela durante todos esses anos, de ter muito cuidado com os dois filhos dela". Ela sempre muito cuidadosa com o menino, mandava ele para o colégio sempre acompanhando ele, sempre limpinho, bem vestido. Um guri bem cuidado pela mãe". A professora também descreveu Rafael como "muito estudioso, um menino que tinha boas notas e bom comportamento, e era meigo, tímido, reservado e carismático com os colegas".

O crime[editar | editar código-fonte]

Desaparecimento: cronologia[editar | editar código-fonte]

15 de maio: Rafael desapareceu, segundo a mãe, durante a noite. Ela contou à Polícia Civil que deixou a criança no quarto para dormir e quando acordou, no dia seguinte, ele não estava mais em casa. O G1-RS escreveu: "Conforme o relato da mãe à polícia, a cama estava desarrumada e a porta da casa encostada. O local não tinha sinais de arrombamento. A principal suspeita é de que ele tenha saído de casa durante a noite. A família procurou por Rafael na casa da avó e na casa de amigos, mas ele não foi encontrado.Segundo os familiares, ele estava vestindo uma camiseta de futebol do Grêmio, calça de moletom preta, chinelos e óculos de grau".[10]

18 de maio: a polícia teve ajuda do corpo de Bombeiros de Palmeira das Missões e a da Brigada Militar de Frederico Westphalen (cidade onde Bernardo Boldrini foi assassinado) e cães farejadores para fazer buscas numa mata que fica próxima à casa da família. Buscas em cidades vizinhas também foram feitas.[10]

20 de maio: a polícia diz que está fazendo todo possível para encontrar o menino e que fotos de Rafael haviam sido divulgadas.[10]

22 de maio: uma equipe da Polícia Civil (PC) realiza perícia em residências e automóveis. Os peritos empregaram a substância luminol para detectar sinais de sangue.[11]

25 de maio: a polícia intensifica as investigações e espera um grupo policial da Divisão da Criança e do Adolescente (DCA), que viria de Porto Alegre no dia 26 para ajudar nas buscas. No início da tarde, a mãe de Rafael diz: "a gente quer uma luz, uma notícia que diga que viram ele em algum lugar. Só queremos ele de volta em casa. Estamos desesperados. Não sei mais onde apelar, pra que lado pedir. Porque é um vazio imenso. Ele é nossa criança, tem 11 anos, mas é nossa criança". O corpo foi localizado no dia 25 de maio de 2020, por volta das 17h30, após a mãe levar os policiais até o local onde o havia escondido. Conforme a polícia, o corpo estava enrolado em um lençol, com uma corda no pescoço, e havia sido colocado dentro de uma caixa de papelão, na garagem de uma casa que ficava a apenas cinco metros da casa onde a família morava e que estava vazia porque os donos estavam viajando.[1][12][4]

Após a descoberta do corpo, o Conselho Tutelar de Planalto postou em seu seu Facebook: "É com grande pesar que o CONSELHO TUTELAR DE PLANALTO - RS comunica o aparecimento do corpo do nosso querido RAFAEL MATEUS WINQUES. Nosso agradecimento a todos os envolvidos nas buscas! PLANALTO ESTÁ DE LUTO".[13]

Linhas de investigação preliminares[editar | editar código-fonte]

Inicialmente, a polícia trabalhava com três hipóteses - saída voluntária da criança, o que foi descartado pelo comportamento introvertido do menino; ação de terceiros, que teriam retirado a criança de dentro da casa e homicídio dentro da residência - no entanto, a última linha acabou ganhando força pois segundo a PC, a mãe apresentava um comportamento "muito tranquilo" dadas as circunstâncias. "A polícia passou a desconfiar da mãe por agir "muito serena e muito tranquila" apesar do desaparecimento do filho, segundo o delegado. Além disso, a mulher, ao invés de procurar inicialmente a Polícia Civil ou Brigada Militar acionou primeiro o Conselho Tutelar. "A mãe procurava passar riqueza de detalhes que certamente não teria condições de saber", escreveu o UOL.[12]

Depoimento da mãe e descoberta do corpo[editar | editar código-fonte]

Durante a tarde de 25 de maio, usando técnicas de interrogatório especiais, a PC mostrou para a mãe que havia algumas contradições em seus depoimentos. O UOL reportou: "a mulher foi novamente chamada para prestar depoimento e acabou confessando o crime. "Foi um depoimento exaustivo, com técnicas para mostrar para a mãe perguntas que estavam nebulosas. Foi mostrado para a mãe toda a evidência de fatos e ela começou a chorar e imediatamente confessou os fatos", afirmou o delegado".[12]

"A Polícia Civil localizou, na tarde desta segunda-feira (25), o corpo do menino Rafael Mateus Winques, 11 anos, desaparecido há duas semanas na cidade de Planalto. A mãe do menino, em depoimento, confessou ter cometido homicídio contra o filho", escreveu a a PC do RS em seu Twitter.[14]

Em seus primeiros depoimentos, a mãe disse que matou o filho com o uso do medicamento Diazepan porque ele seria muito agitado e queria passar a noite toda jogando no celular. Ela sustenta a versão de que a morte foi acidental.[15]

Laudo contradiz depoimento da mãe[editar | editar código-fonte]

O laudo pericial apontou que Rafael havia sido estrangulado, já o advogado de Alexandra dizia que as marcas haviam sido causadas por uma corda usada para puxar o corpo do filho.[12][15]

Investigações continuam[editar | editar código-fonte]

No dia 29 de maio, a PC fez uma nova perícia na casa onde Rafael morava em busca de indícios da participação de outras pessoas e para descobrir se o crime havia sido premeditado. "Olha, colocar uma criança de 11 anos dentro de uma caixa de papelão, não é uma caixa que a gente tem no fundo da casa. Isso não foi premeditado? Tudo isso teremos para apurar", disse a delegada responsável pelo caso.[16]

Reconstituição[editar | editar código-fonte]

Uma reconstituição foi feita no sábado de 20 de junho por peritos do Instituto-Geral de Perícias do RS (IGP). Segundo o UOL, o objetivo da reconstituição foi fazer um "um passo a passo cronológico" do crime para confrontar o depoimento de Alexandra com detalhes do fato.[17]

Novo depoimento[editar | editar código-fonte]

No dia 27 de junho, num novo depoimento, Alexandra confessou que matou Rafael através de enforcamento com uma corda de varal. Ela disse que após ter dados dois comprimidos de Diazepam para o filho, às 2 horas da madrugada ele ainda estaria acordado. Ela então teria decidido enforcá-lo, tendo depois levado o corpo, no colo, até a garagem onde ele foi encontrado. Após a nova confissão, Alexandra passou a poder ser julgada por homicídio doloso, quando há intenção de matar[3][18]

Em 17 de julho, a Gaúcha ZH escreveu que ela "tentou direcionar a responsabilidade do fato ao seu irmão – e tio do menino – e ao pai de Rafael, Rodrigo Winques – possibilidades que foram descartadas pela polícia por provas técnicas e testemunhais".[19]

Depoimentos dos familiares[editar | editar código-fonte]

Segundo a mãe de Alexandra, foi ela que perguntou pelo neto quando foi fazer uma visita à filha no meio da manhã de 15 de maio - as casas ficavam uma em frente à outra. Segundo a Gaúcha ZH, a avó disse: "eu perguntei pra ela: 'O Rafa não tá lá?' E ela respondeu 'não? '- lembrou". (...) "A avó do menino relatou que ficou apavorada com a situação e pediu que a filha procurasse as autoridades. Alexandra, então, teria ligado para o namorado, que apareceu em seguida. A avó diz que sua filha parecia estar tranquila. Foi só após muita insistência que concordou que a primeira autoridade fosse avisada: o Conselho Tutelar".[5]

Para a Gaúcha ZH, Rodrigo, ex-marido de Alexandra e pai de Rafael, disse que durante o casamento ela sempre havia sido tranquila e jamais pensou que ela fosse fazer isto. Ele também disse que quando foi avisado do desaparecimento, viajou imediatamente para Planalto para acompanhar as investigações.[20]

Processo[editar | editar código-fonte]

Após a confissão inicial e descoberta do corpo, Alexandra foi presa preventivamente e levada para o presídio da cidade de Iraí, tendo sido dias depois transferida para um presídio da cidade de Guaíba, próximo à Porto Alegre.[15]

Inicialmente, quem assumiu a defesa de Alexandra foi o advogado Jean Severo, que havia atuado como defensor de Edelvânia Wirganovicz no Caso Bernardo Boldrini. Segundo Severo, Alexandra se mostrou "extremamente abalada" após a conversa inicial. "Ela está sofrendo muito. Chorou muito em nossa conversa e, agora, a gente vai trabalhar para mostrar que o que ocorreu foi um homicídio culposo (sem intenção). Severo ainda afirmou que em "momento algum" Alexandra "teve a intenção de matar" o filho ao medicar Diazepam, um medicamento para ansiedade. Questionado sobre o laudo do Instituto-Geral de Perícias (IGP) que mostrou que a morte de Rafael foi por asfixia mecânica por estrangulamento, o advogado rebateu dizendo que isso pode ter ocorrido "no transporte do corpo" e que o  menino "não foi esganado", escreveu a Gaúcha ZH. Já o pai de Rafael contratou o delegado Daniel Tonetto para trabalhar na acusação.[21]

Após o depoimento no qual Alexandra assumiu que enforcou o filho com o uso de uma corda, os advogados de defesa resolveram deixar o caso, que passou para a Defensoria Pública.[3]

O inquérito foi finalizado e enviado à justiça em 10 de julho, sendo Alexandra indiciada por quatro (04) crimes: homicídio doloso quadruplamente qualificado: motivo torpe, motivo fútil, asfixia e dissimulação e recurso que dificultou a defesa da vítima; ocultação de cadáver; falsidade ideológica e fraude processual.[22][23]

Ao indiciar Alexandra, a juíza proferiu que "a denunciada deu notórios indicativos do ânimo em dificultar a investigação criminal, na medida em que buscou convencer, na oportunidade que teve para conversar com o namorado e o filho antes da reprodução simulada dos fatos, da sua inocência, apresentando-lhes uma versão sobre a morte de Rafael completamente dissociada dos elementos indiciários, sendo certo que influenciaria negativamente as testemunhas que lhes fossem próximas se solta estivesse, circunstância que poderia atrapalhar ou até mesmo inviabilizar a instrução processual".

Em dezembro, a Justiça tomou novos depoimentos sobre o crime. Foram ouvidos o pai de Rafael, o ex-namorado de Alexandra, Delair de Souza, a mãe e irmão da assassina, outras pessoas relacionadas à família e os delegado que conduziram as investigações. Alexandra chegou a acusar o pai da criança pelo crime, tendo Rodrigo dito nos novos depoimentos que não sabe por que ela fez isto. Nenhuma evidência da culpa de Rodrigo foi encontrada.[24][25][26]

Em janeiro de 2021, a Justiça aceitou o pedido para que o interrogatório inicial onde a mãe assumiu ter enforcado Rafael não fosse usado no caso. A defesa alegou que Alexandra não estava acompanhada de um advogado durante o interrogatório. Na mesma data, a Justiça negou um pedido para que a ré aguardasse o julgamento em liberdade.[27]

O julgamento de Alexandra havia sido marcado em junho de 2021 para 08 de novembro do mesmo ano, mas acabou remarcado para março de 2022 posteriormente.[28]

Serial killer?[editar | editar código-fonte]

No início de outubro de 2020, a família de José Dougokenski, primeiro marido de Alexandra, pediu a reabertura do inquérito que averiguou o possível suicídio de José, já que uma investigação particular apontou similaridades com o assassinato de Rafael: enforcamento com um corda de náilon e o possível uso de substância entorpecente (bebida alcoólica). A advogada da família e o investigador chegaram a falar em "mesmo modo de operação" - modus operandi - o que pode levar Alexandra, se confirmado o crime de José nas mesmas circunstâncias, a ser classificada como serial killer.[8][9]

Outra característica comum em Alexandra com outros assassinos seriais é "o poder persuasivo e sedutor [ao contar diferentes versões da morte de Rafael]. Este traço foi apontado por investigadores e promotores ligados ao caso.[19]

A Justiça autorizou a reabertura da investigação sobre morte do ex-marido de Alexandra em janeiro de 2021.[29]

Referências

  1. a b «Encontrado corpo de menino desaparecido havia 10 dias no RS; mãe confessou o crime à polícia». G1. Consultado em 25 de maio de 2020 
  2. Balanço Geral: Perícia aponta que menino foi morto pela mãe foi asfixiado, consultado em 27 de maio de 2020 
  3. a b c «Em novo depoimento, mãe de Rafael Winques admite ter estrangulado o próprio filho com uma corda de varal com intenção de matá-lo». www.poa24horas.com.br. Consultado em 29 de junho de 2020 
  4. a b Branding, Alpina Digital (26 de maio de 2020). «Caso Rafael Mateus Winques: os detalhes de um crime bárbaro». Diário da Manhã. Consultado em 27 de maio de 2020 
  5. a b «"Não a considero mais minha filha. Se foi ela, é um monstro", diz avó de menino assassinado pela mãe». GaúchaZH. 26 de maio de 2020. Consultado em 27 de maio de 2020 
  6. «"Nunca vou perdoar", diz irmão de suspeita de matar filho em Planalto (RS) [27/05/2020]». noticias.uol.com.br. Consultado em 29 de junho de 2020 
  7. «'Um guri de fácil amizade', diz professora sobre menino de 11 anos morto em Planalto». G1. Consultado em 27 de maio de 2020 
  8. a b «Família de primeiro marido de Alexandra Dougokenski pede reabertura de inquérito de morte por suicídio em 2007». G1. Consultado em 7 de outubro de 2020 
  9. a b «Com perícia particular, família levanta suspeita sobre suicídio de ex-marido de mulher que matou o filho em Planalto». GZH. 6 de outubro de 2020. Consultado em 7 de outubro de 2020 
  10. a b c «Polícia faz buscas por menino de 11 anos desaparecido em Planalto». G1. Consultado em 25 de maio de 2020 
  11. «'O caso tem absoluta prioridade' afirma PC sobre desaparecimento de Rafael Mateus». O Alto Uruguai. Consultado em 25 de maio de 2020 
  12. a b c d «Laudo diz que Rafael Winques foi estrangulado e contraria confissão da mãe». noticias.uol.com.br. Consultado em 27 de maio de 2020 
  13. «Conselho Tutelar Planalto-Rs». www.facebook.com. Consultado em 6 de outubro de 2020 
  14. Branding, Alpina Digital (25 de maio de 2020). «Mãe confessa ter assassinado menino de 11 anos em Planalto». Diário da Manhã. Consultado em 25 de maio de 2020 
  15. a b c «Caso Rafael: mãe mantém versão de morte acidental em novo depoimento à polícia». GaúchaZH. 27 de maio de 2020. Consultado em 27 de maio de 2020 
  16. «Caso Rafael: perícia é feita na casa onde morava o menino em Planalto». GaúchaZH. 29 de maio de 2020. Consultado em 29 de maio de 2020 
  17. «Perícia faz reconstituição da morte de Rafael Winques no RS». noticias.uol.com.br. Consultado em 29 de junho de 2020 
  18. «twitter.com/bandjornalismo/status/1277563876540891137». Twitter. Consultado em 29 de junho de 2020 
  19. a b «Caso Rafael: filho mais velho pediu para Alexandra dizer a verdade sobre morte do irmão». GZH. 15 de julho de 2020. Consultado em 7 de outubro de 2020 
  20. «"Nunca pensei que ela fosse fazer isso", diz pai do menino morto pela mãe em Planalto». GaúchaZH. 26 de maio de 2020. Consultado em 27 de maio de 2020 
  21. «Advogado que atuou no caso Bernardo assume defesa de mãe que confessou ter matado o filho no norte do RS». GaúchaZH. 27 de maio de 2020. Consultado em 27 de maio de 2020 
  22. «Caso Rafael: MP denuncia mãe por assassinato e outros três crimes contra filho». GaúchaZH. 10 de julho de 2020. Consultado em 11 de julho de 2020 
  23. «Mãe acusada de matar filho de 11 anos em Planalto vira ré por homicídio». G1. Consultado em 6 de outubro de 2020 
  24. «Caso Rafael: em depoimento pai diz que a vida 'perdeu a graça' após a morte do filho». DC. Consultado em 17 de dezembro de 2020 
  25. Povo, Correio do. «Nova semana de depoimentos no caso da morte de Rafael Mateus Winques». Correio do Povo. Consultado em 17 de dezembro de 2020 
  26. «Terceiro dia de audiências em Planalto tem depoimentos de delegados do caso Rafael». G1. Consultado em 17 de dezembro de 2020 
  27. Bom Dia Rio Grande | Justiça aceita pedido para que interrogatório de Alexandra Dougokenski não seja utilizado | Globoplay, consultado em 6 de janeiro de 2021 
  28. «Júri de mãe de Rafael Winques é adiado para março de 2022 pela Justiça de Planalto». G1. Consultado em 22 de fevereiro de 2022 
  29. «Justiça autoriza reabertura de investigação sobre morte do ex-marido de Alexandra Dougokenski». G1. Consultado em 26 de janeiro de 2021 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]