Conceição de Macabu

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Município de Conceição de Macabu
"Cidade Simpatia"
Vista Panorâmica da Cidade

Vista Panorâmica da Cidade
Bandeira de Conceição de Macabu
Brasão de Conceição de Macabu
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 15 de março
Fundação 15 de março de 1952 (67 anos)
Gentílico macabuense
Padroeiro(a) Nossa Senhora da Conceição
CEP 28740-000
Prefeito(a) Claudio Eduardo Barbosa Linhares (MDB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Conceição de Macabu
Localização de Conceição de Macabu no Rio de Janeiro
Conceição de Macabu está localizado em: Brasil
Conceição de Macabu
Localização de Conceição de Macabu no Brasil
22° 05' 06" S 41° 52' 04" O22° 05' 06" S 41° 52' 04" O
Unidade federativa Rio de Janeiro
Mesorregião Norte Fluminense IBGE/2008[1]
Microrregião Macaé IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Campos dos Goytacazes, Carapebus, Macaé, Quissamã, Santa Maria Madalena e Trajano de Moraes
Distância até a capital 227 km
Características geográficas
Área 348,328 km² [2]
População 27 224 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade 78,16 hab./km²
Altitude 39 m
Clima tropical Aw
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,738 (65º) – alto PNUD/2000[4]
PIB R$ 145 076,192 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 7 075,16 IBGE/2008[5]
Página oficial
Prefeitura www.conceicaodemacabu.rj.gov.br
Câmara www.noticias.camaramacabu.rj.gov.br

Conceição de Macabu é um município brasileiro localizado na região Norte Fluminense, Estado do Rio de Janeiro.

Toponímia[editar | editar código-fonte]

Conceição de Macabu é a junção de Nossa Senhora da Conceição, a Padroeira, com Rio Macabu, principal curso hídrico do município[6].

Embora o Rio Macabu conste de documentos Históricos desde o século XVII, quando foi descrito pelos Sete Capitães[7] em sua primeira viagem ao Norte Fluminense. A união dos dois termos só ocorreu em 6 de outubro de 1855, quando a Lei Provincial 812 criou a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Macabu[8].

Há três versões para a palavra Macabu:

1. Seria um termo da Língua Geral, significando “rio das macabas”, uma referência a macaúba (Acrocomia aculeata), uma palmeira comum na região[9].

2. Macabu seria uma corruptela de Macacu, criada quando os Sete Capitães o descobriram e batizaram, por acharem-no Rio Macabu parecido com o Rio Macacu[10].

3. Significa “barulho bom”, do idioma Tupi, segundo o projeto de mesmo nome da Banda Blues Etílicos[11].

Geografia[editar | editar código-fonte]

Área e Localização: O município tem área de 349,211 Km² [12], está localizado na região Norte Fluminense, Estado do rio de Janeiro, fazendo limites a Leste com Quissamã  e Carapebus, a Oeste com Trajano de Morais, ao Norte com Campos dos Goytacazes e Santa Maria Madalena e, ao Sul, com Macaé.

Relevo: Situado entre a Planície Litorânea e a Serra do Mar, apresenta duas regiões distintas, sendo o Relevo da Parte Ocidental e o Relevo da Parte Oriental[13]

Relevo da Parte Ocidental compreende os patamares e a Serra do Mar, com aspecto movimentado e vários níveis de altitude no sentido sudeste-nordeste[14]. É nesta parte do município que se encontram as maiores altitudes, chegando a 959 metros.

Relevo da Parte Oriental compreende a transição entre a Planície Litorânea e os tabuleiros de Quissamã. Nessa região encontram-se de morros de altitudes regulares até planícies aluviais com as mais baixas altitudes do município, chegando no máximo a 4 metros[15].

Hidrografia: o município se situa entre duas bacias hidrográficas, a maior e mais importante, do Rio Macabu, ao Norte; a do Rio Macaé, ao Sul. A bacia do Rio Macabu tem como principais rios afluentes no município, o Macabuzinho, o do Meio, Santa Catarina e Carukango. Já a do Rio Macaé está presente na região pelo Rio São Pedro e seus afluentes, os rios Aduelas, São Pedro e São Jorge[16].

Mais conhecida cachoeira de Conceição de Macabu, Amorosa no Rio Carukango.
Mais conhecida cachoeira do Rio Macabu e uma das principais cascatas de Conceição de Macabu: Cachoeira da Fumaça.

Clima, Vegetação e Fauna: o Relevo da Parte Ocidental propicia a formação de um clima Tropical Úmido de Altitude, enquanto o clima Tropical predomina no restante do município[17]. A vegetação predominante é a Mata Atlântica, com fauna típica da mesma[18]. Entre 1985 e 2017, o êxodo rural e o declínio da atividade canavieira, provocaram um aumento da área verde no município, que subiu de 10.504 ha (28%) para 11.288 ha (33%)[19].


Subdivisão[editar | editar código-fonte]

Primeiro Distrito, sede, Conceição de Macabu. Segundo Distrito, Macabuzinho[20].

No perímetro urbano do primeiro distrito destacam-se os bairros da Bocaina, Vila Nova, Centro, Porto, Balancé, Rhódia, Usina, Garapa, Calçadinha, São Henry, Piteira. No segundo distrito, o destaque é do Barata, Santa Catarina e Caju[21].


Território do município de Conceição de Macabu em sua divisão distrital.

História[editar | editar código-fonte]

Índios saruçus, coroados e goitacás estão entre os habitantes originais do município, vivendo de caça, pesca, organizados em tribos, coletivista e igualitários[22]. Apesar dos inúmeros objetos indígenas e faisqueiras encontradas no município, pouco se sabe sobre eles. As últimas notícias desses índios se referem aos saruçus e estão datadas de 1888[23].

Conceição de Macabu foi parte da Capitania de São Tomé, até ser doado em sesmaria aos Sete Capitães, cabendo na parcela do capitão Miguel Aires Maldonado. Isso não significou a exploração do município, que do século XVI ao XVIII permaneceu exclusivamente indígena[24].

Na segunda metade do século XVIII, os índios saruçus, habitantes do Sertão de Macabu, foram reunidos, aldeados e catequizados pelo missionário Antônio Vaz Pereira na Aldeia de Nossa Senhora das Neves e Santa Rita. Entretanto, conflitos com colonos levaram os saruçus a abandonarem a missão e retornarem ao Sertão do Macabu alguns anos depois, o que deu início a colonização da região, com a abertura de caminhos terrestres e fluviais[25].

No final do século XVIII e início do século XIX, paralelo ao retorno dos índios, sesmarias foram doadas na região de Macabu, iniciando a ocupação pelos não indígenas[26]. Esse fato aliado a cafeicultura da região de Cantagalo, tornou o Vale do Rio Macabu local de acesso ao porto de Macaé, dinamizando a utilização dos Rios Macabu e São Pedro, levando abertura de portos fluviais e da Estrada Geral de Cantagalo[27].

Surgiram várias fazendas e as primeiras localidades, como São João de Macabu, Nossa Senhora da Conceição de Macabu, Ponto do Pinheiro Maia, Curato de Santa Catarina e Paciência do Macabu[28].

Nessa época a região assistiu três eventos que a marcariam para sempre: a visita do naturalista inglês Charles Darwin[29]; o Quilombo do Carukango[30]; e o caso da Fera de Macabu[31].

Placa alusiva ao projeto Caminhos de Darwin localizada na praça Dr. José Bonifácio Tassara, Centro, Conceição de Macabu.

O crescimento da economia, da população e da importância da região levou a criação da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Macabu, pela Lei Provincial 812 de 6 de outubro de 1855[32]. As mesmas particularidades trouxeram para região o ramal ferroviário da Companhia Estrada de Ferro Barão de Araruama em 1878[33], dinamizando ainda mais o povoamento da região, que triplicaria sua população em menos de 5 anos[34].

Vista parcial da Praça 1º de Maio, hoje Praça Dr. José Bonifácio Tassara, região central de Conceição de Macabu, Estado do Rio de Janeiro, em 1891.

Em 1891, Conceição de Macabu foi emancipado pela primeira vez, tornando-se a Vila de Macabu pelo Decreto Estadual 205 de 1 de maio de 1891. Naquela época o segundo distrito era o Curato de Santa Catarina. O município durou menos de um ano, sendo extinto pelo Decreto Lei 52, de 29 de abril de 1892, voltando a ser anexado a Macaé, dessa vez, como seu 5º distrito[35].

No alvorecer do século XX, o café aliado a crescente produção de açúcar, tornou o distrito de Conceição de Macabu o mais importante do município de Macaé. Em 1907, um grupo de colonos japoneses tentou por cinco anos implantarem uma colônia agrícola na Fazenda Santo Antônio[36]; em 1913 inaugurou-se a Usina Conceição, rebatizada em 1943 de Usina Victor Sence[37]; 1923 foi inaugurada a Fazenda Modelo Wenceslau Bello e o Educandário Presidente Pedreira[38].

Liderados por Saburo Kumabe, um grupo de 12 colonos japoneses chegou a Conceição de Macabu em 1907 para se tornarem os pioneiros da colonização japonesa no Brasil.

Nos anos de 1945 a 1952 os macabuenses se organizaram, lutaram e conseguiram, as custas de grande mobilização popular, a emancipação em relação a Macaé. Após um plebiscito pioneiro, unânime no primeiro distrito, a Lei Estadual 1438 de 15 de março de 1952 criou o município de Conceição de Macabu, tendo Macabuzinho como segundo distrito[39].

Avenida Victor Sence vista a partir da Estação Ferroviária em 1949.

Nos anos seguintes o município vivenciou momentos de grande prosperidade econômica até se deparar com a crise da economia canavieira no Norte Fluminense, culminando na falência de sua maior empresa, a Usina Victor Sence em 1993, gerando uma grande quantidade de desempregados e êxodo rural. Paralelamente, nos anos seguintes a falência da Usina Victor Sence, a economia petroquímica gerada pelo crescimento da produção de petróleo na Bacia de Campos, transformou a cidade em dormitório para milhares de trabalhadores que diariamente iam a Macaé e Rio das Ostras desenvolver as mais diversas atividades.

Nos anos 2013-2019, um ciclo de decadência tomou conta da Bacia de Campos, com acentuada baixa nos preços do petróleo, o que teve como consequência, crescente desemprego e subemprego tanto nas cidades vizinhas como em Conceição de Macabu.


Política[editar | editar código-fonte]

Poder Executivo

Intendentes e Prefeitos[editar | editar código-fonte]

Poder Legislativo

O Poder Legislativo é representado pela câmara municipal, composta por onze vereadores com mandato de 4 anos. Cabe aos vereadores na Câmara Municipal de Conceição de Macabu, especialmente fiscalizar o orçamento do município, além de elaborar projetos de lei fundamentais à administração, ao Executivo e principalmente para beneficiar a comunidade.

  • Presidente da Câmara: Marco Antonio Oliveira da Silva (Toninho da Saúde) - (2017-2018);
  • Presidente da câmara: Cláudio Willians Ramalho Neves, (Kódia) - PV (2015-2016).



Filhos ilustres[editar | editar código-fonte]

Cachoeira da Amorosa

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. «Censo Populacional 2010» (PDF). Censo. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Populacional 201029 de abril de 2011. Consultado em 13 de outubro de 2011  Verifique data em: |data= (ajuda)
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  6. Gomes, Marcelo Abreu (2004). Dicionário de Topônimos e Curiosidades de Conceição de Macabu. Conceição de Macabu: Macuco. 47 páginas 
  7. GABRIEL, Adelmo. H. D., LUZ, Margareth (Org.). Roteiro dos Sete Capitães: Documento e Ensaios. Macaé: FUNEMAC Editora, 2012.p.35.
  8. TAVARES, Godofredo. G. Imagens da Nossa Terra. Niterói: Editora Primil, 2001.p.27.
  9. NAVARRO, E.A. Dicionário de Tupi Antigo: a Língua Indígena Clássica do Brasil Antigo. São Paulo: Global, 2013. p.583.
  10. GOMES, Marcelo Abreu. ABC de Macabu – Dicionário de Topônimos e Curiosidades de Conceição de Macabu. Conceição de Macabu: Editora Macuco, 2004, p.48.
  11. https://www.bluesetilicos.com.br/projetomacabu. Consultado em 17 de julho de 2019  Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  12. Área territorial oficial (2018): https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rj/conceicao-de-macabu/panorama
  13. GOMES, Marcelo Abreu. Geografia Física de Conceição de Macabu. Conceição de Macabu: Editora Macuco, 1998, p.10.
  14. GOMES, Marcelo Abreu. Geografia Física de Conceição de Macabu. Conceição de Macabu: Editora Macuco, 1998, p.18.
  15. GOMES, Marcelo Abreu. Geografia Física de Conceição de Macabu. Conceição de Macabu: Editora Macuco, 1998, p.20.
  16. GOMES, Marcelo Abreu. Geografia Física de Conceição de Macabu. Conceição de Macabu: Editora Macuco, 1998, p.21.
  17. GOMES, Marcelo Abreu. Geografia Física de Conceição de Macabu. Conceição de Macabu: Editora Macuco, 1998, p.32.
  18. GOMES, Marcelo Abreu. Geografia Física de Conceição de Macabu. Conceição de Macabu: Editora Macuco, 1998, p.35.
  19. «Vegetação nativa em Conceição de Macabu (1985-2017):». MapBio. Consultado em 17 de julho de 2019 
  20. GOMES, Marcelo Abreu. ABC de Macabu – Dicionário de Topônimos e Curiosidades de Conceição de Macabu. Conceição de Macabu: Editora Macuco, 2004, p.52.
  21. GOMES, Marcelo Abreu. ABC de Macabu – Dicionário de Topônimos e Curiosidades de Conceição de Macabu. Conceição de Macabu: Editora Macuco, 2004, p.88.
  22. TAVARES, Godofredo. G. Imagens da Nossa Terra. Niterói: Editora Primil, 2001.p.19.
  23. CARVALHO, Augusto de. Apontamentos para a História da Capitania de São Tomé. Campos: Typ. Lith. De Silva, Carneiro e Comp. 1888.p.17.
  24. REIS, Manoel Martins do Couto. Manuscritos de Manoel Martins do Couto Reis, 1785 – Descripção Geographica, Política e Cronographica do Disctrito dos Campos dos Goiatacaz.Rio de Janeiro: Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro - Coleção Fluminense. 1997.p.84.
  25. PIZARRO E ARAÚJO, José de Souza Azevedo. Memórias Históricas do Rio de Janeiro. Rio           de Janeiro: Editora Biblioteca Popular do Rio de Janeiro, 1945, Volume II.pp.122-123.
  26. GOMES, Marcelo Abreu (Org.); BASTOS, Tarcísio; MARCHI, Carlos; SOFFIATI NETO, Arthur. Conceição de Macabu: História das Origens até a Segunda Emancipação. Conceição de Macabu: Ed. Macuco, 2012.p.49-50. [2] Ibdem.
  27. GOMES, Marcelo Abreu (Org.); BASTOS, Tarcísio; MARCHI, Carlos; SOFFIATI NETO, Arthur. Conceição de Macabu: História das Origens até a Segunda Emancipação. Conceição de Macabu: Ed. Macuco, 2012.pp.58-61.
  28. GOMES, Marcelo Abreu (Org.); BASTOS, Tarcísio; MARCHI, Carlos; SOFFIATI NETO, Arthur. Conceição de Macabu: História das Origens até a Segunda Emancipação. Conceição de Macabu: Ed. Macuco, 2012.pp.62-65.
  29. DARWIN, Charles R. O Diário do Beagle. Curitiba: EDUFPR, 2008.p34.
  30. VASCONCELLOS, Antão de. Evocações – Crimes Célebres em    Macaé. Rio de Janeiro: B. Aguilla Editora, 1911.p.47.
  31. MARCHI, Carlos. Fera de Macabu. São Paulo: Record, 1997. p.138.
  32. GOMES, Marcelo Abreu (Org.); BASTOS, Tarcísio; MARCHI, Carlos; SOFFIATI NETO, Arthur. Conceição de Macabu: História das Origens até a Segunda Emancipação. Conceição de Macabu: Ed. Macuco, 2012.pp.92-93.
  33. GOMES, Marcelo Abreu (Org.); BASTOS, Tarcísio; MARCHI, Carlos; SOFFIATI NETO, Arthur. Conceição de Macabu: História das Origens até a Segunda Emancipação. Conceição de Macabu: Ed. Macuco, 2012.p.94.
  34. REGISTRO PAROQUIAL DE NASCIMENTOS DA PAROQUIA DE   NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DE MACABU (1848-  1889), 6V.
  35. GOMES, Marcelo Abreu (Org.); BASTOS, Tarcísio; MARCHI, Carlos; SOFFIATI NETO, Arthur. Conceição de Macabu: História das Origens até a Segunda Emancipação. Conceição de Macabu: Ed. Macuco, 2012.pp.175-180.
  36. GOMES, Marcelo Abreu. Antes do Kasato-Maru. Conceição de    Macabu: Gráfica Macuco, 2008.
  37. GOMES, Marcelo Abreu (Org.); BASTOS, Tarcísio; MARCHI, Carlos; SOFFIATI NETO, Arthur. Conceição de Macabu: História das Origens até a Segunda Emancipação. Conceição de Macabu: Ed. Macuco, 2012.p.283.
  38. GOMES, Marcelo Abreu (Org.); BASTOS, Tarcísio; MARCHI, Carlos; SOFFIATI NETO, Arthur. Conceição de Macabu: História das Origens até a Segunda Emancipação. Conceição de Macabu: Ed. Macuco, 2012.p.286.
  39. GOMES, Marcelo Abreu (Org.); BASTOS, Tarcísio; MARCHI, Carlos; SOFFIATI NETO, Arthur. Conceição de Macabu: História das Origens até a Segunda Emancipação. Conceição de Macabu: Ed. Macuco, 2012.p.288.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

ATAS DE CRIAÇÃO DO MUNICÍPIO DE MACABU (1891-1892). 1V.

CARVALHO, Augusto de. Apontamentos para a História da Capitania de São Tomé. Campos: Typ. Lith. De Silva, Carneiro e Comp. 1888.

DARWIN, Charles R. O Diário do Beagle. Curitiba: EDUFPR, 2008.

GABRIEL, Adelmo. H. D., LUZ, Margareth (Org.). Roteiro dos Sete Capitães: Documento e Ensaios. Macaé: FUNEMAC Editora, 2012.

GOMES DA SILVA, Herculano (etal). Macabu – a História até 1900. Macuco: Gráfica e Editora Macuco. 1997.

GOMES, Marcelo Abreu (Org.); BASTOS, Tarcísio; MARCHI, Carlos; SOFFIATI NETO, Arthur. Conceição de Macabu: História das Origens até a Segunda Emancipação. Conceição de Macabu: Ed. Macuco, 2012.

GOMES, Marcelo Abreu. ABC de Macabu – Dicionário de Topônimos e Curiosidades. Conceição de Macabu: Gráfica    Macuco, 2003.

GOMES, Marcelo Abreu. Antes do Kasato-Maru. Conceição de   Macabu: Gráfica Macuco, 2008.

GOMES, Marcelo Abreu. Geografia Física de Conceição de Macabu. Rio das Ostras: Editora e Gráfica Poema,1997.

LAMEGO, Alberto Ribeiro. Macaé a Luz de Documentos Inéditos.  Anuário Geográfico do Estado do Rio de Janeiro Nº11 – 1948.

MARCHI, Carlos. Fera de Macabu – A História e o Romance de um condenado à  morte. São Paulo: Editora Record. 1998.

PARADA, Antonio Alvarez. Coisas e Gentes da Velha Macaé. São Paulo: Edigraf, 1958.

PIZARRO E ARAÚJO, José de Souza Azevedo. Memórias Históricas do Rio de Janeiro. Rio           de Janeiro: Editora Biblioteca Popular do Rio de Janeiro, 1945, Volumes I,II,III,IV,V.

PROCESSO de EMANCIPAÇÃO de CONCEIÇÃO de MACABU.  Disponível e consultado no Museu Sociorreligioso Dom  Clemente Isnard.

REGISTRO PAROQUIAL DE NASCIMENTOS DA PAROQUIA DE   NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DE MACABU (1848-  1889), 6V.

REYS, Manoel Martins do Couto. Manuscritos de Manoel Martins do Couto Reys, 1785 – Descripção Geographica, Política e Cronographica do Disctrito dos Campos dos Goiatacaz.Rio de Janeiro: Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro - Coleção Fluminense. 1997.

RIBEIRO, Darcy. O Povo Brasileiro: A Formação e o Sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras. 1995.

TAVARES, Godofredo Guimarães. Imagens da Nossa Terra. Rio de Janeiro: Prymil Editora, 2002.

VASCONCELLOS, Antão. Evocações - Crimes Célebres em Macahé. Rio de Janeiro: Benjamin de Águila, Editora. 1911.