Fire Emblem: Awakening

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Fire Emblem: Awakening
Capa norte-americana do jogo.
Desenvolvedora(s) Intelligent Systems
Publicadora(s) Nintendo
Diretor(es) Kouhei Maeda
Genki Yokota
Produtor(es) Toru Narihiro
Hitoshi Yamagami[1]
Escritor(es) Kouhei Maeda
Nami Komura
Masayuki Horikawa
Yuichi Kitaoka
Sou Mayumi
Shuntaro Ashida
Compositor(es) Hiroki Morishita[2]
Rei Kondoh[3]
Artista(s) Toshiyuki Kusakihara
Yūsuke Kozaki
Plataforma(s) Nintendo 3DS
Série Fire Emblem
Data(s) de lançamento
  • JP 19 de abril de 2012[4]
  • AN 4 de fevereiro de 2013[5]
  • EU 19 de abril de 2013[6]
Gênero(s) RPG tático de estrategia
Modos de jogo Um jogador, multijogador
Classificação Inadequado para menores de 12 anos i CERO (Japão)[7]
Inadequado para menores de 10 anos i DEJUS (Brasil)[8]
Inadequado para menores de 13 anos i ESRB (América do Norte)[9]
Inadequado para menores de 12 anos i PEGI (Europa)[10]
Último
Fire Emblem: Radiant Dawn
Fire Emblem Fates
Próximo

Fire Emblem: Awakening (ファイアーエムブレム 覚醒, Faiā Emuburemu: Kakusei?, lit. Emblema de Fogo: Despertar) é um jogo eletrônico de RPG de estratégia tático desenvolvido pela Intelligent Systems e publicado pela Nintendo exclusivamente para o Nintendo 3DS. O jogo foi lançado em 19 de abril de 2012 no Japão, 4 de fevereiro de 2013 na América do Norte e 19 de abril na Europa, disponível tanto no comércio varejista quanto digitalmente através da Nintendo eShop. A jogabilidade do título, como a dos outros jogos da série, envolve a movimentação tática dos personagens controlados por um campo de batalha em forma de tabuleiro, lutando contra unidades inimigas. Outras funcionalidades incluem um inédito sistema de relacionamentos, que permite construir relações afetivas entre os personagens, com o objetivo de aumentar suas habilidades, níveis de dificuldade ajustáveis, inclusive com morte permanente dos personagens opcional, e perspectivas de câmera múltiplas em batalha.

A história é ambientada nos continentes de Archanea, do primeiro jogo da série, Fire Emblem: Shadow Dragon and the Blade of Light para o Famicom, e Valentia, de Fire Emblem Gaiden para a mesma plataforma, ambos lançados apenas no Japão; focando-se num grupo de soldados do Sagrado Reino de Ylisse. O jogador assume e controla um Avatar customizado de acordo com suas preferências, que pela história sofre de amnésia. O Avatar acompanha Chrom, o príncipe de Ylisse, e seu exército pessoal, ajudando-os, ao decorrer do jogo, a defender Ylisse de ataques da nação hostil de Plegia, além de monstros mortos-vivos conhecidos como "Risen".

O desenvolvimento do jogo começou em 2010, com vários veteranos da série Fire Emblem ocupando papéis-chave na produção. A produção ficou a cargo da Intelligent Systems, com supervisão da Nintendo. Devido as baixas vendas dos títulos anteriores, Awakening foi desenvolvido como o possível último jogo da série, o que levou os desenvolvedores incorporarem elementos de todos os jogos anteriores. Como o 3DS ainda estava em sua fase final de ajustes pré-lançamento, o time possuía apenas uma ideia parcial do que o sistema seria capaz, o que levou a cortes de performance gráfica que, posteriormente, se mostraram desnecessários.

Awakening obteve uma recepção muito positiva, com boas vendas. Os críticos elogiaram as novas mecânicas adicionadas à jogabilidade tradicional da série, mantendo ainda a acessibilidade aos novos jogadores. Os principais defeitos apontados resumiram-se na baixa qualidade dos gráficos e a falta de um modo multijogador online. Após o lançamento, o jogo foi nomeado para vários prêmios das publicações especializadas, sendo frequentemente citado como um dos melhores para o 3DS. O sucesso comercial do jogo garantiu a continuação da série, sendo o seu jogo sucessor, Fire Emblem Fates, desenvolvida pelo mesmo time produtor, lançado em 2015 no Japão e 2016 no Ocidente.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

Em Fire Emblem: Awakening, o jogador começa ao personalizar o seu Avatar, um dos personagens principais da campanha, escolhendo seu gênero, cor de cabelo, tipo físico e sua voz.[11] Em seguida, deve escolher entre os dois modos de jogo existentes: "Casual Mode" e "Classic Mode". No modo "Classic", clássico, todos os personagens mortos em batalha permanecem mortos, não podendo mais ser usados pelo restante do jogo. Esse modo reflete a jogabilidade consagrada da série. Já o modo "Casual" permite desativar essa restrição, e as unidades[nota 1] mortas são restauradas após o fim da batalha em curso.[13][14] Caso o Avatar ou Chrom sejam derrotados, perde-se o jogo, o jogador recebe a mensagem de "Game Over", fim de jogo, e deve reiniciar a partir do último ponto salvo.[15][16] O jogo possui três níveis de dificuldade diferentes selecionáveis: indo do mais fácil, o modo "Normal", o modo intermediário "Hard", até o modo mais difícil, "Lunatic", lunático; além de um quarto nível extra, "Lunatic+", que é desbloqueado após vencer o jogo no modo Lunatic.[17]

Depois da introdução da história, o jogador recebe o controle sobre a equipe de personagens e o acesso ao "World Map", mapa de mundo, onde poderá então viajar para novas localidades inexploradas, dando prosseguimento à história da campanha, ou revisitar lugares já conhecidos.[18] A hora do dia no World Map é sincronizada com o fuso e as definições horárias do sistema.[19] Lugares novos podem conter, além das missões principais, lutas com inimigos aleatórios e missões paralelas, nas quais novas unidades poderão ser recrutadas.[20] O jogador poderá recrutar até quarenta personagens, não incluindo os personagens disponibilizados em conteúdo adicional. [21] Existe também um sistema de "shops", lojas, nas quais o jogador poderá comprar e vender itens, além de forjar novas armas.[22] Entre as missões, os jogadores podem ir até uma base central personalizável conhecida como "Barracks", quartel,[23] onde poderá assistir interações entre os personagens, visualizar informações sobre as unidades, entre outras atividades.[24]

Através das funcionalidades do 3DS SpotPass e StreetPass o jogo oferece uma gama de interações online e interpessoais. Ao navegar pelo mapa, o jogador pode encontrar e interagir com outros jogadores através do StreetPass. Utilizando a funcionalidade, pode-se montar uma equipe de até dez personagens, que batalharão com a equipe de outros jogadores desafiantes, e o vencedor levará as unidades.[16][25][26] Avatares pessoais também podem ser compartilhados usando essa função, sendo possível lutar ou tornar-se amigo destes, além de poder emprestar o seu Avatar à outro jogador.[27] Através do SpotPass, mesmo com o jogo desativado, é possível receber novos mapas, equipes e itens.[28]

Sistema de combate[editar | editar código-fonte]

Awakening usa um sistema de combate RPG tático por turnos. O terreno é exibido na tela superior do 3DS, reservando a tela inferior para informações da unidade. Antes de cada batalha, o jogador seleciona um número limitado de unidades do seu rol de personagem disponíveis que serão utilizadas.[29] O jogador pode ou controlar cada unidade individualmente ou ativar um modo de movimentação automática. A movimentação se dá num sistema de tabuleiro, sendo o terreno divido em células.[30] Durante a batalha, tanto os sprites dos personagens do jogador quanto as unidades controladas pela inteligência artificial da máquina recebem um turno de movimentação, no qual posicionam suas unidades,[31] e cada unidade pode ser movimentada uma vez a cada turno.[32] As células que uma unidade poderá alcançar ficam realçadas em azul, enquanto o alcance do ataque desta fica em vermelho.[30] O combate é iniciado quando a célula de destino escolhida está ocupada por uma unidade inimiga, e uma unidade só é derrotada quando os seus pontos de vida (HP) chegam a zero.[13] Caso as unidades sejam aliadas, elas irão emparelhar-se.[33] O sistema de apoio e emparelhamento é intrinsecamente relacionado ao sistema de relacionamentos. Quando emparelhadas, as habilidades da unidade principal, aquela que já estava na célula, aumentam consideravelmente.[34] Já quando duas ou mais unidades estão apenas adjacentes uma a outra, aumenta-se o "Hit Rate", a probabilidade de um ataque bem sucedido, e a "Avoidance", a probabilidade de evasiva a ataques inimigos, além de surgirem as possibilidades de um Ataque Duplo e uma Defesa Dupla.[35] Ambos os sistemas serão mais fortes e eficazes quanto melhor for o relacionamento entre as unidades.[36]

Durante o combate, as unidades recebem pontos de experiência (EXP) por ações bem-sucedidas. Quando os personagens alcançam 100 EXPs sobem de nível[37], aumentando seus atributos numéricos, como saúde ou poder de ataque, até o nível máximo de 20.[38] Os personagens também podem aprender novas habilidades, que podem ser gerenciadas pelo jogador.[39]

O jogo também possui um sistema de classes de personagem, com aproximadamente quarenta classes disponíveis, como Lorde, Bárbaro ou Ladino.[14] Todo o personagem, incluindo o Avatar, possui uma classe inicial. Quando tal personagem chega no nível 10, ele pode ou ser promovido ou mudar de classe,[38] o que se dá através de dois itens especiais, "Master Seals" (Brasão Mestre) e "Second Seals" (Brasão Secundário), respectivamente. Ao ser promovido, como, por exemplo, da classe Cavaleiro para a classe Paladino, os atributos da unidade aumentam e ela ganha acesso à novas armas e habilidades.[40] As unidades possuem um número limitado de classes as quais podem se transferir.[nota 2]

Independentemente de mudanças futuras, os personagens mantêm as habilidades aprendidas nas classes prévias; contudo, ao realizar qualquer uma dessas ações, o nível da unidade retorna a um.[41] A classe de um personagem afeta tanto o seu poder de ataque quanto sua mobilidade no terreno. Por exemplo, Magos e Arqueiros podem atacar a maiores distâncias do que unidades de combate corpo a corpo, unidades montadas possuem ataques mais fortes do que desmontadas, etc.[42]

Personagens, enquanto batalham juntos, têm a habilidade de criar laços emocionais um com o outro. Na mecânica Support, os personagens podem aumentar esses laços. Personagens do mesmo gênero têm três níveis relacionais, "C", "B" e "A". Já personagens de gêneros diferentes têm quatro níveis, "C", "B", "A" e "S". "S" sendo o nível em que esses personagens propõem casamento. Depois que um Support "S" é completo, um capítulo paralelo é aberto em que o jogador pode recrutar o futuro filho ou filha do casal.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Ambientação e personagens[editar | editar código-fonte]

O jogo é ambientado nos continentes de Archanea e Valentia, presente em jogos anteriores, agora conhecidos como Ylisse e Valm; aproximadamente dois mil anos após os eventos de Fire Emblem: Shadow Dragon and the Blade of Light.[43] Um milênio antes dos eventos do jogo, o dragão caído Grima tentou destruir o mundo. Para impedi-lo, a dragão divina Naga escolheu o governante do Sagrado Reino de Ylisse [nota 3] (conhecido como o Exalto[44]) e concedeu-lhe seu poder através de dois artefatos mágicos: uma espada capaz de matar dragões, "Falchion", e o "Fire Emblem", um escudo capaz de realizar o ritual conhecido como "Awakening" ("Despertar", literalmente). Usando-os, o Exalto derrotou Grima, colocando-o em um adormecimento profundo. [48]

No tempo presente, a terra de Ylisse foi divida entre o Sagrado Reino de Ylisse no sudeste do continente, que continua a adorar Naga, e é governada pela Exalta Emmeryn e defendida pelo seu irmão Chrom; o reino de Plegia à oeste, uma teocracia que cultua Grima, e, ao norte, Regna Ferox, um país militarista[49] cujos líderes, Khan Flavia do leste e Khan Basilio do oeste, periodicamente lutam pela governança deste em um torneio.[50] Além, no continente de Valm, várias nações menores foram unidas politicamente pelo imperador Walhart, que possui tendências expansionistas.[51] Quinze anos antes dos eventos do jogo, Ylissee e Plegia travaram uma guerra religiosa, instigada pelo último Exalto, pai de Emmeryn e Chrom, que levou destruição à ambos países, com ressentimento mútuo. Ylisse lentamente recuperou-se da guerra graças à liderança pacifica de Emmeryn.[52]

Enquanto Ylisse se recuperava da guerra, Plegia, liderada pelo rei Gangrel, em busca de tomar o continente, começa a promover incursões de bandidos para pilhar o campo e instigar uma declaração de guerra. Apesar dessas provocações, Emmeryn não retoma a guerra, cabendo a Chrom e sua força militar voluntaria conhecida como "Shepherds" (literalmente, "Pastores"[53]) patrulhar e proteger os camponeses. É formada e liderada por Chrom, pela sua irmã Lissa, por Frederick, seu tenente e segundo em comando e, eventualmente, o Avatar, que atua como estrategista; além de muitos outros companheiros possíveis de recrutamento no decorrer da história.[54]

História principal[editar | editar código-fonte]

A história começa com o Avatar,[nota 4] acordando tendo uma premonição dele mesmo e Chrom lutando contra um feiticeiro chamado Validar. Eles conseguem derrotá-lo, mas Validar toma controle de Robin e o faz matar Chrom.

Depois desse sonho, Robin acorda em um campo onde Chrom, Lissa e Frederick o encontram. Robin logo descobre que não se lembra de quase nada (tudo o que lembra é o nome de Chrom) e uma estranha marca em sua mão esquerda. Robin se junta aos Shepherds, exibindo as qualidades de um estrategista quando defendem uma vila de bandidos de Plegia. Os Shepherds começam a lutar também contra Risen, mortos-vivos surgidos através de um grande portal no céu; e são ajudados por "Marth", que parece saber sobre eventos futuros. Conforme a história continua, Emmeryn é quase capturada em um plano para assassiná-la. Porém, "Marth" aparece e consegue salvá-la; no processo, "ele" revela ser uma jovem moça. Um pouco depois, forças de Plegia capturam Emmeryn e a levam para execução pública. Rei Gangrel, o sádico líder de Plegia, exige apenas uma coisa para que a vida de sua líder seja poupada: o Fire Emblem, o tesouro mais poderoso de Ylisse. Despedaçado por lealdade pessoal, Chrom tenta entregar o Fire Emblem, mas Emmeryn não permite que isso aconteça. Ela se joga à própria morte, causando uma enorme tortura a seus irmãos. Eventualmente, os Shepherds ganham a guerra contra Plegia, tirando Gangrel do poder e restaurando a paz a Alchanea.

Dois anos depois da derrota de Gangrel, Chrom é coroado rei de Ylisse. É aprendido que Chrom agora está casado, com uma filha recém-nascida chamada Lucina. Chrom lidera os Shepherds novamente quando o Emperador Walhart ameaça invadir Alchanea. Durante esse tempo, "Marth" retorna, e revela que ela é Lucina do futuro - com maior precisão, uma linha alternativa de mais de 10 anos. Ela avisa Chrom que em seu futuro, onde todos os Shepherds morreram, o dragão Grima foi ressuscitado, condenando a humanidade. Com a mágica de Naga, Lucina voltou no tempo para impedir o despertar de Grima. Para isso, Chrom deve realizar o "Awakening" (Despertar), um ritual que lhe concede o poder de Naga, combinando o Fire Emblem com as cinco pedras mágicas.

Durante e depois da guerra no continente vizinho de Valm, os Shepherds conseguem recuperar quatro das pedras preciosas. Eles então são emboscados por Validar, o novo rei de Plegia e o pai de Robin, depois de oferecer a última pedra. Validar revela que Robin nasceu para ser o novo hospedeiro físico de Grima, explicando a marca na mão de Robin: a Marca de Grima. Validar assume o controle de Robin e rouba o Fire Emblem de Chrom. Lucina percebe que Robin matou Chrom em sua linha do tempo, mas Chrom permanece confiante que Robin poderá pode superar o controle mental de Grima devido à sua amizade. Os Shepherds conseguem rastrear e matar Validar, recuperando o Fire Emblem. Porém, o Robin possuído da linha do tempo de Lucina aparece, tendo a seguido, e acorda Grima desta linha do tempo por uma fusão com ele. Numa corrida contra o tempo, Chrom realiza o Despertar e invoca Naga. Embora Chrom tenha o poder para parar Grima, a dragoa o avisa que ela tem poder o suficiente apenas para colocar Grima para dormir por mais mil anos. Naga explica que a única forma de destruir Grima é fazendo-o destruir a si mesmo através de Robin, o que custaria a vida de Robin. Naga diz a eles que Robin vai sobreviver apenas se seus laços com os Shepherds forem fortes o bastante.

A perspectiva opcional em primeira pessoa durante as batalhas, uma das novidades introduzidas na série pelo jogo, foi incluída para aumentar a liberdade do jogador e exibir os efeitos 3D da plataforma.

Na batalha final, os Shepherds conseguem enfraquecer Grima. Chrom, já contra Robin se sacrificar, vai tentar dar o golpe final ao dragão. Dependendo da escolha final do jogador, o jogo vai chegar a um de dois finais diferentes:

  • Se Robin deixa Chrom dar o golpe final, Grima é posto para dormir por mais mil anos. Robin sente remorso por deixar que uma geração futura sofra com o dragão, mas Chrom, e a família de Robin (se ele tiver uma), vão confortá-lo.
  • Se Robin não deixa Chrom dar o golpe final, ele vai matar Grima ele mesmo. Os dois Robins e Grima vão desaparecer, com o Robin original dando adeus a Chrom. Chrom e os Shepherds se recusam a aceitar que Robin está morto, e juram encontrá-lo e trazê-lo para casa.

Em uma cena pós-créditos, Robin acorda em um campo semelhante ao começo do jogo, onde Chrom e Lissa finalmente o encontram. Se o jogador chega ao segundo final, a Marca de Grima de Robin vai desaparecer, e Chrom vai dar as boas vindas a Robin de volta para casa.

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

O jogo foi conjuntamente desenvolvido pela Nintendo e pela Intelligent Systems, a desenvolvedora usual da série. O planejamento inicial de Fire Emblem: Awakening começou em 2010, quando Genki Yokota, o diretor da Nintendo SPD, encerrava seu trabalho em Xenoblade Chronicles.[57] O desenvolvimento progrediu lentamente durante o primeiro ano, período no qual o produtor Hitoshi Yamagami organizou a estrutura de desenvolvimento do jogo. Após a conclusão, Yamagami delegou a direção de produção à seu codiretor Genki Yokota. A direção de arte coube a Toshiyuki Kusakihara, sendo que o design dos personagens foi feito por Kusakihara e pelo mangaká Yūsuke Kozaki.[1] Kusakihara entrou na equipe para que oferecesse uma perspectiva mais nova à série, enquanto Kozaki foi trazido com o expresso objetivo de criar um novo estilo artístico, distinto e que fosse bem recebido no exterior, assim como havia sido seu último trabalho, No More Heroes para o Wii.[1]

Devido as baixas vendas dos títulos anteriores, a Nintendo avisou aos desenvolvedores que Awakening seria o último jogo da série se não vendesse mais que o limite imposto de 250 mil cópias.[58] Isso causou um pânico inicial na equipe, o que levou-os a considerar uma reformulação geral da série. Chegaram a considerar, por exemplo, uma ambientação contemporânea ou que o jogo se passasse em Marte.[59] Eventualmente, o time decidiu que tais mudanças drásticas alienariam os fãs antigos ao invés de atrair novos, e manteram a ambientação e estilo medieval europeu dos jogos anteriores.[60] A equipe decidiu então, como compromisso, fazer de Awakening a "culminação" da série, incorporando elementos de jogabilidade de todos os jogos anteriores.

Recepção[editar | editar código-fonte]

Fire Emblem: Awakening recebeu vasta aclamação crítica, assegurando a nota média de 92/100 no agregador de criticas Metacritic, baseado em 72 analises.[78] Depois do seu lançamento, Awakening foi colocado em primeiro lugar na lista dos melhores jogos para o 3DS do GameSpot,[80] alcançando o segundo lugar numa lista semelhante do GameTrailers. A IGN incluiu o jogo em duas listas diferentes: o segundo melhor jogo para 3DS, dentre 25[81], e 21º dentre os 125 melhores jogos da Nintendo de todos os tempos.[82] A equipe da revista Slant Magazine nomeou-o como o 11º melhor jogo de 2013.[83]

Em sua crítica, a Famitsu destacou como o jogo podia ser aproveitado igualmente por jogadores novatos ou veteranos da série, tendo feito as respectivas acomodações; elogiando ainda os novos elementos de jogabilidade.[84] Audrey Drake da IGN consibderou Awakening o RPG de estratégia mais fluído e deslumbrante disponível no portátil, com a melhor história e melhor valor de produção de um jogo de 3DS até hoje.[69] Chris Carter do Destructoid, similarmente à Famitsu, recomendou-o para tantos os velhos quanto os novos jogadores.[68]


Stephen Totilo, editor-chefe do site americano Kotaku, exaltou o jogo, principalmente os sistemas de interação sociais e de casamento, dizendo que: "Amizades e casamentos são essenciais para a sobrevivência em Awakening. Jogue o jogo na dificuldade média — ou na difícil, como eu fiz — e suas unidades não irão sobreviver se não forem amigos ou cônjuges".

Fire Emblem: Awakening O "Ocarina of Time" dos "Fire Emblem." Fire Emblem: Awakening

 — Stephen Totilo, editor-chefe do Kotaku.com[85]

Totilo fez uma analogia comparando a jogabilidade do titulo à um jogo de "xadrez mais sofisticado." Ele comparou as peças de xadrez aos personagens da campanha, mas destacado que, ao dar uma personalidade e narrativa, o jogador afeiçoa-se a eles, tornando o jogo mais envolvente. Ele concluiu sua critica dizendo que: "[Fire Emblem: Awakening] é um jogo que, por si só, faz valer a pena ter um Nintendo 3DS.[85]

A Eurogamer deu a nota máxima 10 para o jogo.[73] Já a sua versão portuguesa, a Eurogamer Portugal, deu apenas a nota 9 de um total de 10. O redator Vítor Alexandre disse em sua análise que: "A existência de um modo on-line dar-lhe-ia o ponto extra para a perfeição, porque este RPG táctico é não só exigente e competitivo, mas extremamente gratificante, apelativo e bem conseguido como jogo portátil, aproveitando, com sucesso, muitas funções da 3DS."[74]

O site brasileiro UOL Jogos deu a nota 9/10, exaltando o "enredo envolvente", as "batalhas viciantes", os "personagens marcantes" e a existência dos modos de jogo clássico e casual. Pablo Raphael, o redator da UOL, somente depreciou os "gráficos decepcionantes" do jogo, dizendo que: "Ao oferecer tantas coisas bacanas para o jogador, "Fire Emblem: Awakening" quase mascara seu maior problema: os gráficos no tabuleiro de batalha". "[...] durante as cenas 3D, os personagens são modelos esquisitos: a direção de arte segue a linha vista no remake de "Final Fantasy III" e em "Final Fantasy: Four Heroes of Light", mas com proporções mais realistas - porém, sem pés."[76]

Rafael Neves, do site Nintendo Blast, também deu a nota final 9/10. Ele elogiou várias características do jogo, como a "profunda e complexa mecânica de RPG tático", o "enredo envolvente [...]", os "visuais belos [...] e um ótimo uso do efeito 3D;" e a "trilha sonora muito bem concebida", além dos "DLCs e conteúdo extra via SpotPass [que] trazem de volta personagens clássicos;" e o "ótimo uso do StreetPass"; Rafael acompanhou as vozes dos outros críticos e também depreciou a falta de modo on-line no multijogador, que ele considerou "pouco interessante", da "pouca precisão na delimitação das diferentes áreas do campo de batalha" e de "algumas texturas pouco detalhadas e aspectos visuais mal polidos contrastam com os belos gráficos do título".[75]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Awakening foi nomeado a vários prêmios. No Prêmio Famitsu de 2012, o jogo foi um dos laureados com o Prêmio Excelência da revista.[86] No ocidente, foi nomeado na categoria "Melhor RPG" no Spike Video Game Awards de 2013.[87] No prêmio Jogos do Ano de 2013 de Destructoid, Awakening foi nomeado a várias categorias, como Melhor RPG (perdendo para Ni no Kuni: Wrath of the White Witch),[88] Melhor História (perdendo para Papers, Please)[89] e Melhor Trilha Sonora (perdendo para Super Mario 3D World);[90] inclusive nomeado para a premiação principal de Jogo do Ano, junto com oito outros (acabou perdendo para The Last of Us).[91] Também foi nomeado à Jogo do Ano de 2013 pelo Gamespost, na categoria 3DS, perdendo para The Legend of Zelda: A Link Between Worlds, também da Nintendo.[92]

No prêmio Melhores de 2013 da IGN, ganhou em duas categorias especificas do 3DS: Melhor Jogo de Estratégia para o 3DS[93] e Melhor História para o 3DS.[94] No Game Developers Choice Awards de 2014, foi nomeado na categoria de Melhor Jogo Portátil, também perdendo para Zelda: A Link Between Worlds.[95]

Vendas[editar | editar código-fonte]

O jogo vendeu excepcionalmente bem no Japão. Na sua semana de lançamento, vendeu 242 600 unidades, alcançando o topo das tabelas de venda. Chegou a vender 81,63% de seu lote inicial, deixando algumas loja esgotadas do título.[96] A Media Create, empresa que monitora os dados de vendas de jogos no Japão, atribuiu o sucesso inicial aos cincos anos desde o último jogo, às características acessivas do título, e à bem sucedida campanha publicitária da Nintendo.[96] Até o começo de 2013, o jogo havia vendido 455 268 unidades, colocando-o entre os 30 títulos mais vendidos de 2012.[97] Além do jogo principal, a Nintendo revelou que 1,2 milhões de unidades de conteúdo adicional haviam sido baixadas, com um lucro adicional de 380 milhões de ienes (aproximadamente 4,8 milhões de dólares).[98]

No Ocidente, as vendas também foram boas, embora não na mesma escala. Durante seu primeiro mês à venda na América do Norte, o jogo vendeu 180 000 unidades, sendo que destas 63 000 foram através de downloads do eShop, 35% do total.[99] As vendas continuaram crescentes nos meses seguintes, alcançando a marca de 240 000 cópias vendidas em abril, incluindo extras 20 000 unidades vendidas digitalmente.[100] Até setembro daquele ano, sete meses após o lançamento, 390 000 unidades haviam sido vendidas na América do Norte.[101] No Reino Unido, Awakening estreou em terceiro lugar na tabela de vendas, atrás do também lançamento Injustice: Gods Among Us e de BioShock Infinite.[102] No total, Awakening tornou-se o jogo mais bem vendido da série no Ocidente. Até dezembro de 2014, o jogo havia vendido 1,9 milhões de copias mundialmente.[103]

Legado[editar | editar código-fonte]

As boas vendas do jogo, que ultrapassaram a meta imposta pela Nintendo durante o desenvolvimento, evitaram o cancelamento da série Fire Emblem.[104] Em janeiro de 2015, o lançamento global de um novo título da série criado para o 3DS pelo mesmo time produtor de Awakening, Fire Emblem Fates, foi anunciado.[105] O sucesso de Awakening chegou a ser responsabilizado por desenvolver o interesse no 3DS entre outras desenvolvedoras de RPG japonesas, como a Atlus e a Square Enix.[106]

Notas

  1. Na série Fire Emblem e entre outros jogos do gênero, os personagens jogáveis são comumente referidos como "unidades", em alusão às unidade militares.[12]
  2. A exceção se dá com o Avatar, classe inicial Estrategista, com possibilidade de evolução para a classe Grão-mestre, que pode mudar para virtualmente qualquer classe, do seu gênero escolhido.
  3. No original, em japonês, o reino foi chamado de イーリス聖王国 (Īrisu Seiōkoku, lit. Santo Reino de Iris?). Na adaptação para o inglês, a Nintendo of America localizou como "Halidom of Ylisse".[44] Halidom é uma palavra arcaica em inglês que significa lugar sagrado. Nesse contexto, "Sagrado Reino de Ylisse" é uma tradução livre utilizada por algumas publicações[45]; entretanto é mais consensual entre as fontes lusófonas apenas "Reino de Ylisse".[46][47]
  4. O Avatar, também conhecido como マイユニット (Mai yunitto, lit. Minha unidade?) na versão japonesa, possui os nomes padrão (que serão utilizados caso o jogador não personalize-o) "Robin" nas versões anglófonas, "ルフレ" (Rufure, Reflet?)[55] na versão japonesa e "Daraen" nas versões espanhola, alemã, italiana e francesa. [56]

Referências

  1. a b c Tohru Narihiro; Masahiro Higuchi; Kouhei Maeda; Toshiyuki Kusakihara; Kozaki Yusuke; Genki Yokota; Hitoshi Yamagami (Março de 2012). Iwata Asks: Fire Emblem: Awakening (Trascrição) (em inglês). Entrevista com Satoru Iwata. Iwata Asks. Nintendo. Consultado em 8 de dezembro de 2016. 
  2. Farley Santos (16 de abril de 2013). «Entre a calmaria e o fervor da batalha: a dinâmica trilha sonora de Fire Emblem: Awakening (3DS)». Nintendo Blast. Consultado em 21 de abril de 2013. «[...] a dupla Rei Kondoh e Hiroki Morishita ficou responsável pela composição da trilha sonora, enquanto [Yuka] Tsujiyoko trabalhou como supervisora.» 
  3. Kirk Hamilton (18 de janeiro de 2013). «The Music In Fire Emblem: Awakening Is So. Hot.» (em inglês). Kotaku. Consultado em 21 de abril de 2013. «[...] some of the Awakening music was indeed composed by Rei Kendoh, with Hiroki Morishita acting as music director and main composer. [ [...] algumas das músicas de Awakening foram realmente compostas por Rei Kendoh, com Hiroki Morishita como diretor musical e compositor principal.]» 
  4. Flávio Ferreira (22 de fevereiro de 2012). «Fire Emblem: Awakening (3DS) chegará as lojas japonesas em 19 de abril e terá DLC's». Nintendo Blast. Consultado em 5 de maio de 2013. «Através do programa Nintendo Direct, a Big N anunciou a data de lançamento do game Fire Emblem: Awakening, que está sendo produzido para 3DS. O jogo chegará as lojas no dia 19 de abril.]» 
  5. J.C. Fletcher (5 de dezembro de 2012). «Fire Emblem: Awakening launches Feb. 4 in North America» (em inglês). Joystiq. Consultado em 22 de abril de 2013. «Fire Emblem: Awakening for 3DS has an official North American release date, just announced during Nintendo Direct: February 4, 2013. [Fire Emblem: Awakening para o 3DS já tem uma data oficial de lançamento na América do Norte, anunciada durante o Nintendo Direct: 4 de fevereiro de 2013.]» 
  6. Jorge Loureiro (14 de fevereiro de 2013). «Fire Emblem: Awakening na Europa a 19 de abril». Eurogamer.pt. Consultado em 22 de abril de 2013. «A data de lançamento europeia de Fire Emblem: Awakening foi confirmada no Nintendo Direct transmitido no início desta tarde e que terminou há minutos. O jogo chegará às lojas a 19 de abril, e para compensar o atraso em relação à América do Norte e Japão, a Nintendo anunciou um bundle exclusivo para a Europa, que inclui uma 3DS XL personalizada e uma cópida digital de Fire Emblem: Awakening.» 
  7. «検索結果 - ファイアーエムブレム 覚醒» (em japonês). Computer Entertainment Rating Organization. Consultado em 21 de abril de 2013. 
  8. (20 de dezembro de 2012) "Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação". Diário Oficial da União (Ano CXLIX Nº245): p. 126. ISSN 1677-7042. Visitado em 4 de dezembro de 2016.
  9. «Rating Information - Fire Emblem Awakening» (em inglês). Entertainment Software Rating Board. Consultado em 21 de abril de 2013. 
  10. «PEGI Pan European Game Information - Advanced Search». PEGI. Consultado em 9 de maio de 2013. «The content of this game is suitable for persons aged 12 years and over only. [O conteúdo desse jogo é recomendado para pessoas com 12 anos ou mais apenas.]» 
  11. Ishaan (22 de março de 2012). «A Look At Fire Emblem: Awakening’s Dual System And Class Change Features» (em inglês). Siliconera. Consultado em 6 de dezembro de 2016. 
  12. Nintendo 2013, p. 20 «Acerca das Unidades: Os personagens que controla durante as batalhas chamam-se"units" (unidades).»
  13. a b Nintendo 2013, p. 27. «Uma unidade é derrotada quando os seus HP chegam a zero. No Classic Mode, as unidades derrotadas serão perdidas para sempre. No Newcomer Mode, as unidades derrotadas são apenas retiradas da batalha em curso.»
  14. a b Anoop Gantayat (15 de fevereiro de 2012). «Fire Emblem 3DS Includes Permadeath Option» (em inglês). Andriasang.com. Arquivado desde o original em 21 de abril de 2014. Consultado em 6 de dezembro de 2016. 
  15. Nintendo 2013, p. 27. «O fim do jogo ocorre se o seu avatar ou Chrom forem derrotados. Se isso acontecer, pode reiniciar o jogo a partir do último ficheiro de dados que guardou.»
  16. a b Jeremy Parish (1 de outubro de 2013). «Fire Emblem Awakening: Killing for Keeps» (em inglês). 1UP. Arquivado desde o original em 26 de março de 2015. Consultado em 6 de dezembro de 2016. 
  17. Audrey Drake (10 de janeiro de 2013). «The Incredible Depth of Fire Emblem Awakening» (em inglês). IGN. Consultado em 6 de dezembro de 2016. «In addition to varying difficulty levels - Normal, Hard, Lunatic and, for those who beat the game on Lunatic, the painful-sounding Lunatic Plus - you can also choose to play the game in Casual or Classic mode.» 
  18. Nintendo 2013, p. 16. «Viaje pelo World Map para entrar em mapas onde encontrará batalhas ou onde poderá visitar lojas. O número de mapas a que pode aceder irá aumentar à medida que progredir no jogo.»
  19. Nintendo 2013, p. 18. «O horário do jogo é sincronizado com o horário do seu sistema.»
  20. Nintendo 2013, p. 18. «À medida que progride no jogo irá eventualmente deparar-se com mapas de missões secundárias. Entre num destes mapas para iniciar uma batalha separada da história principal. Também poderá encontrar inimigos, mercadores ou outros jogadores que tenha conhecido através do StreetPass™.»
  21. Stephen Totilo (4 de fevereiro de 2013). «Tips for Playing Fire Emblem: Awakening» (em inglês). Kotaku. Consultado em 7 de dezembro de 2016. 
  22. Nintendo 2013, p. 17. «Quando entrar num mapa onde não ocorra nenhuma batalha, poderá comprar e vender itens na shop (loja). Também poderá forjar as suas armas. Os nomes das armas forjadas estarão a azul.»
  23. Nintendo 2013, p. 19. «[...] eventos de Barracks (quartel) não ocorrerem [...]»
  24. Nintendo 2013, p. 21. «Há três opções disponíveis em Barracks. A aparência desta sala irá mudar dependendo das suas ações no jogo.»
  25. Carolyn Petit (11 de janeiro de 2013). «Fire Emblem: Awakening Aims to Keep the Series' Flames Burning» (em inglês). Gamespot. Arquivado desde o original em 15 de fevereiro de 2014. Consultado em 6 de dezembro de 2016. «For inveterate StreetPassers, the most exciting new feature Awakening brings to the series will likely be StreetPass functionality. This allows you to put together a team of 10 characters who appear in the worlds of other players you StreetPass with. Their teams also appear in your world, and if you can defeat them in battle, or afford their price in gold, you can add their members to your own forces.» 
  26. Nintendo 2013, p. 45. «Quando passar por outros jogadores que tenham o StreetPass ativado, poderá conhecer as suas equipas, enfrentá-las ou tornar-se amigo delas.»
  27. O manual de instruções oficial da versão portuguesa diz:
    • Nintendo 2013, p. 41. «Tenha em atenção que, se jogar usando a comunicação sem fios, algumas informações relativas ao seu avatar estarão visíveis e serão partilhadas com outros jogadores, incluindo o nome e o aspecto do seu avatar.»
    • Nintendo 2013, p. 42. «As unidades de StreetPass ou de SpotPass com quem tenha feito amizade ou derrotado serão automaticamente registadas aqui. O seu avatar também poderá ser registado.»
  28. Nintendo 2013, p. 48. «Mesmo quando não está a jogar o jogo, poderá receber novos mapas, equipas e itens através do SpotPass. O SpotPass só está ativo quando a consola está em Modo de Descanso e dentro do alcance de um ponto de acesso à internet compatível.»
  29. Nintendo 2013, p. 23. «Preparações de Batalha: [...] Selecione as unidades que quiser usar na batalha. Selecione FIGHT para iniciar a batalha ou EXIT (sair) para regressar ao World Map.»
  30. a b Nintendo 2013, p. 30. «Selecione um unidade e o seu destino. O alcance do movimento da unidade estará realçado a azul e o alcance do ataque a vermelho. Para unidade equipadas com varas, o seu alcance irá estar realçado a verde.»
  31. Nintendo 2013, p. 26. «Uma batalha está dividida por turnos. À Player Phase (fase do jogador), durante a qual poderá dar ordens às suas unidades, segue-se a Enemy Phase (fase do inimigo), altura em que os seus oponentes desferem os seus ataques. Durante as batalhas, o jogador pode explorar o mapa e conversar com personagens não-jogáveis, comprar e ganhar itens.»
  32. Nintendo 2013, p. 30. «Unidades que já tenham atuado ficam cinzentas e não podem ser usadas até ao próximo turno.»
  33. Nintendo 2013, p. 30. «Quando a célula de destino está ocupada por outra unidade, as unidades irão emparelhar-se se forem aliadas, ou iniciar um combate se forem inimigas.»
  34. Nintendo 2013, p. 36. «Quando uma unidade se desloca para a mesma célula de outra unidade aliada, irão emparelhar-se. Para além dos efeitos que ocorrem quando duas unidades estão lado a lado, as habilidades da unidade principal (aquela que já estava na célula em questão antes da outra se juntar) serão significativamente melhoradas.»
  35. Nintendo 2013, pp. 34–35. «Se quando uma unidade enfrenta um inimigo estiver uma unidade aliada numa célula adjacente, poder acontecer o seguinte: [...] Ataque Duplo:Há uma certa probabilidade da unidade que se encontrar numa célula adjacente lançar um segundo ataque. [...] Defesa Dupla:Há uma certa probabilidade da unidade que estiver numa célula adjacente proteger de dano a unidade ativa.»
  36. Nintendo 2013, p. 35. «Quanto mais as unidades se entenderem, maior será este aumento»
  37. Nintendo 2013, p. 38. «As unidades recebem EXP (pontos de experiência) por participar em combates ou por usar varas. Quando uma unidade ganha 100 EXP, irá aumentar de nível e ficar mais forte.»
  38. a b Laura (2 de fevereiro de 2013). «How You Change Classes In Fire Emblem: Awakening And Why It’s Useful» (em inglês). Siliconera. Consultado em 7 de dezembro de 2016. 
  39. Nintendo 2013, p. 20. «Equipe ou remova skills (habilidades) que uma unidade tenha aprendido.»
  40. Silar Tailer (6 de agosto de 2013). «Fire Emblem Awakening: 10 dicas para mandar bem nos combates». TechTudo. Consultado em 8 de dezembro de 2016. 
  41. Nintendo 2013, p. 38. «As unidades de nível 10 ou superior podem usar um Master Seal (brasão mestre) para mudar para uma classe mais avançada. Adicionalmente, unidades de nível 10 ou classes avançadas podem usar um Second Seal (brasão secundário) para mudar para uma classe completamente diferente. Usar qualquer um destes brasões irá restaurar a um o nível da unidade.»
  42. Miguel Concepcion (5 de fevereiro de 2013). «Fire Emblem: Awakening character guide» (em inglês). Gamesradar. Consultado em 8 de dezembro de 2016. 
  43. (em inglêsFire Emblem: Awakening. Intelligent Systems. (Nintendo). Nintendo 3DS. Nível: Scene: Tiki Support Conversation B - Male Avatar. (4 de fevereiro de 2013)
  44. a b (em inglêsCquote1.png Chrom: This land is know as the Halidom of Ylisse. Our ruler, Emmeryn, is called the Exalt. Cquote2.png // Fire Emblem: Awakening. Intelligent Systems. (Nintendo). Nintendo 3DS. Nível: Prologue: The Verge of History. (4 de fevereiro de 2013)
  45. Rafael Neves. (Janeiro de 2012). "Fire Emblem: Awakening (3DS)" (PDF). Revista Nintendo Blast (Nº40): pp. 13–17. Visitado em 5 de abril de 2013.
  46. Ricardo Syozi (25 de fevereiro de 2013). «Perfil: Chrom (Fire Emblem)». Nintendo Blast. Consultado em 7 de dezembro de 2016. 
  47. Luis Guilherme Machado Camargo (30 de abril de 2013). «Análise: Fire Emblem: Awakening». Wii U Brasil. Consultado em 3 de dezembro de 2016. 
  48. (em inglêsCquote1.png Frederick: The exalt is a symbol of peace—Ylisse's most prized quality. Long ago, at the dawn of our age, the fell dragon tried to destroy the world. But the first exalt joined forces with the divine dragon and laid the beast low. Exalt Emmeryn reminds us all of the peace we fought for then. Cquote2.png // Fire Emblem: Awakening. Intelligent Systems. (Nintendo). Nintendo 3DS. Nível: Chapter 1: Unwelcome Change. (4 de fevereiro de 2013)
  49. (em inglêsCquote1.png Avatar: The khan is away? / Chrom: Out training, I'd wager. The khans of Ferox prefer battle to politics. Or rather, battle IS their politics. Cquote2.png // Fire Emblem: Awakening. Intelligent Systems. (Nintendo). Nintendo 3DS. Nível: Chapter 4: Two Falchions. (4 de fevereiro de 2013)
  50. (em inglêsCquote1.png Flavia: As I said, I am ONE of the khans. In Ferox, the khans of east and west hold a tournament every few years. The victor acquires total sovereignty over both kingdoms. And that means they have the final say when it comes to forging alliances. The West-Khan won the last tournament, you see, and so… Cquote2.png // Fire Emblem: Awakening. Intelligent Systems. (Nintendo). Nintendo 3DS. Nível: Chapter 4: Two Falchions. (4 de fevereiro de 2013)
  51. Laura (31 de janeiro de 2013). «A Peek Into Fire Emblem: Awakening’s Story» (em inglês). Siliconera. Consultado em 7 de dezembro de 2016. «Meanwhile, Valm is a continent comprised of several smaller nations but have since been united under one emperor, Walhart. The people of Valm worship the Divine Dragons, but that doesn’t change the fact that Walhart is intent on conquering other continents.» 
  52. (em inglêsCquote1.png Chrom: …Not everything Gangrel said was a lie. The last exalt, my father, waged war on Plegia for many years. The violence… It was a brutal campaign, ending only with his death 15 years ago. Plegia rightfully remembers their suffering, but his war was no kinder to his own people. As the fighting dragged on, out army became more and more diminished. Farmers who could barely wield a pitchfork were conscripted and sent to their deaths. Soon there was no food at all, and the kingdom began to collapse. I was young, but I remember those dark times. ...I know how they affected Emmeryn. / Avatar: Such an experience would change anyone. / Chrom: Indeed. When our father died before her 10th year, he left her quite the legacy… Plegia's desire for vengeance… Our own people's unbridled rage… My sister became a target for blame on all sides. Her own subjects began to hurl insults—and stones. She still bears the scar from one… But she never let them see her pain. Only Lissa and I understood. Cquote2.png // Fire Emblem: Awakening. Intelligent Systems. (Nintendo). Nintendo 3DS. Nível: Chapter 6: Forseer. (4 de fevereiro de 2013)
  53. (em inglêsCquote1.png Avatar: Shepherds? You tend sheep? ...In full armor? Cquote2.png // Fire Emblem: Awakening. Intelligent Systems. (Nintendo). Nintendo 3DS. Nível: Prologue: The Verge of History. (4 de fevereiro de 2013)
  54. (em inglêsCquote1.png Chrom: Plegia is Ylisse's westerly neighbor. They send small bands into our territory, hoping to instigate a war. [...] Lissa: And it's the poor townsfolk who suffer! Totally innocent, and totally helpless... / Frederick: They do have us, milady: Shepherds to protect the sheep. [...] Cquote2.png // Fire Emblem: Awakening. Intelligent Systems. (Nintendo). Nintendo 3DS. Nível: Prologue: The Verge of History. (4 de fevereiro de 2013)
  55. «大乱闘スマッシュブラザーズ for Nintendo 3DS / Wii U:ルフレ» (em japonês). Consultado em 6 de dezembro de 2016. 
  56. «Lucina y Daraen de Fire Emblem: Awakening se unen a Super Smash Bros.» (em espanhol). Eletrolado. 14 de julho de 2014. Consultado em 6 de dezembro de 2016. «Nintendo ha anunciado esta tarde que Lucina y Daraen (Robin en américa) [...] Daraen es el nombre por defecto del personaje que aparece en Fire Emblem: Awakening» 
  57. Masahiro Higuchi; Genki Yokota; Kouhei Maeda; Toshiyuki Kusakihara (Março de 2012). Developer Interview (Trascrição) (em inglês). Entrevista com 8-4, Ltd. fireemblem.nintendo.com. Consultado em 8 de dezembro de 2016. 
  58. Lucas Palma Mistrello (23 de junho de 2013). «Fire Emblem: Awakening poderia ser o último da série caso vendas não fossem satisfatórias». Nintendo Blast. Consultado em 8 de dezembro de 2016. 
  59. Andy Green (3 de fevereiro de 2013). «Fire Emblem: Awakening Was Almost Set On Mars» (em inglês). Nintendo Life. Consultado em 8 de dezembro de 2016. 
  60. Laura (25 de maio de 2013). «Fire Emblem: Awakening Was Almost The Last Game In The Series» (em inglês). Siliconera. Consultado em 8 de dezembro de 2016. 
  61. Ray Carsillo (30 de janeiro de 2013). «EGM Review: Fire Emblem: Awakening» (em inglês). EGM NOW. Consultado em 5 de maio de 2013. «X» 
  62. Alan Murilo (11 de abril de 2012). «Fire Emblem: Awakening (3DS) recebe 36/40 da Famitsu». Nintendo Blast. Arquivado desde o original em 17 de julho de 2012. Consultado em 8 de maio de 2013. «[...] o novo título da série recebeu a considerável pontuação de 36/40 da Famitsu [...]» 
  63. Chris Schilling (16 de abril de 2013). «Fire Emblem: Awakening review» (em inglês). The Daily Telegraph. Consultado em 5 de maio de 2013. «X» 
  64. Kathryn Bailey (30 de janeiro de 2013). «The best 3DS RPG to date» (em inglês). GamesRadar. Consultado em 5 de maio de 2013. «X» 
  65. Garrett Martin (30 de janeiro de 2013). «Fire Emblem - Awakening review: One life to live» (em inglês). Joysitq. Consultado em 5 de maio de 2013. «X» 
  66. Alexa Ray Corriea (30 de janeiro de 2013). «Fire Emblem: Awakening Review: Higher Ground» (em inglês). Polygon. Consultado em 5 de maio de 2013. «X» 
  67. Heidi Kemps (1 de fevereiro de 2013). «Fire Emblem: Awakening Review» (em inglês). GameSpot. Arquivado desde o original em 10 de fevereiro de 2013. Consultado em 5 de maio de 2013. «X» 
  68. a b Chris Carter (30 de janeiro de 2013). «Review: Fire Emblem: Awakening» (em inglês). Destructoid. Consultado em 5 de maio de 2013. «X» 
  69. a b Audrey Drake (30 de janeiro de 2013). «The best thing to hit the 3DS since Super Mario 3D Land.» (em inglês). IGN. Arquivado desde o original em 31 de janeiro de 2013. Consultado em 5 de maio de 2013. «X» 
  70. Scott Thompson (30 de janeiro de 2013). «Fire Emblem: Awakening» (em inglês). Nintendo World Report. Consultado em 5 de maio de 2013. «X» 
  71. Equipe Edge (16 de abril de 2013). «Fire Emblem Awakening review» (em inglês). Edge Online. Consultado em 5 de maio de 2013. «X» 
  72. Scott Nichols (26 de fevereiro de 2013). «'Fire Emblem: Awakening' review (3DS): Tactical excellence» (em inglês). Digital Spy. Consultado em 5 de maio de 2013. «X» 
  73. a b Rich Stanton (15 de abril de 2013). «Fire Emblem: Awakening review» (em inglês). Eurogamer. Consultado em 5 de maio de 2013. «This is a special game. The kind that makes you stop and think for a long time about whether it's ever been done better.» 
  74. a b Vítor Alexandre (15 de abril de 2013). «Fire Emblem: Awakening - Análise». Eurogamer.pt. p. 3. Consultado em 5 de maio de 2013. «A existência de um modo on-line dar-lhe-ia o ponto extra para a perfeição, porque este rpg táctico é não só exigente e competitivo, mas extremamente gratificante, apelativo e bem conseguido como jogo portátil, aproveitando, com sucesso, muitas funções da 3DS.» 
  75. a b Rafael Neves (19 de fevereiro de 2013). «Análise: Fire Emblem: Awakening (3DS)». Nintendo Blast. Consultado em 5 de maio de 2013. «X» 
  76. a b Pablo Raphael (19 de fevereiro de 2013). «Análise: Fire Emblem: Awakening». UOL Jogos. Consultado em 5 de maio de 2013. «Ao oferecer tantas coisas bacanas para o jogador, "Fire Emblem: Awakening" quase mascara seu maior problema: os gráficos no tabuleiro de batalha.[...]Já durante as cenas 3D, os personagens são modelos esquisitos: a direção de arte segue a linha vista no remake de "Final Fantasy III" e em "Final Fantasy: Four Heroes of Light", mas com proporções mais realistas - porém, sem pés.» 
  77. Cássio Barbosa (8 de fevereiro de 2013). «Fire Emblem: Awakening - Tático, complexo e incrivelmente acessível». Baixaki Jogos. Consultado em 5 de maio de 2013. «X» 
  78. a b «Fire Emblem: Awakening for 3DS Reviews» (em inglês). Metacritic. Consultado em 5 de maio de 2013. «Metascore: 92 out of 100» 
  79. «Fire Emblem: Awakening for 3DS» (em inglês). GameRankings. Consultado em 5 de maio de 2013. «92.02%» 
  80. Ramsay, Randolph (17 de abril de 2014). «The Best 3DS Games» (em inglês). GameSpot. Arquivado desde o original em 14 de maio de 2016. Consultado em 2 de dezembro de 2016. 
  81. «The top 25 Nintendo 3DS games» (em inglês). IGN. 10 de setembro de 2013. p. 5. Arquivado desde o original em 2 de dezembro de 2016. Consultado em 7 de dezembro de 2016. 
  82. «The top 125 Nintendo games of all time». IGN. 24 de setembro de 2014. p. 7. Arquivado desde o original em 2 de dezembro de 2016. Consultado em 2 de dezembro de 2016. 
  83. «The 25 Best Video Games of 2013» (em inglês). Slant Magazine. 9 de dezembro de 2013. p. 3. Consultado em 2 de dezembro de 2016. 
  84. (12 de abril de 2012) "ニンテンドー3DS - ファイアーエムブレム 覚醒" (em japonês). Famitsu (1219). Enterbrain.
  85. a b Stephen Totilo (31 de janeiro de 2013). «Fire Emblem: Awakening: The Kotaku Review» (em inglês). Kotaku. Consultado em 5 de maio de 2013. «It's reason alone to get a Nintendo 3DS.[...]"The Ocarina of Time of Fire Emblems." —Stephen Totilo, Kotaku.com» 
  86. «ファミ通アワード2012授賞式が開催 ゲーム・オブ・ザ・イヤーは『とびだせ どうぶつの森』» (em japonês). Famitsu. 17 de abril de 2013. Arquivado desde o original em 21 de agosto de 2016. Consultado em 2 de dezembro de 2013. «■優秀賞: [...]『ファイアーエムブレム 覚醒』/任天堂» 
  87. Michael McWhertor (18 de novembro de 2013). «Spike VGX 2013 award nominees announced» (em inglês). Polygon. Arquivado desde o original em 27 de junho de 2014. Consultado em 2 de dezembro de 2016. 
  88. Steven Hansen (24 de dezembro de 2013). «The winner of Destructoid's best 2013 role-playing game» (em inglês). Destructoid. Consultado em 3 de dezembro de 2016. 
  89. Steven Hansen (24 de dezembro de 2013). «The winner of Destructoid's best of 2013 story» (em inglês). Destructoid. Consultado em 3 de dezembro de 2016. 
  90. Darren Nakamura (24 de dezembro de 2013). «The winner of Destructoid's best of 2013 soundtrack» (em inglês). Consultado em 3 de dezembro de 2016. 
  91. Steven Hansen (24 de dezembro de 2013). «The winner of Destructoid's 2013 Game of the Year» (em inglês). Destructoid. Consultado em 3 de dezembro de 2016. 
  92. «DS GAME OF THE YEAR 2013 WINNER». Gamespot. Consultado em 4 de dezembro de 2016. 
  93. «Best 3DS Strategy Game» (em inglês). IGN. Consultado em 3 de dezembro de 2016. 
  94. «Best 3DS Story» (em inglês). IGN. Consultado em 3 de dezembro de 2016. 
  95. «14th Annual Game Developers Choice Awards» (em inglês). Game Developers Choice Awards. Arquivado desde o original em 14 de março de 2015. Consultado em 2 de dezembro de 2016. 
  96. a b Anoop Gantayat (27 de abril de 2012). «High Sell-Through For Fire Emblem Awakening» (em inglês). Andriasang.com. Arquivado desde o original em 4 de março de 2016. Consultado em 2 de dezembro de 2016. «Sales tracker Media Create reports a high 81.63% sell-through for the game, meaning it sold 81.63% of stock. [...] With 242,600 units [...] As possible reasons for the success, Media Create suggests that the five year wait for an all new Fire Emblem game may have made fan anticipation high. Additionally, Nintendo may have managed to draw in new customers through large scale promotions (commercials, and so-forth), new gameplay systems, and new character designs.» 
  97. Jorge Loureiro (26 de janeiro de 2013). «Os jogos mais vendidos no Japão em 2012». Eurogamer.pt. Consultado em 8 de dezembro de 2016. 
  98. Ishaan (22 de setembro de 2012). «Fire Emblem: Awakening DLC Sales In Japan Are Doing Well» (em inglês). Siliconera. Arquivado desde o original em 19 de agosto de 2014. Consultado em 2 de dezembro de 2016. «Unozawa shared sales figures that showed that 1.2 million units of paid Fire Emblem: Awakening DLC have been sold thus far. These DLC sales have brought in revenue of 380 million yen (about $4.8 million). [...] Retail revenue from Fire Emblem: Awakening is about 2.4 billion yen ($30.6 million).» 
  99. Sinan Kubba (2015). «Fire Emblem Awakening posts 180K first month sales, 63K downloads» (em inglês). Joystiq. Arquivado desde o original em 1 de fevereiro de 2015. Consultado em 2 de dezembro de 2016. «Fire Emblem Awakening shifted 180,000 units across its debut month at North American retail. [...] No doubt that was helped by a strong eShop uptake of 63,000 units, which comes in at 35 percent of total sales.» 
  100. Chris Morris (17 de abril de 2013). «Nintendo: Our digital sales are soaring» (em inglês). gamesindustry. Consultado em 3 de dezembro de 2016. «The numbers get more impressive with some individual titles. Fils-Aime says Fire Emblem Awakening has sold 240,000 units life-to-date in the US - with one-third of those in digital form.» 
  101. Eddie Makuch (12 de setembro de 2013). «Pikmin 3 US sales reach 115,000 units». Gamespot. Arquivado desde o original em 2 de março de 2014. Consultado em 3 de dezembro de 2016. «Fire Emblem: Awakening - 390,000 units (2013)» 
  102. Filipe Urriça (22 de abril de 2013). «Injustice: Gods Among Us estreia-se no topo da tabela de vendas do Reino Unido». Videogamer. Consultado em 2 de dezembro de 2016. «Em terceiro, também em estreia, ficou o aclamado título da Nintendo 3DS, Fire Emblem: Awakening, que também fez aumentar as vendas da Nintendo 3D em 49 porcento, com a sua consola 3DS XL azul de edição limitada alusiva ao RPG.» 
  103. メイキング オブ ファイアーエムブレム 開発秘話で綴る25周年、覚醒そしてif [Making Of Fire Emblem 25 Years Development Secrets Japan Game Art Guide Book] (em japonês) (Tóquio, Japão: Tokuma Shoten). 28 de novembro de 2015. p. 113. ISBN 978-4198640569. 
  104. Martin Gaston (23 de maio de 2013). «Strong Fire Emblem: Awakening sales saved the series' cancellation» (em inglês). Gamespot. Consultado em 8 de dezembro de 2016. 
  105. Dácio Augusto (10 de janeiro de 2016). «Relembrando o 2015 da Nintendo». Nintendo Blast. Consultado em 8 de dezembro de 2016. «O ano começou bem para a Nintendo. Logo em janeiro, tivemos o anúncio do próximo título da série Fire Emblem, Fates [sic] [...]» 
  106. Justin Clouse (17 de fevereiro de 2016). «Fire Emblem Fates Review - Big Shoes To Fill» (em inglês). The Escapist. Consultado em 8 de dezembro de 2016. «A few years back, Fire Emblem: Awakening helped blossom a budding RPG scene on the Nintendo 3DS. [...] Since then we've seen a number of darling and critically successfully RPGs come to the handheld, with developers like Square-Enix and Atlus routinely developing new titles.» 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]