The Legend of Zelda: A Link Between Worlds

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The Legend of Zelda:
A Link Between Worlds
Desenvolvedora(s) Nintendo Entertainment Analysis & Development
Publicadora(s) Nintendo
Diretor(es) Hiromasa Shikata
Produtor(es) Eiji Aonuma
Projetista(s) Koji Takahashi
Jun Takamura
Escritor(es) Tatsuya Hishida
Mari Shirakawa
Programador(es) Shiro Mouri
Compositor(es) Ryo Nagamatsu
Série The Legend of Zelda
Plataforma(s) Nintendo 3DS
Lançamento
  • EU 22 de novembro de 2013
  • AN 22 de novembro de 2013
  • JP 26 de dezembro de 2013
Gênero(s) Ação-aventura
Modos de jogo Um jogador
The Legend of Zelda:
Skyward Sword
The Legend of Zelda:
Tri Force Heroes

The Legend of Zelda: A Link Between Worlds, chamado no Japão de The Legend of Zelda: Triforce of the Gods 2 (ゼルダの伝説 神々のトライフォース2 Zeruda no Densetsu: Kamigami no Toraifōsu Tsū?), é um jogo eletrônico de ação-aventura desenvolvido pela Nintendo Entertainment Analysis & Development e publicado pela Nintendo. É o décimo sétimo título da série The Legend of Zelda e uma sequência direta de The Legend of Zelda: A Link to the Past de 1991, tendo sido lançado exclusivamente para o Nintendo 3DS em novembro de 2013 na Europa e América do Norte e no mês seguinte no Japão.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

The Legend of Zelda: A Link Between Worlds é um jogo de ação-aventura, apresentado em gráficos poligonais de 3D estereoscópico, com uma jogabilidade predominantemente vista de numa perspectiva de cima-para-baixo. Os jogadores controlam um jovem rapaz chamado Link, que embarca numa aventura para resgatar os Sete Sábios e derrotar Yuga, o principal antagonista do jogo. O jogo é ambientado em dois reinos - Hyrule e Lorule - e ambos os jogos possuem uma estrutura de mundo aberto e um layout semelhante, com contraste no estilo e tom. A Link Between Worlds é visto como um sucessor do título do Super Nintendo Entertainment System, lançado em 1991, The Legend of Zelda: A Link to the Past, e também apresenta vários aspetos de semelhança com este mesmo. Os mundos de Hyrule e Lorule em A Link Between Worlds são análogos aos do A Link To The Past, sendo estes uma respetiva "cópia" de Hyrule e do Dark World. Um grande número de itens, inimigos, e faixas áudio de A Link To The Past são usadas em A Link Between Worlds.

Ao contrário dos episódios mais antigos, os itens devem ser alugados ou comprados usando rupees na loja de Ravio.[1][2] Eles podem ser atualizados encontrando bebês Big'ornette.[3] As masmorras podem, portanto, ser realizadas na ordem desejada pelo jogador.

Uma das novidades é a transformação de Link em pintura tornando-o capaz de se mover pelas paredes. O jogador deve, portanto, usar este mecanismo para explorar o mundo de um novo ângulo para chegar a locais inacessíveis ou resolver enigmas. O jogo também oferece um recurso StreetPass que consiste em diferentes desafios a serem concluídos ao enfrentar um Dark Link.[4] O jogo também apresenta vários minijogos, como um jogo de beisebol[5] ou outro de esquiva de galinhas. Assim que o jogo for concluído pela primeira vez, um modo de dificuldade adicional estará disponível.[6]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

O jogo se passa muito tempo depois de A Link to the Past, após os eventos de Link's Awakening.[7]

Os jogadores assumem o controle do protagonista Link, que é encarregado de restaurar a paz ao Reino de Hyrule depois do maligno feiticeiro Yuga ter sequestrado a princesa Zelda e escapado por um portal até mundo arruinado de Lorule. Yuga procura capturar os Sete Sábios e usar seus poderes a fim de ressuscitar Ganon, chamado de o Rei Demônio. Link adquire o poder de assumir a forma de uma pintura e se fundir com paredes após obter um bracelete mágico e ter um encontro com Yuga. Esta nova habilidade lhe permite alcançar áreas normalmente inacessíveis tanto em Hyrule quanto em Lorule.

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

O desenvolvimento de A Link Between Worlds começou em 2009. Entretanto, a produção enfrentou vários contratempos até o desenvolvimento ser paralisado em 2010, já que os principais membros da equipe foram transferidos para trabalharem em outros projetos. A produção recomeçou um ano depois e entrou em desenvolvimento total apenas em 2012 depois de várias ideias terem sido rejeitadas por Shigeru Miyamoto. O objetivo dos projetistas era alterar as convenções da série; isto levou a uma mudança na estrutura do jogo, permitindo que os jogadores abordassem a maioria dos calabouços em qualquer ordem.

Recepção[editar | editar código-fonte]

 Recepção
Resenha crítica
Publicação Nota
Game Informer 10/10
GameSpot 9/10
GamesRadar+ 4.5 de 5 estrelas.
IGN 9.4/10
Nintendo Life 10/10
Polygon 9.5/10
Pontuação global
Agregador Nota média
Metacritic 91/100

The Legend of Zelda: A Link Between Worlds foi aclamado pela crítica de acordo com o agregador de revisão Metacritic[8] e foi o segundo jogo 3DS de 2013 com maior pontuação, atrás apenas de Fire Emblem: Awakening.[9] É também o quarto jogo do 3DS com maior pontuação de todos os tempos no Metacritic.[10] O jogo foi o mais vendido durante sua primeira semana de lançamento no Japão, ultrapassando 224.000 vendas.[11] O jogo vendeu mais de 2,5 milhões de cópias mundialmente nos seus cinco primeiros meses.[12] O áudio, calabouços, quebra-cabeças, estrutura aberta e nível de dificuldade foram muito elogiados. Novos elementos de jogabilidade como a mecânica de se fundir com as paredes também tiveram avaliações positivas, com os críticos comentando como foram bem integradas com as fórmulas já existentes. O jogo também venceu e foi indicado a diversos prêmios.[13]

Referências

  1. «A Link Between Worlds : Aonuma nous parle de rubis et d'annualisation». p-nintendo.com. 17 de outubro de 2013 
  2. «Zelda - A Link Between Worlds : des artworks entre deux mondes». p-nintendo.com. 11 de outubro de 2013 
  3. «A Link Between Worlds : réponses d'Aonuma et images inédites». p-nintendo.com. 17 de outubro de 2013 
  4. «Zelda - A Link Between Worlds : infos pour StreetPass et nouvelles images». p-nintendo.com. 15 de novembro de 2013 
  5. «Zelda: A Link Between Worlds Has Link Batter Up For Some Baseball». siliconera.com (em inglês). 31 de outubro de 2013. Consultado em 14 de dezembro de 2014 
  6. «Un nouveau mode de difficulté pour Zelda : A Link Between Worlds». Jeuxvideo.com. 21 de outubro de 2013 
  7. «The Legend of Zelda: A Link Between Worlds' Place In The Zelda Timeline Detailed». siliconera.com (em inglês). 18 de outubro de 2013. Consultado em 14 de dezembro de 2014 
  8. "The Legend of Zelda: A Link Between Worlds for 3DS Reviews". Metacritic. CBS Interactive. Arquivado do original em 22 de dezembro de 2015. Consultado em 5 de março de 2016.
  9. "Best 3DS Video Games for 2013". Metacritic. CBS Interactive. Arquivado do original em 22 de dezembro de 2015. Consultado em 5 de março de 2016.
  10. "All Video Game Releases – 3DS Games – All Releases – By Metascore". Metacritic. CBS Interactive. Arquivado do original em 1 de janeiro de 2016. Consultado em 5 de março de 2016.
  11. Ishaan (January 8, 2014). "This Week In Sales: A Link Between Worlds". Siliconera. Arquivado do original em 1 de janeiro de 2016. Consultado em 5 de março de 2016.
  12. Ishaan (May 7, 2014). "How Did Zelda: A Link Between Worlds And Super Mario 3D World Do?". Siliconera. Arquivado do original em 1 de janeiro de 2016. Consultado em 5 de março de 2016.
  13. Wawro, Alex (15 de agosto de 2014). "Pokemon beats Mario to most popular 3DS game". Gamasutra. UBM. Arquivado do original em 2 de janeiro de 2016. Consultado em 5 de março de 2016.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]