The Legend of Zelda: A Link Between Worlds

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The Legend of Zelda: A Link Between Worlds
Desenvolvedora(s) Nintendo EAD Group No. 3
Publicadora(s) Nintendo
Diretor(es) Hiromasa Shikata[1]
Produtor(es) Eiji Aonuma
Plataforma(s) Nintendo 3DS
Série The Legend of Zelda
Data(s) de lançamento
  • JP 26 de dezembro de 2013
  • AN 22 de novembro de 2013[2]
  • EU 22 de novembro de 2013[3]
Classificação Inadequado para menores de 10 anos i DEJUS (Brasil)[4]
The Legend of Zelda: The Wind Waker HD
The Legend of Zelda: Majora's Mask 3D

The Legend of Zelda: A Link Between Worlds (lit. "A Lenda de Zelda: Uma Ligação Entre Mundos"), conhecido no Japão como Zelda no Densetsu: Kamigami no Triforce 2 (ゼルダの伝説 神々のトライフォース2, Zeruda no Densetsu Kamigami no Toraifōsu Tsū?, lit. "A Lenda de Zelda: Triforça dos Deuses 2"), é um jogo eletrônico para o Nintendo 3DS. O jogo é ambientado no mesmo mundo do jogo de 1991 para Super Nintendo Entertainment System The Legend of Zelda: A Link to the Past, acontecendo seis gerações após os eventos do jogo.[5] O jogo foi lançado em 22 de novembro de 2013 na América do Norte e Europa, e 26 de dezembro no Japão.

Os jogadores assumem o papel de um rapaz chamado Link, cuja tarefa é restaurar a paz no reino de Hyrule, após um malévolo feiticeiro chamado Yuga capturar a Princesa Zelda e fugir atrás de uma fenda para o destruído mundo de Lorule. Yuga quer raptar os Seven Sages (lit. Os Sete Sábios) e usar o seu poder para trazer de volta à vida o Demon King (lit. Rei Demónio), Ganon. É dada a LInk a habilidade de se mesclar com as paredes como uma pintura após obter uma pulseira mágica e encontrar Yuga. Esta nova habilidade permite a Link alcançar áreas anteriormente inacessíveis, além de viajar entre Hyrule e Lorule.

O desenvolvimento conceitual do jogo começou com uma pequena equipa em 2009. Nesta fase, a mecânica da jogabilidade de Link através das paredes teve o seu protótipo. De qualquer forma, o desenvolvimento teve muitos adiamentos, devido à produção do jogo ser completamente parada em finais de 2010, devido aos elementos-base da equipa de produção receberem ordens para trabalharem em projetos diferentes. Um ano depois, o desenvolvimento foi reiniciado e após várias falhas e arremessos do criador da série (Sigeru Miyamoto). O jogo entrou em produção completa em 2012. Mudar as convenções estabelecidas da série tornou-se o principal objetivo dos designers do jogo; isto levou à mudança da estrutura do jogo, permitindo aos jogadores acabarem maior parte das masmorras do jogo de forma livre, não havendo uma jogabilidade linear obrigatório. Também foi apresentado o novo sistema de aluguer de objetos.

Após a estreia, o jogo foi recebido com aclamação da crítica, e já vendeu mais de 2.5 milhões de cópias pelo mundo inteiro, em apenas 5 meses. O áudio, masmorras, design dos quebra-cabeças, estrutura aberta e o nível de dificuldade foram extremamente elogiados. A introdução das novas características tais como a mecânica da fusão com as paredes e o sistema de aluguer de objetos foram bem recebidos, com os críticos a elogiarem a sua integração com a existente fórmula de jogabilidade. O jogo recebeu múltiplos prémios e nomeações.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

The Legend of Zelda: A Link Between Worlds é um jogo de ação-aventura, apresentado em gráficos polígonais de 3D estereotópico, com uma jogabilidade predominantemente experiencidade numa perspetiva de cima-para-baixo. Os jogadores controlam um jovem rapaz chamado Link, que embarca numa aventura para resgatar os Seven Sages e derrotar Yuga, o principal antagonista do jogo. O jogo é ambientado em dois reinos - Hyrule e Lorule - e ambos os jogos possuem uma estrutura de mundo aberto e um layout semelhante, com contraste no estile e tom. A Link Between Worlds é visto como um sucessor do título do Super Nintendo Entertainment System, lançado em 1991: The Legend of Zelda: A Link to The Past, e também apresenta vários aspetos de semelhança com este mesmo. Os mundos de Hyrule e Lorule em A Link Between Worlds são análogos aos do A Link To The Past, sendo estes uma respetiva "cópia" de Hyrule e do Dark World. Um grande número de itens, inimigos, e faixas áudio de A Link To The PastTsão usadas em A Link Between Worlds.

Referências

  1. Brian (15 de novembro de 2013). «Zelda: A Link Between Worlds director worked on plenty of Zelda games, Pikmin, and even Geist» (em inglês). Nintendo Everything. Consultado em 17 de novembro de 2013 
  2. Jordan Mallory (28 de agosto de 2013). «Zelda: A Link Between Worlds and Mario Party: Island Tour hit 3DS Nov. 22» (em inglês). Joystiq. Consultado em 17 de novembro de 2013 
  3. Chris Scullion (1 de outubro de 2013). «Zelda: A Link Between Worlds dated for Europe» (em inglês). Computer and Video Games. Consultado em 17 de novembro de 2013 
  4. «Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação». Diário Oficial da União (Ano CL Nº191): p. 33. 2 de outubro de 2013. ISSN 1677-7042. Consultado em 16 de novembro de 2013 
  5. Cameron Woolsey (8 de agosto de 2013). «New Art and Gameplay Revealed for 'A Link Between Worlds'» (em inglês). Gaming Truth. Consultado em 17 de novembro de 2013 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]