Mundo de Desejos

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O Mundo de Desejos, segundo Max Heindel, é uma dimensão cósmica que está situada entre o Plano Físico e o Mundo do Pensamento. É o local para onde vai o ser humano logo após a morte.

Neste mundo (ou plano) atuariam duas forças - as de atração e as de repulsão - análogas às forças centrífuga e centrípeta do mundo físico. As forças de repulsão são as responsáveis pela dor e pelo sofrimento que o homem sente neste mundo em decorrência dos maus atos praticados em vida, enquanto as forças de atração são as responsáveis pela alegria e bem estar que o ser humano sente, em decorrência dos bons atos.

Este mundo se subdivide em sete regiões, sendo que nas três inferiores (chamadas de Purgatório) atuam as forças de repulsão e nas três superiores (chamadas de Primeiro Céu, ou Paraíso), atuam as forças de atração. A quarta região, intermediária, é o local onde as forças entram em equilíbrio e é o local onde ficam os materialistas justos.

Vale recordar que todo ser humano, segundo Max Heindel, passa por todas as sete regiões antes de ingressar no Mundo do Pensamento, onde começarão os preparativos para a encarnação seguinte.

Na Teosofia[editar | editar código-fonte]

Na Teosofia o Mundo de Desejos também é conhecido como plano astral. Concordando com outras correntes, a Teosofia diz que este é um plano de existência intermediário entre o mundo físico e o mundo mental ou celeste, uma região onde a vida é mais ativa e as formas mais plásticas que no plano físico, formas que estão sujeitas à influência do pensamento. As entidades que aqui vivem - elementais, devas inferiores e pessoas mortas há pouco tempo - podem mudar seu aspecto simplesmente pensando em uma dada forma, sendo sumamente fácil para seres brincalhões ou mesmo malévolos enganar os que não foram preparados para reconhecer tais ilusões. É o reino das emoções e desejos por excelência, onde eles são sentidos em toda sua intensidade sem o efeito amortecedor causado pelo corpo físico mais denso.

Referências[editar | editar código-fonte]

  • Blavatsky, Helena. Glossário Teosófico. São Paulo: Ground, sem data. pp. 388–389.