One Step Closer

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"One Step Closer"
Single de Linkin Park
do álbum Hybrid Theory
Lado B "My December"
Lançamento 28 de setembro de 2000 (2000-09-28)
Formato(s) CD single, fita cassete, vinil
Gravação 2000;
NRG Recording Studios
(North Hollywood, Califórnia)
Gênero(s) Nu metal
Duração 2:35
Gravadora(s) Warner Bros.
Composição Linkin Park
Letrista(s) Brad Delson, Chester Bennington, Joe Hahn, Mike Shinoda
Produção Don Gilmore
Cronologia de singles de Linkin Park

"One Step Closer" é uma canção da banda norte-americana Linkin Park, gravada para o seu álbum de estreia, Hybrid Theory. Foi escrita por Brad Delson, Chester Bennington, Joe Hahn e Mike Shinoda, enquanto sua produção ficou a cargo de Don Gilmore. Gravada no início de 2000 nos NRG Recording Studios, em North Hollywood, Califórnia, a obra era inicialmente nomeada como "Plaster" em sua versão demo, sendo composta após as sessões de gravação do disco, no apartamento de Mike, assim que a banda não conseguiu finalizar um de seus números, intitulado "Runaway". A sua criação foi inspirada pela insatisfação que o grupo sentia em relação a produção do álbum e a Warner Bros. Records, além da constante rejeição de Gilmore às letras que eles compunham. Também serviu como uma resposta para um empresário musical que tentou convencer Chester para uma carreira solo.

Lançada simultaneamente como o single de estreia do Linkin Park e o primeiro foco de promoção de Hybrid Theory, a faixa foi enviada para as rádios norte-americanas em 28 de setembro de 2000. Posteriormente, a Warner Bros. lançou "One Step Closer" a nível mundial em 15 de janeiro de 2001, comercializando o tema em formato compact disc (CD), fita cassete e vinil, este último contendo "My December" no lado B. A obra foi remixada como "1stp Klosr", com a participação de The Humble Brothers e de Jonathan Davis, para a compilação Reanimation. Em termos musicais, a canção deriva do nu metal, e foi notada uma incorporação de elementos da música pop em seu andamento. Liricamente, expressa o sentimento de frustração de alguém que se encontra em seu limite.

Os críticos de música ficaram divididos em suas análises à canção, com alguns elogiando-a como uma das melhores do disco, enquanto outros depreciaram suas letras. Comercialmente, a obra alcançou a septuagésima quinta posição na Billboard Hot 100 dos Estados Unidos, onde a Recording Industry Association of America (RIAA) atribuiu-lhe uma certificação de platina. Obteve um desempenho igualmente moderado no continente europeu, entrando em tabelas de países como a Alemanha, Áustria, Itália, Reino Unido e Suíça. Contudo, foi na Austrália que conquistou sua melhor colocação, conseguindo chegar ao quarto lugar na ARIA Singles Chart, e mais tarde a Australian Recording Industry Association (ARIA) certificou o single com disco de ouro.

Dirigido por Gregory Dark, o vídeo musical acompanhante foi lançado através da iTunes Store no dia 8 de janeiro de 2001. Descrito por Shinoda como "muito verde e muito escuro", o trabalho apresenta a banda tocando a faixa num local subterrâneo, ao passo que monges flutuantes fazem movimentos oriundos de artes marciais, ambos observados secretamente por dois jovens, que terminam por fugir ao serem descobertos. Além de ser um número frequente nas apresentações ao vivo do grupo, "One Step Closer" fez aparições na trilha sonora do filme Dracula 2000, em episódios das séries de televisão ER e Hinter Gittern – Der Frauenknast, e nos jogos eletrônicos Rock Band 2 (2008), Guitar Hero On Tour: Decades (2008) e 8-Bit Rebellion! (2010), este último baseado no próprio Linkin Park. Foi ainda alvo de regravações por parte de outros artistas, como a banda de metalcore Asking Alexandria e o conjunto Richard Cheese, que fez uma paródia da canção.

Antecedentes e desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Eles [a banda] estavam trabalhando em "One Step Closer" — a música foi escrita no estúdio — estavam trabalhando no riff e estavam escrevendo as letras e as músicas estavam fluindo bem. E então chegou a hora de cantar. E Chester canta a música inteira, mas depois temos a ponte, o colapso no meio da música — a parte de "Cale a boca quando eu estou falando com você" — e houve muita coisa indo e vindo, e eles não conseguiam encontrar o que queriam dizer. Havia letras diferentes escritas, nós estávamos dizendo que talvez pudesse ser uma seção musical, e então Mike e Chester entraram com isso e Chester saiu e cantou e foi apenas avassalador. Derrubou as paredes no pequeno forte. Quando ele cantou, literalmente destruiu tudo e quase quebrou o microfone. Estava fora de si. E o resto é história.

— Don Gilmore a explicar a gravação para a ponte da canção.[1]

A banda quando fundada em 1996 era nomeada Xero e integrada pelos guitarristas Brad Delson e Mike Shinoda (também vocalista), o baterista Rob Bourdon, o DJ Joe Hahn, o baixista Dave Farrell e o vocalista principal Mark Wakefield. No ano de formação, eles gravaram seu primeiro material num estúdio improvisado de Shinoda; terminaram por fracassar em obter um contrato. Frustrado com o fracasso, Wakefield abandonou o projeto, e dentre os candidatos para assumir seu posto estava Chester Bennington.[2] Indicado por Jeff Blue, vice-presidente de coordenação da A&R da Zomba Music, Bennington era ex-membro de uma banda então recém-separada chamada Grey Daze. Blue enviou a ele duas fitas do material já gravado do Xero — uma delas contendo os vocais de Wakefield e outra com apenas as faixas instrumentais — pedindo sua "interpretação das músicas". Chester escreveu novas letras e as gravou sobre os instrumentais, enviando as fitas a Blue novamente, e a banda ficou impressionada com sua capacidade vocal, integrando-o ao Xero, que passou a se chamar Hybrid Theory.[3] Sob o novo nome, lançaram de forma independente um extended play (EP) de mesmo nome, mas devido um grupo de música eletrônica galês de nome Hybrid, tiveram de fazer uma mudança para evitar problemas legais, decidindo assim nomear a banda de Linkin Park, em referência ao Lincoln Park, onde costumavam ter encontros.[4][3] Em 1999, o Linkin Park gravou uma fita demo que foi apresentada a várias gravadoras e enfrentou rejeições até por fim naquele ano assinarem com a Warner Bros. Records. A banda conseguiu o contrato por recomendação do vice-presidente da gravadora Jeff Blue, já não mais parte da Zomba Music. Antes da gravação do seu álbum de estreia, o grupo, por ser principiante, teve inicialmente dificuldade em encontrar um produtor musical disposto, contudo, Don Gilmore concordou em liderar o projeto.[4]

Durante as sessões de gravação, por pressão de Gilmore, Chester e Mike chegaram a reescrever alguns temas trinta vezes seguidas; quando Bennington entregava as letras para o produtor, ele as devolvia de imediato, o que deixou o primeiro fora de si.[5] Passando duas semanas seguidas em estúdio, a banda tentara sem sucesso finalizar uma faixa do álbum chamada "Runaway", e, devido sua insatisfação à época relacionada a produção do disco e a gravadora, compuseram no apartamento de Mike uma demo intitulada "Plaster", cujo título acabou alterado para "One Step Closer" por este ser, segundo Shinoda, "talvez um pouco mais descritivo".[6][7] De acordo com o mesmo, o tema foi escrito num momento em que "as coisas [...] estavam ficando um pouco estressantes". "Nós estávamos no final das nossas cordas, por assim dizer", acrescentou. As letras de "One Step Closer" foram ainda inspiradas sobre quando um executivo do meio fonográfico tentou convencer Chester a abandonar a banda para uma carreira solo.[8]

Lançamento e uso na mídia[editar | editar código-fonte]

O tema foi primeiramente enviado às rádios dos Estados Unidos em 28 de setembro de 2000, servindo como o single de estreia da banda e, ao mesmo tempo, como o primeiro foco de promoção de Hybrid Theory.[9] A versão para as rádios norte-americanas, "One Step Closer (Rock Mix)", não possui riscos no toca-discos durante a ponte.[10] Fitas cassete contendo a faixa e "With You" foram o primeiro formato promocional da canção.[11] Em 15 de janeiro de 2001, foi lançada na Europa e Austrália, em um formato de CD single que continha a mesma, seguida de "My December" e "High Voltage" — as quais apareceram somente em edições especias de Hybrid Theory —, e o vídeo musical da obra como conteúdo bônus.[12][13] No Reino Unido, começou a ser comercializada na mesma data, em disco de vinil, com "One Step Closer" no lado principal, e "My December" no lado B.[14] Foi ainda regravada com a participação de The Humble Brothers e de Jonathan Davis, sendo renomeada para "1stp Klosr" e incluída no primeiro álbum de remixes do grupo, Reanimation, lançado em 2002.[15] Posteriormente, esteve presente num mashup com "Points of Authority" e "99 Problems", em parceira com o rapper Jay-Z, gravado para o EP Collision Course (2004).[16]

Ademais, foi utilizada como parte de diversos produtos da mídia. Uma versão inicial da canção serviu, de agosto a novembro de 2000, como tema de Nova no programa ECW.[17] No mesmo ano, a faixa apareceu no filme Das Experiment e na produção cinematográfica Dracula 2000, nesta última integrou ainda sua trilha sonora. Também fez aparição em "On The Beach", vigésimo primeiro episódio da oitava temporada da série ER, e em "Wege Ins Glück", décimo terceiro episódio da décima primeira temporada do seriado alemão Hinter Gittern – Der Frauenknast.[18] O número figurou nos jogos eletrônicos Rock Band 2 e Guitar Hero On Tour: Decades, ambos de 2008,[19][18] e foi incorporado ao conjunto sonoro do jogo do próprio Linkin Park, 8-Bit Rebellion!, cujo lançamento ocorreu em 2010.[20] "One Step Closer" foi inserida, em 2015, no DLC de Rocksmith 2014, um videogame de 2013.[21] Os rappers Aesop Rock e Homeboy Sandman usaram demonstrações da canção em "Get A Dog", do EP Lice (2015), que foi produzido por Mike Shinoda.[22]

Versões de outros artistas[editar | editar código-fonte]

A banda britânica Asking Alexandria algumas vezes apresentou-se ao vivo com a faixa em seu repertório.

Uma das primeiras regravações de "One Step Closer" foi realizada por Deena Noroian (agora Unruly Helga), que introduziu uma variante acústica em seu segundo álbum de estúdio, No Alternative (2000).[23] O conjunto de rock cômico norte-americano Richard Cheese gravou um cover no gênero lounge para Tuxicity (2002), seu segundo projeto.[24] As bandas britânicas de metalcore Asking Alexandria e Yashin realizaram ambas as suas próprias versões; a primeira apresentou ocasionalmente o refrão da faixa em seus concertos ao longo dos anos,[25] enquanto a segunda, em 2012, incluiu-a em seu EP Runaway Train.[26] Em 30 de junho de 2011, o quarteto Far East Movement apresentou-se no festival Isle of MTV em Malta, e, durante a programação, fez um freestyle rap sobre "One Step Closer".[27] O duo eletrônico alemão Solar Fake regravou o tema em seu álbum Reasons To Kill, de 2013.[28] A agrupação Motionless In White apresentou "One Step Closer" durante a sua turnê Apollo X Tour, sucedida no outono de 2015 em conjunto com a banda cristã The Devil Wears Prada. Eles a tocaram novamente em 21 de julho de 2017 no Concrete Street Amphitheatre em Corpus Christi, no Texas, em tributo a Chester Bennington.[29]

Composição e gravação[editar | editar código-fonte]

Demonstração de 30 segundos de "One Step Closer", uma canção nu metal com um refrão "gritado" e elementos pop.

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"One Step Closer" é derivada do gênero nu metal e possui duração de dois minutos e trinta e cinco segundos (2:35), tornando-se a faixa mais curta em Hybrid Theory. Com andamento moderado, a faixa introduz-se com um riff de guitarra e percussão eletrônica, seguidos por uma ponte com guitarras distorcidas, antes que o Bennington entoe os versos de abertura. O refrão "gritado" contém uma progressão de acordes ao estilo Muse, porém mais metálico, segundo o site Sputnikmusic.[30] A revista Rolling Stone notou a presença de toca-discos "rabiscados" em "One Step Closer" e descreveu seu refrão como "no limite entre vulnerabilidade e raiva",[8] enquanto Christian Genzel, do portal AllMusic, mencionou sua mesclagem entre elementos característicos do nu metal e do "pop massivo".[31] De acordo com a partitura musical publicada pela Universal Music Publishing Group, a obra foi composta em uma clave de dó menor com um ritmo de 94 batidas por minuto. Os vocais de Chester abrangem-se entre a nota de mi4 a sol5.[32]

Uma canção raivosa e sobre frustamento, "One Step Closer" têm letras que referenciam o desgastante processo de escrita do disco,[33][6] o que inspirou as linhas "Eu não aguento mais isso / Estou dizendo tudo o que eu disse antes / Todas essas palavras não fazem sentido"[A 1] e o refrão "Tudo que você diz para mim me leva um passo mais perto do limite".[A 2] Na linha "Encontro felicidade na ignorância"[A 3], o intérprete ilustra seu estado de espírito no qual prefere não questionar a si mesmo e suas ações; foi baseada num ditado popular provindo do poema Ode on a Distant Prospect of Eton College, escrito pelo romancista inglês Thomas Gray.[34]

Assim como as demais faixas de Hybrid Theory, a gravação de "One Step Closer" decorreu no início de 2000 nos NRG Recordings Studios, localizados em North Hollywood, na Califórnia.[35] Brad Delson, Rob Bourdon e Joe Hahn forneceram vocais de apoio, enquanto Mike Shinoda contribuiu com vocais, além dos de Bennington, para a obra. Jeff Blue e Andy Wallace encarregaram-se respectivamente de sua produção executiva e sua mixagem, e Scott Koziol foi um músico adicional para o baixo.[36]

Crítica profissional[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
AllMusic 3 de 5 estrelas.[31]

"One Step Closer" obteve uma recepção ambivalente dos críticos musicais, em que alguns elogiaram sua produção, mediante outros a depreciaram, especialmente suas letras. Tom Connick, editor da revista NME, considerou-a parcela do que foi responsável por adentrar "uma geração inteira em sons mais pesados" e "um ponto de entrada para uma cena de rock previamente fechada".[37] Escrevendo para o AllMusic, Christian Genzel pontuou a obra com três dente cinco estrelas, dizendo que não é "significativamente mais cativante ou radiofônica" do que o resto do disco. Por outro lado, o analista acrescentou que se trata de "uma canção pop bem trabalhada que fica na sua cabeça [do ouvinte], mesmo que não crie muita fricção".[31] O site Punknews.org definiu a canção juntamente com "Crawling" como "perfeitas para estranhos do ensino médio e angústia adolescente",[38] uma opinião também compartilhada por Andy Cush, da revista Spin.[39] Dylan Yadav, do Inmortal Reviews, concedeu a "One Step Closer" uma pontuação de 92 em escala de 100, nomeando o riff de abertura do tema como "[possivelmente] um dos mais emblemáticos da época", tal qual o de "Enter Sandman" (1991), do Metallica, e o de "Sweet Child O' Mine" (1988), do Guns N' Roses.[40]

Matt Diehl opinou pela Rolling Stone que "Bennington e Shinoda muitas vezes escorregam em letras grudentas" que "'graças a vozes na parte de trás da minha cabeça' ("Papercut") estão 'um passo mais perto da borda' ("One Step Closer"), sofrendo 'feridas [que] não cicatrizam' enquanto as 'paredes estão se fechando' ("Crawling")". O crítico concluiu: "o Linkin Park frequentemente sai como uma outra música híbrida, "Papercut": podem cortar e cortar, mas não o suficiente".[41] Depois da morte de Bennington, a mesma publicação incluiu "One Step Closer" numa lista intitulada Linkin Park: 12 Canções Essenciais.[8] Mais negativo em sua opinião, David Flaherty escreveu pelo jornal Herald Sun que não se pode "levar a sério" uma banda que se propõe a ser "agressiva" com o verso "Cale a boca quando eu estou falando com você".[42]

Vídeo musical[editar | editar código-fonte]

O vídeo musical acompanhante para "One Step Closer" foi lançado na loja digital iTunes Store em 8 de janeiro de 2001.[43] Além de ter sido incluso no CD single da Austrália e da Europa, também foi disponibilizado através do canal oficial do Linkin Park no YouTube em 5 de março de 2007.[44] A princípio, o material seria retirado de parte de uma apresentação da faixa ao vivo que aconteceu na boate The Roxy em 5 de setembro de 2000. Entretanto, o projeto final acabou tendo a sua direção a cargo de Gregory Dark. O roteiro do vídeo — criado por Joe Hahn — foi filmado em Los Angeles, Califórnia, num túnel subterrâneo abandonado que fica ao lado de um hospital também abandonado. Nas filmagens, Scott Koziol substituiu o baixista da banda, Phoenix, enquanto o mesmo ainda estava em turnê com o The Snax. A obra audiovisual foi descrita por Mike Shinoda como "muito verde e muito escura" e contou com um orçamento baixo.[7]

O videoclipe começa com um grupo de amigos adolescentes passeando em torno de um beco escuro. Dois deles (um do sexo masculino e o outro do sexo feminino) seguem um homem estranho até uma porta que leva a uma sala escura e cheia de neblina onde a banda está tocando. A seguir, os integrantes balançam as suas cabeça simultaneamente em forma de coreografia, e a dupla observa a cena escondida atrás de um caixote. O vídeo mostra ainda figuras estranhas de monges que flutuam e fazem movimentos de artes marciais. Pela metade da música, os jovens batem na caixa, chamando a atenção dos seres flutuantes, levando-os a fugir do local. Então, Chester Bennington canta de cabeça para baixo, como se a gravidade estivesse invertida para ele. Logo após, as cenas finais intercalam-se entre cada um dos monges, a apresentação da banda e o esquisito que surgiu no início.[45]

Faixas e formatos[editar | editar código-fonte]

CD single da Austrália e da Europa[12][13]
N.º Título Duração
1. "One Step Closer"   2:39
2. "My December"   4:21
3. "High Voltage"   3:45
4. "One Step Closer" (vídeo musical) 2:55

Desempenho comercial[editar | editar código-fonte]

Nos Estados Unidos, a primeira aparição de "One Step Closer" numa tabela foi na Mainstream Rock Tracks, onde estreou na 40.ª posição durante a semana de 16 de setembro de 2000.[47] Nas semanas seguintes, foi ascendendo cada vez mais no gráfico, e, em 20 de janeiro de 2001, atingiu o seu pico na quinta colocação,[48] permanecendo nesta até a contagem posterior.[49] Antes de adentar a principal tabela do país, a Billboard Hot 100, listou-se na Bubbling Under Hot 100, a qual é uma extensão da mesma com vinte e cinco posições, e a faixa debutou na décima terceira em 16 de dezembro de 2000. Em 10 de fevereiro de 2001, a faixa estreou na Billboard Hot 100, atingindo a 81.ª colocação,[50] sendo que três semanas depois conquistou a sua melhor posição, o 75.º posto.[51] A obra também adentrou na Alternative Songs, que lista as canções mais tocadas nas rádios de rock moderno norte-americanas, obtendo o 4.º lugar como melhor.[52] Após a morte de Chester Bennington, "One Step Closer", assim como outras do repertório da banda, posicionou-se na Hot Rock Songs, tendo pico no número 14 em 12 de agosto de 2017.[53] Em 4 de agosto do mesmo ano, obteve uma certificação de platina por um milhão de cópias concedida pela Recording Industry Association of America (RIAA).[9]

Na Austrália, debutou na 12.ª posição do ARIA Singles Chart na semana de 11 de fevereiro de 2001. Subiu para 9.ª na publicação seguinte, alcançando o seu ápice duas semanas depois, que foi o posto número 4. Voltou a fazer entrada na parada em 6 de agosto de 2017, no 49.ª lugar.[54] A Australian Recording Industry Association (ARIA) concedeu ao single um disco de ouro pelas 35 mil cópias registradas no país.[55] No Reino Unido, atingiu a posição vinte e quatro como melhor na UK Singles Chart, onde permaneceu por cinco edições.[56]

Notas

  1. No original: "I cannot take this anymore / Saying everything I've said before / All these words they make no sense".
  2. No original: "Everything you say to me takes me one step closer to the edge".
  3. No original: "I find bliss in ignorance".

Referências

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