Burn It Down (canção de Linkin Park)

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"Burn It Down"
Single de Linkin Park
do álbum Living Things
Lado B "New Divide" (Ao vivo)
"In the End" (Ao vivo)
"What I've Done" (Ao vivo)
Lançamento 16 de abril de 2012[1]
Formato(s) CD single,[2] download digital[3]
Gravação Fevereiro de 2012 no NRG Recording Studios em Los Angeles, Califórnia.
Gênero(s) Rock eletrônico,[4] rap rock[5][6]
Duração 3:51
Gravadora(s) Warner Bros., Machine Shop
Composição Chester Bennington, Mike Shinoda
Produção Rick Rubin, Mike Shinoda[7]
Cronologia de singles de Linkin Park
"Not Alone"
(2011)
"Lost in the Echo"
(2012)
Lista de faixas de Living Things
"In My Remains"
(2)
"Lies Greed Misery"
(4)

"Burn It Down" é uma canção da banda americana de rock Linkin Park. É a terceira faixa de seu quinto álbum de estúdio, Living Things. A canção foi composta por Chester Bennington e Mike Shinoda, enquanto a sua produção ficou responsável pelo último juntamente com Rick Rubin.[7] Foi gravada no NRG Recording Studios em Los Angeles na Califórnia e foi lançado como o primeiro single do álbum em 16 de abril de 2012 através das gravadoras Warner Bros. e Machine Shop.[7][8]

A canção acabou sendo bem recebida pela maioria dos críticos. Um deles disse que "há um sentimento familiar que lembra os dias de Hybrid Theory".[9] Outros classificaram como "dançável" ou que "deixa a opção de dançar a noite inteira".[10][11] A maioria elogiou e destacou os versos de Mike Shinoda, exceto Andrew Unterberger da PopDust, chamando-os de "medíocre".[12] Quanto ao seu significado, o próprio Shinoda disse que a canção pode está aberta a múltiplas interpretações.[13]

Comercialmente, conseguiu boas posições na Áustria, nos Estados Unidos, no Japão e dentre outras regiões.[14][15] Obteve uma premiação de disco de platina duplo nos Estados Unidos e platina na Alemanha, Itália e Suíça.[16][17][18][19] Também foi a canção mais tocada da banda nas rádios do Brasil desde 2012, sendo mais executada do que canções como "Numb", "In the End" e "What I've Done".[20]

As filmagens do videoclipe de "Burn It Down" ocorreram em Los Angeles na Califórnia em março de 2012.[21] Sua direção ficou à cargo do DJ Joe Hahn.[22] Em 24 de maio do mesmo ano, a MTV estreou o vídeo da canção[23] e no dia seguinte, a banda publicou em seu canal no YouTube.[24] O vocalista Chester Bennington, comentou que a banda queria "capturar um tipo de elemento vivo", muito semelhante ao modo como eles poderiam apresentá-la ao vivo.[25] O vídeo recebeu duas indicações para o MTV Video Music Awards nas categorias de "Melhor vídeo de rock" e "Melhores efeitos especiais", mas acabaram perdendo contra Coldplay e Skrillex respectivamente.[26][27] Em 17 de maio de 2012, a banda tocou a canção pela primeira vez em um show organizado pela estação de rádio KROQ.[28] Mais tarde, eles se apresentaram em eventos como a Billboard Music Awards, MTV Video Music Awards Japan e no American Music Awards.[29][30][31]

Precedentes e composição[editar | editar código-fonte]

Demonstração de 30 segundos de "Burn It Down". A canção é escrita em D menor, com um ritmo de 112 batimentos por minuto.[32] Os vocais de Chester Bennington vão de D4-A5 na música.[32]

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"Burn It Down" foi composto por Chester Bennington e Mike Shinoda, enquanto a sua produção foi responsável pelo último juntamente com Rick Rubin.[7] A banda gravou a canção em fevereiro de 2012 no NRG Recording Studios, localizado em Los Angeles, Califórnia.[33][34] Durante as sessões de gravação, o seu título de trabalho foi "Buried at Sea", mas depois decidiram mudá-lo para "Burn It Down".[33][34] Bennington e Shinoda começaram a composição do Living Things enquanto ainda estavam em turnê promovendo o álbum A Thousand Suns.[35] Em julho de 2011, numa entrevista à revista Rolling Stone, Bennington comentou dizendo: "Mike e eu estamos em nossos estúdios de gravação. [...] estamos trabalhando em novas canções enquanto saímos de carro a caminho do hotel e também quando estamos em casa".[35] Na mesma entrevista, ele disse que a banda tinha a intenção de lançar um álbum a cada dezoito meses e ficaria muito surpreso se eles não publicassem o sucessor de A Thousand Suns ainda em 2012.[35]

Linkin Park durante um show no A Thousand Suns Tour em 2011.

Mais tarde, em 28 de março de 2012, Shinoda publicou através de sua conta no Twitter a data de lançamento do primeiro single de Living Things.[36] Ele também fez o anúncio da canção através de um vídeo publicado pelo canal da banda no Youtube.[37] Antes de seu lançamento, Bennington explicou em uma entrevista o porque da escolha de "Burn It Down" como o primeiro single. Ele disse que representava tudo o que eles queriam alcançar com o seu próximo álbum, "uma combinação forte do passado da banda com o seu presente eletrônico".[38] Ele também comentou que a canção "tinha muita energia e uma melodia eletrônica muito forte e se destacava das outras".[38] Dias antes de seu lançamento, uma pré-visualização de trinta segundos da canção foi lançado no site do CHDI, uma estação de rádio canadense.[39] A canção foi lançada em 16 de abril de 2012 como o primeiro single de Living Things, através das gravadoras Warner Bros. e Machine Shop.[40] No mesmo dia, eles tiveram uma entrevista com a estação de rádio KROQ, localizado em Los Angeles. Nessa entrevista, Shinoda explicou o significado da canção, dizendo que poderia ser aberto a múltiplas interpretações.[13] Ele explicou da seguinte maneira: "É como o que acontece na cultura pop, onde eles criam alguém para ser a próxima 'ótima descoberta', e acabam destruindo-o no final do dia, e nós vivemos isso. Então eu acho que há muita energia pessoal que entrou na conexão dessa história".[13]

Lançamento e promoção[editar | editar código-fonte]

Em 28 de março de 2012, Mike Shinoda anunciou que o primeiro single de seu futuro álbum seria uma canção chamada "Burn It Down".[36][41] Em 5 de abril, a banda lançou uma série de quebra-cabeças deslizantes em seu site oficial para desbloquear trechos da canção. O último quebra-cabeça foi concluído em 11 de abril de 2012, mostrando de forma desorganizada a arte da capa.[42] Outro jogo foi lançado, no qual a capa do álbum foi finalmente revelada.[43] Uma pré-visualização de 30 segundos da canção foi lançada pela estação de rádio do CHDI, chamada SONiC 102.9.[39] A canção estreou no dia 16 de abril de 2012 em numerosas estações de rádio de rock moderno.[44] Mais tarde, eles se juntaram à equipe da Lotus F1 para criar um aplicativo de iPad de corrida musical chamado Linkin Park GP, onde os jogadores dirigem uma Lotus E20 e interagem com um ambiente que permite ao jogador criar um remix de "Burn It Down", além de ampliar as seções individuais da canção.[45] O Linkin Park GP foi lançado em 24 de maio de 2012.[45] Em 4 de setembro de 2012, "Burn It Down", juntamente com "Breaking the Habit", "Shadow of the Day" e "New Divide", foram lançados no "Linkin Park Pack 02" como conteúdo para download do jogo eletrônico musical, Rock Band 3.[46]

Em junho de 2015, a Nintendo of America lançou um vídeo da canção em 3D como um dos últimos lotes de vídeos no aplicativo de 3DS, Nintendo Video.[47][48]

Performances ao vivo[editar | editar código-fonte]

A primeira apresentação televisiva de "Burn It Down" foi realizada no MGM Grand Las Vegas, na Billboard Music Awards de 2012.

Em 17 de maio de 2012, a banda performou a canção pela primeira vez em um show organizado pela estação de rádio KROQ.[28] Eles tocaram na frente de cerca de cem pessoas, juntamente com "New Divide", "Given Up", "Papercut", "Waiting for the End" e "Faint".[28] No dia seguinte, eles realizaram um show íntimo exclusivo para membros do LP Underground (fã clube oficial da banda).[49][50] O mesmo foi realizado no House of Blues, localizado em West Hollywood, Califórnia.[49] Dois dias depois, eles tocaram na Billboard Music Awards de 2012 para promover a canção.[29] No tapete vermelho, um repórter do The Hollywood Reporter entrevistou Shinoda e comentou a apresentação da banda nos prêmios: "[Nossa apresentação] esta noite é quase como uma prévia do que será o vídeo. Ninguém realmente viu isso ainda".[51] A banda também performou "Burn It Down" no MTV Video Music Awards Japan de 2012, juntamente com "Numb" e "Lies Greed Misery".[30][52][53]

Em 19 de junho de 2012, eles participaram do evento Rio+Social para intervir num debate dinâmico sobre o poder da música, jogos e redes sociais, com o objetivo de abordar alguns dos desafios mais prementes da sustentabilidade global.[54] O baixista David Farrell comentou sobre a questão: "Acreditamos que os jovens hoje são cidadãos do mundo e estão melhor conectados e informados do que qualquer outra geração. [...] Rio+Social é uma oportunidade histórica que permite que os jovens participem da discussão global sobre questões críticas, como a sustentabilidade global de uma maneira que não era possível antes".[54] Mais tarde, nesse evento, a banda fez uma apresentação dedicada ao movimento "Power the World", onde tocaram "Burn It Down", além de canções de seus álbuns anteriores.[55] Em 29 de junho de 2012, eles se apresentaram no evento X Games, onde "Burn It Down" fazia parte do repertório.[56] Eles também se apresentaram no programa americano Jimmy Kimmel Live!, onde também tocaram "Lies Greed Misery", "New Divide" e "Faint".[57][58] Em 22 de setembro de 2012, fizeram uma apresentação no iHeartRadio Music Festival, e tocaram "Burn It Down" com "Lost in the Echo" do álbum Living Things, como também outras canções dos álbuns Hybrid Theory, Meteora, Minutes to Midnight e A Thousand Suns.[59] Em 18 de Novembro de 2012, a banda tocou a canção no American Music Awards.[31]

Recepção da crítica[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
Artistdirect 5 de 5 estrelas.[10]
Billboard (misto)[60]
Loudwire (positivo)[61]
PopDust (misto)[12]
Rolling Stone 3 de 5 estrelas.[11]
Spin (positivo)[62]

A canção acabou sendo bem recebida pela maioria dos críticos. Nick Catucci da Rolling Stone comentou que "Chester Bennington descomprime, mais uma vez, a sua propensão para ferrar as coisas. Antes de se concentrar no uivo e angústia exigido por um refrão do Linkin Park, Bennington oferece um dos seus mais belos versos." Ele também mencionou que "Shinoda e Bennington abraçaram de fato a música eletrônica".[11] Rick Florino da Artistdirect, deu cinco estrelas de cinco e nomeou a canção como "uma das faixas mais incendiárias de 2012". Ele também disse que: "A canção é um clássico do Linkin Park. [...] Bennington parece impecável em seus versos, seguido por Rob Bourdon com um ritmo de 'arrogância dançável'". Ele também destacou os versos de Mike Shinoda dizendo: "Explode através de um vigoroso golpe lírico afirmando: "I played soldier, you played king".[nota 1] Shinoda exerce a delicadeza de um lutador quando está atrás do microfone e seu rap é ainda mais poderoso do que nunca".[10]

A revista Billboard, em uma revisão faixa-por-faixa do Living Things, chamou os versos de rap de Shinoda como "mancados", mas elogiou os vocais de Bennington dizendo que "atravessam de certa forma, a sua verdadeira identidade".[60] Chris Martins, da revista Spin, descreveu a canção como "seca mas ainda boa e o pulso das guitarras e sintetizadores estão irreparavelmente juntos".[62] AOL Radio classificou "Burn It Down" como a melhor canção de rock e a segunda melhor canção alternativa de 2012, definindo-a como "um exemplo perfeito de como o Linkin Park conseguiu se manter relevante e se tornar uma das bandas de rock mais populares de hoje".[63][64]

Anne Erickson, da Loudwire, observou que "'Burn It Down' integra novos sons em sua música, mas ao mesmo tempo há um sentimento familiar que se remonta aos dias de Hybrid Theory." Ela também elogiou os vocais de Bennington e Shinoda, dizendo que "a canção está dominada por ritmos, riffs e raps, mergulhada num mar de uma atmosfera eletrônica".[61] Andrew Unterberger, da PopDust, foi misto em sua crítica, chamando a canção de "digno sucessor dos singles 'What I've Done' e 'The Catalyst'", no entanto, criticou os versos de Shinoda: "A única parte em que a canção realmente está com problemas é com os versos de Mike Shinoda. [...] Suas letras medíocres não estão ajudando, é triste ver o subestimado Shinoda perder a sua importância na banda".[12] Em uma análise negativa, Jeff Sorensen da The Huffington Post, comentou dizendo: "O começo de 'Burn It Down' não faz sentido. Nada se junta e são apenas palavras. É como se estivessem folheando um dicionário e colocando alguns riffs de guitarra por cima".[65]

Videoclipe[editar | editar código-fonte]

A cena final do videoclipe da canção, mostra os membros da banda realizando algo próximo de um Mannequin Challenge.[66]

A filmagem do videoclipe de "Burn It Down" ocorreu em Los Angeles na Califórnia, em março de 2012.[21] No final do mês, Dave Farrell confirmou através do Twitter que Joe Hahn seria seu diretor.[67] No dia anterior ao lançamento do single, o canal do Linkin Park no YouTube publicou um vídeo com a letra da canção.[68] Antes de seu lançamento, o seu videoclipe poderia ser visto em uma reivindicação na promoção dos Playoffs da NBA de 2012, a qual canção foi utilizada.[69] Em uma entrevista que a MTV fez com Bennington, ele notou a semelhança do vídeo em relação a suas apresentações ao vivo: "Estamos realmente tentando capturar um tipo de elemento vivo, simplesmente, tocando 'Burn It Down', muito parecido com a forma como podemos apresentá-lo ao vivo".[25] Finalmente, em 24 de maio de 2012, a MTV estreou o videoclipe da canção, que dia seguinte, esteve disponível no canal no Youtube da banda.[23]

Após o seu lançamento, o videoclipe recebeu aclamação dos críticos. Perri Tomkiewicz, da Billboard, disse: "Embora não tenha qualquer argumento coerente ou narrativo, este vídeo não convencional enfoca um aspecto visual completamente sintético, mostrando apenas a banda em uma sala eletricamente carregada". No final, ele comentou que "é simples, porém impressionante".[70] James Montgomery da MTV disse: "Cheio de vanguarda, efeitos digitais, é um vídeo levado ao limite absoluto. [...] Quando os membros da banda explodiram em chamas, você não pode parar de se perguntar se eles acabam espontaneamente queimando".[71] Childers Chad da Loudwire descreveu o vídeo como "uma performance não muito padrão, com os membros da banda em uma sala sufocante cheia de luz e energia que vai se intensificando à medida que o vídeo progride".[72]

O videoclipe de "Burn It Down" recebeu duas indicações para o MTV Video Music Awards de 2012. Os prêmios foram realizados no Staples Center em Los Angeles.

O videoclipe recebeu duas indicações para o MTV Video Music Awards de 2012, que foi realizado no Staples Center em Los Angeles. Foi nomeado nas categorias de "Melhor vídeo de rock" e "Melhores efeitos especiais", mas acabaram perdendo ambos os prêmios contra "Paradise" de Coldplay e "First of the Year (Equinox)" de Skrillex.[26][27] O videoclipe da canção foi classificado em número 11 em uma enquete da Fuse TV dos 40 melhores vídeos de 2012.[73]

Concurso[editar | editar código-fonte]

Depois de publicarem o vídeo, a banda juntamente com a Warner Bros. Records, realizaram um concurso onde os fãs tiveram a oportunidade de criarem um vídeo para a canção no qual poderiam utilizar fragmentos do original, além de aplicar sua "criatividade e originalidade".[74] Em 6 de julho do mesmo ano, o Linkin Park, a Warner Bros Records e a Genero.tv foram responsáveis por escolher o vencedor, enquanto a MTV se responsabilizou à revelá-lo.[75] O vencedor foi uma equipe canadense composta por Alex Draghicescu, Greg Crompton, Tamsin Baker, Robert Allison, Ashley Summers e Greg Gillespie, que receberam um prêmio de 5.000 dólares.[76]

Desempenho comercial[editar | editar código-fonte]

"Burn It Down" obteve uma boa recepção comercial em todo o mundo. Na América do Norte, a canção conseguiu entrar em várias paradas no Canadá e nos Estados Unidos. Na semana de 5 de maio de 2012, o single estreou na 30ª posição na Billboard Hot 100, sendo a sua posição máxima.[14] A canção também entrou na décima primeira posição na Digital Songs com aproximadamente 115.000 vendas digitais, marcando a segunda melhor estreia da semana atrás de "Payphone" de Maroon 5.[77] Na mesma semana, ele entrou nas tabelas da Alternative Songs e na Rock Songs nas posições de número seis e dois, atingindo a marca de 12 milhões de ouvintes em 119 rádios.[78][79] Na Alternative Songs, a canção atingiu o topo da tabela em 4 de agosto de 2012, onde permaneceu por uma semana.[80] Dessa forma, tornou-se a décima primeira canção número um da banda naquela tabela.[81] Da mesma forma, na Rock Songs, obteve o número um e permaneceu naquela posição durante onze semanas não consecutivas.[82] Posteriormente a canção entrou na Pop Songs e Adult Pop Songs alcançando as posições vinte e quatro e dezessete, respectivamente.[83][84] Em fevereiro de 2013, a RIAA deu uma certificação de platina depois de mais de um milhão de downloads digitais.[16] Posteriormente, em 4 de agosto de 2017, a canção obteve a sua certificação de platina dupla.[16] No Canadá, também teve uma boa recepção, alcançando a posição de número trinta e três no Canadian Hot 100 e ficando por 20 semanas nessa tabela.[85]

Na Europa, a canção foi um grande sucesso. Na Alemanha, atingiu a segunda posição na German Singles Chart e permaneceu nessa tabela por seis semanas.[86][85] Também se tornou a melhor posição da banda nesse país, batendo "Numb/Encore", "What I've Done" e "New Divide", que atingiram a quarta posição.[87][88][89] Devido ao seu sucesso, foi certificado como disco de platina pela BVMI ao vender mais de 300.000 cópias.[17] Na Áustria, a faixa estreou na décima oitava posição na Ö3 Austria Top 40. Em sua décima semana ele alcançou a posição número dez.[90] Nesse país, a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) certificou-o com um disco de ouro depois de vender mais de 15.000 cópias.[91] Na região de Flandres, na Bélgica, atingiu a posição de número seis na Ultratip 50, enquanto na região da Valônia alcançou a 20ª posição.[92][93] Depois de oito anos, a banda entrou pela terceira vez na Hitlisten da Dinamarca na 37ª posição.[94] Na Escócia, estreou na posição 28, na semana de 22 de abril de 2012.[95] No Reino Unido, a canção estreou na UK Singles Chart e UK Digital Chart na posição vinte e sete e trinta e um, respectivamente.[96] Também alcançou o primeiro lugar na UK Rock Chart.[97] Por outro lado, na Suíça alcançou a 12ª posição e recebeu um disco de platina depois de vender 30 mil cópias.[98][19]

Nas tabelas de fim de ano de 2012, a canção ganhou ficou em número cem na Billboard Hot 100, oitenta e nove na Pop Songs, três na Rock Songs, dez na Alternative Songs e doze na Mainstream Rock Tracks.[99][100][101][102][103] Na Europa, terminou o ano na 20ª posição na Alemanha, 49ª na Áustria, 96ª na região de Valônia da Bélgica e na 59ª posição na Suíça.[104][105][106][107]

Faixas e formatos[editar | editar código-fonte]

Download digital[3]
N.º Título Duração
1. "Burn It Down"   3:51
Download digital – Single europeu • Burn It Down EP[2][108]
N.º Título Duração
1. "Burn It Down"   3:51
2. "New Divide" (Ao vivo) 4:29
3. "In the End" (Ao vivo) 3:39
4. "What I've Done" (Ao vivo) 4:04
Single japonês[109]
N.º Título Duração
1. "Burn It Down"   3:51
2. "New Divide" (Ao vivo) 4:29
3. "In the End" (Ao vivo) 3:39

Desempenho nas tabelas musicais[editar | editar código-fonte]

Precessão e sucessão[editar | editar código-fonte]

Precedido por
"Little Talks" por Of Monsters and Men[125]
Single número um na Alternative Songs
4 de agosto de 2012 — 11 de agosto de 2012[126]
Sucedido por
"Some Nights" por Fun[127]
Precedido por
"Live to Rise" por Soundgarden[128]
Single número um na Mainstream Rock Tracks
30 de junho de 2012 — 7 de julho de 2012[129]
Sucedido por
"You're a Lie" por Slash[130]
Precedido por
"The Swarm" por You Me at Six[131]
Single número um na Rock Chart do Reino Unido
22 de abril de 2012 — 12 de maio de 2012[132]
Sucedido por
"Iris" por Goo Goo Dolls[133]
Precedido por:
"Somebody That I Used to Know" por Gotye e Kimbra[134]
Single número um na Rock Songs
26 de maio de 2012 — 4 de agosto de 2012[135]
Sucedido por:
"Oh Love" por Green Day[136][137]
Precedido por:
"Oh Love" por Green Day[136]
Single número um na Rock Songs
11 de agosto de 2012 — 18 de agosto de 2012[138]

Certificações[editar | editar código-fonte]

País (Certificador) Certificação Vendas
 Alemanha (BVMI)[17] Platina 300.000
 Áustria (IFPI)[91] Ouro 15.000
 Dinamarca (IFPI Dinamarca)[139] Ouro (ST)
 Estados Unidos (RIAA)[16] 2× Platina 2.000.000
 Itália (FIMI)[18] Platina 30.000
Suíça (IFPI)[19] Platina 30.000

Créditos e pessoal[editar | editar código-fonte]

Créditos adaptados através do Tidal.[140]

Linkin Park
Produção
  • Rick Rubinprodução
  • Mike Shinoda – produção, engenharia de som
  • Brad Delson – produção adicional
  • Ethan Mates – engenharia de som
  • Andrew Hayes – assistência técnica
  • Jerry Johnson – técnico de bateria
  • Ryan DeMarti – coordenação de produção
  • Manny Marroquin – mixagem
  • Chris Gallandm Del Bowers – assistente de mixagem
  • Brian "Big Bass" Gardner – masterização de áudio

Notas

  1. Em português: "Fiz papel de soldado, você de rei."

Referências

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  132. Abaixo a lista das 3 semanas consecutivas da canção em número 1.
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  135. Abaixo a lista das 10 semanas consecutivas da canção em número 1.
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Letra da canção no letras.mus.br