República de Cabinda

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
'
Republic of Cabinda
République du Cabinda
República de Cabinda'
Bandeira proposta da República de Cabinda.gif
Cabinda3.gif
Bandeira de Cabinda
Hino nacional: "A Pátria Imortal"

Localização de Cabinda

Área da República de Cabinda
Capital Cabinda
Cidade mais populosa Cabinda
Língua oficial Português

A República de Cabinda é um estado reconhecido apenas pela FFSA (Federação dos Estados Livres da África - inglês Federation of Free States of Africa) e pela UNFS (União de Estados Livres - inglês Union of Free States), mas que não tem existência real, uma vez que Cabinda é de jure e de facto uma província de Angola.

Representação[editar | editar código-fonte]

Bandeira da Frente de Libertação de Estado de Cabinda

A República de Cabinda tem como seu representante a Frente para a Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC), que aderiu à Organização das Nações e Povos Não Representados (UNPO), uma associação que representa povos e nações não reconhecidas pela ONU, passando dessa forma a ser o representante da República de Cabinda perante esta entidade.[1]

Também faz parte da Federação de Estados Livres de África (Federation of the Free States of Africa, FFSS), uma federação que reúne estados africanos, reconhecido pela UNFS.[2] Geograficamente este território, originalmente chamado "Congo Português", esteve territorialmente ligado a Angola até à Conferência de Berlim, quando Portugal foi forçado a ceder à Bélgica uma faixa substancial do Sul do território, ao longo do Rio Congo, para facilitar o acesso do então Congo Belga ao mar. Na mesma altura Portugal agregou Cabinda administrativa e politicamente a Angola. Cabinda tornou-se deste modo um distrito de Angola colonial, passando depois da independência de Angola ao estatuto de província.

Governo[editar | editar código-fonte]

O governo de Cabinda, no exílio, é federativo e é constituído por: Presidente (Antonio Luis Lopes), Primeiro Ministro (Patrick Lola), Ministro dos Negócios Estrangeiros (Francisco Bilendo), Ministro da Segurança do Interior (Mateus Boma), Ministro da Defesa (Pancrácio Bungo Lubengo), Ministro do Petróleo (Simão Pedro Nkueka)[3] Tem também previsto na sua constituição, um futuro parlamento constituído por: Conselho de Segurança Nacional, Câmara Alta e Câmara dos Deputados[4]

Forças Armadas de Cabinda[editar | editar código-fonte]

Patch do SIC - Serviço de Informações de Cabinda
Patch do SIC - Serviço de Informações de Cabinda

As Forças Armadas de Cabinda são compostas por cerca de 800 homens, sendo majoritariamente voluntários recrutados dentre os cidadãos de Cabinda, embora existam também voluntários estrangeiros, em número reduzido, limitados quase exclusivamente ao SIC - Serviço de Inteligência de Cabinda. A hierarquia militar segue de perto o padrão de Angola, com o Presidente (Antonio Luis Lopes) [3] como General de Exército, seguido por oficiais-generais, oficiais-superiores e subalternos, praças e graduados.[4]

Hierarquia Militar das Forças Armadas de Cabinda
Hierarquia Militar das Forças Armadas de Cabinda

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Página da República de Cabinda na UNPO». UNPO. Consultado em 29 de dezembro de 2010 
  2. «Página oficial da FFSA». FFSA. Consultado em 29 de dezembro de 2010 
  3. a b http://www.cabinda.org/governo.htm
  4. a b «Página oficial do governo da República de Cabinda». República de Cabinda. Consultado em 29 de dezembro de 2010. Arquivado do original em 11 de abril de 2012 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]