Sekhmet

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Sekhmet
S42 Aa1
t
B1
Nascimento
adorada em Mênfis
Parentesco , Hathor, Bast, Serket, Shu,Tefnut
Cônjuge Ptah
Filho(s) Nefertem
Estátua de Sekhmet

Na mitologia egípcia Sekhmet,[1] Sachmet, Sakhet, Sekmet ou Sakhmet ("a poderosa") é a deusa da vingança e das doenças para os egípcios antigos. O centro de seu culto era na cidade de Mênfis e pode estar relacionada á Deusa nórdica Syn guardadora dos portões dimensionais.

Muitas vezes é confundida com Bastet, embora tenha outra conotação neste caso.

Sua imagem é uma mulher coberta por um véu e cabeça de leão ou para contemporâneos uma linda mulher com uma máscara-elmo em cores preto e o vermelho vivo. Muito temida no Antigo Egito, sendo ela o símbolo da punição (reajuste) de .

, o Deus-Sol enviou Sekhmet (um possível aspecto predatório de Hathor) para destruir os humanos que conspiravam contra ele. Contudo, absorta em furor de justiça, Sekhmet foi levada fluentemente a punir a outros humanos que maculavam ao planeta. Dessa forma, encontrando mais e mais humanos corrompidos, se envolveu ferozmente até que Rá (o Cristo-sol em uma linguagem sincrética) utilizou-se de uma estratégia para lhe amansar. Sekmet é aquela que aplica a justiça de um ângulo que favorece aos que mantém o bom caráter. Em suma, Sekmet e Rá estão dentro do ser humano durante a sua vida, uma vez que são as consciências macrocósmicas que estão presentes dentro do microcosmo humano. Dessa forma vemos que Rá e Sekmeth se complementam.

História[editar | editar código-fonte]

Possui força e coragem, e tem como missão proteger o deus Rá e o faraó que simbolizam as pessoas de caráter crístico, isto indica também que Sekmeth sempre estará olhando a favor dos governantes que governam para o bem de todos.

Certa vez, Rá ordenou a Sekhmet que castigasse a humanidade por causa de sua desobediência. A deusa executou a tarefa com tamanha fúria que o deus Rá precisou embebedá-la com vinho, pela semelhança de sua cor com sangue, para que ela não acabasse exterminando toda a raça humana.

E uma das formas da deusa Hathor, que abraçou o deus , absorvendo sua força, e sob a aparência de uma leoa desceu à terra para destruir a humanidade.

A Lenda[editar | editar código-fonte]

Conta-se que Rá cansou-se dos pecados dos homens então criou a deusa para punir aqueles que deviam ser punidos. No entanto Sekhmet não teve controle tomando gosto pelo sangue corrupto foi além do planejado por Rá. Desesperados, os seguidores de pediram ajuda ao deus e, para solucionar a situação o deus estratego causou o amansamento á Sekmeth.

Os egípcios tiveram a ideia de fazer uma bebida da cor do sangue e embebedaram a deusa. Sendo assim ela adormeceu e pode ser recolhida por .

Poderes[editar | editar código-fonte]

Ela é a patrona dos médicos e traz a cura para os males que ela própria é capaz de causar.

Culto[editar | editar código-fonte]

Venerada nos santuários de Mênfis como esposa de Ptah.

Iconografia[editar | editar código-fonte]

Representada por uma mulher com cabeça de leoa.

Família[editar | editar código-fonte]

Seu marido era Ptah (posteriormente Ptah-Seker) e com ele o filho Nefertem.

Signo[editar | editar código-fonte]

As pessoas nascidas sob o signo de Sekhmet são ousadas e corajosas. Adoram enfrentar novos desafios, mas pecam pela falta de obstinação. Aliás, é comum iniciarem algum projeto animadamente e o abandonarem justamente quando ele começa a dar frutos, ou seja, quando deixa de representar um risco e se torna previsível. Isso também se aplica aos relacionamentos: a paixão é sua grande busca. Exuberantes, enérgicas, um tanto autoritárias, as pessoas de Sekhmet precisam aprender a arte da diplomacia e da tolerância. Também é importante que controlem a agressividade, pois essa característica pode assumir proporções extremas.

Referências

  1. «Sekhmet». Dictionary.com. Random House. 2012.