Crença religiosa

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde janeiro de 2010).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoYahoo!Bing. Veja como referenciar e citar as fontes.
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde janeiro de 2010).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.

A crença religiosa é um dos pilares do monoteísmo (judaísmo, cristianismo e islamismo). Mais exigente no segundo, devido ao dogma do único caminho e única verdade atribuídos a Jesus de Nazaré. Já a doutrina de Maomé admite o judaísmo e o cristianismo como religiões verdadeiras, embora obsoletas em relação ao Islã. Posteriormente teólogos islâmicos admitiram o zoroastrismo na lista.

Segundo a teologia cristã e muçulmana, a ausência de nos preceitos da religião garante ao infiel a danação eterna após a morte na forma de permanência irrevogável de sua alma no Inferno.

Conceito[editar | editar código-fonte]

A crença pode ser considerada uma submissão voluntária a uma verdade maior, simples indiscutível como "provado" e, portanto, não sujeito às decisões da razão. Na total confiança na verdade da revelação contida nos textos sagrados e nos depoimentos dos profetas, como verdadeira "Palavra de Deus". Como tal, a palavra de Deus é a maior expressão de cada possível objeto de crença possível para o homem, expresso na "religião" que traz na alma humana.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]