Guarará

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Município de Guarará
Escola Municipal Ferreira Marques

Escola Municipal Ferreira Marques
Bandeira de Guarará
Brasão de Guarará
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 5 de dezembro
Fundação 5 de dezembro de 1890
Gentílico guararaense
Prefeito(a) Lair Silvas (PRB)
(2009–2012)
Localização
Localização de Guarará
Localização de Guarará em Minas Gerais
Guarará está localizado em: Brasil
Guarará
Localização de Guarará no Brasil
21° 43' 55" S 43° 02' 16" O21° 43' 55" S 43° 02' 16" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Zona da Mata IBGE/2008 [1]
Microrregião Juiz de Fora IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Bicas, Mar de Espanha, Maripá de Minas e Pequeri
Distância até a capital 294 km
Características geográficas
Área 88,589 km² [2]
População 3,929 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade 0,04 hab./km²
Altitude 587 - 743 m
Clima Tropical de altitude CWA
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,75 alto PNUD/2000 [4]
PIB R$ 24 285,750 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 5 890,31 IBGE/2008[5]
Página oficial

Guarará é um município brasileiro do estado de Minas Gerais[6] Sua população estimada em 2004 era de 4.347 habitantes.

O Capitão Domingos Ferreira Marques e a esposa Dona Feliciana Francisca Dias
Prédio histórico da antiga Cadeia de Guarará, construído em 1889.
Praça Coronel Afonso Leite, com coreto e chafariz. Inaugurada em 1916 é um cartão postal da cidade

.

Prédio de arquitetura antiga, onde funciona a Câmara do Município e cuja fundação se deve ao intendente Coronel Joaquim José de Souza..

Localização[editar | editar código-fonte]

Guarará ao lado de Bicas; Descoberto; Mar de Espanha; Maripá de Minas; Pequeri; Rochedo de Minas e Senador Cortes, pertence à sub-região de São João Nepomuceno. [7] [8]

História[editar | editar código-fonte]

Primórdios[editar | editar código-fonte]

Os dados precisos e concernentes à origem do nome da localidade Guarará, remontam aos aborígenes, todavia são escassos, ficando somente o que se depreende da tradição e, assim mesmo sem informações precisas. Geograficamente a parte do território mineiro onde está inclusa Guarará, oficialmente pertencia à Vila de Barbacena, criada em 14 de agosto de 1791 pelo Governador da Capitania, o Visconde de Barbacena.

Em 4 de outubro de 1818 a câmara de Barbacena recebeu autorização do governador D. Manuel de Portugal e Castro para criar distrito na capela de São João Nepomuceno, no sertão do Rio Novo, com um vasto território que incluía as terras onde hoje é Bicas, Guarará, etc. Desde aí alguns sesmeiros começaram a fixar-se na região, eram eles, entre outros, Domingos Ferreira Marques, Antônio Henrique de Souza, Antônio Marques Moreira e Manoel de Souza Ferreira. A região havia deixado a extração de minérios e se voltara para a agricultura e a pecuária, conforme o regime das sesmarias. Em 20 de julho de 1828, o sesmeiro Domingos Ferreira Marques, inspirado pela esposa Feliciana Francisca Dias Marques, devota do Divino Espirito Santo, doara quarenta alqueires de terra para o patrimônio de uma capela de Aplicação, conforme escritura lavrada em 20 de julho de 1828, perante os testemunhos de João Gomes de Oliveira e Laureano Rodrigues de Queriroz. Formou-se o curato e a construção de uma capela-mor foi iniciada. O curato, foi denominado Curato do Espírito Santo.[9] Domingos Ferreira Marques, era titular da sesmaria no sertão do Rio Novo, a a qual recebeu em doação em 16 de outubro de 1818.[10] [11] Ao redor da capela cresceram as construções das primeiras residencias e, com eles, surgiu um povoado ou arraial. Os primeiros moradores foram Domingos Ferreira Marques, Gervásio da Silva Pinto, José Antônio de Oliveira, João de Araújo Moreira, Maria Vitória, Maria Joana Ribeiro, comendador José Joaquim Monteiro de Castro, João José Monteiro Bastos, José Pires, José Ferreira Maciel, Manoel José da Silva, Fortunato Ribeiro e Felisberto Henrique de Souza. Com o crescente desenvolvimento o arraial passaria, mais tarde, a denominar-se Espírito Santo de Mar de Espanha.

À época a região, inserida no Vale do Rio Pomba, estava sob a jurisdição do município do Pomba, cujo presidente da Câmara era o fazendeiro Major Manoel de Oliveira e o Vice-Presidente era o Padre Manoel Antônio Brandão. [12] A região então abarcava um imenso território:[13]

“Todo o vale do Rio Pomba até a sua foz no Paraíba, inclusive Santo Antônio de Pádua (hoje município fluminense) pertencia naquele tempo ao município do Pomba, que contava então com os seguintes distritos: Pomba (sede da vila); Santa Rita do Turvo (Viçosa); Presídio (Visconde do Rio Branco); Ubá; São José do Paraopeba (Tocantins); Santo Antônio do Porto (Astolfo Dutra); Dores do Turvo; Conceição do Turvo (Senador Firmino); Mercês; Bonfim (Aracitaba); São José do Paraíba; Madre de Deus do Angu (Angustura); Cágado (Mar de Espanha); Espírito Santo (Guarará); São João Nepomuceno; Conceição do Rio Novo; Descoberto; Tesouro do Feijão Cru (Leopoldina); Santa Rita da Meia Pataca (Cataguases) e São José do Barroso (Paula Cândido).”

Em 1 de abril de 1841, pela lei mineira de nº 202 a povoação de São João de Nepomuceno é desmembrada do Pomba e seu território passou a abranger os seguintes distritos: da sede; Conceição do Rio Novo, Santíssima Trindade do Descoberto, Rio Pardo (Argirita), Espírito Santo (Guarará), Nossa Senhora das Mercês do Cágado (Mar de Espanha), São José do Paraíba (Além Paraíba), Nossa Senhora Madre de Deus (Angustura), Porto de Santo Antônio (Astolfo Dutra), Soledade e Santo Antônio do Chiador, São Pedro do Pequeri e Feijão Cru (Leopoldina).[14]

Em 5 de outubro de 1851, pela lei mineira de nº 545, o curato do Cágado foi elevado a paróquia e, com isso, ocorre então o desmembramento de Mar de Espanha de São João Nepomuceno e em 3 de novembro do mesmo ano a câmara municipal da vila de Mar de Espanha reuniu-se pela primeira vez. O distrito do Espírito Santo de Mar de Espanha, que passou a chamar-se Guarará, ficou agregado à vila do Mar de Espanha e com ele os arraiais do Córrego do Meio e das Taboas.

Em 27 de Junho de 1859, os moradores de Espírito Santo de Mar de Espanha conseguiram a emancipação de Mar de Espanha como município, graças ao projeto do deputado Monteiro de Castro e à influência do comendador Francisco Joaquim de Noronha e outras pessoas influentes. O recém criado município era então composto pelos distritos de São João de Nepomuceno, Conceição do Rio Novo, Santíssima Trindade do Descoberto, Espírito Santo de Mar de Espanha, Piau e Santo Antônio do Aventureiro.

Em 1 de janeiro de 1868, através da Lei nº 1.466, o Curato do Espírito Santo do Mar de Espanha é elevado à categoria de Paróquia, observando as mesmas divisas, com a observação, entretanto, das alterações nele contidas. [15]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Não havendo mais o interesse pelas pedrarias, foi a partir da Pecuária e posteriormente da cafeicultura que o território, aos poucos, foi desenvolvendo-se[16] e, já em princípios do século XX, o café se constituía na principal fonte de riqueza da região. Com a grande produção foi necessária a implantação de estradas para o transporte dos grãos assim em 12 de abril de 1858 foi construída primeira estrada macadamizada[17] no continente, anos depois em 27 de junho de 1869, inaugurou-se a estação de Chiador, da estrada de ferro D. Pedro II, no município de Mar de Espanha, a primeira estação construída em terras de Minas Gerais e em 2 de julho de 1877 os trilhos chegam a Leopoldina.[18] Dois anos depois, em 9 de setembro de 1879, a Mineira inaugura as estações de Bicas e Santa Helena e em 1909 foi construída a a estrada de ferro ligando Mar de Espanha a São Pedro do Pequeri, pela The Leopoldina Railway Company Ltd., de capital inglês (ela, já pertencente ao governo federal, foi desativada em 1964). Depois, em 1985 foi construída a Ferro Carril Guararense com seus bondes puxados por burros, mas, o que de fato consolidou o desenvolvimento foi a implantação dos trilhos da Estada de Ferro União Mineira (Depois Estrada de Ferro Leopoldina), que passavam pelo local denominado arraial das Taboas, hoje Município de Bicas. O progresso chegou pelos trilhos e alavancou toda a região, fomentando o crescimento econômico. Esta linha fazia o percurso entre as Estações de Barão de Mauá, no Rio de Janeiro e Caratinga. Em 12 de agosto de 1984 a Leopoldina Railway adquiriu União Mineira e administrou a ferrovia até 1975, quando foi absorvida pela Rede Ferroviária Federal, que a administrou até 1983 quando foi suprimida.

A economia na região[editar | editar código-fonte]

Após o longo período de extração mineral, no período colonial, pela coroa portuguesa e, dado o esgotamento visceral das jazidas, houve-se por bem mudar o rumo das atividades econômicas na região. Ocorreu então as sesmarias, ou seja, a distribuição de terras aos colonos que se tornaram em pouco, grandes fazendeiros. A agricultura foi a saída mais evidente e o café tornou-se uma espécie de ‘’ouro agrário’’, gerando riqueza pra região e elevando seus grandes produtores ao baronato. Assim a região ganhou alguns afamados barões. Entretanto, a partir de 1850, com o fim do tráfico negreiro, pela lei Eusébio de Queirós, e a necessidade de mão de obra contingencial, começaram a chegar ao Brasil os imigrantes italianos e alemães. A região cresce e se desenvolve até o ano de 1929 quando a ‘’Crise do Café’’ abate-se sobre a economia local, afeta grandemente a produção dos grãos e põe leva à bancarrota a opulência das tradicionais famílias da região. A chamada "elite agrária" ("barões do café") entra em declínio lentamente, perde o prestígio e o poderio na região, aos poucos vai mudando de nomes. A crise do café, provoca duas coisas irreversíveis; Primeiro a economia volta-se para a pecuária leiteira e com ela a mudança do cenário ecológico, para adaptar-se à nova tendência e segundo o esvaziamento demográfico pela escassez de mão de obra.

O surgimento do município[editar | editar código-fonte]

Com a proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, e a instauração do Governo Provisório republicano, o Presidente e marechal Deodoro da Fonseca, nomeou para o governo provisório de Minas Gerais, o Sr. Crispim Jacques Bias Fortes e foi pelo decreto número 278, de 5 de dezembro de 1890,[19] por uma proposta do vereador Padre Manoel José Corrêa, que a freguesia do Espírito Santo do Mar de Espanha, com território que abrangia Bicas, Maripá, Santa Helena e Forquilha, foi elevada à categoria de Vila e passou a denominar-se Vila do Espírito Santo do Guarará e em 22 de janeiro de 1891, pelo Decreto Estadual nº 343, a Vila passou a denominar-se "Vila do Guarará". O Município foi emancipado em 5 de dezembro de 1890, mas a então Vila de fato foi instalada em 1 de fevereiro de 1891, na residência, em Guarará, do 2º Barão de Catas Altas, foi instalada a câmara da vila do Guarará e era onde funcionava a sede da divisão administrativa, que compunha então de de Guarará, do distrito da sede de Bicas, (que estava nascendo) e de Maripá, antigo Córrego do Meio, ratificada depois em 1911 (outra divisão territorial de significância histórica para a região, depois de 1911, ocorreria em 1 de junho de 1960.

Prédio da Prefeitura Municipal

Em 14 de setembro de 1891, a Vila do Guarará, é desmembrada de Mar de Espanha, através do decreto-lei estadual nº 2 e a qual são agregados os seguintes distritos: Guarará, Forquilha, Maripá (antigo Córrego do Meio),[20] Bicas e Santa Helena. Três anos depois, o nome é novamente mudado para Espírito Santo do Guarará e em 1903, cria-se o município que passa a figurar com o nome definitivo, e até hoje conhecido, de Guarará. [21]

O barão de Catas Altas, Antônio José Gomes Bastos, além de ter sido o primeiro (nomeado) Presidente da Intendência Municipal da Vila de Guarará, fora um dos maiores propugnadores de sua criação. Segundo o registrado em documentos da época, o Conselho da intendência municipal da Vila do Guarará, funcionava em sua casa e era por ele presidido e, segundo o registrado, a mudança do nome para Guarará, se deve a uma homenagem sua à esposa Clara que teria nascido em uma fazenda com este nome.[22] Ao longo daqueles anos, ou seja, nos 30 anos subsequentes de existência, o município foi governado pelos seguintes lideres: Barão de Catas Altas, Dr. Antero Dutra de Morais, Cel. José Ribeiro de Oliveira e Silva, Cel. Álvaro Dias, Dr. Roiz Horta, Cel. Francisco de Paula Retto Jr. e Cel. Joaquim José de Souza, com várias reeleições.

O topônimo Guarará é de origem indígena,[23] pertencente ao grupo dos Puris[24] e cujo universo macrolinguístico é o Jê. Mas existem divergências quanto ao seu significado; para uns é “tambor usado pelos índios gentios”, para outros como Basílio Caetano (citado por Teodoro Sampaio) queria dizer ou significar “manhoso” ou “investigador” e não vem, como quer parecer, da influência das palavras usadas pelos prováveis silvícolas que habitavam a região. Conta a tradição que, vindos da Região de Barbacena, os primeiros desbravadores, assim a batizaram em referência à sua terra de origem, onde havia um riacho por nome "Guarará" e, por isso, talvez, deram ao local o nome de Espírito Santo do Guarará, em substituição à Espírito Santo do Mar de Espanha, ditado pelo sentimento de emancipação, que aquela época surgia.

E foi graças a intervenção de pessoas ilustres como Vicente Bianco e ao coronel Joaquim José de Souza, seguidos de Aristides Leite Guimarães, do coronel Álvaro Dias, do Barão de Catas Altas e do jovem José Maria de Oliveira Souza fundador do jornal O Município que representando os interesses da região na Assembleia Estadual, conseguiram em 7 de setembro de 1923, através da Lei Estadual nº 843, a criação do Município de Bicas, emancipando-o de Guarará, permanecendo a sede no Distrito de Maripá de Minas. Mais tarde, em 31 de dezembro de 1962, a Lei de nº 2764 criou o Município de Maripá de Minas, desmembrando-o de Guarará. Ficou Guarará, então, constituído de um único Distrito.[25] [26] [27] .[28]


A Ferro Carril Guararense: Empresa de bondes com tração animal que fazia o trecho Guarará X Bicas.

Famílias tradicionais e/ou antigas[editar | editar código-fonte]

Desde a fundação da Vila do Espírito Santo do Guarará, que contou, em seu princípio com o assentamento na região de colonos vindos de Mariana, de Congonhas do Campo, do Formoso, dos Carijós e das margens dos rios Preto e do Peixe que deram início ao povoamento desta parte da Mata Mineira e depois, mais tarde, com a chegada dos imigrantes italianos, que igualmente se fixaram nesta região, várias famílias tiveram seu nome gravado na história do município e, cuja relevância, a história registra. Algumas destas famílias (em ordem alfabética) são:

Albertoni,[29] Albuquerque,[30] Alvarenga,[31] Alves, Alvim, Andrade, Araújo,[32] Assis, Baião,[33] Barbosa, Barino,[34] Barroso, Barison, Bastos, Bertelli, Binotto, Bordonal, Braga, Brasileiro, Bueno, Carneiro, [35] Carvalho, Cassete, Castro, Cazarim, [36] Chagas, Chaves,[37] Cunha, Costa, Dias,[38] Dutra, Ferreira, Ferri,[39] Fonseca,[40] Gomes, Gouveia, Guimarães, Lamoglia, Leite, Machado, Marcondes, Marques, Massucato, Matiolli, Mattos, Medina, Mendes, Mendonça, Menegale, Meneghelli, Menezes, Moraes, Muniz,[41] [42] Oliveira, Pinto, Pires,[43] Polverari,[44] Rencanati, Retto,[45] [46] Resende, Rezende,[47] Ribeiro,[48] Rocha, Roque, Rossi,[49] Santos,[50] Scabrini, Silva, Silveira, Soares, Souza, Tavares, Teixeira, Uzeri (ou Utzeri?), Valladão, Vianna, Vieira, etc...

Presidentes da Câmara e Prefeitos[editar | editar código-fonte]

Presidente da Câmara[editar | editar código-fonte]

À época o Presidente da Câmara era em verdade o chefe do executivo. Os Presidentes da Camara Municipal de Guarará, desde sua fundação, foram os seguintes:

  1. Sr. Barão de Cattas Altas, um dos mais ardentes propagadores da criação da Villa. (Presidente da intendência Municipal);
  2. Dr. Antero Dutra de Moraes (eleito depois senador estadual);
  3. Cel. José Ribeiro de Oliveira e Silva, agente executivo – (no período em que o poder executivo era estranho a Camara cuja presidência era exercida pelo Cel. Alvaro Fernandes Dias;
  4. Presidente - Cel. Alvaro Fernandes Dias;
  5. Dr. Roiz Horta (Medico);
  6. Cel. Francisco de Paula Retto Junior;
  7. Cel. Joaquim José de Souza, reeleito em mais de 2 trienios com o Vice-Presidente Cel. Retto Junior.[51]

Prefeitos de Guarará[editar | editar código-fonte]

Nome do Prefeito Partido Nome do Vice Partido Exercício
Bertholdo Garcia Machado 1930 a 1946
Coronel Afonso Leite Marcos de Souza Rezende 1947 a 1951
1952 a 1954
Mário Ferreira da Fonseca Quintino da Costa Matos 1955 a 1959
Marcos Rezende 1959 a 1963
Sebastião Costa 1964 a 1970
Edir Cassete 1970 a 1973
José Carlos Bignoto 1973 a 1977
Edir Cassete 1977 a 1983
Antero Dias Rocha 1983 a 1988
Antônio Carlos Rocha 1989 a 1992
Alpheu José Machado Lair Silvas 1993 a 1996
Antônio Carlos Rocha 1997 a 2000
Antônio Carlos Rocha 2001 a 2004
Lair Silvas 2005 a 2008
Lair Silvas 2009 a 2012

André Luiz Eufrázio.

2013 a 2016

Cidadãos de relevância histórica[editar | editar código-fonte]

Antonio José Gomes Bastos , o 2º Barão de Catas Altas Nasceu em 29 de junho de 1840, no município de Bicas e ali morreu em 2 de fevereiro de 1924. Foi um dos mais influentes chefes político da região. Era filho de José Joaquim Gomes (1810-1849) e de Maria Silveira Bastos (1815-1905). Casou-se com Clara Rosalina Baião, a Baronesa de Catas Altas. O título de 2º Barão de Cattas Altas[52] ele o recebeu eu 23 de dezembro de 1887, nome este originário de Cattas Altas de Noruega, no distrito de Itaverava no município de Queluz de Minas (hoje Conselheiro Lafaiete). O Barão foi Presidente do Conselho da Intendência Municipal da Vila do Guarará..[53]

Clara Rosalina Baião, a Baronesa de Catas Altas Clara Rosalina Baião, a Baronesa de Catas Altas, nasceu em Itaverava (MG), em 12 de agosto de 1844 e faleceu em Bicas em 27 de junho de 1920. Era filha de José Francisco Baião e Rosa Angélica Barbosa. Casou-se com o 2º Barão de Catas Altas em 8 de fevereiro de 1866.[54]

Bertholdo Garcia Machado Político Guararense, exerceu o mandato de Prefeito do Município. Seu filho Milton Machado atuou na representação do cargo de prefeito num dos afastamentos do pai. Milton era genro de Carlos de Barros Carvalhaes, juiz de direito da cidade de Bicas.[55]

Professor Irineu Guimarães Nasceu em Guarará, no dia 7 de abril de 1900 e faleceu em Juiz de Fora em 29 de novembro de 1984. Casado com Selva Muniz Guimarães. Foi professor de inglês, português e reitor do Colégio Granbery, em Juiz de Fora. Grande humanista e educador, escreveu várias obras. Foi, juntamente com Lindolfo Hill, os dois vereadores comunistas da câmara de Juiz de Fora. A ele se deve a criação, em 1973, no município de Guarará, do Instituto Dona Selva com a finalidade de acolher crianças carentes.[56] [57] [58]

Cel. Francisco de Paula Retto Jr Nasceu em Guarará em 15 de outubro de 1876 e morreu em 5 de julho de 1925. Político de expressão em toda região, era casado com Josepha Bianco Retto e foi vereador e presidente da Câmara Municipal de Guarará. Exerceu diversos cargos públicos e participou ativamente dos acontecimentos importantes de sua época. Foi juntamente com o Coronel Souza um dos políticos de maior influência na região a qual bem representou na Câmara estadual, quando, eleito, exerceu o mandato de deputado.

José Telles de Menezes Prefeito de Guarará, era natural de Sergipe, nasceu no município de Laranjeiras, em 12 de fevereiro de 1851. Formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1878 defendendo a tese Dos bromuretos sua acção physiologica e therapeutica: dissertação. Morreu em 1916, aos 65 anos.[59]

Coronel Álvaro Dias O Coronel Álvaro Fernandes Dias foi um político influente no município, desde os idos de 1800 até a década de 1920. Era comerciante de “Secos e Molhados”, proprietário de terras e, na vida pública, foi vereador, presidente da câmara e agente executivo, em Guarará.

Geografia e topografia[editar | editar código-fonte]

Guarará é compreendida por uma área de 88,73 Km2, atinge uma altitude máxima de 743 m (localizada no Morro da Caieira) e uma altitude mínima de 587 m (localizada na foz do Ribeirão do Espirito Santo), e no ponto central da cidade a altitude é de 560 m. A temperatura compreende uma média anual de 21 C, sendo a máxima anual de 27,9 C e a mínima anual de 15,3 C. O índice médio pluviométrico anual é de 1581 mm. O relevo é em sua grande parte (70%) ondulado, (5%) plano e (25%) montanhoso[60] e faz divisa com os municípios de:

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Os principais rios são o Ribeirão Espírito Santo, o Ribeirão Forquilha e a Bacia Rio Paraíba do Sul. Além disso Guarará é também banhada pelo rio Cágado,[61] [62] [63] que nasce em vários pontos desde a Serra da Mantiqueira, no município de Chácara,[61] capta águas das nascentes em São Pedro, São Manuel, Contendas, Maripá, Saracura e Espírito Santo Santo, até a sua desembocadura no rio Paraibuna,[64] ponto de confluência entre os municípios de Santana do Deserto e Chiador.[65]

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima predominante é o Tropical de altitude com verões amenos. O tropical de altitude é típico das áreas elevadas da região Sudeste (cuja predominância se dá nas partes altas do Planalto Atlântico do Sudeste, estendendo-se pelo norte do Paraná e sul do Mato Grosso do Sul), apresenta temperaturas mais baixas que as registradas nas áreas típicas de clima tropical, com médias registradas entre 15ºC e 22ºC e amplitude térmica anual entre 7º C e 9º C e tem sua predominância.

O comportamento térmico é igual ao do clima subtropical já o comportamento pluviométrico é igual ao do clima tropical. Apesar de ocorrerem durante todo o ano, as chuvas se concentram mais no verão devido à ação da massa tropical atlântica. No inverno, as frentes frias originárias da massa polar atlântica podem provocar geadas. Bons exemplos de cidades com clima tropical de altitude são Belo Horizonte, capital das Minas Gerais, Campos do Jordão, em São Paulo e Nova Friburgo, no Rio de Janeiro.[66]

População e economia[editar | editar código-fonte]

A contagem da população em 2007 e a demografia de Guarará na Microrregião de Juiz de Fora[67]
Exercício 1970 1980 1991 1996 2000 2007
População residente Urbana | Rural | Total Urbana | Rural | Total Urbana | Rural | Total Urbana | Rural | Total Urbana | Rural | Total Urbana | Rural | Total
Classificação 1 813 | 1 055 | 2 868 2 076 | 763 | 2 839 3 090 | 724 | 3 814 |______|______| 4 092 3 538 | 614 | 4 152 |______|______| 4 038
Exercício 2000 2007 2000/2007 (%) 2000/2007
Incremento demográfico 4166 4038 - 128 - 3,07

Dos 4.152 habitantes de Guarará, 3.538 vivem na área urbana e 614 na área rural,[68] sendo que a economia do município gira em torno da:

  • Prestação de serviços (responsável por 56% do PIB) e ocupa 42% da mão de obra ativa;
  • Agropecuária e extração vegetal e pesca (responsável por 13% do PIB) e ocupa 21% da mão de obra ativa;
  • Indústria (responsável por 26% do PIB) e ocupa 29% da mão de obra ativa;
  • Comércio de mercadorias (responsável por 5% do PIB) e ocupa 8% da mão de obra ativa.[69]
    • OBS: Os dados são relativos ao ano de 2002.

Atividade rural[editar | editar código-fonte]

Com o fim do ciclo do ouro, a pecuária e a agricultura passaram a ser as atividades principais para o desenvolvimento da região. O início foi com o ciclo do café, posteriormente outras culturas também foram inseridas na cultura, como a banana, cana-de-açúcar, feijão, laranja, mandioca, milho e tomate. Na pecuária a principal atuação é na criação de galináceos, seguido de bovinos, coelhos, caprinos,muares, ovinos e suínos.

Atividade industrial[editar | editar código-fonte]

Guarará possui algumas indústrias de significância considerável para o desenvolvimento da cidade, são elas:


Confecção de artigos do vestuário e acessórios[editar | editar código-fonte]

  • Gsk Confecções Ltda
  • D’Cally JeansWear Ltda
  • Conclusão Confecções
  • B&V Confecções Ltda (Baêta & Vieira Confecções Ltda)

Fabricação de móveis e indústrias diversas[editar | editar código-fonte]

  • Lapidação Guarará Ltda
  • Serralheria Rossi
  • Madereira Wilson Cazarim & Cia
  • Serraria Cazarim
  • Fábrica de Vassouras Imperial LTDA

Fabricação de produtos alimentícios e bebidas[editar | editar código-fonte]

  • Vereda Alimentos Ltda - Produtos Alimentícios
  • Laticínios Catavento Ltda

Indústria metalúrgica[editar | editar código-fonte]

  • Metalúrgica Ribeiro, cuja atuação no mercado industrial é voltada para a a fabricação de medidores volumétricos de alta vazão, de grupos de medição volumétrica de alta vazão, de válvulas limitadoras de vazão e de filtros purgadores.

Atividade comercial[editar | editar código-fonte]

O comércio de Guarará, ainda em crescimento, oferece os recursos básicos e de qualidade.

Atrativos e turismo na região[editar | editar código-fonte]

Guarará inserida nos recôncavos da Zona da Mata, esta inclusa no domínio dos Planaltos Cristalinos Rebaixados, entre a serra da mantiqueira e do Vale do Rio Paranaíba do Sul e faz parte do belíssimo Circuito Turístico, denominado Recanto dos Barões,[70] que compõe-se, além de Guarará, pelas cidades de Bicas, Chácara, Mar de Espanha, Maripá de Minas, Pequeri, Chiador e Senador Cortes,[71] que tiveram seu assentamento e foram se desenvolvendo como centros urbanos, a partir das lavouras de café e os grandes cafeicultores da época, dada a sua relevância, foram agraciados com o título de barão, eram eles os barões de Ayuruoca, de Louriçal[72] , de Itamarandiba, de Catas Altas, de Pontal e o da Conceição. A região é rica em terras férteis e possui abundância de águas e cachoeiras (da bacia do rio Cágado). Possui paisagens admiráveis e um clima campestre ameno e agradável, conservando ainda os antigos traços e as nuances da Minas Gerais no século XIX, com sua arquitetura riquíssima em exuberância e onde predominava a tranquilidade e o bucolismo. Outro atrativo, em toda a região, está a cargo das antigas igrejas construídas, em boa parte ainda no período colonial. Em Guarará, os prédios da igreja Nossa Senhora do Rosário, da igreja de São Sebastião e da igreja do Divino Espírito Santo, oferecem aos olhos o rigor e o metodismo destas antigas construções.[73] A igreja do Divino Espirito Santo, por exemplo, teve sua obra de construção iniciada em 1842 e concluída em 1852, sendo que o altar-mor, teve sua construção no ano de 1857.

O pequeno município destaca-se pelo casario histórico e colonial e por fazendas, que retratam a vida pacata do interior mineiro. No centro histórico da pequena cidade, o pequeno Museu e a Igreja do Divino Espírito Santo (padroeiro da cidade) são pontos de referência. As festas religiosas seguem a tradição do estado e são tradicionais na cidade os festejos da Semana Santa, a Festa de Nossa Senhora do Rosário, em outubro.[74] e as tradicionais festas de São Sebastião, no final de janeiro[75] e as festas do Padroeiro Divino Espírito Santo, 50 dias após a Páscoa, que ocorrem em comemoração ao Dia de Pentecostes.[76]

Dos festejos de São Sebastião, assim consta nos históricos arquivos lavrados no Gazeta de Guarará - ANO I, Nº 10, dado em Villa do Espírito Santo de Guarará, 26 de Dezembro de 1897, pelo Redactor e Proprietário F. S. Teixeira e, cuja redação, funcionava na Pça do Divino, nº 7 da Villa do Espírito Santo de Guarará. O abaixo registrado é in lauta o vivo resguardo da memória de alguns dos moradores da região à época:

...FESTA DE S. SEBASTIÃO - Para os festejos do Glorioso Martyr S. Sebastião que terão lugar no dia 20 de Janeiro p. entrante foram nomeadas as seguintes pessoas: Festeiros: - José Duarte de Souza Marques, Ildefonso Pires de Mendonça, José Marinho da Motta Bastos, Manoel José Machado e Antonio José Ferreira Barroso. Festeiras: - Esposa do Sr Jeronymo de Oliveira Mendes, esposa do Sr Norberto José de Carvalho, esposa do Sr Odorico Pires de Mendonça, esposa do Sr José Pires de Mendonça, esposa do Sr Francisco Pinto Ferreira, esposa do Sr Antonio Ribeiro de Oliveira. Irmãs de Meza: - Esposa do Sr Theophilo Pires de Gouveia, esposa do Sr. Antonio Pinto Soares de Rezende, esposa do Sr. E Braz dos Santos, esposa do Sr. João Alves de Lima Vianna, esposa do Sr. José Candido da Silva, esposa do Sr. Josino Ribeiro da Silva, esposa do Sr. Messias Fernandes de Souza, esposa do Sr. José Barino, esposa do Sr. Heitor Menegale, esposa do Sr. Aureliano Andrade Braga. Irmãos de Meza: - José Alvares de Oliveira Junior, Francisco Estanislau da Silva Bueno, Camillo Gonçalves dos Santos, Francisco S. Teixeira, Nilo Fernandes Dias, Fructuoso Augusto da Rócha Pinto, Antonio Antunes Vieira, Francisco Roque, Avelino Moraes, João Dias Valladão, Cornelio Duarte Medina e Paschoal Lamoglia. Mordomos do Mastro: - Herculano Manoel da Silva e Carlos Antonio F. Procuradores: - Manoel Peixoto Guimarães, O. José da Cunha e Claudiano de Mattos.[77]

Patrimônio histórico[editar | editar código-fonte]

Algumas das construções ainda existentes em Guarará datam do século XIX, uma delas é o antigo prédio que servia de cadeia da localidade.[78]

Memória histórica[editar | editar código-fonte]

  • A Ferro Carril Guararense

Faz parte da memória histórica de Guarará a empresa denominada o bonde, da Ferro Carril Guararense, que fazia a ligação entre os municípios de Guarará (sede da empresa) e Bicas. A empresa foi criada em 1898 e funcionou até 1923. Os bondes eram puxados por burros e fazia toda a extensão desde Guarará até o Centro de Bicas seguindo pela via onde hoje (em Bicas) este trecho é denominado de Rua do Bonde.

Educação, esporte, cultura e lazer[editar | editar código-fonte]

Estádio Municipal Prefeito Antero Rocha
Estádio Municipal Prefeito Antero Rocha
Sede da Banda de Música de Guarará
Sede da Banda de Música de Guarará
Sede do Social do Clube Recreativo Guararense
Sede do Social do Clube Recreativo Guararense
Prédio do Teatro Municipal, construído em Art déco
Prédio do Teatro Municipal, construído em Art déco
Biblioteca Municipal Rui Barbosa – Fundada em 03 de maio de 1952 pelo prefeito coronel Afonso Leite e tombada como Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural.[79]
Biblioteca Municipal Rui Barbosa – Fundada em 03 de maio de 1952 pelo prefeito coronel Afonso Leite e tombada como Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural.[79]

Educação[editar | editar código-fonte]

Guarará possui o ciclo básico e médio de ensino, além disso a Prefeitura oferece ciclos de cursos profissionalizantes (a exemplo do Projeto Cidadão Digital[80] e um Telecentro Comunitário.[81]

Esporte[editar | editar código-fonte]

Guarará possui Estádio municipal e seu time de futebol, o Guararense Futebol Clube e campeonatos regulares da Liga Amadorista de Futebol.[82] [83]

Projetos culturais[editar | editar código-fonte]

Meios de comunicação[editar | editar código-fonte]

Guarará, no passado dispôs de dois grandes jornais que, a seu tempo, ilustraram grandemente as informações do município e região, eram eles o Gazeta de Guarará [84] e O Guarará, hoje a cidade dispõe de dois meios de comunicação expressos, sendo eles:

  • Jornal Voz de Guarará [85] com circulação mensal que traz, além de notícias e informações diversas, os Atos Oficiais do Município e
  • a emissora de radiofrequência Cidadania 98,7 FM [86] [87]

Saúde[editar | editar código-fonte]

O município dispõe de ambulância; (1) Centro de Saude/Unidade Básica de Saúde; (2) Postos de Saúde; (1) Unidade de Serviço de Apoio de Diagnose e Terapia (privado), (1) Consultário Dentário e (1) Centro Municipal de Fisioterapia e Reabilitação.[88]

Projetos sociais[editar | editar código-fonte]

Fazenda da Esperança

O município conta com uma unidade da Fazenda da Esperança que é o nome que se dá ao projeto social criado para a recuperação de fármaco e toxicodependentes. O projeto teve início em 1983, na cidade de Guaratinguetá, interior de São Paulo, por orientação do frei Franciscano Hans Stapel. Existem hoje mais de 70 (unidades) fazendas espalhadas pelo Brasil e mundo. Dentre os métodos clínicos e terapias alternativas adotados estão a homeopatia, a massoterapia, a acupuntura e outros, além do método analítico de Abordagem Direta do Inconsciente (ADI) e o método psicanalítico da regressão.[89]

Instituto Dona Selva

O Instituto foi criado pelo renomado professor, humanista e educador Guararense, radicado em Juiz de Fora, em homenagem à esposa Selva Muniz Guimarães, para atender a crianças carentes do Município de Guarará.[90] Em 12 de novembro de 1985, através do Decreto 91.904, o Instituto foi declarado de utilidade pública pelo governo federal.[91] [92] [93]

Religião[editar | editar código-fonte]

A religião predominante em Guarará é o Catocisimo Romano.

Bairros[editar | editar código-fonte]

  • Centro
  • Nsa Sra Aparecida
  • Chácara
  • Mundo Novo
  • Bairro do Rosário
  • Bairro São Paulo
  • Bairro Areal

Transporte[editar | editar código-fonte]

Transporte rodoviário[editar | editar código-fonte]

Tabela de horários dos ônibus da linha Urbana
Bicas X Guarará Guarará X Bicas
2ª à Sábado 6:00 2ª à Sábado 6:15
2ª à Sábado 6:45 Diário 7:15
Diário 7:45 Diário 8:15
Diário 8:45 Diário 9:15
Diário 9:45 Diário 10:15
Diário 10:45 Diário 11:45
Diário 12:15 Diário 12:45
Diário 13:15 Diário 13:45
Diário 14:15 Diário 14:45
Diário 15:15 Diário 15:45
Diário 16:15 Diário 16:45
Diário 17:15 Diário 17:45
Diário 18:15 Diário 18:45
Diário 19:15 Diário 20:00
Diário 20:15 Sábado e Domingo 20:45
Sábado e Domingo 21:15 2ª a 6ª feira 21:15
Sábado e Domingo 21:45

As principais rodovias de acesso ao município são as BR-040 e BR-267, sendo que o município é servido com transporte rodoviário direto até Juiz de Fora, Leopoldina, Cataguases, Rio de Janeiro, Petrópolis, Vitória-ES, Nanuque, Manhuaçu, Campos-RJ e Recreio. Sendo que, em alguns casos (que serão melhor explicitados) o embarque deverá ser efetuado no município de Bicas. As empresas de ônibus são as viações:

Transporte urbano[editar | editar código-fonte]

Guarará dispõe de uma única linha de ônibus urbano, a cargo da Viação Santos. Esta linha funciona com horários regulares (conforme tabela ao lado) interligando alguns bairros do município, no transcurso deseu itinérário, e prosseguindo até o município de Bicas, por toda a extensão da área central até o bairro Santa Tereza.

Distâncias aproximadas dos principais centros (Km)[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
  6. http://www.transportes.mg.gov.br/downloads/aae/mapa/MP_Unid_Conservacao.pdf
  7. Fundação Imepen - Guarará
  8. UniRegistro - Guarará
  9. http://www.bicas.mg.gov.br/zona-da-mata/94-capelas-e-povoados
  10. conforme dados extraídos do Catálogo do Arquivo Público Mineiro
  11. Cacos de História e Memória & Alguns Logradouros de Bicas, MG – Machado Rodrigues, José Luiz
  12. De acordo com SANTIAGO, à página 99
  13. Criação do Município de Viçosa
  14. O turismo no desenvolvimento regional e local
  15. LEI Nº 1.466 - DO 1º DE JANEIRO DE 1868
  16. http://www.bicas.mg.gov.br/zona-da-mata/96-razoes-da-ocupacao
  17. Estrada macadamizada, isto é, pavimentada com camadas de pedras, compactadas com saibro substância ligante, segundo conta o Álbum da Estrada União e Indústria, 1997.
  18. VEIGA (1998), página 567: a lei mineira nº 2224, de 13.06.1876, concedeu a Francisco Ferreira Assis Fonseca e a Pedro Betim Paes Leme, privilégio por 50 anos para construírem uma estrada de ferro que, partindo de Serraria e passando por Espírito Santo do Mar de Espanha, chegasse a S. João Nepomuceno.
  19. Jornal O Guarará, de 14.07.1930 registra que o decreto nº 278 é de 05.12.1890.
  20. Maripá de Minas foi elevado à condição de distrito do antigo povoado de Córrego do Meio, através do através do decreto-lei estadual nº 42, de 16-04-1890, e pela lei estadual nº 2, de 14-09-1891, foi subordinado ao município de Guarará.
  21. Assembléia Legislativa de Minas Gerais – Guarará
  22. http://www.bicas.mg.gov.br/ruas/66-com-a-letra-c
  23. A região, nos primórdios, era habitada pelos índios Maripaquéres (daí possivelmente a origem do nome de Maripá de Minas),
  24. Nelson de Senna (1926), página 63.
  25. Fonte: Arquivo da Agência do IBGE de Bicas - Autor do Histórico: LEONARDO LUIZ CABRAL
  26. IBGE – Guarará censo e estatísticas
  27. Guarará, dados históricos – IBGE – Arquivo em PDF
  28. Guarará-MG – Dados históricos
  29. http://cepesle-news.blogspot.com/2009/11/consulta-sobre-albertoni-imigrantes-em.html
  30. http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=232&cat=Ensaios&vinda=S
  31. http://cepesle-news.blogspot.com/2008/04/delegados-de-minas-1893.html
  32. http://www.geneaminas.com.br/genealogia-mineira/descendentes.asp?codcasal=1312853&codDescendencia=8588
  33. http://www.bicas.mg.gov.br/ruas/66-com-a-letra-c
  34. http://familiabarinabarino.com.br/
  35. http://books.google.com.br/books?id=RDU9RL5kQ7UC&pg=PA384&lpg=PA384&dq=genealogia+%22Guarar%C3%A1-MG%22&source=bl&ots=oneiVIDipo&sig=xPjpvMOi-d9luR2k4vAGzqiJdEc&hl=pt-BR&ei=Ow52TrGoNorfgQeJ05mkCg&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=3&ved=0CDoQ6AEwAg#v=onepage&q=genealogia%20%22Guarar%C3%A1-MG%22&f=false
  36. http://sites.google.com/site/familiameneghelli/famlia-barizon
  37. http://www.genealogiabrasileira.com/cantagalo/cantagalo_gomeschaves.htm
  38. http://www.bicas.mg.gov.br/ruas/64-com-a-letra-a
  39. http://www.bicas.mg.gov.br/ruas/76-com-a-letra-p-
  40. http://www.arquivohistorico-mg.com.br/guarara/paroquia.html
  41. http://www.geneaminas.com.br/genealogia-mineira/pessoa.asp?codpessoa=79952
  42. http://www.bicas.mg.gov.br/ruas/181-com-a-letra-i-
  43. http://www.marcopolo.pro.br/genealogia/paginas/diastostes_mg.html
  44. http://www.polverari.net.br/polverari/imigracao/imigracao.html
  45. http://www.bicas.mg.gov.br/ruas/78-com-a-letra-r
  46. http://sites.google.com/site/familiameneghelli/home/informacoes-familiares
  47. http://www.bicas.mg.gov.br/ruas/70-com-a-letra-g-
  48. http://www.genealogiabrasileira.com/cantagalo/cantagalo_deusdeditcampos.html
  49. http://www.bicas.mg.gov.br/ruas/76-com-a-letra-p-
  50. http://www.geneaminas.com.br/genealogia-mineira/cidades/Guarara-MG-Brasil.asp?link=
  51. Fuaed Farhat - Recantos da Maata Mineira - Ed. Lemi S/A, pgs 121 a 124
  52. Segundo a obra Annuário Genealógico Brasileiro
  53. http://www.bicas.mg.gov.br/ruas/66-com-a-letra-c-
  54. http://www.bicas.mg.gov.br/ruas/66-com-a-letra-c-
  55. http://www.bicas.mg.gov.br/ruas/66-com-a-letra-c-
  56. Irineu Guimarães
  57. http://jornal.granbery.edu.br/pdf/2006dezembro.pdf
  58. http://www.artigonal.com/ensino-superior-artigos/a-evolucao-da-emei-no-segmento-de-educacao-infantil-monografia-parte-2-4296061.html
  59. Dicionário Biográfico de Médicos de Recife
  60. Dados Gerais do Município de Guarará
  61. a b Caderno de Ações - Bacia do Rio Paraibuna (PDF). Associação Pró-Gestão das Águas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul. Página visitada em 23 de dezembro de 2010.
  62. Carta do Brasil SF-23-X-D-IV-4 Mar de Espanha (JPG). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Página visitada em 23 de dezembro de 2010.
  63. O rio Cágado
  64. http://www.ceivap.org.br/downloads/cadernos/Caderno%203%20-%20Paraibuna.pdf
  65. Enquadramento dos Rios que Fazem Parte da Bacia Mineira do Rio Paraibuna
  66. http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20061127091928AAkHXzo
  67. A CONTAGEM DA POPULAÇÂO 2007 E A DEMOGRAFIA DA MICRORREGIÂO DE JUIZ DE FORA
  68. B.4) População Estimada e Principais Sedes Municipais – Pag 253
  69. http://cidadesnet.com/municipios/guarara.htm
  70. Circuito turístico Recanto dos Barões
  71. http://www.turismo.mg.gov.br/images/stories/circuitos/lista-circuitos.pdf
  72. Barões do Sul Mineiro
  73. Desenvolvimento, Administração e Governança Local
  74. http://www.mardeespanha.mg.gov.br/depto_cultura/recantobaroes.htm
  75. Antiga tradição religiosa, conf. o "Gazeta de Guarará" - Ano I, Nº 10, dada em Villa do Espírito Santo de Guarará, 26 de Dezembro de 1897 - pelo Redactor e Proprietário; F. S. Teixeira.
  76. http://www.acessa.com/turismo/arquivo/trilhas/2009/08/28-recanto_baroes/
  77. Gazeta de Guarará - ANO I, Nº 10, de 26 de Dezembro de 1897, p. 1.
  78. http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/fotografico_docs/photo.php?lid=29401
  79. Biblioteca municipal Rui Barbosa.
  80. Cursos gratuitos pela Internet
  81. Telecentro Comunitário de Guarará-MG
  82. Liga Amadorista de Futebol
  83. Disputa do Camponato Guararense de 2010
  84. Gazeta de Guarará
  85. Voz de Guarará
  86. Concessão Federal
  87. Emenda
  88. Guarará, dados gerais da Saúde – Arquivo XLS
  89. http://www.fazenda.org.br/noticias/noticia.php?noticia=164
  90. http://www.bicas.mg.gov.br/ruas/181-com-a-letra-i-
  91. Lista das Organizações Declaradas de Utilidade Pública pelo Governo Federal - Arquivo em PDF
  92. Instituto Dona Selva
  93. Fuaed Farhat - Recantos da Maata Mineira - Ed. Lemi S/A, pg 56