Manhuaçu

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Município de Manhuaçu
"Princesa do Leste"
Matrizmanhuaçu.JPG

Bandeira de Manhuaçu
Brasão de Manhuaçu
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 5 de novembro de 1877
Gentílico manhuaçuense
Prefeito(a) Nailton Heringer (PDT)
(2013–2016)
Localização
Localização de Manhuaçu
Localização de Manhuaçu em Minas Gerais
Manhuaçu está localizado em: Brasil
Manhuaçu
Localização de Manhuaçu no Brasil
20° 15' 28" S 42° 02' 02" O20° 15' 28" S 42° 02' 02" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Zona da Mata IBGE/2008 [1]
Microrregião Manhuaçu IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Manhumirim, Simonésia, Santa Bárbara do Leste, Vermelho Novo, Caputira, Matipó, São João do Manhuaçu, Luisburgo, Reduto, Raul Soares
Distância até a capital 290 km
Características geográficas
Área 627,281 km² [2]
População 84 934 hab. (MG: 42º) –  Est. IBGE/2013[3]
Densidade 135,4 hab./km²
Altitude 635 m
Clima tropical Aw
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,776 alto PNUD/2000 [4]
PIB R$ 1 119 231,890 mil ([[Anexo:Lista de municípios do Brasil por PIB|BR:328ºAumento]]328º) – IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 14 423,46 IBGE/2008[5]
Página oficial

Manhuaçu é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população estimada em 2013 era de 84 934 habitantes, segundo o IBGE.[3] O município é cortado pelas rodovias MG-111, BR-262 e BR-116. A cidade está a 290 km de Belo Horizonte.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O topônimo Manhuaçu é de origem tupi. Segundo Teodoro Fernandes Sampaio, significa "chuva grande", com base na junção dos termos aman'y e asu. Hélio Consolaro[necessário verificar] diz que o termo é originário da junção dos termos tupis mandi ("peixe"), yuba ("amarelo") e asu ("grande"). Outros confirmam o história que Manhu é igual a "rio" e que Açu significa "grande": ou seja, "Manhuaçu" significaria "Rio Grande". O tupinólogo Eduardo de Almeida Navarro diz que o termo talvez provenha de amynyîûasu, termo tupi que significa "algodoeiros grandes" (amynynîu, algodoeiro + ûasu, grande).[6]

História[editar | editar código-fonte]

Emancipado em 5 de novembro 1877, Manhuaçu só passou à condição de cidade alguns anos depois. Nesse período, perdeu uma área territorial que originou mais de 70 municípios da porção leste do estado de Minas Gerais. O primeiro distrito a se emancipar foi Caratinga, em 1890, e os últimos, Reduto e Luisburgo, em 1995. Hoje o município tem 621 km² e continua sendo o maior da microrregião, além de ser polo econômico,de prestação de serviços e oferecer uma boa infraestrutura hoteleira para turismo da região Vertente do Caparaó.

Atualmente, além da sede, os distritos são: Dom Correa, São Sebastião do Sacramento, Vila Nova, Realeza, Ponte do Silva, São Pedro do Avaí, Palmeiras do Manhuaçu e Santo Amaro de Minas, com as vilas de Palmeirinhas, Bom Jesus de Santo Amaro.

O nome do município é originado da palavra indígena mayguaçu, que significa rio grande, numa designação dos índios "Puris", os primeiros habitantes, ao rio local. No início de Século XVIII, o bandeirante taubateano Pedro Bueno Cacunda estabeleceu em Itapemirim no litoral da Capitania do Espírito Santo. Nesta época não existiam as atuais divisas, só acertadas em 1800. Dessa forma o Bandeirante povoou e explorou ouro em Castelo, Guandu e Manhuaçu onde relatou em suas 3 cartas ao Rei de Portugal de 1734 suas experiências e explorações, descrevendo uma grande nação denominada "Puris" que assenhorava o Rio Manhuaçu. A aldeia dos Puris era onde hoje é a atual cidade de Manhuaçu.

A ocupação e o povoamento da Zona da Mata, onde está Manhuaçu, tem muita relação com os povos indígenas, mas o desenvolvimento do café, sua principal riqueza, aconteceu com grande destaque durante o Ciclo do Ouro, no Brasil Colônia. Enquanto as regiões de Ouro Preto, São João del-Rei, Mariana e Congonhas se baseavam na extração mineral, a Zona da Mata se dedicava aos produtos agrícolas, justamente para suprir a demanda dos mineradores.

Os primeiros grupos de sertanistas que chegaram às partes dos rios Pomba, Muriaé e Manhuaçu tinham como objetivo a captura dos índios para trabalharem como escravos nas fazendas da capitania do Rio de Janeiro, além de buscas de riquezas minerais e medicinais (como a planta chamada poaia ou ipecacuanha) e, posteriormente, com a intenção de criar fazendas férteis na região.

No início do século XIX, o comércio de poaia se estabeleceu em Manhuaçu, através de Domingos Fernandes Lana que, junto com os índios, abriu caminhos para diferentes locais da área recebendo o título de desbravador do Manhuaçu.

Alguns anos mais tarde, o guarda-mor Luís Nunes de Carvalho e o alferes José Rodrigues da Siqueira Bueno, vindos de Ponte Nova e Abre Campo (Manhuaçu pertenceu a Ponte Nova até 1877), implantaram as primeiras unidades de exploração agrícola, usando da mão de obra indígena.

O declínio do Ciclo do Ouro intensificou o processo de ocupação da Zona da Mata. Em 1830, a pecuária começou a desdobrar-se para o interior do estado e o café foi expandindo-se. Manhuaçu foi influenciado e, já nesse período, adotou o produto como sua principal cultura.

A população deixou a região aurífera e foi para as lavouras de café. Entre 1822 e 1880, a região viu seu número de habitantes saltar de 20 para 430 mil pessoas.

O café já se tornara, em 1830, o principal produto de exportação de Minas Gerais, sendo a Zona da Mata a maior produtora. Começou pela fronteira com o Rio de Janeiro e depois foi se interiorizando em Minas Gerais.

Na área que hoje corresponde a Manhuaçu, e como forma de pacificar os indígenas que lutavam bravamente contra os invasores brancos, em 1843 foi fundado um aldeamento pelo curador Nicácio Brum da Silveira, no local que hoje é o bairro Ponte da Aldeia.

Diversas fazendas foram surgindo, aumentando desta maneira o número de povoadores, que começaram a trazer suas famílias, criando gado bovino e suíno e iniciando o plantio de café. Em 1846, autorizado pelo curador do município, Antônio Dutra de Carvalho alugou alguns índios para a abertura da primeira estrada.

Três foram os fatores decisivos para a rápida expansão cafeeira: a fácil obtenção de terras adequadas ao cultivo; a abundância de escravos, dispensados da mineração; e os altos preços do café no mercado externo.

Contudo, o transporte era um grande obstáculo e aumentava os custos do café. A solução do problema veio em pouco tempo. As estradas de ferro Leopoldina Railway e Dom Pedro II alcançaram os centros comerciais da região e a produção começou a ser escoada mais rápida e facilmente.

O café criou uma enorme dependência, inclusive uma ligação maior com o Rio de Janeiro, já que era o caminho da exportação, mas foi ele também que impulsionou o crescimento urbano na segunda metade do século XIX. Nesse período foram elevados a município: Mar de Espanha (1851), Juiz de Fora e Ubá (1853), Leopoldina (1854), Muriaé (1855), Cataguases (1875), Manhuaçu (1877) e Carangola (1878).

Conforme o Diagnóstico Municipal de Manhuaçu (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais – Sebrae, 1996:14): “A parte que corresponde a Manhuaçu, entre 1860 e 1874, também foi influenciada com a chegada de imigrantes alemães, suíços e franceses, vindos da Colônia de Nova Friburgo (RJ) e do Vale do Canaã (ES)”. Na mesma época, havia três povoados, que nucleavam a população residente nas fazendas do atual Manhuaçu: Santa Margarida, São Simão e São Lourenço. Foi neste último que surgiram, em 1872, as primeiras manifestações em prol da emancipação político-administrativa.

A freguesia de Manhuaçu foi criada em 1875 e instituída em 1878, enquanto o município foi criado em 5 de novembro de 1877. Sua sede inicialmente foi em São Simão (hoje Simonésia) e transferida para a Vila de São Lourenço em 1881.

Em 1905, a produção cafeeira da Zona da Mata era significativa, sendo Carangola o maior produtor, com 1,5 milhão de arrobas. Contudo o Rio de Janeiro ainda era o maior produtor nacional, até que a hegemonia fluminense entrou em decadência e foi superada por São Paulo, que antes estava atrás de Minas Gerais. Entre os anos de 1880 e 1930, o café ganhou força na região mineira, foi nesse período em que se desenvolveu a produção de Manhuaçu:

De acordo com estudantes do curso de História da UEMG em Carangola, no ano de 1896, a disputa pelo poder local entre dois coronéis, Serafim Tibúrcio da Costa e Frederico Antônio Dolabela, teria provocado consequências negativas na economia.

Moeda (o Boró) que foi emitida pelo coronel Serafim Tibúrcio da Costa

Após perder as eleições de modo considerado fraudulento, o Coronel Serafim Tibúrcio e seu companheiro Coronel Antônio de Miranda Sette pegaram em armas, proclamando a República de Manhuaçu, inclusive emitindo títulos de crédito em nome da Fábrica de Pilação de Café e nomeando autoridades. A polícia estadual não conseguiu superar os coronéis Tibúrcio e Antônio de Miranda e seus homens. Com o apoio das forças federais, o levante foi derrubado e os revoltosos fugiram pelo vale do Manhuaçu, fundando pequenos povoados como Alegria de Simonésia e até alguns no Estado do Espírito Santo.

Apesar das disputas políticas e dificuldades, no final do século XIX e início do XX, a população de Manhuaçu já dispunha do jornal O Manhuaçu (criado em 1890), da Estrada de Ferro Leopoldina (1915), da Companhia Força e Luz de Manhuaçu (1918) e do Banco Hipotecário e Agrícola de Minas Gerais (1920). Ainda hoje, vários casarões dessa fase estão de pé e abrigam famílias, empresas e entidades, no trecho antigo da cidade.

Durante o último século famílias italianas e das comunidades árabes se mudaram para Manhuaçu, ampliando a diversidade iniciada com a vinda de suíços, franceses e alemães.

  • O grande problema desta pesquisa é que não existe uma moeda verdadeira(material) que comprove que realmente existiu. Segundo o historiador ela foi destruída. Não tem nada que comprove cientificamente a relevância deste material. E foram histórias contadas por pessoas que já faleceram. Fica a dúvida se realmente houve essa história na cidade de Manhuaçu.Por isso não teve interesse em publicação em larga escala.**

Existem monografias na biblioteca da Universidade do Estado de Minas Gerais em Carangola, onde os estudantes do curso de História relatam o fato.

Alteração de grafia[editar | editar código-fonte]

Manhuassu teve sua grafia alterada para Manhuaçu, pela nº 336, de 27 de Dezembro de 1948.[7]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Relevo acidentado de Manhuaçu, ocupado por matas e cafezais.

O município localiza-se na porção norte da Mesorregião da Zona da Mata mineira. A sede dista por rodovia 290 km da capital Belo Horizonte.

Relevo[editar | editar código-fonte]

A altitude da sede é de 635 m, possuindo como ponto culminante a altitude de 1730 m.

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima é do tipo tropical com chuvas durante o verão e temperatura média anual em torno de 21 °C, com variações entre 15 °C (média das mínimas) e 27 °C (média das máximas). (ALMG)

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

O município está inserido na bacia do rio Doce, sendo banhado pelo rio Manhuaçu.

Demografia[editar | editar código-fonte]

A população do município de Manhuaçu, de acordo com estimativas realizadas pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, divulgadas em 1º de julho de 2011, apresenta os seguintes dados:

  • População masculina: 40.109 habitantes - 49,81%,
  • População feminina: 40.421 habitantes - 50,19%,
    • Total das populações por gênero: 80.530 habitantes - 100,00%.
  • Zona urbana: 65.761 habitantes - 81,66%,
  • Zona rural: 14.769 habitantes - 18,34%,
    • Total da população do município: 80.530 habitantes - 100,00%.
Densidade demográfica (hab./km²): 128,38
Mortalidade infantil até 5 anos (por mil): 14,6
Expectativa de vida (anos): 73,4
Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,8
Taxa de Alfabetização: 92,22%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,776
  • IDH-M Renda: 0,710
  • IDH-M Longevidade: 0,806
  • IDH-M Educação: 0,811

(Fonte: PNUD/2000)

Transportes[editar | editar código-fonte]

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Aeroporto[editar | editar código-fonte]

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Principais bairros[editar | editar código-fonte]

Panorâmica do bairro de Santa Luzia, um dos mais populosos de Manhuaçu.
  • Alfa Sul
  • Baixada
  • Bom Jardim
  • Bom Pastor
  • São Francisco de Assis
  • Catuaí
  • Centro
  • Colina
  • Coqueiro
  • Engenho da Serra
  • Industrial
  • JK
  • Lajinha
  • Matinha
  • Nossa Senhora Aparecida
  • Pinheiro
  • Pinheiro II
  • Pinheiro III
  • Ponte da Aldeia
  • Pouso Alegre
  • Sagrada Família
  • Santa Luzia
  • Petrina
  • Santa Terezinha
  • Santana
  • Santo Antonio
  • São Jorge
  • São Vicente
  • Operários
  • Todos os Santos

Distritos[editar | editar código-fonte]

Economia[editar | editar código-fonte]

Centro de Manhuaçu visto do bairro de Todos os Santos.

O café ainda representa boa parte da renda da cidade, sendo característico da região. Mas, hoje, Manhuaçu conta com uma prestação de serviços e uma diversificação no comércio tão grande que a cidade abre espaços para novos elementos no setor de varejo. Isso fez com que grandes redes como Drogasil, Ricardo Eletro, Magazine Luiza, Casas Bahia, Coelho Diniz, Atacados Baratões e Ponto Frio se instalassem na cidade.

Com essas mudanças em menos de três anos, o comércio local se aprimorou obrigando pequenas lojas típicas da cidade a investirem maciçamente para atrair os clientes. O setor de prestação de serviços vem crescendo também junto com essa alta: novas empresas relacionadas com cobrança, marketing, TV, rádio, assim como também telefonia fixa e móvel, se instalaram e hoje operam com ganhos muito significativos. A cidade tornou-se um pólo comercial e industrial.

O crescimento exponencial da cidade vem permitindo as rápidas construções de grandes edifícios de 15 a 20 andares, a região central da cidade, concentra uma grande quantidade de comércios e bancos, fazendo com que essa região circule milhares de pessoas diariamente.

Com todo esse crescimento a região não planejada em seu inicio, tem hoje um fluxo de carros surpreendentes, que engarrafam o trânsito diariamente, com milhares de veículos nas ruas. A instalação de grandes mineradoras na região desperta o interesse de várias empresas de construção civil e rodoviária, destacando-se a DNA Construtora, Gouvea e ACG.

Turismo[editar | editar código-fonte]

O município integra o circuito turístico do Pico da Bandeira.[8]

Educação[editar | editar código-fonte]

A área educacional de Manhuaçu sofreu algumas mudanças e trouxe algumas melhorias para a cidade. Eram pequenas instituições e hoje se tornaram grandes empresas que construíram história e são reconhecidas no Brasil inteiro.

No princípio, só existia uma faculdade, a Fadileste, que surpreendeu a população com o reconhecimento de seus cursos, mas havia um problema, pois sua localização era no distrito de Reduto o que dificultava o acesso dos alunos. Reduto emancipou-se, transformando-se em um município. Logo depois se cria uma nova instituição, a Faculdade de Ciências Gerenciais de Manhuaçu - FACIG, localizada bem no centro da cidade. Isso facilitava o acesso dos alunos e trouxe grande satisfação à população. Dos mesmos mantenedores, surge o Colégio América, que trouxe para Manhuaçu o maior grupo educacional do país, o Colégio Objetivo e os cursos a distância da Universidade Paulista - UNIP. Pelo desejo de uma educação infantil de qualidade uma professora da rede pública municipal surge a Escola Infantil Crescendo Passo-a-Passo. No ano de 2000 surge o CEM (Centro Educacional de Manhuaçu) que além de atuar em todos os setores da educação básica, posteriormente passou a oferecer ensino e à distância em parceria com a UNOPAR.

Também no ano de 2000, do ideal de dois educadores da rede pública estadual, foi inaugurada a Escola do Futuro. Essa escola, hoje com 10 anos de existência, atua desde a educação infantil até o ensino médio e é referência de qualidade em toda a região. Em 2003 também foi criada a Faculdade do Futuro, trazendo cursos de graduação de grande importância na área de saúde, o que resultou em grandes investimentos para a criação de toda a infra-estrutura necessária. Hoje a Faculdade do Futuro também oferece pós-graduação presencial nas áreas em que atua. Em Manhuaçu também há outra faculdade, a DOCTUM, que oferece um ótimo curso de Direito, já tendo formado várias turmas.

Muitos anos de conquistas de todas essas instituições de ensino tornaram-nas grandiosas na cidade, oferecendo cursos técnicos,tecnológicos,superiores e de pós-graduação à população,em várias áreas.

Esporte[editar | editar código-fonte]

Futebol[editar | editar código-fonte]

A cidade tem três equipes profissionais: o Ipiranga FC, que disputa a série B do Campeonato Mineiro, o América FC, que está na série C do Campeonato Mineiro, e o Manhuaçu EC, que, embora afiliado à Federação Mineira de Futebol, desde 2008 disputa apenas o Campeonato Regional do Café.

Esses clubes mandam seus jogos no Estádio Juscelino Kubitschek, que tem capacidade para 5.000 espectadores.

Comunicações[editar | editar código-fonte]

No município ainda há serviços de internet discada e banda larga.

  • oi velox

Além de serviços de TV por assinatura:

entre outras operadoras locais

A cidade de Manhuaçu possui uma sucursal da TV Alterosa Leste , afiliada do SBT.

Galeria[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Visitado em 5 dez. 2010.
  3. a b Estimativas da população residente nos municípios brasileiros com data de referência em 1º de julho de 2013 (PDF) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (4 de outubro de 2013). Visitado em 15 de fevereiro de 2014.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 11 dez. 2010.
  6. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 585.
  7. IBGE Cidades
  8. Listagem dos Circuitos Turísticos (PDF) p. 25. Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais. Visitado em 16 de fevereiro de 2013.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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