Leopoldina (Minas Gerais)
| Município de Leopoldina | |||||
| "Athenas da Zona da Mata" | |||||
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| Hino | |||||
| Fundação | 27 de abril de 1854 | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Gentílico | leopoldinense | ||||
| Prefeito(a) | José Roberto de Oliveira (PSC) (2013–2016) |
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| Localização | |||||
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Localização de Leopoldina em Minas Gerais
Localização de Leopoldina no Brasil |
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| Unidade federativa | |||||
| Mesorregião | Zona da Mata IBGE/2008 1 | ||||
| Microrregião | Cataguases IBGE/2008 1 | ||||
| Municípios limítrofes | Norte: Cataguases; Nordeste: Laranjal; Leste: Recreio; Sudeste: Pirapetinga, Estrela Dalva; Sul: Volta Grande, Além Paraíba; Sudoeste: Santo Antônio do Aventureiro; Oeste: Argirita, São João Nepomuceno; Noroeste: Descoberto, Itamarati de Minas.2 |
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| Distância até a capital | 322 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 942,307 km² 3 | ||||
| População | 51 136 hab. Censo IBGE/20104 | ||||
| Densidade | 54,27 hab./km² | ||||
| Altitude | 225 m | ||||
| Clima | Tropical Aw | ||||
| Fuso horário | UTC−3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,778 médio PNUD/2000 5 | ||||
| PIB | R$ 462 787,733 mil IBGE/20086 | ||||
| PIB per capita | R$ 8 994,55 IBGE/20086 | ||||
| Página oficial | |||||
Leopoldina, também conhecida como "Athenas da Zona da Mata" é um município brasileiro do Estado de Minas Gerais. Pertence à Zona da Mata Mineira, localiza-se a sudeste da capital do estado, distando desta 322 quilômetros7 . Dista 1077 quilômetros de Brasília, capital federal2 . Sua população foi contada, no ano de 2010, em 51 136 habitantes pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística4 . Ocupa uma área de 942 km², a qual representa 0,161% do estado de Minas Gerais, 0,102% da Região Sudeste e 0,011% de todo o território brasileiro7 .
A sede tem uma temperatura média anual de 21°C e, na vegetação do município, predomina a mata atlântica. Em relação à frota automobilística, em 2009 foram contabilizados 12 511 veículos.8 O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do município é de 0,778, considerando como médio em relação ao estado.5
O município de Leopoldina teve sua emancipação política em 1854. Seu nome é uma homenagem à princesa Leopoldina de Bragança e Bourbon, filha do Imperador D. Pedro II.2 Hoje é formado pela cidade de Leopoldina além dos distritos de Abaíba, Piacatuba, Providência, Ribeiro Junqueira e Tebas.9 A cidade, à época do ciclo do café, foi uma das mais importantes da antiga província de Minas Gerais.10 Com a grande crise econômica de 1929, a economia dos municípios mineiros ligados à cafeicultura sofreu grande abalo. Atualmente sua economia se apoia na pecuária leiteira, no cultivo de arroz e no setor de serviços.11
Leopoldina conta com atrativos culturais, naturais e arquitetônicos, como a Catedral de São Sebastião, o Museu Espaço dos Anjos, o Museu da Eletricidade, o reservatório da Usina Maurício, o Morro do Cruzeiro. Alguns dos principais eventos que acontecem no município são a Exposição Agropecuária e Industrial, a Feira da Paz, Encontro nacional de motociclistas (MotoRock) e o tradicional Festival de Viola e Gastronomia de Piacatuba12 .
Índice |
Etimologia [editar]
O topônimo é uma homenagem à segunda filha do Imperador D. Pedro II, a princesa Leopoldina de Bragança e Bourbon2 . A adoção do nome ocorreu quando de sua emancipação política do município de Mar de Espanha no ano de 1854. Antes disso, a localidade era um distrito denominado São Sebastião do Feijão Cru9 , em referência tanto ao padroeiro da localidade como ao ribeirão que a atravessa.
História [editar]
Primeiros tempos [editar]
No final do século XVIII, a produção aurífera da Capitania de Minas Gerais entrou em decadência. Algumas famílias abandonaram as vilas do ouro, saindo em busca de terras férteis em outras regiões da capitania. Alcançaram as áreas proibidas de colonização, então conhecidas como Sertões do Leste, uma extensa faixa de Mata Atlântica que ia do Rio Paraibuna e do Caminho Novo até o Rio Doce. Posteriormente, essa região ficou conhecida como Zona da Mata13 14 .
Em 1813, foram doadas as primeiras sesmarias no território do atual município, que à época pertencia ao termo de Barbacena15 , Comarca do Rio das Mortes. No entanto, as mais antigas referências de moradores datam de 182416 . Os primeiros desbravadores fixaram-se com suas famílias às margens do ribeirão Feijão Cru, onde um pouso de tropeiros começou a se desenvolver próximo a uma pequena capela de pau a pique erguida em 1831 pelos fazendeiros Francisco Pinheiro de Lacerda e Joaquim Ferreira Brito e dedicada a São Sebastião16 17 .
Até a chegada dos primeiros sesmeiros, a região era habitada por índios puris. Os índios foram encarregados de alguns serviços como, por exemplo, derrubar a mata e colher a poaia, pelos quais eram pagos com cachaça. Os puris desapareceram por conta das doenças trazidas pelos desbravadores, como o sarampo, e por se retirarem para a província do Espírito Santo18 , de forma que, em 1865, praticamente já não se encontravam índios na região19 .
Em 1831 foi criado o distrito de São Sebastião do Feijão Cru, pertencente ao município de São Manuel do Pomba, atual Rio Pomba. O distrito foi transferido em 1851 para o município de Mar de Espanha, do qual se emancipou pela Lei Provincial n° 666 de 27 de abril de 1854, que criou o município de Vila Leopoldina16 . A mesma lei transferiu para Leopoldina alguns distritos desmembrados do município do Presídio, atual Visconde do Rio Branco20 . Por essa época, o território do município abrigava uma população de 23.000 habitantes21 .
O ciclo do café [editar]
A cafeicultura desenvolvida na província do Rio de Janeiro atravessou o rio Paraíba do Sul e avançou na Zona da Mata pelos vales dos rios Paraibuna, Pirapetinga e Pomba, desencadeando rápido crescimento da região na segunda metade do século XIX. A Vila Leopoldina foi elevada à categoria de cidade pela Lei Provincial n° 1116 de 16 de outubro de 186122 . Por essa época, já havia na cidade ensino de Latim e de Francês. Em 1872, Leopoldina passou a ser sede de comarca, pela Lei Provincial n° 186715 .
O município também foi beneficiado pela construção da Estrada de Ferro Leopoldina, cujos trilhos alcançaram a cidade em 1877. Pela ferrovia, realizava-se o comércio com o Rio de Janeiro, capital do Império. Em 1879 fundou-se o primeiro jornal do município, denominado Leopoldinense. Em abril de 1881, Leopoldina recebeu a visita do Imperador D. Pedro II15 .
Em 1883, o município chegou a apresentar a segunda maior população de escravos da província de Minas Gerais, atrás apenas de Juiz de Fora15 . Entre a última década do século XIX e a primeira do século XX, imigrantes europeus chegaram a Leopoldina para o trabalho na lavoura de café. Na cidade, funcionou uma hospedaria de imigrantes até 1898. Em 1910, foi criada, no distrito de Tebas, a Colônia Constança23 para imigrantes, principalmente italianos.
Em 2 de setembro de 1906, no distrito de Piacatuba, foi lançada a pedra fundamental da Usina Maurício, a primeira usina hidrelétrica construída na região, para aproveitar o potencial hidráulico da Cachoeira da Fumaça, no rio Novo. Dois anos depois, em 16 de julho de 1908, registrou-se a chegada da energia elétrica à cidade24 . A crise do café no início do século XX, entretanto, provocou sérios abalos na economia da Zona da Mata e do município, que passou a se apoiar na pecuária leiteira e também no cultivo de arroz.
No período entre a República Velha e o Golpe Militar de 1964, algumas lideranças políticas de Leopoldina alcançaram projeção em Minas Gerais e no Brasil, como o senador Ribeiro Junqueira, o governador Clóvis Salgado e o presidente Carlos Luz. A Rodovia Rio-Bahia, inaugurada em 1963, beneficiou a industrialização do município e o fortaleceu como entroncamento de comunicações11 .
Formação administrativa [editar]
Emancipado de Mar de Espanha em 1854, o município foi instalado em 20 de janeiro de 1855 abrangendo nove distritos: Leopoldina (sede), Capivara, Conceição da Boa Vista, Laranjal, Madre de Deus do Angu, Nossa Senhora da Piedade, Bom Jesus do Rio Pardo, Santa Rita do Meia Pataca e São José do Paraíba. Desde então, novos distritos foram criados e outros foram emancipados para constituir os municípios de Cataguases, Além Paraíba e Recreio16 . O último desmembramento ocorreu pela lei estadual n° 2764 de 1962, que emancipou o distrito de Rio Pardo para criar o município de Argirita11 . Atualmente, o município é formado por seis distritos: Leopoldina, Abaíba, Piacatuba, Providência, Ribeiro Junqueira e Tebas9 .
Geografia [editar]
Leopoldina localiza-se na Mesorregião da Zona da Matae ocupa uma área de 942 km², o que o torna o mais extenso de sua microrregião, representando 0,161% do estado de Minas Gerais, 0,102% da Região Sudeste e 0,011% de todo o território brasileiro7 . Limita-se ao norte com Cataguases, a nordeste com Laranjal, a leste com Recreio, a sudeste com Pirapetinga e Estrela Dalva, ao sul com Volta Grande e Além Paraíba, a sudoeste com Santo Antônio do Aventureiro, a oeste com Argirita e São João Nepomuceno e a noroeste com Descoberto e Itamarati de Minas.
Relevo e hidrografia [editar]
O território do município localiza-se na bacia do rio Paraíba do Sul2 . A sede municipal é cortada pelo ribeirão Feijão Cru. Os principais rios que banham o município são o Pomba e o Pirapetinga, ambos afluentes do Paraíba do Sul, e os rios Pardo e Novo, afluentes do Pomba25 .
Cerca de 80% do município apresenta topografia que varia de ondulada a montanhosa e apenas 20% classificado como plano. A altitude da sede municipal é de 225 m. O Alto de Santa Úrsula, ponto culminante do município, possui altitude de 712 m2 .
Clima [editar]
| Gráfico climático para Leopoldina | |||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| J | F | M | A | M | J | J | A | S | O | N | D |
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220
29
19
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176
29
20
|
147
29
19
|
68
27
17
|
35
26
15
|
24
24
13
|
14
24
12
|
17
25
13
|
44
25
14
|
121
27
17
|
162
28
18
|
277
28
19
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| Temperaturas em °C • Precipitações em mm Fonte: Tempo Agora. |
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O clima de Leopoldina é do tipo tropical (tipo Aw segundo Köppen)26 , com temperatura média anual em torno de 21°C, invernos secos e amenos e verões chuvosos com temperaturas moderadamente altas. Os meses mais quentes são janeiro, fevereiro e março, com temperatura máxima média de 29°C, havendo registros de 35°C de temperatura máxima em fevereiro de 200327 . O mês de julho é o mais frio, com temperatura mínima média de 12°C, havendo registros de 9°C de temperatura mínima em julho de 200328 .
A precipitação média anual é de 1.307 mm. As maiores precipitações são registradas no período de outubro a março, sendo os meses de inverno marcados pela estiagem. Na média, julho é o mês mais seco, quando ocorrem apenas 14,2 mm, e dezembro o mês mais chuvoso, cuja média fica em 277,1 mm29 .
O maior acumulado de chuva em menos de 24 horas foi de 158 mm registrados em 18 de janeiro de 199130 e em 20 de janeiro de 200031 . Outros grandes acumulados de chuva registrados no município foram de 147 mm em 14 de janeiro de 199432 e em 20 de novembro de 197233 , 142 mm em 13 de novembro de 197634 e 139 mm em 21 de dezembro de 198935 .
Vegetação e uso do solo [editar]
A vegetação nativa do município é a Floresta estacional semidecidual, pertencente ao bioma Mata Atlântica, o qual foi severamente desmatado. Atualmente, a floresta estacional ocupa uma área de 7144 hectares no município. A maior parte do território de Leopoldina é hoje coberta por campos e pastagens, os quais ocupam 79.308 hectares. O município apresenta duas unidades de conservação ambiental: o Parque Municipal Antônio Andrade Ribeiro, com área de 31,93 hectares, e a Reserva Biológica da Lapinha, de 368 hectares36 .
Demografia [editar]
Em 2010, a população do município foi contada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 51 136 habitantes, com uma densidade populacional de 54,27 habitantes por km².4 Segundo o censo de 2010, 47,99% da população eram homens (24 545 habitantes), 52,01% mulheres (26 591 habitantes), 89,39% (45 712 habitantes) viviam na zona urbana e 10,61% (5 424 habitantes) na zona rural.4 De acordo com o IBGE, Leopoldina possuía 37 685 eleitores em 2006.38
O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Leopoldina é considerado médio pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Seu valor é de 0,778, sendo o 122° maior de todo estado de Minas Gerais (em 853), o 487° de toda a Região Sudeste do Brasil (em 1666 municípios) e o 1098° de todo o Brasil (entre 5 507 municípios). Considerando apenas a educação (IDHM-E), o valor do índice é de 0,854, enquanto o do Brasil é 0,849. O índice da longevidade (IDHM-L) é de 0,789 (o brasileiro é 0,638) e o de renda é de 0,691 (o do Brasil é 0,723).39 A renda per capita é de 8 994,55 reais, a taxa de alfabetização adulta é 89,56% e a expectativa de vida é de 72,35 anos. Segundo o IBGE, o coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social é de 0,45, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor. A incidência da pobreza, medida pelo IBGE, é de 30,46%, o limite inferior da incidência de pobreza é de 22,02%, o superior é de 38,90% e a incidência da pobreza subjetiva é de 26,38%.40
Política [editar]
A administração do município se dá pelo poder executivo e pelo poder legislativo. O primeiro representante do poder executivo e prefeito do município foi Francisco Andrade Bastos, cujo mandato durou de 1937 a 1945. Em vinte mandatos, treze prefeitos passaram pela prefeitura de Leopoldina41 . O atual prefeito de Leopoldina é José Roberto de Oliveira, eleito com 51,21% dos votos válidos (15.586 votos) - PSC Partido Social Cristão, Coligação: Frente Ampla Leopoldinense - Fal. O poder legislativo é constituído pela câmara, composta por 15 vereadores eleitos para mandatos de quatro anos42 . Leopoldina é ainda a sede de uma Comarca43 , cujo território abrange também os municípios de Recreio e Argirita44 .
Subdivisões [editar]
Economia e infra-estrutura [editar]
Segundo dados de 2008 do IBGE, o município possuía R$ 462 787,733 mil 6 no seu Produto Interno Bruto. Desse total, R$ 41 327 mil são de impostos sobre produtos líquidos de subsídios.6
Leopoldina tem a indústria e o setor de serviços como principais atividades econômicas, os quais representam, respectivamente, 29% e 62% do PIB do município. Na indústria, destacam-se a fabricação de têxteis, artigos de vestuário, alimentos e bebidas, produtos de metal, artigos de borracha e plástico e minerais não-metálicos. Atualmente, desenvolve-se no município o turismo ligado à natureza.
A agropecuária tem participação de 9% no PIB, destacando-se a pecuária leiteira e a criação de galináceos e suínos. O município também produz milho, arroz, banana, cana-de-açúcar, entre outros2 . Os principais órgãos de imprensa da cidade são os jornais Leopoldinense,Leopoldinense Online, Tribuna do Povo, revista Hora H, Rádio-Jornal AM, Rádio 104 FM e Rádio Luz FM (comunitária).
Leopoldina possui 46 estabelecimentos de saúde, dos quais 19 são públicos. Ao todo, o município dispõe de 243 leitos para internação 45 .
Transportes [editar]
O município de Leopoldina é servido pelas rodovias federais BR-116/Rio-Bahia, BR-120 e BR-267 e também pela rodovia estadual MG-45451 . A Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) corta o município pelos distritos de Providência , Abaíba , Ribeiro Junqueira e na divisa com o distrito cataguasense de Vista Alegre. O Aeroporto de Leopoldina está situado no distrito de Piacatuba.
A frota de veículos do município em 2009 era composta por 8.205 automóveis, 598 caminhões, 230 caminhões-tratores, 797 caminhonetes, 2.567 motocicletas, 66 ônibus e 48 micro-ônibus8 .
Educação [editar]
O município conta com 30 escolas de ensino fundamental, das quais 24 são públicas; 9 escolas de ensino médio (6 públicas) e 4 de ensino superior - UEMG (Pública), CEFET (Pública), UNIPAC (Particular) e DOCTUM (Particular).
Instituições de Ensino Superior:
- O Centro Federal de Ensino Tecnológico (CEFET) que desde 2005 conta com a Faculdade de Engenharia de Controle e Automação.
- As Faculdades Unificadas Doctum que oferece os cursos de graduação em Direito e graduação em Administração de Empresas.
- A Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) que conta com os cursos de graduação em: Biomedicina, Ciências Contábeis, Educação Física, Enfermagem, Engenharia Ambiental, Sistemas de Informação e Serviço Social.
- Recentemente, com primeira turma para 2011, a Universidade Estadual de Minas Gerais implantou curso de Pedagogia na cidade.
Escolas Técnicas:
- O Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG) que oferece os cursos de Técnico em Informática, em Eletrônica e, curso Técnico em Mecânica.
- A Instituição Campanha Nacional de Escolas da Comunidade (CENEC) oferece o curso Técnico em Laticínios, Técnico em Segurança do Trabalho, Técnico em Administração e, Técnico em Farmácia.
Cultura [editar]
Museus [editar]
No centro da cidade, localiza-se o Museu Espaço dos Anjos, construção do século XIX onde viveu o poeta paraibano Augusto dos Anjos, o qual é patrono da Academia Leopoldinense de Letras e Artes.
No distrito de Piacatuba, encontra-se instalado o Museu da Eletricidade, próximo à Usina Maurício (1809). A cidade também possui bibliotecas, conservatório de música e associações culturais.
Religião [editar]
Na divisão territorial da Igreja Católica, Leopoldina é sede de diocese desde 1942, tendo como sé episcopal a Catedral de São Sebastião, situada na Praça Dom Helvécio52 . No município também estão presentes templos de outros credos, como as igrejas evangélicas. Segundo informações do censo de 2000, realizado pelo IBGE, a maior parte da população do município declara-se católica (80,35%), seguida dos evangélicos (11,74%) e espíritas (2,95%), sendo que 3,71% declaram-se sem religião e o restante pertencente a outras religiões.53
Feriados municipais [editar]
- 20 de janeiro: Dia de São Sebastião
- 27 de abril: Dia do Município54
Festas populares [editar]
- Feira da Paz/Feirarp: Festa anual com comércio de artesanato, shows e eventos culturais que acontece no mês de setembro. No círculo central do Parque de Exposições são montadas várias barracas de diversos países, onde são servidas comidas e bebidas típicas.
- Exposição Agropecuária e Industrial: Tradicional evento da cidade, realizado no mês de julho.
- MotoRock: Encontro de motociclistas de todo território brasileiro realizado no mês de Abril durante 3 dias, sendo eles sexta, sábado e domingo de muito Rock and Roll.
- Festival de Viola e Gastronomia de Piacatuba:No distrito de Piacatuba acontece em meados de julho/agosto, o conceituado Festival de Viola e Gastronomia, com visitação abrangente e um público memorável.
Um evento curioso acontece na cidade. Paletada é um evento de integração das artes que deixa o público livre para expor sua arte. Acontece durante dois dias, algumas vezes por ano, reunindo artistas de toda zona da mata mineira.
Notas e referências
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