Intercessão

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Segundo o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, a intercessão "consiste no pedir em favor doutro. Ela conforma-nos e une-nos à oração de Jesus que intercede junto de Deus Pai por todos os homens, em especial pelos pecadores. A intercessão deve estender-se também aos inimigos" (n. 554).

Apesar de toda a oração ter como destino final a Santíssima Trindade, para os católicos, isto não os impede de acreditarem que Nossa Senhora, os Anjos e os Santos oram no Céu a favor dos homens e dos seus pedidos e súplicas, sendo por isso os nossos autênticos intercessores junto de Deus. Esta intercessão celestial, fundada no dogma da comunhão dos santos, pode ser a favor dos pedidos do próprio crente ou a favor da intercessão que o crente fez a favor doutro. Daí a grande devoção popular dos católicos, leigos ou clérigos, à Virgem Maria e aos demais Santos, expressa em orações, em procissões ou em peregrinações.

Segundo o argumento contrário, não existe nenhum texto das Sagradas Escrituras que revele o poder intercessório de Maria ou santos, após a morte. Esse poder, na Bíblia, só pertence a Jesus Cristo (Mateus 28:18, Romanos 8:34, Hebreus 7:25, I Timóteo 2:5, com ênfase, neste último - "único mediador"). Em vida, qualquer fiel pode (e deve, obviamente), interceder por outros junto a Deus, havendo disso, sim, diversos exemplos nas Escrituras, utilizados pelos católicos como justificativa para dobrar os joelhos e fazer orações a homens e mulheres santos do passado, o que, para os protestantes, implica em idolatria.

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