Marcos Abrahão
Marcos Abrahão (Rio Bonito, 10 de março de 1962) é um político do Rio de Janeiro. Ex-vereador de Rio Bonito, ganhou notoriedade quando, em 2003, foi acusado de ser o mandante do assassinato do então deputado Valdeci Paiva de Jesus[1], que como ele, era integrante do PSL.
Marcos Abrahão era o primeiro suplente de Valdeci, e com sua morte, herdou o cargo de deputado. Ainda em 2003, pouco tempo depois de assumir o cargo, teve o mandato cassado em votação aberta na ALERJ, conforme determinava a Constituição do Estado do Rio de Janeiro. Entretanto, uma decisão do Superior Tribunal de Justiça[2] garantiu sua permanência no cargo. Esta decisão foi posteriormente ratificada pelo Supremo Tribunal Federal, que reconheceu inconstitucional a existência de votações abertas para a cassação de mandato parlamentar.
Com essa decisão da justiça, Marcos Abrahão pôde cumprir seu mandato até o fim, sendo reeleito em 2006, novamente pelo PSL, com 36.714 votos.[3] Em 2010, foi reeleito com 52.525 votos, agora pelo PTdoB.[4]
Referências
- ↑ http://www.terra.com.br/istoegente/183/reportagens/deputados_problema.htm
- ↑ http://conjur.estadao.com.br/static/text/34533,1
- ↑ UOL - Eleições 2006 - Apuração - Rio de Janeiro. Página visitada em 7 de outubro de 2010.
- ↑ UOL - Eleições 2010 - Apuração - Rio de Janeiro. Página visitada em 7 de outubro de 2010.