Tempos Modernos
- Para outros significados do título, consulte Tempos Modernos (desambiguação) ou Modern Times (desambiguação).
| Modern Times | |||||||
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| Tempos Modernos (PT/BR) | |||||||
1936 • P&B • 87 min • |
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| Produção | |||||||
| Direção | Charlie Chaplin | ||||||
| Produção | Charlie Chaplin | ||||||
| Roteiro | Charlie Chaplin | ||||||
| Elenco original | Charlie Chaplin Paulette Goddard Henry Bergman Stanley Sandford Chester Conklin |
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| Género | Comédia / drama / romance / ficção científica | ||||||
| Idioma original | inglês | ||||||
| Música | Charlie Chaplin | ||||||
| Estúdio | United Artists | ||||||
| Distribuição | Charlie Chaplin Film Corporation | ||||||
| Lançamento | 5 de fevereiro de 1936 (76 anos) Rivoli Theater, Nova Iorque, |
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| Cronologia | |||||||
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IMDb: (inglês) (português) |
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| Projeto Cinema • Portal Cinema | |||||||
Modern Times (br/pt: Tempos Modernos) é um filme de 1936 do cineasta britânico Charles Chaplin, em que o seu famoso personagem "O Vagabundo" (The Tramp) tenta sobreviver em meio ao mundo moderno e industrializado. É considerado uma forte crítica ao capitalismo, militarismo, liberalismo, conservadorismo, stalinismo, fascismo, nazismo e imperialismo, bem como uma crítica aos maus tratos que os empregados passaram a receber depois da Revolução Industrial.
Nesse filme Chaplin quis passar uma mensagem social. Cada cena é trabalhada para que a mensagem chegue verdadeiramente tal qual seja. E nada parece escapar: máquina tomando o lugar dos homens, as facilidades que levam a criminalidade, a escravidão. O amor também surge, mas surge quase paternal: o de um vagabundo por uma menina de rua.
Tempos Modernos é ao mesmo tempo comédia, mesmo tempo drama, romance e ficção (ao menos à época que foi feito), por visto que na época do filme tais recursos que aparecem no filme ainda não existiam.
Índice |
[editar] Sinopse
Um trabalhador de uma fábrica, tem um colapso nervoso por trabalhar de forma quase escrava. É levado para um hospício, e quando retorna para a “vida normal”, para o barulho da cidade, encontra a fábrica já fechada.
Enquanto isso, uma jovem, orfã de mãe, com duas irmãs pequenas e o pai desempregado, tem que realizar pequenos furtos para sobreviver(roubar um pão para comer) . Após a morte do pai em uma manifestação, dois agentes do governo vão buscá-las para a adoção, mas a jovem foge.
Charles vai em busca de outro destino, mas acaba se envolvendo numa confusão: pois é tomado como o líder comunista por trás da greve que esta a acontecer e acaba por ser preso. Quando é libertado e depois de uma agradável estadia na prisão, decide fazer de tudo para voltar para lá e ao ver a jovem que fugiu da adoção, decide se entregar em seu lugar. Não dá certo, pois uma grã-fina tinha visto o que houve e estraga tudo. Mesmo assim, ele faz de tudo para ir preso, no entanto os dois acabam escapando e vão tentar a vida de outra maneira. A amizade que surge entre os dois é bela, porém não os alimenta. Ele tem que arrumar um emprego rapidamente.
Consegue um emprego numa outra fábrica, mas logo os operários entram em greve e ele mete-se novamente em perigo. No meio da confusão, vai preso ao jogar sem querer uma pedra na cabeça de um policial.
A jovem consegue trabalho como dançarina num salão de música e emprega seu amigo como garçom. Também não dá certo, e os dois seguem, numa estrada, rumo a mais aventuras.
[editar] Elenco
- Charlie Chaplin .... Trabalhador da fábrica / The Tramp
- Paulette Goddard .... Gamine / Ellen Peterson
- Henry Bergman .... proprietário do motel
- Chester Conklin .... mecânico
- Stanley Sandford .... Big Bill
- Hank Mann.... mendigo
- Stanley Blystone .... pai da gamine
- Al Ernest Garcia .... presidente da Electro Steel Corp. (creditado com Allan Garcia)
- Julia Wolder .... irmã da garota orfã
[editar] Curiosidades
- O filme foi muito bem recebido pelos críticos de cinema, sendo exibido em 2003, no Festival de Cannes, fora da competição.
- O filme era uma ficção há época que foi feito, Chaplin quis fazer um retrato de como seria o futuro na opinião deste.
- Neste filme se houve pela primeira vez a voz de Chaplin, sempre resistente ao cinema sonoro, usado desde 1927, em O Cantor de Jazz. Chaplin acreditava que não era necessário o cinema sonoro e que o cinema era uma arte essencialmente pictórica, e, enquanto pode, resistiu ao cinema falado.
- Na parte em que Chaplin canta no restaurante, ele canta uma música sem sentido misturando francês e italiano.
- Este filme causou muita polêmica por causa das críticas à Revolução Industrial e as citações sobre o comunismo e a social-democracia, enfrentando censura em muitos países, como a Alemanha Nazista.
- Este filme foi considerado um pouco ousado pela época, pois uma lei proibia que se mostrasse filmes com consumo de drogas ílicitas, no caso do filme a cocaína, usada por Chaplin na prisão onde este confundiu a cocaína com sal.
- Seu próximo filme de 1940, O Grande Ditador seria seu primeiro filme completamente falado.
- Este era o último filme mudo da história, até o lançamento do filme O Artista em 2011, ganhador de 5 Óscar.
[editar] Ligações externas
- Filmes dos Estados Unidos
- Filmes da França
- Filmes do Reino Unido
- Filmes dirigidos por Charles Chaplin
- Filmes de Charles Chaplin
- Filmes em preto e branco
- Filmes de comédia
- Filmes de comédia dramática
- Filmes de comédia romântica
- Filmes de drama
- Filmes de drama romântico
- Filmes de romance
- Filmes de ficção científica
- Filmes mudos
- Filmes de 1936
- História do cinema