Um Cadáver Ouve Rádio

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Um Cadáver Ouve Rádio
Autor (es) Marcos Rey
País  Brasil
Género Mistério
Editora Ática
Lançamento 1983

Um Cadáver Ouve Rádio é um livro de Marcos Rey lançado em 1983. Com uma linguagem moderna e simples, é indicado para o público infanto-juvenil. O livro retrata a história de um misterioso assassinato em um prédio de construção abandonado. A trama gira em torno da busca pelo assassino e o porquê de haver um rádio ligado na cena do crime. [1]

É sequência de O Mistério do Cinco Estrelas e O Rapto do Garoto de Ouro, do mesmo autor, lançados em 1981 e 1982, respectivamente. Sem seguida a este a quadrilogia foi fechada com Um Rosto no Computador. Todos os livros fazem parte da Coleção Vaga-Lume.

Personagens[editar | editar código-fonte]

- 'Muriçoca': Um garoto, que procurando um emprego, entra no prédio abandonado e encontra o corpo.

- 'Sandoval de Souza': Primo de Alexandre, foi interrogado pelo delegado e considerado um suspeito.

- 'Alexandre': Mais conhecido com "Boa vida", foi encontrado morto em um prédio de construção. Era casado com Elvira, e apaixonado pela sua sanfona, que era seu único objeto de valor.

- 'Doutor Arruda': Delegado, investiga o crime durante a história e resolve o enigma.

- 'João Valentão': Sanfoneiro, assim como Sandoval, foi acusado pelo assassinato.

- 'Léo, Gino e Ângela': Trio de jovens detetives, que investigam o caso junto com o Doutor Arruda.

_ 'Guima': funcionário do hotel onde Leo trabalha como bellboy.

_ "Elvira": ex-mulher de Alexandre, havia se separado dele muito antes de sua morte.

Enredo[editar | editar código-fonte]

== O livro “Um cadáver ouve rádio” de Marcus Rey, conta uma história de investigação, onde um cadáver com o corpo de bruços, é encontrado dentro de um prédio em construção abandonado, e com um rádio ligado. 
Vendo-se em frente essa situação, o delegado distrital, Doutor Arruda decide pedir ajuda ao trio de jovens detetives, Leo, Gino e Ângela.
O cadáver encontrado era de um homem conhecido, de quem todos gostavam no bairro, um sanfoneiro chamado Alexandre, mais conhecido como o “Boa Vida” e que para eles ninguém tinha motivos para matá-lo.
O delegado e os pequenos detetives tinham como suspeitas três pessoas: Muriçoca, pois ele havia sido encontrado na cena do crime, mas ele afirmava ter subido por causa da chuva e pelo fato do rádio estar ligado; João, um homem muito esquentado, que também era sanfoneiro e poderia ter o matado por causa da concorrência e; Elvira, que era mulher do Alexandre boa – vida, mas ninguém a conhecia, ela só apareceu no funeral.
No final os jovens detetives Leo, Gino e Ângela descobriram que quem matou o boa vida, não estava incluído entre os suspeitos, na verdade era o primo de Alexandre, o Soares e tudo por causa de um bilhete de loteria que havia sido premiado. 
Como o primo de “Boa Vida” pensava que era o único herdeiro, planejou tudo para ficar com o dinheiro do prêmio, mas no final acabou sendo descoberto e preso. ==

  • Um Cadáver Ouve Rádio, Marcos Rey. Global Editora. São Paulo.