Cidreira (Rio Grande do Sul)

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Município de Cidreira
"A praia do coração dos gaúchos"
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 9 de maio de 1988 (28 anos)
Gentílico cidreirense
CEP 95595-000
Prefeito(a) Milton Terra Bueno (PMDB)
Localização
Localização de Cidreira
Localização de Cidreira no Rio Grande do Sul
Cidreira está localizado em: Brasil
Cidreira
Localização de Cidreira no Brasil
30° 09' 39" S 50° 14' 02" O30° 09' 39" S 50° 14' 02" O
Unidade federativa  Rio Grande do Sul
Mesorregião Metropolitana de Porto Alegre IBGE/2008[1]
Microrregião Osório IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Tramandaí, Osório e Balneário Pinhal
Distância até a capital 127 km
Características geográficas
Área 246,362 km² [2]
População 12 654 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade 51,36 hab./km²
Altitude 0,60 m
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,808 muito alto PNUD/2000[4]
PIB R$ 109 952,447 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 9 466,42 IBGE/2008[5]
Página oficial

Cidreira é uma cidade localizada no litoral Norte do estado do Rio Grande do Sul, no Brasil, e considerada um das praias mais antigas do estado para veraneio[6][7].

É juntamente, com Balneário Pinhal, a praia mais próxima da capital,[6] Porto Alegre. Hoje, apesar de demonstrar um pífio destaque junto ao turismo estadual e nacional, já foi uma das praias mais populares e frequentadas do Rio Grande do sul, que era de grande prestígio turístico.[8] Teve importância naval pois possui um farol, que já é centenário;[9] possui grande destaque na pesca, justamente pelo seu extenso mar, sua plataforma de pesca[10], suas três lagoas[11] e seus inúmeros banhados; tem apresentado esforços para se destacar em turismo,[12] música,[13] e cinema.[14] É no seu território que está o polêmico estádio Sessinzão, que foi construído com capacidade para 17.000 pessoas, quando a cidade possuía pouco mais de 8.000 habitantes.[15]

Localizada aparentemente na divisão entre a pequena península do Rio Grande do Sul e os demais municípios do Litoral Norte gaúcho, Cidreira é composta por 5 bairros oficiais: Salinas, Nazaré, Centro, Ildo Meneghetti e Costa do Sol, sendo que existem também os bairros e regiões não oficiais, tais como o Parque dos Pinus, o Bairro da Antena, a Fortaleza e as Cabras.[16][17] Com uma população que, de acordo com o IBGE, atinge 12.668 habitantes, distribuídos em uma área pouco maior que o município de Canoas, Cidreira é uma das cidades menos povoadas de todo o Litoral Gaúcho,[18] sendo considerada um Centro Local,[19] e uma Cidade-fantasma,[20][21] pois no perído no entorno de março até dezembro, a cidade fica deserta, com mais da metada das suas casas desabitadas, que pertencem em sua maioria a veranistas.

O Território de Cidreira já era habitado por indígenas muito antes da chegada do homem branco,[22] depois servindo para passagem de colonizadores, bandeirantes e tropeiros.[23] A cidade tem suas origens na doação da sesmaria de Cidreira para Manuel Pereira Franco, doação esta feita pela Coroa de Portugal, em 1767.[24] O território passa por diversas mãos, devido a sonegação de impostos e outros motivos.[25] Em 1800 há registros de que recebia seus primeiros veranistas.[7] Já pertenceu aos municípios de Santo Antônio da Patrulha, Osório e Tramandaí.[26] Conquista definitivamente sua emancipação em maio de 1988.[26]

Cidreira é bastante conhecida entre os gaúchos,[27] porém o destaque túristico maior fica para outras praias populares no litoral norte do Rio Grande do Sul, como Tramandaí, Xangri-lá, Capão da Canoa, Torres,[28] dentre outras. Mesmo assim, há quem valorize Cidreira, divulgando os pontos positivos da cidade,[29][30][31][32][33][34] dentre os quais destaca-se a beira da praia, que é praticamente deserta no inverno, o que é muito valorizado por aposentados, pescadores, surfistas,[35] assim como moradores e turistas que preferem a paz e tranquilidade à agitação. Outro aspecto destaque de Cidreira é a construção civil,[36] pois a cidade encontra-se em meio a processo de urbanização,[37] ainda em estágios iniciais. Os ônibus urbanos têm apenas dois trajeto, e o principal é a linha Salinas-Costa do Sol,[38] pois os principais bairros estão enfileirados, sendo que basta cruzá-los para percorrer por todo o território urbano do município. Abrigava em seu interior, até o segundo semestre de 2012, um dos campus da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, que posteriormente devido às péssimas condições do prédio doado pela prefeitura e pela falta de opções de transporte, acabou mudando-se para o município de Osório.[39]

História[editar | editar código-fonte]

Em 1767, a Coroa de Portugal doou a sesmaria de Cidreira para o almoxarife-mor Manuel Pereira Franco. Possuía de frente 4,5 léguas (29.700m), com 2,5 léguas de orla marítima (16.500m) e era composta pelas fazendas Cidreira, Rondinha, Roca Velha, Ponta do Mato e Porteira. Posteriormente, devido à sonegação de impostos, a Coroa confiscou as terras para serem leiloadas.

Em 1819 a sesmaria de Cidreira foi comprada por Luiz José Ferreira Saraiva, legando ao filho Francisco Pereira Saraiva as terras do norte: Roca Velha, Rondinha e Cidreira.

Somente após 1860 começaram a vir para Cidreira os primeiros veranistas, ficando em casas de palha, com chão de areia batida. Dentre os pioneiros encontravam-se as famílias Cauduro, Pilla, Boppe, Mostardeiro, Chaves Barcellos, Bins, J.H. Santos e outras.

Devido ao difícil acesso não havia moradores, o que passou a ocorrer após a construção do primeiro farol, destacando-se João Neves, fiscal do governo estadual, que passou a residir ali para impedir a construção de casas sem a autorização do governo. Nessa época a praia era popularmente chamada de Pernambuquinho[20].

A partir de 1930 começaram a surgir as primeiras casas de madeira, sendo construída (em madeira) a Igreja Nossa Senhora da Saúde, surgindo, também, os Hotéis Atlântico (no local onde hoje é a estação rodoviária), Farroupilha (atualmente Edifício Alvorada), Castelo, Farol, Cidreira e outros.

Em 1950 foi iniciada a construção da estrada ligando Porto Alegre ao litoral (concluída em 1958), desenvolvendo-se o processo de urbanização de Cidreira/Pinhal. Em 1954, a CEEE instalou o primeiro gerador de energia elétrica, seguindo-se na década de 1960 o primeiro posto telefônico e o serviço de tratamento da água, pela Corsan.

O município teve a sua origem em Santo Antônio da Patrulha, passando mais tarde a pertencer a Osório e, por fim, a Tramandaí – até que, em maio de 1988, foi emancipado.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localiza-se a uma latitude 30º10'52" sul e a uma longitude 50º12'20" oeste, estando a uma altitude de 0,60 metro. Sua população estimada em 2004 era de 10 884 habitantes. No verão, a população estimada é de mais 500 mil pessoas. Possui uma área de 241,94 km².

O vento concede feições marcantes nas copas de árvores e arbustos da vegetação das matas de restinga, que estão a cerca de 3 km da linha da praia. Na vegetação psamófica, é considerado marcante o seu xeromorfismo, com presença de folhas reduzidas, que são lustrosas na face superior, coriáceas, com acúleos e espinhos. Essa configuração é vista também em outras praias da região. [40]

Turismo[editar | editar código-fonte]

Cidreira também tem muitos pontos turísticos e locais curiosos no seu território, que ajudam a contribuir na visão peculiar que os visitantes têm da cidade: a rodoviária abandonada do Ildo Meneghetti, que tem grande parte do seu território coberto por areia; os Camaronitos, estátuas espalhadas por toda a cidade.

O polêmico Sessinzão[editar | editar código-fonte]

Na gestão do Prefeito Elói Sessim, foi construído esse imenso estádio, considerado uma obra faraônica, ou um elefante branco. Construiu-se o estádio com capacidade para 17.000 pessoas, quando a cidade não possuía mais do que 8.000 habitantes. Foi considerado um "símbolo da corrupção e da má utilização das verbas públicas". Ajudou Cidreira a entrar em processo de endividamento.[44]

Inaugurado em 1996, tem um gramado com 108m x 74m. Já sediou 19 jogos oficiais, entre o Campeonato Gaúcho e a Copa Renner. Não é usado profissionalmente desde 2007. O estádio traz dívidas desde a época da sua construção, com precatórios de serviços que jamais foram pagos pela prefeitura, girando em torno de R$ 7 milhões. O vice-prefeito Claudio Volf, da administração 2013-2016, revelou que a prefeitura vinha tentando negociar o estádio por R$ 2,3 milhões. Ele afirmou que queriam ceder a área de graça, em comodato, mas mesmo assim não surgiram interessados. Ainda segundo o vice-prefeito, precisa-se de mais R$ 3 milhões para fazer a reforma do prédio. Um laudo apontou no estádio corrosões, problemas nas ferragens e infiltrações. O prefeito responsável pela construção do estádio, Elói Sessim, defende-se afirmando que não teve como terminar a obra, pois seu mandato foi cassado, por improbidade administrativa.[45][46]

Recentemente, uma recicladora de resíduos sólidos industriais de Novo Hamburgo, por proposta da prefeitura, iria utilizar parte do estádio. Mas a câmara de vereadores recusou por unanimidade a proposta. Elói Sessim comemorou a decisão do poder legislativo.[45]

Arquitetura[editar | editar código-fonte]

A crescente demanda para construção de casas de veraneio trouxe nova concepção às questões arquitetônicas. Muitos arquitetos dedicaram-se à construção na praia. As empresas ofereciam casas de madeira, destacando-se os avarandados em toda volta da casa. As construções de alvenaria também começaram a ganhar as praias. Uma das primeiras casas de alvenaria de Cidreira é a famosa Vila Otília, que ainda hoje guarda suas características originais.[47]

A arquitetura em Cidreira acompanhou a fase de grande desenvolvimento da construção civil no litoral. Em pouco tempo grandes casas estavam sendo construídas na praia. Destaca-se que a maioria das primeiras casas de alvenaria ainda estão preservadas. Seguiram-se as construções de dois pisos, sempre buscando aproveitar a vista para o mar. As casas de alvenaria foram tomando o lugar dos tradicionais Chalés, Bangalôs e Ranchos. Cidreira é uma das praias com maior número de casas tradicionais preservado.[47]

Praias[editar | editar código-fonte]

Política[editar | editar código-fonte]

Por volta de 1984 a comunidade cidreirense encontrava a necessidade de possuir uma administração própria pois ainda pertencia ao município de Tramandaí. No CPC (Cidreira Praia Clube) foi criada uma comissão que lutaria pela emancipação de Cidreira, que seria finalmente conquistada em 1988, tendo Remy Carniel como seu primeiro prefeito.[48]

A sede da prefeitura abrigava toda a parte administrativa do município e ainda um posto de saúde. Após a primeira gestão foi ampliada ganhando um terceiro andar, mais salas e um auditório para mais de 400 pessoas. Nessa época Cidreira recebia um setor de TI.[46]

Em 1996 o Balneário Pinhal emancipa-se de Cidreira. O município de Balneário Pinhal (ou Pinhal, como é popularmente conhecido na região) tem como cartão de visita uma das mais exóticas formações naturais, o famoso Túnel Verde. O Balneário Pinhal possui várias praias e lagoas. É o único município filho de Cidreira. Depois da Criação da bandeira e do brasão de Cidreira, ocorreu a emancipação do Balneário Pinhal, onde alguns pontos destacados do brasão ficaram com a nova cidade. O Túnel Verde, retratado na parte superior esquerda do brasão e a força produtiva do mel, retratada na parte inferior esquerda, são tópicos que não representam mais Cidreira, mas que são considerados como parte da sua história.[46]

Família Berger[editar | editar código-fonte]

Emma Berger e José Berger foram os primeiros colonos a estabelecer raízes em Cidreira. Eles fundaram o famoso hotel Atlântida. A família Berger, de origem Alemã, teve uma importante participação no desenvolvimento inicial da praia. Eles ajudaram na construção de Cidreira lá pelos anos 30. Eram proprietários de diversos imóveis e comércio. Dos negócios da família faziam parte a Rodoviária, Casa do Leitor, Fliperama, entre outros estabelecimentos. O terreno onde fica a praça principal chamada José Berger foi uma doação da família para a cidade. Mais tarde, na gestão do ex-prefeito Elói Braz Sessim, veio a desapropriação de terras pertencentes aos herdeiros da segunda geração. Isso trouxe a criação da concha acústica.

Thony Naide Erling Berger foi a moradora mais antiga da cidade até os dias de hoje. Ela morava numa casa localizada acima do bar da Rodoviária. Não há morador ou visitante que não a conhecesse. Thony viveu toda a sua vida em Cidreira e era viúva de Arnoldo Berger, filho de Emma e José.

Figuras ilustres da política[editar | editar código-fonte]

Ficheiro:Noticiamidia7237.jpg
Ex-prefeito Elói Sessim

Esmirrá de Souza foi a primeira vereadora travesti da história da cidade. Com menos de dois meses de mandato, já fez pedidos de conclusão do asfaltamento de diversas ruas do bairro Chico Mendes.[49]

Para a gestão 1993/1996, foi eleito o prefeito Elói Braz Sessim. Sua administração destacou-se por obras significativas e escândalos administrativos. Reformou e ampliou a sede da Prefeitura Municipal, construiu o calçadão da Avenida Mostardeiros, construiu a Concha Acústica e a Praça José Berger. Edificou o CIEP e o Estádio Sessinzão. Sessim não terminou o mandato, acusado de improbidade administrativa.[46]

Milton Bueno foi o prefeito eleito em 2013, e logo no início do seu mandato já causou polêmica, ao mandar derrubar árvores cinquentenárias da antiga Rua do Arroio, com o objetivo de construir um calçadão. Já em janeiro de 2013, o Ministério Público Eleitoral entrou com um pedido de cassação do mandato do recém eleito prefeito, por suspeita de compra de votos.[50][51]

Prefeitos[editar | editar código-fonte]

Nome Partido Início do mandato Fim do mandato Observações
1 Remy Carniel PMDB 1 de janeiro de 1989 31 de dezembro de 1992 Prefeito eleito
2 Elói Braz Sessim PDT 1 de janeiro de 1993 31 de dezembro de 1996 Prefeito eleito
3 Elimar Tomaz Pacheco PMDB 1 de janeiro de 1997 31 de dezembro de 2000 Prefeito eleito
4 Custódia Bergues da Silva PTB 1 de janeiro de 2001 31 de dezembro de 2004 Prefeito eleito
5 Roberto Pires Camargo PMDB 1 de janeiro de 2005 31 de dezembro de 2008 Prefeito eleito
Roberto Pires Camargo PMDB 1 de janeiro de 2009 31 de dezembro de 2012 Prefeito reeleito
6 Milton Terra Bueno PMDB 1 de janeiro de 2013 Atual Prefeito eleito

Comunicação[editar | editar código-fonte]

Existem as rádios Tramandaí FM 91,3 MHz, a comunitária Cidreira FM 105,9 e a Rádio Comunitária O Marisco 98,9 FM

Televisão[editar | editar código-fonte]

Não existem emissoras de televisão com sede em Cidreira, mas possui o sinal dos principais canais de TV do Rio Grande do Sul, diretamente de Porto Alegre e Osório.

Imprensa[editar | editar código-fonte]

Jornal Litorâneo (com circulação quinzenal não só em Cidreira mas na Região), Jornal O Marisco, Jornal Maré Cheia - Circulação Quinzenal.

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  3. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 
  6. a b «Como chegar em Cidreira». Hotel e Pousada Aguiar. Consultado em 14 de fevereiro de 2012. 
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  8. Therra, Ivan (2007). Praia da Cidreira - História, cotidiano, cultura e sentimento, 1st Edition (Cidreira: Casa de Cultura do Litoral). pp. 39–90. ISBN 981.65 Verifique |isbn= (Ajuda). 
  9. Therra, Ivan (2007). Praia da Cidreira - História, cotidiano, cultura e sentimento, 1st Edition (Cidreira: Casa de Cultura do Litoral). p. 65. ISBN 981.65 Verifique |isbn= (Ajuda). 
  10. «Site da Plataforma de Pesca de Cidreira». Plataforma de Pesca de Cidreira. Consultado em 14 de fevereiro de 2012. 
  11. «Cidreira». Férias. Consultado em 14 de fevereiro de 2012. 
  12. «Veja nossas atrações». PMPF Cidreira. Consultado em 14 de fevereiro de 2012. 
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  23. Therra, Ivan (2007). Praia da Cidreira - História, cotidiano, cultura e sentimento, 1st Edition (Cidreira: Casa de Cultura do Litoral). pp. 19,21,22,23,24,28,32. ISBN 981.65 Verifique |isbn= (Ajuda). 
  24. Therra, Ivan (2007). Praia da Cidreira - História, cotidiano, cultura e sentimento, 1st Edition (Cidreira: Casa de Cultura do Litoral). p. 27. ISBN 981.65 Verifique |isbn= (Ajuda). 
  25. Therra, Ivan (2007). Praia da Cidreira - História, cotidiano, cultura e sentimento, 1st Edition (Cidreira: Casa de Cultura do Litoral). p. 27. ISBN 981.65 Verifique |isbn= (Ajuda). 
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  50. Jornal O Marisco, página 1 (01/2013)
  51. [1]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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