Dark Horse Comics

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Dark Horse Comics
Editora
Fundação 1986
Fundador(es) Mike Richardson
Sede Milwaukie, Oregon, EUA
Pessoas-chave Mike Richardson
Produtos Quadrinhos, Livros e Filmes
Website oficial http://www.darkhorse.com/
A sede da Dark Horse Comics

Dark Horse Comics é uma editora de quadrinhos norte-americana, sendo considerada uma das maiores do mercado "independente" que se opõe às majoritárias DC Comics e Marvel Comics. Foi fundada em 1986 por Mike Richardson, [1] e é sediada em Milwaukie, Oregon. Seu logo é uma peça preta de xadrez, o cavaleiro, moldada no formato da cabeça de um cavalo.

Os personagens mais conhecidos da Dark Horse Comics são: Hellboy, The Mask, Ghost e Abe Sapien.


História[editar | editar código-fonte]

Origem[editar | editar código-fonte]

Em 1980, um tal de Mike Richardson abriu a Pegasus, uma livraria especializada em quadrinhos, lá no Oregon. Com o que arrecadou, decidiu seis anos depois, montar uma pequena editora. Convidou o amigo  Randy Stradley e em 1986, nascia a Dark Horse Comics. Já são 30 anos desde então, e numa homenagem destacaremos o que a editora nos ofereceu durante as três décadas.

A primeira publicação foi uma a Dark Horse Presents, uma revista que reunia diversas narrativas em preto e branco. Segue Boris The Bear, uma série sobre um urso antropomórfico que parodiava os quadrinhos mais sérios da época, na mesma direção das célebres Tartarugas Ninjas de Peter Laird e Kevin Eastman. Richardson e David Jackson estavam a frente do título. Em 1987 o criador do Boris the bear tirou da Dark Horse seu personagem por um desencontro com o dono da editora, mas a editorial já tinha passado a marcha com um certo êxito, devido a série do Concrete de Paul Chadwick nas páginas de Dark Horse Presents. Pouco a pouco foi reunindo títulos a seu catálogo como The American, de Mark Verheiden. E foi esse roteirista que foi encarregado de escrever a primeira minissérie sob a licença que Richardson e Stradley adquiriram em 1988. Nada menos que os Aliens da 20th Century Fox.

O bom resultado desta continuação do filme de James Cameron criou uma boa reputação para com os estúdios de Hollywood, que vieram acreditando nessa pequena e independente, a ideal para receber a licença de quadrinhos de sci-fi, ação e terror. A Dark Horse foi fazendo seu nome no panorama do comic independente dos Estados Unidos, um lugar onde os autores se achavam confortáveis realizando projetos livre e com resultados econômicos satisfatórios.

E no início dos anos 1990, a Dark Horse se tornou uma peça realmente importante no mosaico dos quadrinhos norte-americanos. Tudo ocorreu quando grandes nomes do meio se animaram a realizar seus próprios projetos fora das duas Majors, que retinham s direitos de suas criações.

Assim, John Byrne, Frank Miller, Howard Chaykin, Mike Mignola, Arthur Adams e Dave Gibbons decidiram seguir os mesmos passos de outra geração de artistas que fundaram a Image, mas se amparando na Dark Horse. A diferença fundamental que notaríamos, era que seus quadrinhos tinham muito mais qualidade do que os realizados por Todd McFarlane, Rob Liefeld, Jim Lee e Erik Larsen.

O êxito de Sin City e Hellboy animou outros autores a procurarem a Dark Horse, após o colapso de outras editoras independentes, Mike Baron e Steve Rude, Stan Sakai, Matt Wagner, Wendy e Richard Pini, entre outros trouxeram suas séries prestigiosas, somando a lista de quadrinhos que a editora oferecia nos stands do país.

Em tempo, a editora não descuidou do tema das licenças cinematográficas que já tinham, e trouxeram Star Wars, que a Marvel deixou escapar provavelmente ao decidir que não aquele filão não era tão rentável quanto no final dos anos 1970 e início dos 80. Randy Stradley trabalhou na Marvel no selo Star Wars, e foi uma mão na roda, pois a aposta garantiu uma nova linha de quadrinhos que ampliou o universo de George Lucas. Contava com autores de prestígio e profissionais sólidos, saindo da inércia do título e prezando a qualidade dos conteúdos. A aceitação foi espetacular e com a retomada da série no cinema, chamou mais ainda a atenção do público leitor.

Com algumas criações publicadas pela Dark Horse chegando ao cinema e à televisão, como O Máscara, 300, Sin City, Big Guy and Rusty the boy robot,Timecop, Barb Wire, Tank Girl e Mystery Men, foi crescente o reconhecimento da editora, àquela altura já não mais vista como pequena. E, com o merchandising associado a seus títulos, Richardson e Stradley conseguiram os direitos de publicação nos EUA de muitos manga japoneses e coreanos, convertendo a editora em referência neste setor.

Títulos publicados pela Dark Hors[editar | editar código-fonte]


Personagens licenciado[editar | editar código-fonte]

Séries originais[editar | editar código-fonte]

Mangá[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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