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Geografia de Plasencia

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Geografia

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Plasencia vista de nordeste, desde o Vale do Jerte.

Plasencia encontra-se a 83 km a norte de Cáceres, 150 km a norte de Mérida, 126 km a sul de Salamanca, 245 km a oeste de Madrid, 150 km a sudoeste de Ávila, 90 km a leste da fronteira de Portugal (Monfortinho), 160 km a leste de Castelo Branco e 380 km a nordeste de Lisboa.[a] A altitude média da cidade é 350 m acima do nível do mar. Situa-se no topo norte da Estremadura, no último troço do Vale do Jerte, nos contrafortes ocidentais do maciço montanhoso do Sistema Central, cujos cumes constituem a fronteira natural entre a província de Cáceres com as de Salamanca e Ávila. O vale é estreito, com orientação NE-SO e é flanqueado a oeste pela Serra de Traslasierra e a leste pela Serra de San Bernabé, que faz parte da Serra de Tormantos. Estas situação e relevo envolvente tem muita influência no clima do município.[1]

O perímetro urbano é delimitado a oeste pela serra del Gordo e serra de Berenguer, ambas pertencentes ao maciço da Serra de Traslasierra, e a leste pela Serra de Santa Bárbara, uma continuação da Serra de San Bernabé. O ponto mais alto do município é o pico del Gordo, com 997 m de altitude acima do nível do mar. A área urbana do município encontra-se representado na folha (em castelhano: hoja) 0598 do MTN (Mapa Topográfico Nacional de Espanha).[1][2]

Municípios limítrofes de Plasencia
Oliva de Plasencia, Valdeobispo Cabezabellosa Casas del Castañar
Aldehuela de Jerte Gargüera
Galisteo Malpartida de Plasencia, Riolobos Malpartida de Plasencia
Extensão

O município tem 218 km², o que faz dele um dos mais extensos da Estremmadura. Dele fazem parte as povoações de San Gil e Pradochano, classificadas no passado como bairros da cidade e que atualmente são entidades locais menores.[1]

Demografia

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A população tem vindo a aumentar progressivamente de forma moderada nas últimas décadas.[3] No contexto da Estremmadura, a cidade é um dos principais focos de atracção do fluxo migratório, tanto de população de origem espanhola como de origem estrangeira.[1]


Evolução demográfica de Plasencia entre 1920 e 2011[3]
Pirâmide etária (2008)[4]
%  Homens   Idade   Mulheres  %
0,57
 
85+
 
1,14
0,88
 
80-84
 
1,42
1,50
 
75-79
 
2,12
1,90
 
70-74
 
2,35
1,71
 
65-69
 
1,89
2,25
 
60-64
 
2,43
2,62
 
55-59
 
2,66
3,19
 
50-54
 
3,61
3,87
 
45-49
 
4,06
4,35
 
40-44
 
4,48
4,08
 
35-39
 
4,17
3,87
 
30-34
 
3,81
3,51
 
25-29
 
3,16
3,40
 
20-24
 
3,23
3,07
 
15-19
 
3,06
2,94
 
10-14
 
2,58
2,71
 
5-9
 
2,57
2,47
 
0-4
 
2,37
Distribuição etária em 2009
< 20 anos 20-40 anos 40-60 anos >60 anos
22% 29% 20% 29%
População estrangeira

No censo de 2009 foram contabilizados 1 977 habitantes de nacionalidade estrangeira, o que representa 4,58% da população. As comunidades mais numerosas eram a romena (143), boliviana (123) e marroquina (173).[1]

Choupana móvel de pastor junto a bloco granítico no Vale do Jerte.

O município enquadra-se no Maciço Hespérico, na parte meridional da Unidade Geológica Centro-ibérica. Do ponto de vista estratigráfico, predominam os sedimentos precâmbricos, constituidos por grauvaques e os ardósias, além de granito da zona Béjar-Plasencia.[5]

Também se encontram sedimentos do Terciário e Quaternário, ligados principalmente ao sistema fluvial. Os depósitos terciários encontram-se na bacia[b] de Cória e na bacia associada à falha de Plasencia.[5]

Os sedimentos quaternários são mais notórios nas diversas plataformas aluviais[c] relacionadas com o rio Jerte. Os materiais mais comuns são seixos rolados de quartzo, xistos e granitos em matriz areno-argilosa. As rochas graníticas da área de Béjar-Plasencia ocupam a parte setentrional do município.[5]

Não existem indícios de explorações minerais na zona. No passado recente existiram pedreiras para extração de diferentes materiais, bem como de cerâmica industrial nos depósitos terciários, mas todas essas explorações estão abandonadas.[5]

Rio Jerte a montante da cidade.

Hidrologia

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Praticamente toda a área do município se encontra nas bacias hidrográficas[b] dos rios Jerte e Alagón (o primeiro é afluente do segundo, que por sua vez é afluente do Tejo).

A desembocadura do rio Jerte no Alagón ocorre a jusante de Plasencia, no município de Galisteo. Quatro quilómetros a montante da cidade encontra-se a barragem de Plasencia, construída em 1985, com capacidade de 59 hm³, a qual regula o caudal que passa na cidade, evitando as enchentes de outrora. A barragem tem como finalidade o abastecimento de água potável à população. Não existem no município aquíferos importantes.[5]

O clima da região é do tipo continental mediterrânico, sendo muito influenciado pelo microclima do Vale do Jerte e pela proximidade da Serra de Gredos. O clima é continental devido às diferenças térmicas entre os verões quentes e os invernos suaves e pela variação de temperaturas ao longo do dia e é mediterrânico pela coincidência do períodos mais secos com com os meses mais quentes de julho e agosto (seca estival). A continentalidade é parcialmente matizada pela proximidade atlântica, que faz sentir a sua influência suavizante nos contrastes térmicos e na abundância da precipitação, ocasionada pelos ventos húmidos e temperados que fluem ao longo do vale do Tejo.[5]

Segundo o sistema de classificação climática de Papadakis, a maior parte da área do município tem um clima de tipo mediterrânico subtropical e mediterrânico continental temperado, enquanto que nas serras próximas, o clima é de tipo mediterrânico temperado e mediterrânico fresco.[carece de fontes?]

A precipitação é notoriamente mais elevada nos meses de outubro a março, com uma pronunciada aridez estival. Os invernos são curtos e suaves, com temperaturas médias mensais superiores a 6,4°C em janeiro e 7,3°C em dezembro, e os verões secos e quentes, com temperaturas médias máximas próximas dos 34°C.[5]

Dados climatológicos para Plasencia
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 10 12 16 19 23 30 34 34 29 20 14 10 21
Temperatura mínima média (°C) 3 4 6 8 10 15 18 18 16 11 8 4 10
Precipitação (mm) 135 126 119 68 62 40 8 11 60 100 112 109 950
Fonte: Agencia Estatal de Meteorologia (AEMET)[6] 18 de janeiro de 2010

Flora e fauna

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Cerejeira em flor.

O tipo de vegetação presente na região tem sido modificado pela intervenção humana. A flora de tipo mais florestal foi substituída por culturas e pastagens. A cobertura vegetal atual é formada sobretudo por montados de azinheira e sobreiro, por prados, vegetação ribeirinha[d], regadios e flora urbana de parques e jardins.

O olival encontra-se principalmente na encosta da Serra de Santa Bárbara, disposto em socalcos, mas atualmente área já se está urbanizada. Os azinhais encontram-se em pastagens[e] sazonais densas. Os sobreirais encontram-se na parte norte do município, ocupam aproximadamente 1 200 ha e também formam pastagens[e], à semelhança dos azinhais.

Na dehesa[e] de Valcorchero há zonas mistas de azinhal e sobreiral. As pastagens são usadas para exploração pecuária e correspondem em muitos casos a terrenos de cultivo abandonados. Os matagais da zona são principalmente giestais[f] com pastagens que são igualmente usadas para exploração pecuária sazonal.

verdemã.
Sardão, espécie de réptil presente no território placentino.
Paisagem da zona mais baixa de Valcorchero desde o Santuário del Puerto.

A vegetação ribeirinha é constituida principalmente por pequenas plantações de choupos. Os terrenos de regadio concentram-se fundamentalmente nas margens do rio Jerte a jusante da cidade, existindo também algumas hortas familiares nas proximidades do núcleo urbano.[5]

Na zona podem-se observar grandes aves de rapina voando em busca de alimento, que vivem no Parque Nacional de Monfragüe e nos contrafortes da Serra de Gredos, a cerca de 20 km de distância.

Nas dehesas[e] do município os pastos são aproveitados para o pastoreio, sobretudo de cabras, ovelhas e vacas. Nos meses de verão praticam a transumância em regiões mais fresca de Castela e Leão.

Entre os anfíbios e répteis presentes na zona, destacam-se os diversos tipos de sapos , a cobra-rateira, o sardão, vários tipos de lagartixas e a osga-moura.

O grupo com maior diversidade é o das aves. As espécies mais comuns são tentilhão, chapim-azul, chamariz, pega-azul, tordoveia, cotovia-pequena, cuco, Certhiidae[g], picanço-barreteiro, estorninho-preto, chapim-real, pintassilgo-comum, pintarroxo-comum, pardal-doméstico e, no inverno, o pombo-torcaz. Também se encontram a perdiz, codorniz, aves de rapina noturnas, como a coruja, mocho e diurnas, como a águia-calçada, águia-de-bonelli, águia-de-asa-redonda, falcão-peregrino e peneireiro-vulgar.

Entre os mamíferos destacam-se diversas espécies de ratos do género Microtus e Apodemus[h], o ouriço e o coelho.

No rio Jerte e nas suas ribeiras, encontram-se as seguintes espécies: barbo, boga, cacho[i], pardelha[j], calandino[k], tenca e verdemã.[5]

Espaços naturais protegidos

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Em 2005 a área de Valcorchero e serra del Gordo foi declarada como Paisagem Natural Protegida pela Junta da Estremadura.[7]

O área classificada tem 1 184 ha. A espécie arbórea largamente dominante é o sobreiro, que originou o nome (Valle del Corcho, vale da cortiça), mas estão também representados o freixo, carvalho, nomeadamente carvalho-negral, pereira silvestre[l] e azinheira. Nos terrenos classificados encontram-se laguns monumentos relevantes, como sejam o santuário da Virgem del Puerto, a Gruta de Boquique e um troço do aqueduto de Plasencia.[8][nt 1]


[a] ^ As distâncias indicadas são por estrada, não em linha reta.
[b] ^ Nota de tradução: cuenca no original.[nt 2] O termo cuenca pode referir-se a uma bacia sedimentar ou hidrográfica, a uma depressão ou concavidade.. Ver «Cuenca» na Wikipédia em castelhano.
[c] ^ Nota de tradução: niveles de terraza no original.[nt 2]
[d] ^ Nota de tradução: vegetación de ribera no original.[nt 2]
[e] ^ Nota de tradução: dehesas no original.[nt 2] As dehesas são montados (bosques de azinheira e sobreiro) usados como pastagens sazonais, nomeadamente para gado transumante. Ver «Dehesa» na Wikipédia em castelhano.
[f] ^ Nota de tradução: retamar no original.[nt 2]
[g] ^ Nota de tradução: agateador común no original.[nt 2]
[h] ^ Nota de tradução: topillo e ratón de campo no original.[nt 2]. Ver «Topillo» e «Ratón de campo» na Wikipédia em castelhano.
[i] ^ Nota de tradução: cacho no original.[nt 2] Segundo o WordReference.com, a tradução de cacho é leucisco, um termo que tanto se pode referir a espécies dos géneros Leuciscus ou Squalius, nomeadamente Leuciscus idus, Squalius cephalus e Squalius pyrenaicus, mas que também pode ser sinónimo de lúcio, nomeadamente o lúcio europeu.. Ver «Cacho» na Wikipédia em castelhano.
[j] ^ Nota de tradução: pardilla no original.[nt 2] Não há certeza da tradução ser a mais acertada. É provável que pardilla se refira à espécie Chondrostoma lemmingii[9] (boga de boca arqueada) ou Rutilus lemmingii
[k] ^ Nota de tradução: calandino no original.[nt 2] Não foi encontrada tradução. É certamente um ciprinídeos, provavelmente a éspécie Tropidophoxinellus alburnoides,[10] que segundo o FishBase é designada por ruivaca em Portugal.[11]
[l] ^ Nota de tradução: piruétanos no original.[nt 2] A tradução pode não ser a mais adequada. piruétano é sinónimo de peral silvestre e Pyrus bourgaeana, que por sua vez é um homótipo de Pyrus communis var. bourgaeana.. Ver «piruétano» na Wikipédia em castelhano.
[m] ^ O Plano Geral de Ordenação Urbana (PGOU) é equivalente dos Planos Directores Municipais em Portugal.
[n] ^ Tradução de cachón — cachão, cachoeira, queda de água.
[o] ^ Nota de tradução: Antruejos no original.[nt 2] O termo está geralmente associado aos três dias do Carnaval.[12]
[p] ^ As migas espanholas em geral e as estremenhas em particular têm bastantes semelhanças com as migas à alentejana (ver «Migas» na Wikipédia em castelhano).
  1. Trecho baseado no artigo artigo «Valcorchero y Sierra del Gordo» na Wikipédia em castelhano (acessado nesta versão).
  2. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Erro de citação: Etiqueta <ref> inválida; não foi fornecido texto para as "refs" nomeadas esref

Referências

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  5. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 «Plan General de Ordenación Urbana (P.G.O.U.) — Características del Medio Físico» (em espanhol). Ayuntamiento de Plasencia. www.aytoplasencia.es. Consultado em 23 de janeiro de 2010. Cópia arquivada em 28 de outubro de 2007
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  8. «Paisaje protegido de Valcorchero» (em espanhol). Ayuntamiento de Plasencia. www.aytoplasencia.es. Consultado em 17 de outubro de 2010. Cópia arquivada em 17 de outubro de 2010
  9. «Medidas minimas Extremadura». forotrofeopesca.eai.es (em espanhol). 14 de fevereiro de 2008. Consultado em 20 de janeiro de 2010
  10. «Calandino, habitat, morfologia» (em espanhol). viciopesca.net. Consultado em 20 de janeiro de 2010
  11. «Tropidophoxinellus alburnoides (Steindachner, 1866)». www.fishbase.org (em inglês). FishBase. 20 de abril de 2010. Consultado em 18 de outubro de 2010
  12. «placentino, na.; plasenciano, na.; gallonada; gallón; crestería». Diccionario de la lengua española (em espanhol) 22ª ed. Real Academia Espanhola. Consultado em 8 de novembro de 2010
  13. «Ruta de los Parques» (em espanhol). Ayuntamiento de Plasencia. www.aytoplasencia.es. Consultado em 17 de outubro de 2010. Cópia arquivada em 17 de outubro de 2010
  14. «Educación y cultura» (em espanhol). Ayuntamiento de Plasencia. www.aytoplasencia.es. Consultado em 17 de outubro de 2010
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