Igrejas Reformadas Continentais

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Calvinismo
John Calvin.jpg
João Calvino
Bases históricas:

Cristianismo
Agostinho de Hipona
Reforma

Marcos:

A Institutio Christianæ Religionis de Calvino
Os Cinco Solas
Cinco Pontos (TULIP)
Princípio regulador
Confissões de fé
Bíblia de Genebra

Influências:

Teodoro de Beza
John Knox
Ulrico Zuínglio
Jonathan Edwards
Teologia puritana

Igrejas:

Reformadas
Presbiterianas
Congregacionais
Batistas Reformadas

As Igrejas Reformadas Continentais são uma família de denominações protestantes oriundas da Reforma Protestante do Século XVI e conectadas historicamente por sua doutrina calvinista. O termo Continental é usado para diferenciá-las das demais igrejas da Tradição Reformada e refere-se a origem destas igrejas na Europa continental, enquanto que as igrejas presbiterianas e congregacionais surgiram nas Ilhas Britânicas. No Brasil, os maiores representantes são as Igrejas Reformadas do Brasil e Igrejas Evangélicas Reformadas no Brasil. As igrejas presbiterianas e congregacionais também são igrejas reformadas e formam uma família denominacional com as igrejas continentais.[1][2][3][4][5][6]

História[editar | editar código-fonte]

As primeiras igrejas reformadas continentais, surgiram no Século XVI na Reforma Protestante na Suíça, Hungria e França e espalharam-se por todo o Continente Europeu. Assim a teologia das igrejas continentais foi fortemente influenciada pela Reforma Suíça e os personagens mais influentes na formação destas igrejas foram Ulrico Zuínglio, Martin Bucer, Heinrich Bullinger e João Calvino.[5]

A partir da migração e missões, igrejas com a tradição reformada continental foram formadas em vários países. No Brasil as Igrejas Reformadas do Brasil e Igrejas Evangélicas Reformadas no Brasil são os maiores grupos de igrejas reformadas continentais.[7]

Forma de doutrina[editar | editar código-fonte]

Doutrina Reformada é expressa em várias confissões. Algumas confissões são partilhados por muitas denominações. Denominações diferentes usam diferentes confissões, geralmente com base em razões históricas. Algumas das confissões ainda comumente em uso são:

Algumas igrejas continentais adotam também os padrões presbiterianos que incluem:


Formas de governo[editar | editar código-fonte]

As igrejas reformadas continentais geralmente adotam uma política presbiteriana de governo eclesiástico,[10] que funciona como concílios, decidindo por assembleias de ministros ordenados, tendo o Sínodo como órgão máximo. Todavia, algumas igrejas mantiveram o sistema de governo episcopal, tais como a Igreja Reformada na Hungria, Igreja Reformada na Romênia, Igreja Reformada Evangélica na República da Polônia e Igreja Reformada Húngara na América.

Referências

  1. «Diferença entre presbiterianos e reformados». Consultado em 23 Nov. 2016 
  2. «Igrejas Reformadas Continentais». Consultado em 23 Nov. 2016 
  3. «Igrejas Reformadas Continentais na Nova Zelândia». Consultado em 23 Nov. 2016 
  4. «História das Igrejas Reformadas». Consultado em 23 Nov. 2016 
  5. a b «Reforma Continental». Consultado em 23 Nov. 2016 
  6. «Gutemberg: Igreja Reforma Continental». Consultado em 23 Nov. 2016 
  7. a b «Igrejas Reformadas no Brasil». Consultado em 23 Nov. 2016 
  8. «Doutrina das Igrejas Reformadas no Brasil». Consultado em 23 Nov. 2016 
  9. «Doutrina das Igrejas Reformadas Continentais». Consultado em 23 Nov. 2016 
  10. «Formas de governo das Igrejas Reformadas Continentais». Consultado em 23 Nov. 2016