Igreja Adventista do Sétimo Dia Movimento de Reforma

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Sociedade Missionária Internacional Adventista do Sétimo Dia Movimento de Reforma
Orientação Adventista, Cristianismo pacifista
Origem Alemanha Gotha, Alemanha, 1925
Sede Estados Unidos Roanoke, Estados Unidos[1]
Países em que atua 132 ao todo;
mas principalmente no Brasil, na América do Norte, Austrália, e na Alemanha.

Igreja Adventista do Sétimo Dia Movimento de Reforma (IASD-MR) é o nome adotado por algumas denominações do movimento protestante adventista.

Essas denominações surgiram da falta de consenso na Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) da Europa sobre a participação militar na Primeira Guerra Mundial. Desde então, têm procurado manter uma linha mais conservadora e reformista em relação a Igreja Adventista do Sétimo Dia, desde questões de saúde, até vestimenta, música, comportamento, relação com o Estado, entre outras coisas.

História[editar | editar código-fonte]

Em 1914 a Divisão Europeia da IASD [2] na Alemanha decidiu que se convocado, o adventista deveria participar do serviço militar e da guerra e mesmo trabalhar no sábado durante o período de beligerância. De acordo com o conteúdo expresso no folheto adventista "O Cristão e a Guerra", que foi um dos principais argumentos usados pelos reformistas em motivo da separação:

"Temos assim demonstrado, agora, em tudo o que até aqui foi mencionado, que a Bíblia ensina, em primeiro lugar: que participar na guerra não é transgressão do 6° mandamento; em segundo lugar, também, que guerrear no dia de Sábado não é transgressão do 4° mandamento."

Este posicionamento particular destes três líderes da Divisão Europeia da Igreja Adventista do Sétimo Dia; G.Dail, L. Conrad e H. F. Schuberth resultou na dissolução daquela divisão em 1918 e posteriormente pelo comportamento rebelde gerado pelo descontentamento na discordância com seus superiores na exclusão do pr. L. Conradi.[3]

Alguns membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia, principalmente na Europa, acharam a decisão da igreja errónea, pois, ao membro que fosse a guerra, seria incapaz de guardar o sábado e ainda pior, teria que tirar a vida de um semelhante seu, podendo inclusive este semelhante ser um outro membro da igreja adventista em outro país.

Cerca de 4.000 adventistas europeus, a maior parte alemães, recusaram essa decisão e foram expulsos da IASD. Esse grupo, que somava 2% da igreja, organizaram a Sociedade Missionária Internacional Adventista do Sétimo Dia Movimento de Reforma. Houve tentativas de reconciliação com a IASD em 1920 e 1922, mas não produziram frutos.

O Protocolo de Friedensau, escrito pela IASD na reunião que os dois grupos tiveram em 1920 confirma isto quando Conradi, líder adventista da Europa, questiona o "grupo dissidente" com 9 nove perguntas entre as quais: "Tinham além disso, o direito de publicar revists e de fundar uma união própria, de consagrar pregadores e de se intitularem "Sociedade Missionária Internacional dos Adventistas do Sétimo Dia..."

Os Adventistas desejaram que o grupo dissidente que nascia aceitasse o pedido de perdão dos que fizeram o documento sobre a guerra e permanecesse com eles. Ainda em Friedensau, o Pr A. G. Daniells presidente mundial dos adventistas ao termino da reunião fez um apelo final com as palavras: "...Dizei como Rute: 'o teu povo é o meu povo, e o teu Deus é o meu Deus.' 'aonde quer que fores irei eu.' Suplico que procedais assim..." enquanto em seu discurso final H. Spanknöbel representante do movimento dissidente afirmou: Como irmãos não temos inimizade contra vós por esse motivo desejamos separar-nos como amigos.[4]

Conforme a versão da Igreja Adventista do Sétimo Dia para o nascimento da Igreja da Reforma em seu seio, este movimento teria nascido devido umas visões tidas por certos indivíduos de que "...quando as frutas de caroço florescessem o fim do tempo da graça chegaria e Jesus voltaria". Este teria sido o motivo inicial, não a guerra, de acordo com este ponto de vista. A reforma afirma que não terá sido isso o sucedido, pois segundo eles "o irmão Wieck nunca pertenceu à Sociedade Missionária Internacional dos Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma, esteve sim inscrito na Igreja Adventista até 1917",(isto parece uma saída fácil para o movimento de reforma pois todos os pioneiros da sociedade missionária internacional pertenceram a Igreja Adventista) quando foi expulso com a intervenção de um notário. Referente a isto Doerschler disse: “Ele não pertenceu a este movimento” (ao de reforma). contudo ele fora um dos primeiros reformistas como bem informa o escritor Reformista "Friedrich Wieck e Adolph Czukta. ... foram recrutados para as forças armadas nos primeiros dias da guerra mas se recusaram a portar armas porque não podiam violar o [quarto e o ] sexto mandamento. Ambos receberam permissão para servir sem armamento durante várias semanas até a partida para o combate. Depois, pela primeira vez, foram presos por catorze dias porque se recusaram a tomar vacina. Foram advertidos de que, se continuassem a resistir seriam executados por fuzilamento. Pouco antes da partida de sua unidade para a frente de batalha, desertaram e se esconderam em Berlim (na casa de Wilhelm Richter um ancião da igreja adventista que também se tornou reformista embora muitos anos depois voltou à Igreja Adventista do Sétimo Dia), de onde devolveram o uniforme para a unidade. ...finalmente forma presos e sua posição religiosa examinada. ...Foram condenados a cinco anos de prisão, castigo que outros adventistas 'reformistas' também receberam quando se recusaram a servir no Exercito. na prisão, a saúde de todos foi prejudicada por falta de agasalho e nutrição adequada. Cinco morreram logo após a liberação"[5] parenteses e grifo adicionados

  1. Contact Us - Seventh Day Adventist Reform Movement General Conference
  2. Dissolvida na primeira Assembléia quadrienal pós-guerra da Associação Geral em São Francisco em 1918).DOURADO, A. R. Aos ASD da Reforma de 1914. Niteroi: ADOS, 2007. P. 45
  3. Dourado, Antonio Ramos. Aos Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma de 1914. 1a ed. Niterói -RJ: ADOS, 2007. p. 45.
  4. RULHING, R. Protocolo da Discussão com o Movimento Opositor. Itaquaquecetuba, SP: A Verdade Presente, 1997. P. 95,96,92.i
  5. BALBACH, A.. Historia dos Adventistas do Sétimo dia Movimento de Reforma. Itaquaquecetuba, SP: A Verdade Presente, 2001. p. 190.

O autor do Protocolo de Friedensau em carta a Dumitri Nicolici acrescenta o seguinte:

"... A Guerra iniciou-se em agosto de 1914. Passaram-se os meses de agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro. Isto são cinco meses, mas em parte alguma houve diferença de opinião, nada de protesto, nem perturbação, nem disputa e nenhuma cisão em nenhuma de nossas igrejas, acerca dessa questão. Esse movimento de reforma começou no início de janeiro de 1915, e surgiu sobre uma questão inteiramente diversa, isto é, a visão que algumas pessoas alegavam ter recebido acerca do fim do tempo da graça. Assim, repito: quando o chamado movimento alemão de reforma começou, ele não envolvia a questão do porte de armas ou de participar da guerra.
Dois membros leigos, conhecidos meus: J. Wick e o irmão Czukta, foram, com muitos de nossos membros da igreja, recrutados para o exército alemão e mandados a Berlim, para o treino básico. Aí esses dois homens recusaram deixar-se vacinar e foram mandados para a prisão militar por sete dias. Enquanto na prisão militar, J. Wick afirmou ter tido uma visão, que ele escreveu e mandou para nossa casa publicadora, em Hamburgo, com o pedido de que fosse publicada em nosso órgão da igreja. A casa publicadora recusou-se a publicá-la.
Quando esses dois homens foram soltos da prisão, desertaram do exército e foram a Bremen, onde encontraram refúgio com o ancião da igreja. J. Wick coletou dinheiro para publicar particularmente sua visão, e mandou um exemplar a quase todos os membros da igreja e ministros da Alemanha. Afirmava ter recebido a visão em 11 de janeiro de1915 – visão na qual lhe foi mostrado que quando as árvores de frutas de caroço (cerejas, ameixas, etc.) florescessem, na primavera (abril-maio), terminaria o tempo de graça. Afirmava ter-lhe também sido mostrado que deveria relatar sua visão aos irmãos líderes e, se não a aceitassem, estariam apostatados." [1]

Entretanto, o motivo oficial para a separação ainda seria o do consentimento da participação militar de seus membros. Durante a discussão entre as duas partes, na comissão reunida em Fiedensau, em 1920, a apresentação de documentos semelhantes foram atribuídos aos separatistas, mas não constituíam a principal razão do movimento. Segundo alguns Adventistas da Reforma, muitos dos documentos emitidos por supostos opositores (reformistas) eram de autoria desconhecida, publicados por não-membros do movimento separatista no começo de sua formação, quando a nova vertente estava ainda desorganizada. Inclusive o documento acima citado, não foi reconhecido como tendo parte no Movimento de Reforma, de acordo com o fragmento do Protocolo de Friedensau:

"E. Dorschler — Desejo dar uma breve explicação com referência a isso. Juntaram-se a nós pessoas que não eram muito equilibradas. Não podíamos ver que classe de pessoas eram, e elas publicaram escritos sem consultar a comissão, porque no início não estávamos tão organizados."

Apesar desse posicionamento de Alguns membros dom movimento de reforma em Friedensau Os Historiadores do mesmo reconhecem as Afirmações de Richard Ruhling. Alfons Balbach por Ex. diz: “Johann Wieck, um membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, foi preso por se recusar a ser vacinado. Em 21 de janeiro de 1915, ele teve algumas visões nas quais declarava, Deus lhe mostrara que o final do tempo da graça viria na primavera daquele ano. Ele queria ver suas visões publicadas pela igreja. Como os líderes ASD recusaram-se a fazê-lo, ele conseguiu mandar publicar por conta própria e enviou uma cópia para cada ministro e cada igreja em toda a Alemanha. Ele nunca pertenceu ao Movimento de Reforma, mas seu nome continua  sendo usado para difamar e caluniar-nos. Citam-no como fundador do Movimento de Reforma. O que é uma invenção absurda e irresponsável!" suas palavras usadas aqui são traídas pelas proprias palavras dele embora use o segundo nome de Wieck a narrativa concorda exatamente com a de Rulhing e identifica Wieck como um Adventista Reformista

"Friedrich Wieck e Adolph Czukta. . . foram convocados para as forças armadas nos primeiros dias da guerra, mas eles se recusaram a portar armas por não podiam violar o [quarto e o] sexto mandamento. Ambos foram autorizados a servir sem armas por vários semanas, até o momento de sua partida para o combate. Em seguida, pela primeira vez, eles foram presos por 14 dias Porque Eles se recusaram a ser vacinados. Eles foram avisados ​​de que se eles continuassem Sua resistência seriam executados por um pelotão de fuzilamento. Justo antes da partida de sua unidade para a frente, eles desertaram e se escondeu em Berlim, de onde devolveram seus uniforme para sua unidade. . . . Finalmente eles foram presos e acabaram tendo sua posição religiosa  examinada...  Eles foram condenados a cinco anos de prisão, uma pena que outros adventistas  reformistas também  receberam quando se recusaram a servir no exército. A saúde de todos foi prejudicada  por causa da falta de agasalho e alimentação adequada na prisão, e cinco morreram logo após a sua liberação. Destaque do editor [2]

Mais tarde, no verão de 1915 os Pastores L. Conrad, H. F. Schuberth e P. Drinhaus fizeram uma segunda apresentação de um documento ao governo alemão, e passou-se a falar de porte de armas. A esta altura o movimento de reforma já estava em andamento e denunciava a igreja adventista como Babilônia por ter se afastado dos preceitos originais, e de posse desse documento avolumaram suas denuncias à Igreja Adventista vindo a se precipitar daí a separação que se materializa em 1920.[3]

A separação oficial se deu em 1920. Mas, segundo seu primeiro presidente eles já existiam como organização desde 1915.[4] sendo que em 31 de dezembro de 1918 eles já possuíam em sua organização: mil membros organizados em oitenta igrejas e grupos, nove ministros, sete obreiros bíblicos, quatro obreiros de tempo parcial, um diretor de colportagem e dezenove colportores.[5]

Repressão[editar | editar código-fonte]

Durante o período da Segunda Guerra Mundial, os Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma sofreram perseguição e repressão na Alemanha. Seus ideais contrastavam com a política Nacional Socialista (nazista) da época. Os fiéis foram declarados foras da lei, seus bens e propriedades deveriam ser confiscados pelo Estado, obrigando-os assim a trabalhar clandestinamente.

Por meio de uma ordem emitida em 29 de abril de 1936, a Igreja Adventista do Sétimo Dia Movimento de Reforma foi proibida de funcionar na Alemanha, por se contrapor aos ideais do partido nazista:

Em base do decreto de 28/2/1933, parágrafo primeiro, assinado pelo presidente da República, para a proteção do povo e do Estado (Jornal da Lei Federal 1, pág. 83), a seita chamada ‘Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma’ está dissolvida e é proibida em todo o Território Federal. Suas propriedades deverão ser confiscadas. Qualquer infração deste decreto será punida de acordo com o parágrafo quarto do decreto de 28/2/1933.


Razões alegadas:

Sob o disfarce de promoverem atividades religiosas, os 'Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma' desejam alcançar objetivos que conflitam com a ideologia do Socialismo Nacional [nazismo]. Os seguidores dessa seita recusam-se a prestar serviço militar e a fazer a continência alemã. Declaram publicamente que não têm pátria, porque são de mentalidade internacional, e consideram todos os seres humanos irmãos. Visto que a atitude da seita tende a causar confusão, sua dissolução é necessária para proteção do povo e do Estado.
R. Heydrich.

Em 12 de maio de 1936, ela foi considerada dissolvida pela Gestapo, em todo o território alemão.

Posteriormente, os líderes da IASD-MR solicitaram, por meio de uma petição, uma audiência com autoridades locais, visando revogar o direito quanto à liberdade de expressão religiosa. Após um encontro com Reinhard Heydrich, a petição dos líderes da IASD-MR foi renovada, obtendo-se assim uma resposta em 12 de agosto de 1936:

A exposição contida em vosso escrito de 27 de julho de 1936 não me dá razão para suspender a proibição da seita 'Adventista do Sétimo Dia Movimento de Reforma'
R. Heydrich.

Muitos de seus membros na época tiveram de enfrentar prisão e morte, se contrapondo ao decreto do Estado. Suas primeiras reuniões legais após o final da Segunda Guerra Mundial, e após quase 10 anos de repressão, aconteceram em Solingen (14-15 de setembro de 1945) e em Esslingen (26-28 de outubro de 1945).[6]

Cisma[editar | editar código-fonte]

Desde 1949 havia vários problemas administrativos e disciplinares que levaram uma divisão entre os delegados na assembleia da Conferência Geral de 1951 realizada em Zeist, Países-Baixos. No dia 20 de maio de 1951 houve no local da assembleia duas sessões simultâneas conduzidas pelas duas facções. A disputa intensificou entre os dias 22 e 24 de maio de 1951.

Atualmente existem duas organizações com nomes similares, a "Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma" [7] , com sede nos EUA; e a outra "Sociedade Missionária Internacional dos Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma".

O acadêmico luterano Hermann Ruttmann, pesquisador do Movimento de Reforma Adventista, aponta em sua dissertação [8] que as razões para este cisma foram antes de ordens pessoais que doutrinárias, e enfatiza a polarização das facções em torno do teuto-argentino Karl (Carlos) Kozel (1890-1989) e do romeno-americano Dumitru Nicolici (1896-1981), o que é fortemente contestado por outras fontes, uma vez que alega-se que havia alguns problemas de pastores envolvidos em adultério que estavam sendo acobertados por Karl Kozel, então Presidente do Movimento de Reforma, o que muitos delegados em 1951 não podiam sancionar, tendo em vista o alto padrão moral adotado pelos reformistas[9]

Karl Kozel lutou por um ano na justiça comum para ter direito de ser o presidente legal da Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma. Sendo aconselhado por seu advogado que não ganharia a causa, desistiu. Posteriormente ele uniu-se com um grupo que anteriormente pertenceu à Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma, mas que na ocasião estavam desligados desta organização, e através desta aliança foi estabelecida a Sociedade Missionária Internacional dos Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma, uma nova organização Reformista.

Em 1967 houve uma tentativa de reconciliação entre os dois grupos, e outra em Quito Equador em 1991, mas sem sucesso.

Pelos registos, a Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma deteve os direitos legais desta organização.

Características[editar | editar código-fonte]

Atualmente a Sociedade Missionária Internacional dos Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma encontra-se espalhada pelo mundo [10] . São vegetarianos, anti-guerra, não votam e aguardam o segundo advento do Senhor Jesus Cristo.

Referências

  1. RULHING CITADO EM: PINHO, O. G., Simon Adalberto. Uma Luz que Alumia. São Paulo Associação Paulista da Igreja Adventista do Sétimo Dia 1976. P. 144, 145
  2. Alfons Balbach. A História dos Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma. s/ Edição ed. Itaquaquecetuba: Editora MIssionária a Verdade Presente, 2001. p. 76, 190. ISBN sem ISBN
  3. RULHING CITADO EM: PINHO, O. G., Simon Adalberto. Uma Luz que Alumia. São Paulo Associação Paulista da Igreja Adventista do Sétimo Dia 1976. P. 146, 147
  4. RULHING, R. Protocolo da Discussão com o Movimento Opositor. Itaquaquecetuba, SP: A Verdade Presente, 1997. P. 46
  5. BALBACH, A. A História dos Adventistas do Sétimo Dia Movimento de Reforma. Itaquaquecetuba, SP A Verdade Presente, 2001. P. 208.
  6. A História dos Adventistas do Sétimo Dia — Movimento de Reforma, págs. 209-213.
  7. The 21st General Conference Session
  8. Ruttmann, Hermann Die Adventistische Reformationsbewegung 1914-2001. Die Internationale Missionsgesellschaft der Siebenten-Tags-Adventisten Reformationsbewegung in Deutschland. Teiresias Verlag: Colonia 2002.
  9. Em Defesa da Verdade - Editora "A verdade presente". São Paulo.
  10. http://www.asdmr.pt/portal/about/ acessado em 16/05/2010 14:00h.