Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil
{{{imagealttext}}}
Classificação Protestante
Orientação Evangélica
Política Congregacional
Área geográfica  Brasil
Origem 1967 (51 anos) [1]
Separado de União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil
Congregações 91[1]
Site oficial www.aliancacongregacional.org.br

A Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil é a quarta maior denominação congregacional do Brasil, formada em 1967 por igrejas que foram excluídas da União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil. Sua doutrina caracteriza-se pelo Movimento de Renovação que ocorreu na década de 1960 entre as igrejas protestantes históricas que inclui a adesão a doutrina pentecostal do Batismo no Espírito Santo como segunda benção, posterior a conversão.[1][2][3][4][5][6]

História[editar | editar código-fonte]

Em 1959 A Igreja Evangélica Congregacional em João Pessoa iniciou um movimento de adesão as doutrinas pentecostais do Batismo no Espírito Santo como segunda benção, posterior a conversão. A partir disto, foi organizado um Movimento de Renovação Espiritual, e culminou na realização do 1° Encontro Nacional de Renovação Espiritual, na cidade de Belo Horizonte (Minas Gerais).

A partir disto, várias igrejas juntaram-se ao movimento, sendo elas: Igreja Congregacional em Campina Grande (Paraíba), dirigida pelo Pr. Raul de Souza Costa; 2ª Igreja Congregacional em Campina Grande (Paraíba), dirigida pelo Pr. João Barbosa de Lucena; Igreja Congregacional de Patos(Paraíba), dirigida pelo Pr. José Quaresma de Mendonça; Igreja Congregacional em Alagoa Grande (Paraíba), dirigida presbítero Dr. Guimarin Toledo Sales; Igreja Congregacional em Totó, Recife (Pernambuco), dirigida pelo Pr. Isaías Correia dos Santos; Igreja Congregacional em Casa Amarela, Recife (Pernambuco) dirigida pelo Pr. Roberto Augusto de Souza; Igreja Congregacional no Pina, Recife (Pernambuco), dirigida pelo Pr. Moisés Francisco de Melo e uma congregação em Caruaru (Pernambuco), dirigida pelo Pr. Jônatas Catão.[7]

No ano de 1967, com a realização dos congressos femininos e de mocidade congregacionais, o movimento ganhou força e visibilidade, o que desencadeou na realização do Concílio Geral Extraordinário da União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil nos dias 20 e 21 de julho, na Igreja Congregacional em Feira de Santana para discutir sobre o tema. Neste concílio as igrejas envolvidas no movimento de renovação e seus pastores foram excluídas.[8]

No mesmo ano os pastores das igrejas excluídas se reuniram para formar uma nova denominação que deu origem a Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil.[9]

Doutrina[editar | editar código-fonte]

A AIECB tem como princípios doutrinários Os 28 artigos da Breve Exposição das Doutrinas Fundamentais do Cristianismo, assim como a União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil e a Associação das Igrejas Congregacionais Kalleyanas, mas com uma diferença na pneumatológia, já que adota a doutrina pentecostal sobre o Batismo no Espírito Santo como segunda benção, posterior a conversão.[10]

Atualidades[editar | editar código-fonte]

Atualmente a AIECB tem 91 igreja filiadas e é a quarta maior denominações congregacional do país. A igreja tem busco reaproximação com a União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil e Igreja Cristã Evangélica (as duas maiores denominações congregacionais do país) de forma que estabeleceu um acordo de modus vivendi com ambas, e assim as três denominações reconhecem-se como irmãs e permitem a circulação de ministros.[5][11][12][13][14][15]

Referências

  1. a b c «História da Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil». Consultado em 23 Nov. 2016. 
  2. «Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil». Consultado em 23 Nov. 2016. 
  3. «Estatuto da 1ª Igreja Evangélica Congregacional de João Pessoa». Consultado em 23 Nov. 2016. 
  4. «Presidente da CMJP homenageia pastores da 1ª Igreja Congregacional de Cruz das Armas». Consultado em 23 Nov. 2016. 
  5. a b «Congregacionalismo no Brasil». Consultado em 23 Nov. 2016. 
  6. «Denominações Congregacionais no Brasil». Consultado em 23 Nov. 2016. 
  7. «História da 1ª Igreja Evangélica Congregacional de João Pessoa». Consultado em 23 Nov. 2016. 
  8. «Universidade Federal de Campina Grande: Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil» (PDF). Consultado em 23 Nov. 2016. 
  9. «História da Igreja Evangélica Congregacional de Campina Grande». Consultado em 23 Nov. 2016. 
  10. «Doutrina da Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasi». Consultado em 23 Nov. 2016. 
  11. «Reaproximação da União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil e Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil». Consultado em 23 Nov. 2016. 
  12. «Modus Vivendi entre Igreja Cristã Evangélica e Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil». Consultado em 23 Nov. 2016. 
  13. «Jornal Gospel News: Acordo de Modus Vivendi entre União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil e Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil». Consultado em 23 Nov. 2016. 
  14. «Guia-me: Acordo de Modus Vivendi entre União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil e Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil». Consultado em 23 Nov. 2016. 
  15. «Gospel Prime:Acordo de Modus Vivendi entre União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil e Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil». Consultado em 23 Nov. 2016.