Apesar do sucesso limitado como júnior, Sinner começou a competir em eventos profissionais masculinos aos 16 anos e se tornou um dos poucos jogadores a vencer múltiplos títulos do ATP Challenger Tour aos 17. Em 2019, ele venceu as Next Generation ATP Finals e recebeu o prêmio de Revelação do Ano da ATP, e dois anos depois se tornou o primeiro jogador nascido nos anos 2000 a entrar no top 10 do ranking. Sinner conquistou seu primeiro título Masters 1000 no Aberto do Canadá de 2023 e terminou aquela temporada chegando à final das Finais da ATP e liderando a Itália ao título da Copa Davis.
No Aberto da Austrália de 2024, Sinner derrotou o número 1 do mundo, Novak Djokovic, e depois Daniil Medvedev em uma final de cinco sets para conquistar seu primeiro título de Grand Slam. Na sequência, ele venceu três eventos Masters 1000, o Aberto dos Estados Unidos e as Finais da ATP para terminar o ano como número 1 do mundo, o primeiro italiano a alcançar o topo do ranking. Em 2025, Sinner defendeu seu título no Aberto da Austrália e, após uma suspensão de três meses devido à administração acidental de clostebol, foi vice-campeão no Aberto da França, perdendo uma épica final para seu rival de carreira, Carlos Alcaraz. Ele se recuperou vencendo Wimbledon na final contra Alcaraz, tornando-se o primeiro italiano a conquistar o título.
Quando Sinner começou a priorizar o tênis em relação ao ski, aos treze anos, ele foi treinado por Riccardo Piatti, que também foi treinador de meio período de Novak Djokovic e Milos Raonic.[2] Na época, ele também começou a trabalhar com Andrea Volpini e Massimo Sartori, o último dos quais foi treinador de longa data de Andreas Seppi.[3] Até 2022 [4], ele continuou a trabalhar com Piatti como seu treinador principal e Volpini como seu segundo treinador. Sua equipe também foi composta pelo fisioterapeuta Claudio Zimaglia e o preparador físico Dalibor Sirola. [5]
Atualmente, Sinner é treinado pelo italiano Simone Vagnozzi e pelo australiano Daren Cahill. Até agosto de 2024, sua equipe também foi formada pelo fisioterapeuta Giacomo Naldi e pelo preparador físico Umberto Ferrara[6], que foram demitidos em decorrência de um incidente envolvendo doping. [7]
Em setembro de 2024, Sinner anunciou a chegada de Marco Panichi e Ulises Badio, ambos ex-integrantes da equipe técnica de Novak Djokovic [8], em substituição a Ferrara e Naldi - que afirma, entretanto, ainda possuir boa relação com o jogador. [9]
Sinner tem contrato com grandes marcas italianas e internacionais. Entre elas, destacam-se a parceria com a fabricante de roupas esportivas Nike, com a grife de alto luxo Gucci, com a marca de relógios Rolex e com a produtora de café Lavazza.
Jannik Sinner testou positivo duas vezes para um esteroide anabolizante proibido. O incidente ocorreu no ATP de Indian Wells de 2024. No entanto, a sanção incluiu apenas a perda do prêmio em dinheiro e dos pontos correspondentes, mas nenhum tempo de suspensão, porque um tribunal independente da Agência Internacional de Integridade do Tênis, que anunciou o caso, decidiu que a ingestão havia sido acidental.
O fisioterapeuta do italiano havia usado um remédio para um corte em seu dedo e, ao massagear sem luva, acabou contaminando Sinner. Responsável pela investigação, a Agência Internacional de Integridade do Tênis aceitou essa versão porque realizou uma investigação que incluiu entrevistas aprofundadas com Sinner e sua equipe, que cooperaram no processo e as quantidades da substância eram mínimas em ambos os testes.
Entretanto, Denis Shapovalov, Nick Kyrgios, Lucas Pouille e outros jogadores reclamaram que a corte foi tendenciosa e teria protegido o tenista italiano por causa de sua fama e alta classificação.[14]