Rafael Nadal

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Tenista Rafael Nadal
Rafael Nadal mordiendo la copa - 0027 Japan Open Tennis Tokio 2010.jpg
Alcunha(s) Touro
País Flag of Spain.svg Espanha
Residência Manacor, Espanha
Data de nasc. 3 de junho de 1986 (30 anos)
Local de nasc. Manacor, Espanha
Altura 1,85 m
Peso 85 kg
Treinado por Toni Nadal
Profissionalização 2001
Mão Canhoto (Backhand com ambas mãos)
Prize money US$ 78,109,778 Fonte
Simples
Vitórias-Derrotas 796–168
Títulos 69
Melhor ranking 1 (23 de junho) de 2014)
Ranking atual simples Nº 04 (06 de junho de 2016)
Resultados de Grand Slam
Open da Austrália V (2009)
Open da França V (2005, 2006, 2007, 2008, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014)
Wimbledon V (2008, 2010)
U.S. Open V (2010, 2013)
Torneios principais
Tour Finals F (2010, 2013)
Duplas
Vitórias-Derrotas 120–71
Títulos 9
Melhor ranking Nº 26 (8 de agosto de 2005)
Resultados de Grand Slam de Duplas
Open da Austrália 4R (2004, 2005)
Wimbledon 3R (2005)
U.S. Open SF (2004)
Medalhas
Jogos Olímpicos
Ouro Pequim 2008 Simples
Última atualização em: 04 de janeiro de 2016.

Rafael Nadal Parera (Manacor, 3 de junho de 1986) é um tenista profissional espanhol. É conhecido como "El Touro Miúra", dada a sua força física. Já conquistou 78 títulos nível ATP, sendo que 69 foram em simples e 9 em duplas. É atualmente o jogador número 5 de simples do ranking mundial masculino da ATP.

É considerado como um dos maiores tenistas de todos os tempos;[1] [2] [3] seu sucesso no saibro ou terra batida o fez ganhar o apelido de "rei do saibro"/"rei da terra batida", levando muitos especialistas a considerá-lo o maior jogador de tênis da história nesta superfície,[4] [5] [6] superando até mesmo o sueco Björn Borg.

Venceu quatorze títulos individuais de Grand Slam - nove foram no Aberto da França, dois nos torneios de Wimbledon de 2008 e 2010, dois no Open dos Estados Unidos de 2010 e de 2013 e um no Open da Austrália de 2009. Ganhou ainda a medalha de ouro nas Olimpíadas de 2008, 31 títulos em torneios ATP World Tour Masters 1000, sendo que 28 desses foram em simples e 3 em duplas. Venceu todos os Grand Slams, o que fez dele o sétimo tenista da história, e o mais novo na Era Open, a realizar tal feito. Também é o segundo jogador masculino a completar o Golden Slam (vencer os quatro Grand Slam e também os Jogos Olímpicos), depois apenas de Andre Agassi. Mas é o único tenista masculino a ter realizado o fato notável de vencer pelo ao menos um dos torneios do Grand Slam em simples durante dez temporadas seguidas ("Década Slam"). No Grand Slam do Open da França, de 67 partidas que disputou, venceu 66, tendo uma porcentagem de 98,50% em vitórias no torneio, um recorde até os dias de hoje.

Teve uma sequência de 32 de vitórias em 2008, começando-a no Masters de Hamburgo e acabando no Masters de Cincinnati, o que incluiu títulos no Masters de Hamburgo, Open da França (edição esta em que ele não perdeu sequer um set), Queen's Club, Torneio de Wimbledon, e o Masters do Canadá. Já em 2012, ao vencer o Masters de Monte Carlo, tornou-se o único tenista a ter vencido oito edições seguidas de um torneio no nível ATP. Era o número 2 do ranking mundial atrás de Roger Federer, em um recorde de 160 semanas consecutivas antes de assumir a liderança, que teve de 18 de agosto de 2008 a 5 de julho de 2009.[7] Recuperou a primeira colocação em 7 de junho de 2010, após vencer o seu quinto título de Roland Garros.[8] Se manteve na posição até o dia 3 de julho de 2011, quando Novak Djokovic assumiu a ponta do ranking. Voltou ao topo do ranking em 14 de outubro de 2013. Também fez parte da Equipe Espanhola de Copa Davis que venceu os títulos nas temporadas de 2004, 2008, 2009 e 2011.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nascido nas Ilhas Baleares, a 3 de junho de 1986, Rafael Nadal é filho de Sebastián Nadal e Ana María Parera. Ele também é agnóstico.[9] Nascido e criado na cidade de Maiorca, em Manacor, em uma família de esportistas de sucesso (ele é sobrinho de Miguel Ángel Nadal, que foi zagueiro do time do Barcelona e da seleção espanhola de futebol na década de 1990), Rafael começou a jogar com 3 anos; aos 5 ele ia ao clube de tênis duas vezes por semana. Com 12 anos ele conseguiu títulos espanhóis e europeus jogando contra tenistas da mesma idade. Aos 16 anos entrou para o ranking dos 50 primeiros da ATP. Um atleta extremado e jogador determinado, Nadal tomou o mundo do tênis por assalto. É um dos únicos três jogadores que conseguiu ganhar o Torneio de Roland Garros e Wimbledon no mesmo ano.

O tenista vive até hoje com sua família, em Mallorca. Em junho de 2009 os jornais La Vanguardia e New York Times noticiaram que os pais de Rafael, Ana Maria e Sebastian, estavam se divorciando. Esta notícia veio após semanas de muita especulação na internet sobre questões pessoais de Nadal como a causa de sua derrota no torneio de Roland Garros daquele ano.[10] Porém, em 2013, o próprio Rafa admitiu em entrevista que seus pais estavam juntos novamente.

Em 2009, Rafael Nadal se permitiu ao luxo de realizar um capricho depois de ganhar seu primeiro título no Open da Austrália. O tenista na época com 22 anos e então número 1 do ranking mundial masculino de simples, não resistiu à tentação de dirigir um potente carro. O modelo escolhido foi um Aston Martin DBS[11] , com o poderoso motor V12 de 517cv (que também é usado nas Ferrari). O modelo escolhido por Nadal é o mesmo usado pelo famoso personagem 007 no filme "Quantum of Solace".

Em 2010, o tenista espanhol participou do videoclipe Gypsy, da cantora colombiana Shakira.[12] No videoclipe musical, Shakira faz par romântico com Rafael Nadal.[13] O vídeo liderou a lista do Top 10 semanal vídeos da Billboard.[14]

Em novembro de 2014, o espanhol lançou a pedra fundamental para a Rafa Nadal Academy que será construída em sua cidade natal de Manacor, na ilha de Mallorca, com previsão de término para 2016. "É um dia especial para mim. Estou trabalhando há muitos anos neste projeto e finalmente é uma realidade", disse Nadal, em entrevista coletiva concedida após a cerimônia. A intenção do espanhol é inaugurar as instalações com um "acampamento de verão em 2016". O CT deverá atender jovens de 8 a 17 anos que queiram aperfeiçoar a prática do tênis. A academia irá incluir uma escola onde as promessas do tênis poderão continuar os seus estudos regulares.

Em fevereiro de 2015, ao vir disputar o ATP 500 do Rio Open, o espanhol Rafael Nadal desfilou no pelotão de frente da escola de samba Unidos da Viradouro, a primeira do Grupo Especial a entrar na Marquês de Sapucaí na noite de domingo. Ao ritmo de "Veias do Brasil", ele pareceu empolgado durante os minutos da festa. "Existia uma energia positiva inacreditável. Todo mundo cantando e dançando, foi fantástico experimentar isso", afirmou o super campeão de Grand Slams.

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Nadal é discreto e não costuma ter sua vida pessoal comentada. O único relacionamento afetivo conhecido é o que mantém desde 2005 com a jovem estudante Maria Francisca Perello [15] , amiga da irmã do tenista, Maria Isabel Nadal.

Carreira[editar | editar código-fonte]

2002-2005[editar | editar código-fonte]

Em 2002 ganhou o seu primeiro jogo em Maiorca contra Ramon Delgado, com apenas quinze anos, tornando-se o nono jogador a ganhar uma partida no circuito Associação de Tenistas Profissionais (ATP) da era Open com menos de 16 anos. No segundo semestre, venceu seis futures e chegou à semifinal de um challenger,[16] terminando o ano como número 200 do ranking.[17]

Em 2003, venceu dois challengers e chegou à final de outros quatro, além da primeira semifinal de um torneio ATP, em Umag. [16] Ao vencer o Challenger de Barletta, tornou-se o quinto (o sexto considerando o histórico até 2014) tenista mais jovem a vencer um challenger, aos 16 anos e 9 meses.[18] Encerrou o ano na posição 49 do ranking. [17]

Em 28 de março de 2004 ele derrotou o então número 1 do mundo Roger Federer, em partida válida pela terceira rodada do Masters de Miami. Essa foi a primeira vez que ele (Nadal) e Federer duelaram frente a frente.

Já no dia 15 de agosto de 2004 o ainda promissor garoto Rafael Nadal conquistou o primeiro de uma longa série de títulos no circuito internacional. Ele decidiu o ATP 250 de Sopot, na Polônia, e derrotou o experiente argentino José Acasuso, por 6/3 e 6/4. O canhoto tinha apenas 18 anos e dois meses e se tornava o mais jovem campeão de um ATP desde o australiano Lleyton Hewitt, em 1999. Na campanha sobre o saibro polonês, ele se destacou pela intensidade que competiu nas cinco partidas, em que não cedeu um único set aos adversários, assim como pela camisa sem mangas que enaltecia seu porte físico. A vitória de Nadal em Sopot não chegou a ser uma surpresa, pois ele já havia disputado a final do ATP 250 de Auckland daquele ano, onde perdeu o título para o eslovaco Dominik Hrbatý pelas parciais de 4–6, 6–2, 7–5. O título em Sopot foi apenas o primeiro passo de uma hegemonia arrebatadora sobre as quadras de saibro. Sobre a superfície, Rafa obteve marcas insuperáveis de vitórias, invencibilidade e principalmente os nove troféus que já ergueu no Torneio de Roland Garros, número que nenhum outro jogador de tênis obteve num único Grand Slam. Seu sucesso no saibro ou terra batida o fez ganhar o apelido de "rei do saibro"/"rei da terra batida", levando muitos especialistas a considerá-lo o maior jogador da história nesta superfície.[4] [5] [6] , superando até mesmo Björn Borg.

Ainda em 2004, o espanhol Rafael Nadal foi semifinalista em duplas no Grand Slam do Open dos Estados Unidos.

Já em 2005 conseguiu chegar ao top 5 do ranking depois de ter ganho dez títulos, incluindo quatro ATP Master Series (Monte Carlo, Roma, Montreal e Madrid), derrotando Guillermo Coria nas finais de Monte Carlo e Roma, Andre Agassi em Montreal e o croata Ivan Ljubičić em Madrid. Já em Roland Garros, conquistou o título na sua primeira participação após derrotar o então número um do mundo, Roger Federer, na semifinal, no dia do seu 19º aniversário. Com 19 anos e dois dias, transformou-se no sexto mais novo vencedor de um torneio do Grand Slam, e no quarto campeão mais novo de Roland-Garros na era Open. Transformou-se no sétimo jogador a ganhar um torneio do Grand Slam na sua primeira aparição no evento, e o primeiro desde Andre Agassi no Open da Austrália de 1995. Transformou-se no primeiro adolescente a ganhar um Grand Slam desde que Pete Sampras ganhou os US Open em 1990 com 19 anos. Nadal é o primeiro a ganhar seis títulos em um ano desde Agassi em 1988 com dezoito anos.

2006-2007[editar | editar código-fonte]

Em 2006, venceu novamente o Torneio de Roland-Garros ao derrotar o número 1 do mundo, Roger Federer, na final. Bateu o recorde de vitórias seguidas em quadras de saibro, que pertencia havia décadas ao argentino Guillermo Vilas.

Além disso, conseguiu chegar à final do torneio de Wimbledon (foi derrotado por Federer por 3-1 sets), disputado em quadras de grama. Nadal tem como principal característica o potente jogo de fundo de quadra e golpes com muito top spin, tendo preferência pelas quadras de saibro. Como resultado, jogou sua primeira Masters Cup, disputada em Xangai, na China — ele havia se classificado em 2005, mas não jogou por conta de contusão —, onde foi semifinalista, sendo derrotado novamente por Federer.

Em 2007, vence novamente o Torneio de Roland-Garros ao derrotar Roger Federer, à época, o número um do mundo, na final por 3 sets a 1, com os parciais de 6-3; 4-6; 6-3; 6-4.

2008-2009[editar | editar código-fonte]

Rafa em Roland Garros 2008.

Em 2008, vence o Master Series de Hamburgo ganhando o torneio inteiro por w.o.,derrotando Federer, que o vencera neste mesmo Torneio o ano anterior, com parciais de 7-5, 6-7 (3-7) e 6-3. Vencer em Hamburgo significou duas coisas para Nadal: a primeira foi se igualar a Pete Sampras em número de Master Series conquistadas, num total de 11. A segunda foi entrar para o seleto grupo de seis jogadores que conquistaram o chamado Grand Slam do Saibro, que significa vencer, ao menos uma vez, os torneios de Monte Carlo, Roma, Hamburgo e Roland-Garros. O último a conseguir esse feito foi o brasileiro Gustavo Kuerten. Venceu novamente o Torneio de Roland-Garros ao derrotar Roger Federer, na final por 3 sets a 0, com parciais de 6-1; 6-3; 6-0. Com isso ele iguala a mesma supremacia que outrora Björn Borg tivera ao também ganhar 4 vezes seguidas Roland-Garros.

Se preparando para Wimbledon, ele vence o Torneio de Queen's, derrotando o sérvio Novak Djokovic por 2 sets a 0, parciais de 7-6 (8-6) e 7-5, conquistando assim seu primeiro torneio na grama e quebrando um tabu de 36 anos sem conquistas de tenistas espanhóis nesta superfície.

Duas semanas depois, torna-se o primeiro tenista (desde Björn Borg) a vencer Roland-Garros e Wimbledon na mesma temporada, após uma grande vitória em 5 sets, na final, contra Roger Federer.

Em 27 de julho de 2008 vence pela segunda vez o Masters do Canadá, em Toronto, contra Nicolas Kiefer.

Em agosto de 2008 assumiu a 1ª posição do ranking da ATP, desbancando o até então nº 1 Roger Federer, que estava na liderança durante 237 semanas consecutivas.

No início de 2009 confirmou ainda mais a sua versatilidade no diferentes pisos ao vencer o título na quadra sintética do Australian Open, derrotando o suíço Roger Federer na final e levando a taça da competição para a Espanha pela primeira vez na história.

Em 31 de maio de 2009 perde sua primeira partida em Roland Garros para Robin Soderling, número 25 do ranking, em parciais de 6-2, 6-7 (2-7), 6-4 e 7-6 (7-2) nas oitavas de final. Primeira derrota do espanhol em uma partida melhor de 5 sets no saibro.Torneio o qual teve como vencedor masculino o suíço Roger Federer. Enfrentando problemas de contusão não defende o título conquistado no torneio de Wimbledon em 2008, perdendo para Roger Federer o posto de número 1 do mundo, após 10 meses.

Em 17 de agosto de 2009, caiu para a terceira posição no ranking.[19] No US Open de 2009, alcançou as semifinais pela segunda vez consecutiva, sendo eliminado em três sets pelo futuro vencedor do torneio, o argentino Juan Martín del Potro, mas retomando a segunda posição da classificação mundial, atrás do suíço Roger Federer.

Nadal no US Open de 2010.

2010[editar | editar código-fonte]

Chegou às semifinais dos Masters 1000 de Indian Wells e Miami, e venceu de forma contundente o Masters 1000 de Monte Carlo: em 3 dos 5 jogos, perdeu apenas 1 game.

Em maio, igualou o recorde de títulos de Masters de André Agassi, conquistando seu 17º título e se tornando pentacampeão do ATP Masters 1000 de Roma.[20]

Logo após, o espanhol Rafael Nadal conquistou o Masters 1000 de Madrid e alcançou mais um feito histórico. Pois, ao superar o suíço Roger Federer na final, por 2 sets a 0, com parciais de 6-4 e 7-6(5), ele conquistou seu 18° título de torneios ATP Masters 1000, superando os 17 do norte-americano André Agassi. Além do recorde, Nadal tornou-se o primeiro tenista a vencer os três ATP Masters 1000 no saibro de forma consecutiva e no mesmo ano. E ele chegou à essa marca depois de erguer as taças dos Masters 1000 de Roma e Masters 1000 de Monte Carlo, nas semanas anteriores.

Em junho, Nadal conquistou o pentacampeonato do Open da França e se igualou a Björn Borg como os maiores vencedores deste torneio.

Já em julho, conquistou seu segundo título de Grand Slam do Torneio de Wimbledon. Na grande final bateu o tcheco Tomas Berdych.

Em agosto de 2010, Rafael Nadal era o líder do ranking mundial e Novak Đjoković o segundo. E eles uniram forças para disputar a chave de duplas do Masters 1000 de Toronto e foram chamados de Dream Team do tênis. Afinal, desde 1976, quando Jimmy Connors e Arthur Ashe atuaram juntos, os números 1 e 2 do ranking não formavam uma parceria. Mas logo na estreia, o espanhol e o sérvio acabaram eliminados do torneio pelos canadenses Vasek Pospisil e Milos Raonic.

Em 13 de setembro de 2010, na quadra central Arthur Ashe em Nova York, Rafael Nadal derrota o sérvio Novak Đjoković por 3 sets a 1 (parciais de 6-4, 5-7, 6-4 e 6-2, em jogo interrompido pela chuva; no somatório dos tempos: 3h43min). Conquista assim, pela primeira vez, o Aberto dos Estados Unidos.

Após a vitória no torneio do Japan Open em cima do número 15 do ranking Gael Monfils por 6-1 e 7-5, sem ceder break points durante o confronto, Nadal atingiu o 43° título na carreira.

No Shanghai Masters, Nadal perdeu na terceira rodada pelas parciais de 6-1, 3-6 e 6-3, para Jurgen Melzer, este que nunca havia ganho um set nos três confrontos anteriores.

No ATP Tour World Finals de 2010, realizado em Londres, Nadal classificou em primeiro no grupo B após ganhar de Andy Roddick em três sets, Novak Đoković e Tomas Berdych em dois sets diretos. Na semifinal contra Andy Murray, Nadal precisou de mais de 3 horas para vencê-lo numa partida emocionante por 7-6(5), 3-6 e 7-(6), que teve um rali de 36 bolas, vencido enfim por Murray. Ao encontrar Federer na final e apesar de derrotado em três sets 6-3, 3-6 e 6-1, Nadal terminou o ano de 2010 na liderança do ranking mundial.

Nadal durante o torneio de Wimbledon 2011.

2011[editar | editar código-fonte]

O início de 2011 não foi animador. Nadal perdeu na semifinal do torneio de Doha para Nikolay Davydenko e nas quartas-de-final do Australian Open para David Ferrer. Em seguida, por duas vezes, cai nas finais de Master Series de Indian Wells e Miami para Novak Djokovic.

Em abril, no início da temporada de saibro, Nadal conquista o seu sétimo título consecutivo em Monte Carlo (2005-2011) e o sexto título não consecutivo em Barcelona (2005-2009 e 2011), ao vencer David Ferrer por dois sets diretos em ambas finais.

Nos Masters 1000 de Madrid e Roma, Nadal perde novamente as duas finais para Djokovic e não consegue quebrar a invencibilidade de 37 jogos do rival neste ano.

Em Roland Garros, Nadal consegue seu hexacampeonato, igualando ao Borg, em cima do seu eterno rival, Roger Federer, em 7-5,7-6(3),5-7 e 6-1 e com a derrota de Novak Djokovic para Roger Federer na semifinal, consegue manter-se como número 1 do mundo.

No dia 1 de julho de 2011, após 57 semanas consecutivas no topo do ranking da ATP, Rafael Nadal deixa de ser o número 1 do mundo perdendo este posto e o título de Wimbledon para o sérvio Novak Djokovic por 6-4, 6-1, 1-6 e 6-3.

Em 4 de dezembro, após aproximadamente 4 horas de jogo contra o argentino Juan Martin Del Potro, Nadal foi campeão da Copa Davis pela Espanha, com o placar exaustivo de 3x1, 7 a 0 no tiebreak.

Nadal encerrou o ano de 2011 como o número 2 do mundo.[2]

2012[editar | editar código-fonte]

Nadal começou a temporada de 2012 disputando o torneio de Doha. Nas duas primeiras rodadas, derrotou os alemães Philipp Kohlschreiber e Denis Gremelmayr. Na rodada seguinte, derrotou o cabeça de chave número sete Mikhail Jużnego em dois sets. No entanto, na semifinal enfrentou o francês Gael Monfis, perdendo os dois sets por um duplo 6-4.

No Australian Open, Nadal chegou nas quartas de final sem perder um set, enfrentando Tomas Berdych. A partida terminou com a vitória de Nadal por 3 sets a 1, 6-7(5), 7-6(6), 6-4, 6-3. Durante o primeiro set, no momento crucial, o juiz negou a Nadal o pedido de desafio. Ele explicou que os regulamentos exigem notificação imediata no caso de desafio, e que Nadal demorou demais para pedir. Na semifinal, Nadal enfrentou Roger Federer. Nadal venceu por 6-7(5), 6-2, 7-6(5), 6-4. Na final, Nadal enfrentou o campeão do ano anterior, Novak Djokovic. A partida no Melbourne Park durou cinco horas e 53 minutos e foi a mais longa final de Grand Slam da história. O sérvio derrotou Nadal por 5-7, 6-4, 6-2, 6-7(5), 7-5.

Depois de mais de um mês de descanso (o espanhol se retirou do torneio em Dubai) Nadal voltou as quadras em Indian Wells, onde foi até a semifinal, sendo derrotado por Roger Federer 3-6, 4-6.

Uma semana depois, o espanhol Rafael Nadal que se encontrava com uma tendinite no joelho, perdeu para o escocês Andy Murray pelo Masters 1000 de Miami, nos Estados Unidos.

No saibro, Nadal ganhou pela oitava vez consecutiva o torneio de Monte Carlo e se tornou o primeiro tenista da era aberta a vencer um torneio por oito vezes consecutivas. Na final, Nadal quebrou a sequência de sete derrotas consecutivas para o sérvio Novak Djokovic derrotando-o por 6-3, 6-1. Em Barcelona manteve o título, triunfando pela sétima vez em sua carreira, e tornando-se o primeiro jogador a ter vencido pelo menos sete vezes dois torneios diferentes.

Em junho, participou do aberto da França, vencendo pela sétima vez em sua carreira. Nadal chegou à final sem perder um set, derrotando Novak Djokovic por 6-4, 6-3, 2-6, 7-5.

Depois, participou do torneio de Halle, na Alemanha. E o tenista espanhol foi eliminado nas quartas de final, ao perder para o alemão Philipp Kohlschreiber pelas parciais de 3-6 e 4-6.

Pelo Grand Slam do Torneio de Wimbledon, Nadal chegou a segunda rodada da competição. Mas após cinco sets disputados, ele foi eliminado pelo tcheco Lukas Rosol.

Devido a uma lesão no joelho, se retirou dos Jogos Olímpicos. Pouco depois, anunciou sua ausência nos torneios Masters Series de Toronto e Cincinnati, e para o Aberto dos EUA. Nadal não jogou mais nenhuma partida em 2012.

2013[editar | editar código-fonte]

No final de Dezembro de 2012, Nadal anunciou sua ausência no ATP 250 de Doha e no Grand Slam do Austrálian Open. Nadal alegou uma doença viral, que o impediu que tivesse uma preparação adequada para os torneios. Devido a sua ausência nos torneios da ATP desde Wimbledon, Nadal caiu para o quinto lugar no ranking, algo que não ocorria desde a temporada de 2005.

Em fevereiro, após ficar afastado do circuito profissional de tênis por aproximadamente sete meses para se recuperar de uma lesão no joelho, o espanhol Rafael Nadal retornou oficialmente às quadras no ATP 250 de Viña del Mar, no Chile. E durante o torneio ele derrotou Federico Delbonis, Daniel Gimeno-Traver e Jeremy Chardy para ser finalista, mas perdeu o título na decisão para o argentino Horacio Zeballos por 7-6(2), 6-7(6), 4-6. Já na competição de duplas, jogou com o argentino Juan Monaco, e também chegou à final, mas perdeu o título para a parceria formada pelos italianos Paolo Lorenzi e Potito Starace por 2/6 e 4/6.

Na semana seguinte, Rafael Nadal disputou o ATP 250 do Brasil Open, no Brasil. E ele acabou conquistando o título do torneio após derrotar João Souza "o Feijão", Carlos Berlocq, Martín Alund e o argentino David Nalbandian na decisão por 6/2 e 6/3. Com esse título, Rafael Nadal que não conquistava um troféu desde junho de 2012, quando conquistou o troféu em Roland Garros, foi bicampeão do torneio brasileiro, já que o espanhol também foi campeão da competição em 2005, quando era disputado na Costa do Sauípe, na Bahia. Todos os jogos do espanhol no torneio brasileiro contaram com a presença de um enorme público que lotou o Ginásio do Ibirapuera.

Depois, entre o final de fevereiro e início de março, o espanhol Rafael Nadal jogou o ATP 500 de Acapulco, no México. E durante a competição ele derrotou Diego Schwartzman, Martín Alund, Leonardo Mayer, e Nicolas Almagro para alcançar a final do torneio mexicano, onde na decisão venceu o compatriota David Ferrer em sets diretos, pelas parciais de 6/0 e 6/2.

Já em março, Rafael Nadal disputou o Masters 1000 de Indian Wells, nos E.U.A. E ele derrotou o norte-americano Ryan Harrison, na estreia do torneio. Avançando assim para a próxima rodada, onde deveria enfrentar o argentino Leonardo Mayer, mas o adversário abandonou a competição devido à uma lesão nas costas e com isso o espanhol avançou por W.O. Em seguida, Nadal venceu Ernests Gulbis nas oitavas de final, Roger Federer nas quartas de final, Tomáš Berdych na semifinal e o argentino Juan Martin del Potro na final, por 2 sets a 1 e parciais de 4/6, 6/3 e 6/4. Esse foi o 22º título de ATP Masters 1000 da carreira de Nadal.

Logo depois, Nadal não participou do Masters 1000 de Miami. Mas, em seguida, começou com tudo a série europeia de torneios no saibro. Octacampeão do Masters 1000 de Monte Carlo, em Mônaco, o espanhol estreou sem muitos problemas na edição de 2013, onde ele derrotou o australiano Marinko Matosevic em sets diretos, por 6/1 e 6/2. Logo depois, em duelo válido pelas oitavas de final, o espanhol derrotou o alemão Philipp Kohlschreiber por 2 sets a 0, com as parciais de 6/2 e 6/4. Em seguida, pelas quartas de final, ele enfrentou o búlgaro Grigor Dimitrov, este que fez uma grande apresentação, venceu um set do espanhol, mas não conseguiu impedir a 45ª vitória seguida de Nadal no torneio, caindo em três sets, com parciais de 6/2, 2/6 e 6/4. Já nas semifinais, Nadal teve pela frente o francês Jo-Wilfried Tsonga. E o espanhol venceu Tsonga e garantiu vaga na decisão do Masters 1000 de Monte Carlo pela nona vez consecutiva. Mas, na decisão, Rafael Nadal acabou perdendo o título para o sérvio Novak Djokovic por 2 sets a 0 e pelas parciais de 2/6 e 6/7(1).

Em abril, ele ganhou o ATP 500 de Barcelona, na Espanha. E no caminho do título, ele derrotou o argentino Carlos Berlocq na estreia por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/2. Depois, por causa da forte chuva que castigou o saibro da quadra, Rafael Nadal foi obrigado a jogar duas vezes em um mesmo dia. E sem dificuldades, o espanhol venceu as duas partidas. Onde, primeiro, Nadal passou pelo francês Benoit Paire, em jogo adiado das oitavas de final. A vitória foi tranquila, por 2 sets a 0, com parciais de 7/6(2) e 6/2. O segundo duelo, válido pelas quartas de final, foi contra o compatriota Albert Ramos, então 65º do ranking, que também enfrentava uma jornada dupla. E novamente Nadal venceu facilmente por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/0. Em seguida, depois de ter mais um jogo atrasado por conta das chuvas, Nadal venceu sem dificuldades o canadense Milos Raonic por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/0, e garantiu vaga na final do torneio espanhol. Já na busca pelo título da competição, Rafael Nadal enfrentou o compatriota Nicolás Almagro, então 12º do ranking mundial. E Nadal venceu Almagro na decisão por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/3. Este foi o oitavo título consecutivo de Nadal no ATP 500 de Barcelona, tornando-se o primeiro tenista masculino a vencer dois torneios diferentes oito ou mais vezes. Foi também seu quarto título da temporada e sua sexta final consecutiva.

Depois do título em Barcelona, ele só retornou às quadras em maio para a disputa do Masters 1000 de Madrid, também na Espanha. E Rafael Nadal começou a campanha vencendo pela segunda vez no ano o francês Benoit Paire, já que o derrotara também no ATP 500 de Barcelona. Depois, assim como em sua estreia, ele não teve dificuldades para avançar. Pois, o espanhol precisou de pouco mais de uma hora para superar o russo Mikhail Youzhny nas oitavas de final, por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/3. Logo depois, ele enfrentou o compatriota David Ferrer nas quartas de final. E após perder primeiro set e vencer o segundo no tie-break, ele conquistou a vaga na próxima fase com um "pneu" no terceiro set. As parciais foram de 4/6, 7/6(3) e 6/0 a favor de Nadal. Em seguida, ele não teve problemas para se classificar à final do torneio. Pois, dominou completamente seu compatriota Pablo Andujar e venceu o duelo por 2 sets a 0, com parciais de 6/0 e 6/4. Já na decisão, Nadal enfrentou o suíço Stanislas Wawrinka. E ele venceu a partida em sets diretos, pelas parciais de 6/2 e 6/4. Esse foi o 23º título de Masters 1000 da carreira de Nadal e o terceiro título dele no Masters 1000 de Madrid, os outros foram em 2005 e 2010. Foi também sua sétima final consecutiva e seu quinto título da temporada.

Ainda em maio, ele disputou o Masters 1000 de Roma, na Itália. E Nadal atropelou o italiano Fabio Fognini na estreia da competição por 2 sets a 0, com parciais de 6/1 e 6/3. Em seu próximo jogo, válido pelas oitavas de final, ele venceu o letão Ernests Gulbis, de virada, por 2 sets a 1, com parciais de 1/6, 7/5 e 6/4. Logo depois, em partida válida pelas quartas de final, repetindo o que aconteceu em Madri, na semana anterior, ele levou a melhor em dura partida diante do compatriota David Ferrer e avançou no torneio após uma batalha de 2 horas e 46 minutos, finalizada após três sets, com parciais de 6/4, 4/6 e 6/2 a favor de Nadal. Em seguida, pela semifinal, assim como aconteceu em Indian Wells, Rafael Nadal, então número 5 do mundo, venceu o tcheco Tomas Berdych, então 6° do ranking mundial, pelo placar de 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/4. Já na final, no 30º duelo entre dois grandes nomes do tênis mundial, o espanhol Rafael Nadal levou a melhor sobre o suíço Roger Federer e ganhou o título do Masters 1000 de Roma, ao aplicar as parciais de 6/1 e 6/3. Com a vitória, Nadal conquistou seu sétimo título em Roma e levantou seu sexto troféu na temporada. A conquista do título em Roma também estabeleceu o recorde de 24 Masters 1000.

Em seguida, ele jogou em Paris na França, pelo Grand Slam de Roland Garros. E em busca do oitavo título no Grand Slam francês, Rafael Nadal, então número 4 do mundo, superou o alemão Daniel Brands na primeira rodada, de virada, por 3 sets a 1 e parciais de 4/6, 7/6(4), 6/4 e 6/3. Logo depois, ele venceu o eslovaco Martin Klizan na segunda rodada, também de virada, por 3 sets 1, com parciais de 4/6, 6/3, 6/3 e 6/3 e garantiu vaga na terceira rodada da competição, onde enfrentou o italiano Fabio Fognini. E Nadal confirmou o favoritismo diante do italiano, vencendo a partida por 3 sets a 0 (7/6(5), 6/4 e 6/4) e garantindo vaga nas oitavas de final, onde jogou contra o japonês Kei Nishikori, então 15º do ranking. E o espanhol eliminou o japonês em três sets por 6/4, 6/1 e 6/3. Depois, ele derrotou o suíço Stanislas Wawrinka nas quartas de final da competição. Onde, o espanhol dominou o suíço desde o início e confirmou a vitória por 3 sets a 0, com parciais de 6/2, 6/3 e 6/1. Na partida seguinte, ele venceu um duelo épico de 5 sets contra o sérvio Novak Djokovic na semifinal. As parciais foram de 6/4, 3/6, 6/1, 6/7 (3/7) e 9/7, em 4 horas e 37 minutos de confronto. Já na final, ele enfrentou o compatriota David Ferrer, e venceu o jogo e o torneio de Roland Garros por 6/3, 6/2 e 6/3, conquistando o oitavo título em nove finais disputadas e se tornando o primeiro tenista a ganhar o mesmo torneio do Grand Slam oito vezes.

Logo depois, Nadal perdeu na primeira rodada do torneio de Grand Slam de Wimbledon para o belga Steve Darcis (N° 135 do mundo), tornando-se a segunda vez consecutiva que ele não conseguiu chegar à terceira rodada em Wimbledon e pela primeira vez Nadal havia perdido na primeira rodada de um Grand Slam. O belga Darcis é o tenista com o o pior ranking a ter vencido um jogo de Nadal em um torneio de Grand Slam.

Em agosto, Nadal disputou o Masters 1000 de Montreal, no Canadá. E ele venceu o canadense Jesse Levine na estreia do torneio, por 2 sets a 0 e parciais de 6/2 e 6/0. Logo depois, pelas oitavas de final, ele teve mais trabalho, mas venceu o polonês Jerzy Janowicz por 2 sets a 0, com parciais de 7/6(6) e 6/4. Com o triunfo, Nadal avançou às quartas de final do torneio canadense, onde seu adversário foi o australiano Marinko Matosevic. E ele jogou com bastante regularidade e avançou ao vencer o australiano em sets diretos, por 6/2 e 6/4. Em seguida, o espanhol venceu o sérvio Novak Djokovic na semifinal, em uma partida épica, por 2 sets a 1, com parciais de 6-4, 3-6 e 7-6(2). Já na decisão, Rafael Nadal ganhou o título depois de vencer o canadense Milos Raonic, em dois sets, por duplo 6/2. Este foi o 25º título de Masters 1000 de Nadal e o terceiro título dele no torneio canadense.

Uma semana depois de conquistar o Masters 1000 de Montreal, o espanhol Rafael Nadal fez uma ótima estreia no Masters 1000 de Cincinnati, nos Estados Unidos. Onde ele, então terceiro colocado do ranking, superou sem dificuldades o alemão Benjamin Becker (então 100º do mundo), por um duplo 6/2. Na partida seguinte, pelas oitavas de final do torneio, ele mediu forças com o búlgaro Grigor Dimitrov (então 29º do mundo). E Nadal manteve a sequência de vitórias ao vencer o búlgaro, de virada, por 6/2, 5/7 e 6/2. Logo depois, pelas quartas de final, Nadal teve que jogar muito para vencer de virada o suíço Roger Federer (então 5º do mundo), por 2 sets a 1 e parciais de 5/7, 6/4 e 6/3. Em seguida, ele teve pela frente o tcheco Tomas Berdych na semifinal. E Nadal manteve seu bom jogo e venceu o tcheco em sets diretos por 7/5 e 7/6(4), e chegou assim pela primeira vez em sua carreira, à final do Masters 1000 de Cincinnati. Onde ele derrotou o norte-americano John Isner na decisão, em dois sets, por 7/6(8) e 7/6(3), e conquistou seu primeiro título no torneio. Após vencer o Masters de Cincinnati, Nadal retornou ao posto de número dois do ranking mundial, atrás apenas do sérvio Novak Djokovic. E com a conquista, ele ganhou seu nono título na temporada em 11 finais disputadas e alcançou o 26º título de Masters 1000 da carreira.

Após conquistar o o Masters 1000 de Cincinnati, nos Estados Unidos, ele sagrou-se bicampeão do Grand Slam do US Open, após derrotar o então número 1 do mundo Novak Djokovic, por 6/2, 3/6, 6/4 e 6/1, em mais de 3 horas de partida. Esse foi seu 13º título de Grand Slam de Nadal.

No início de outubro, ele jogou o ATP 500 de Pequim, na China. E Nadal venceu o colombiano Santiago Giraldo na estreia, por 2 sets a 0, parciais de 6/2 e 6/4. Em seguida, pelas oitavas de final, ele venceu o alemão Philipp Kohlschreiber, por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 7/6(3). Logo depois, pelas quartas de final, ele sofreu para confirmar o seu favoritismo, mas venceu o italiano Fabio Fognini por 2 sets a 1, de virada, com parciais de 2/6, 6/4 e 6/1. Com o triunfo sobre Fognini, Nadal se credenciou para enfrentar o tcheco Tomáš Berdych nas semifinais, onde o espanhol contou com o abandono do tcheco no primeiro set da semifinal do torneio chinês para avançar a mais uma decisão na temporada e assegurar pontuação suficiente para voltar a ser o tenista número 1 do ranking mundial. Já na final, ele perdeu em sets diretos para o sérvio Novak Djokovic por 6/3 e 6/4.

Ainda em outubro, Rafael Nadal disputou o Masters 1000 de Xangai, na China. Onde ele venceu o ucraniano Alexandr Dolgopolov na estreia, em sua primeira partida após reassumir a liderança do ranking mundial da ATP. Na partida seguinte, pelas oitavas de final, ele bateu o argentino Carlos Berlocq, em sets diretos, pelo placar final de 6/1 e 7/6(5). Em seguida, ele derrotou o suíço Stanislas Wawrinka, nas quartas de final da competição, em sets diretos, pelas parciais de 7/6(10) e 6/1. Já na semifinal, ele acabou sendo surpreendido pelo argentino Juan Martín Del Potro e foi eliminado ao perder por dois sets a zero, com parciais de 6/2 e 6/4.

Entre o final de outubro e início de novembro, o espanhol Rafael Nadal jogou o Masters 1000 de Paris, na França. E ele foi bem-sucedido na estreia da competição, ao vencer o compatriota Marcel Granollers por 2 sets a 0, com um duplo 7/5. Em seguida, pelas oitavas de final, ele derrotou o polonês Jerzy Janowicz, em sets diretos, pelas parciais de 7/5 e 6/3. Depois, pelas quartas de final, o espanhol não tomou conhecimento do tenista francês Richard Gasquet e venceu tranquilamente a partida em 2 sets, com parciais de 6/4 e 6/1. Já na semifinal, Nadal é surpreendido e perde para seu "freguês" e compatriota David Ferrer por 2 sets a 0 (parciais de 6/3 e 7/5).

Nadal terminou a temporada com o vice campeonato no ATP World Tour Finals. Mas mesmo assim garantiu o número 1 do mundo no fim do ano ao vencer o tcheco Tomáš Berdych na fase de grupos.

2014[editar | editar código-fonte]

Rafael Nadal começou a temporada de 2014 mostrando porque era o tenista número 1 do mundo naquele momento. E no primeiro torneio oficial do ano, o espanhol derrotou Lukas Rosol, Tobias Kamke, Ernests Gulbis e Peter Gojowczyk para chegar a final do ATP 250 de Doha. Onde na decisão, ele venceu o francês Gaël Monfils por 2 sets a 1, com parciais de 6/1, 6/7(5) e 6/2.

Após conquistar o ATP 250 de Doha, Rafael Nadal, então n° 1 do ranking mundial, estreou no Grand Slam do Austrálian Open vencendo o australiano Bernard Tomic, este que desistiu após perder o primeiro set pela parcial de 6/4. Pela segunda rodada ele enfrentou o jovem tenista australiano Thanasi Kokkinakis, e venceu em sets diretos, com parciais de 6/2, 6/4 e 6/2. Na terceira rodada, Nadal encarou o francês Gaël Monfils e venceu o confronto em três sets a 0, por 6/1, 6/2 e 6/3. Na próxima rodada, válida pelas oitavas de final, o espanhol enfrentou o japonês Kei Nishikori. E o asiático quebrou o seu serviço pela primeira vez no torneio e fez Nadal jogar muito para derrotá-lo por três sets a zero, com parciais 7/6(3), 7/5 e 7/6(3). Já nas quartas de final, Nadal chegou a perder o primeiro set para o búlgaro Grigor Dimitrov, porém reagiu e fechou o jogo em 3 a 1, com parciais de 3/6, 7/6(3), 7/6(7) e 6/2. Em sua próxima partida, válida pela semifinal, ele não teve grandes dificuldades e venceu o suíço Roger Federer por 3 sets a 0, parciais de 7/6(4), 6/3 e 6/3 e se garantiu na decisão do Austrálian Open de 2014. Já na final, Rafael Nadal perdeu o jogo e o título para o suíço Stanislas Wawrinka, então 8° do mundo, por 3 sets a 1 e parciais de 3/6, 2/6, 6/3 e 3/6.[21] O resultado foi inesperado porque Wawrinka era um dos maiores fregueses da carreira de Nadal, onde nos 12 jogos anteriores contra o suíço, o espanhol não havia perdido sequer um set.

Em fevereiro, Rafael Nadal disputou o ATP 500 do Rio Open, no Brasil. E ele acabou conquistando o título do torneio após derrotar Daniel Gimeno-Traver, Albert Montañés, João Sousa, Pablo Andújar e o ucraniano Alexandr Dolgopolov na decisão por 6/3 e 7/6.[22] . Essa foi a competição que marcou o retorno de Nadal às quadras após se recuperar de uma lesão nas costas sofrida na campanha que culminou com o vice-campeonato do Austrálian Open de 2014, vencido pelo suíço Stanislas Wawrinka.

Em seguida, Rafael Nadal não foi longe no primeiro torneio Masters 1000 da temporada. Pois, depois de vencer o tcheco Radek Stepanek na estreia, o seu próximo adversário foi o ucraniano Alexandr Dolgopolov, e este deu o troco (vítima do espanhol na decisão do Rio Open no Brasil) e o eliminou do Masters 1000 de Indian Wells. O espanhol que era o atual campeão do torneio venceu o primeiro set, mas levou a virada e foi derrotado em três sets, com parciais de 6-3, 3-6 e 7-6(5). E essa eliminação precoce foi histórica, pois desde a sua estreia no torneio, em 2004, que Nadal não era eliminado antes das semifinais do Masters 1000 de Indian Wells, sendo que o espanhol também nunca tinha perdido para o ucraniano em confrontos anteriores.

No final de março, Rafael Nadal estreou no Masters 1000 de Miami, nos E.U.A. Então líder do ranking mundial e cabeça de chave n° 1 da competição, ele precisou de apenas 69 minutos para vencer o australiano Lleyton Hewitt, três vezes semifinalista do torneio, por 2 sets a 0, parciais de 6/1 e 6/3. Em seguida, ele venceu o uzbeque Denis Istomin com extrema facilidade em dois sets e com direito a "pneu" pelas parciais de 6/1 e 6/0, numa partida de apenas 59 minutos. Depois, ele e o italiano Fabio Fognini se enfrentaram pelas oitavas de final da competição. E Nadal não deu chances para o italiano e venceu o jogo por 2 sets a 0, com duplo 6/2, avançando para as quartas de final da competição, onde venceu uma partida difícil contra o canadense Milos Raonic, então 12º do mundo, por 4/6, 6/2 e 6/4. Em sua próxima partida, válida pela semifinal, ele bateu o tcheco Tomáš Berdych e se garantiu na decisão do Masters 1000 de Miami. Já na final, o espanhol Rafael Nadal, que buscava a primeira conquista em Miami, foi derrotado e perdeu a partida e o título para o sérvio Novak Djokovic por 2 sets a 0, com duplo 6/3. E com isso, o espanhol perdeu a sua quarta final no Masters de Miami.

Em abril, Nadal começou a temporada de saibro jogando no Masters 1000 de Monte Carlo. E ele venceu o russo Teymuraz Gabashvili na estreia por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/1. Em seu próximo jogo, válido pelas oitavas de final, ele venceu o italiano Andreas Seppi em sets diretos, com parciais de 6/1 e 6/3. Já nas quartas de final, ele enfrentou o compatriota David Ferrer e perdeu em dois sets, pelas parciais de 7/6 e 6/4.[23]

Depois de ser eliminado do Masters de Monte Carlo, o tenista espanhol, então número um do mundo, venceu o compatriota Albert Ramos na estreia do ATP 500 de Barcelon̴a por 2 sets a 0, com parciais de 7/6(2) e 6/4. Depois, Nadal enfrentou e venceu o croata Ivan Dodig nas oitavas de final, por duplo 6/3, e avançou no torneio. Porém, Nadal perde pela primeira vez na carreira para o compatriota Nicolas Almagro por 2-6, 7-6 (5) e 6-4, e é eliminado nas quartas de final do ATP 500 de Barcelon̴a.[24]

Em maio, Rafael Nadal, então número 1 do mundo, venceu Juan Mónaco, Jarkko Nieminen, Tomas Berdych, Roberto Bautista Agut e se garantiu na final do Master 1000 de Madrid. Onde na decisão contra o japonês Kei Nishikori, ele esteve irreconhecível no primeiro set e perdeu por 6 a 2. No segundo, porém, Nadal recuperou-se e venceu por 6-4. Já no terceiro, quando era derrotado pelo japonês por 3 games a 0, Nishikori abandonou a partida devido a uma lesão nas costas. Este foi o quarto título do Master 1000 de Madrid e o 27º título de Masters 1000 da carreira de Nadal.[25]

Ainda em maio, ele disputou o Masters 1000 de Roma, na Itália. Onde durante o torneio, o espanhol eliminou os tenistas Gilles Simon, Mikhail Youzhny, Andy Murray e Grigor Dimitrov para chegar a final da competição. Mas na decisão, Rafael Nadal, então número 1 do mundo, foi derrotado de virada pelo sérvio Novak Djokovic por 2 sets a 1, com parciais de 6/4, 3/6 e 3/6.[26]

Já no Grand Slam de Roland Garros, ele fez jus ao seu apelido de "Rei do Saibro" ao conquistar sua 60ª vitória no torneio e o título da competição. A vítima na estreia foi o americano Robby Ginepri, então 279º do mundo. El Touro Miúra (apelido de Nadal) venceu com direito a "pneus" pelas parciais de 6/0, 6/3 e 6/0. Logo após, pela segunda rodada, ele deu mostras de seu jogo inspirado ao derrotar a sensação austríaca Dominic Thiem por 6/2, 6/2 e 6/3. Em seguida, pela terceira rodada, o espanhol passou pelo argentino Leonardo Mayer, com uma vitória de 3 sets a 0, parciais de 6/2, 7/5 e 6/2. Em sua próxima partida, ele enfrentou o sérvio Dusan Lajovic, então 83° no ranking da ATP, nas oitavas de final. E ele venceu o sérvio com tranquilidade por 3 sets a 0, parciais de 6/1, 6/2 e 6/1. Pelas quartas de final, após perder o primeiro set, Nadal deu um show de bola e venceu com facilidade o conterrâneo David Ferrer por 3 sets a 1, com parciais de 4/6, 6/4, 6/0 e 6/1. Na semifinal, Nadal jogou pela liderança do ranking mundial da ATP e fez jus ao posto de então melhor tenista do mundo, pois ele dominou o escocês Andy Murray e venceu o jogo por 3 sets a 0, parciais de 6/3, 6/2 e 6/1. Já na final, ele venceu o sérvio Novak Djokovic por 3 sets a 1, parciais 3/6, 7/5, 6/2 e 6/4, em 3 horas e 32 minutos de partida. Esse foi o nono título de Nadal em Roland Garros.[27]

Um dia após conquistar seu nono título em Roland Garros, Rafael Nadal não perdeu tempo e voou de Paris, na França, para Halle, na Alemanha, com o objetivo de disputar o primeiro torneio sobre quadras de grama. Mas, mesmo sendo cabeça de chave número 1 do ATP de Halle, na Alemanha, ele foi amplamente dominado pelo alemão Dustin Brown, então 85º do ranking, e caiu na estreia do torneio por 4/6 e 1/6 em rápidos 59 minutos de partida.

Em junho, após perder o primeiro set, Rafael Nadal, então n° 1 do mundo, se recuperou, virou e venceu sua partida de estreia no Grand Slam de Wimbledon, contra o eslovaco Martin Klizan por 3 sets a 1, com parciais de 4-6, 6-3, 6-3 e 6-3. Logo depois, ele derrotou o tcheco Lukas Rosol, de virada, por 3 sets a 1, com parciais de 4/6, 7/6 (8-6), 6/4 e 6/4. Em seguida, ele também começou perdendo o primeiro set, mas virou e superou o cazaque Mikhail Kukushkin por 3 sets 1, parciais de 6-7(4), 6-1, 6-1 e 6-1. Já nas oitavas de final, o espanhol, então líder do ranking mundial, foi derrotado pelo australiano Nick Kyrgios, então 144º do mundo e de apenas 19 anos, por 3 sets a 1, com parciais de 6/7(5), 7/5, 6/7(5) e 3/6. O jovem tenista australiano, que passou pelo qualifying, surpreendeu Nadal com saques fortíssimos e incríveis 37 aces, contra apenas 11 do canhoto espanhol.

Logo depois, devido a uma lesão no punho direito, o espanhol não participou de torneios importantes em agosto, como os Masters 1000 de Toronto e de Cincinnati, além do Grand Slam do US Open. Então número 2 do mundo, ele também não defendeu a Espanha no confronto contra o Brasil pela Copa Davis.

Já no final de setembro, depois de ficar quase três meses afastado do circuito profissional masculino de tênis por conta de uma lesão no punho direito, o espanhol Rafael Nadal voltou a disputar um jogo oficial. Só que na chave de duplas do ATP 500 de Pequim. E, ao lado do compatriota Pablo Andujar, acabou derrotado por 2 sets a 1 pelo tcheco Tomas Berdych e pelo norte-americano John Isner, pelas parciais de 5/7, 6/4 e 4/10. Eliminado nas duplas, Nadal voltou suas atenções para a chave de simples do ATP 500 de Pequim, onde na estreia venceu o francês Richard Gasquet por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/0. Logo em seguida, pelas oitavas de final, ele venceu com tranquilidade o alemão Peter Gojowczyk por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/4. Já nas quartas de final, Nadal perdeu em três sets para o eslovaco Martin Klizan, este vindo do qualifying, com parciais de 7/6(4), 4/6 e 3/6.

Em outubro, mesmo diagnosticado com apendicite, o espanhol Rafael Nadal disputou o Masters 1000 de Xangai, na China. E visivelmente longe da melhor forma, ele até lutou, mas foi derrotado e eliminado na estreia da competição pelo compatriota Feliciano Lopez por 2 sets a 0, com parciais de 3/6 no primeiro set e 6/7(6) no segundo.

Já no final de outubro, jogando sob efeitos de antibióticos por causa de uma apendicite, o espanhol Rafael Nadal derrotou com facilidade o italiano Simone Bolelli na estreia do ATP 500 da Basileia, na Suíça, por 2 sets a 0, com um duplo 6/2. Já na próxima rodada, válida pelas oitavas de final, então número 3 do ranking mundial, ele teve pela frente o francês Pierre-Hugues Herbert e o espanhol precisou de apenas 57 minutos para vencer a partida por 2 sets a 0, com um duplo 6/1. Em seguida, foi surpreendido pelo croata Borna Coric, de apenas 17 anos, e acabou eliminado nas quartas de final do ATP 500 da Basileia ao perder por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 7/6.

Depois de sua eliminação nas quartas de final do ATP 500 da Basileia, o espanhol Rafael Nadal, necessitando passar por uma cirurgia de apendicite, decidiu não mais jogar na temporada de 2014. Desta forma, ele não disputou o Masters 1000 de Paris e mesmo classificado para o ATP World Tour Finals, em Londres, ele também não entrou em quadra para defender o vice-campeonato do ano anterior.

No começo de novembro, o espanhol Rafael Nadal realizou uma cirurgia de apendicite. E em dezembro, ele voltou aos treinamentos. E o tenista ao mostrar uma foto de seu primeiro treino após a cirurgia, escreveu: "Muito feliz por voltar aos treinamentos e com muita expectativa para 2015."

2015[editar | editar código-fonte]

Em janeiro, após se ausentar de competições importantes no final da temporada de 2014 por conta de lesões e uma apendicite, Rafael Nadal, então número 3 do mundo, voltou a disputar partidas de tênis. E ele iniciou o ano no torneio exibição de Abu Dhabi nos Emirados Árabes Unidos. Onde foi derrotado na estreia pelo escocês Andy Murray por 2 sets a 0, com parciais de 2/6 e 0/6. Nessa partida, o espanhol esteve longe da regularidade característica que lhe rendeu tantos títulos, viu Murray comandar a maioria dos pontos e sofreu um pneu no segundo set, ou seja, não ganhou um game sequer. Já na sua segunda partida, válida pelo terceiro lugar do torneio exibição de Abu Dhabi, Nadal venceu o suíço Stanislas Wawrinka por 2 sets a 0, com parciais de 7/6(1) e 6/3.

Logo depois, Nadal perdeu de virada para o alemão Michael Berrer, então número 127 do ranking mundial, por 2 sets a 1 e foi eliminado na estreia do ATP 250 de Doha, no Qatar. Mesmo eliminado do torneio na modalidade de simples, ele seguiu na disputa de duplas, jogando com o argentino Juan Monaco. E a parceria formada por ele e o argentino conquistou o título de duplas do ATP 250 de Doha ao ganhar dos austríacos Julian Knowle e Philipp Oswald por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/4. Especialista em simples, Nadal não conquistava um título de duplas desde a temporada de 2012, quando venceu o Masters 1000 de Indian Wells, nos E.U.A, junto ao compatriota Feliciano Lopez. Já sua última final em duplas, tinha sido justamente ao lado do argentino Juan Monaco em 2013, mas na ocasião eles ficaram com o vice-campeonato do ATP 250 de Viña del Mar, no Chile. Esse foi o nono título em duplas da carreira de Nadal e o quarto dele em duplas no ATP 250 de Doha.

Em seguida, Rafael Nadal, então número 3 do mundo, estreou no Grand Slam do Open da Austrália com uma convincente vitória por 3 sets a 0 e parciais de 6/3, 6/2 e 6/2 sobre o russo Mikhail Youzhny (então 49° do mundo). Depois, não poderia ter sido mais dramática a segunda rodada dele no torneio. Pois, diante do norte-americano Tim Smyczek (então 112º do mundo), o espanhol chegou a passar mal, esteve longe de repetir suas melhores atuações no circuito e por pouco não sofreu sua primeira derrota para um qualifier em torneios do Grand Slam. Ainda assim, na raça, numa batalha que durou mais de 4 horas, Nadal venceu a partida por 3 sets a 2, com parciais de 6/2, 3/6, 6/7(2), 6/3 e 7/5. Em seguida, ele se recuperou fisicamente, jogou um tênis de alto nível e superou o israelense Dudi Sela (então 106° do mundo), por 3 sets a 0, com parciais de 6/1, 6/0 e 7/5. Com o triunfo, Nadal se garantiu nas oitavas de final do Grand Slam Australiano, onde ele impôs além de seu talento uma grande dose de coragem para vencer o "gigante" sul-africano Kevin Anderson - este com dois metros e três centímetros de altura - por 3 sets a 0 e parciais de 7-5, 6-1 e 6-4. Já nas quartas de final, ele enfrentou o tcheco Tomáš Berdych e perdeu, com direito a "pneu" no segundo set, por 3 sets a 0, com parciais de 2/6, 0/6 e 6/7(5). O resultado foi inesperado porque Berdych era um dos maiores fregueses da carreira de Nadal. Onde nas últimas 17 vezes em que se encontraram antes desta partida, o espanhol saiu de quadra com a vitória. A última vez que Berdych havia conseguido vence-lo foi em 2006, no Master de Madrid.

Em fevereiro, Rafael Nadal foi cabeça de chave n° 1 do ATP 500 do Rio Open. E ele venceu o brasileiro Thomaz Bellucci na estreia da competição em sets diretos por 6-4 e 6-1. Em sua segunda partida, válida pelas oitavas de final, ele enfrentou o compatriota Pablo Carreño Busta, que exigiu demais dele, pois chegou a sacar a 234 km/h. Mas, Nadal, então n° 3 do ranking mundial, usou boa parte de seu vasto repertório de jogadas para vencer por 7/5 e 6/3. Nas quartas de final, ele confirmou o favoritismo e venceu o uruguaio Pablo Cuevas, de virada, com direito a "pneu" no último set, por 2 sets a 1, com parciais de 4-6, 7-5 e 6-0. Em seguida, Nadal não resistiu ao cansaço e foi eliminado na semifinal, onde após primeiro set brilhante em que perdeu apenas um game, ele foi derrotado pelo italiano Fabio Fognini por 2 sets a 1, parciais de 6/1, 2/6 e 5/7. E por causa dessa eliminação na semifinal do Rio Open, Nadal caiu para o quarto lugar no ranking mundial ao perder a terceira colocação para o escocês Andy Murray. Além disso, ele perdeu a invencibilidade no Brasil e contabilizou sua primeira derrota em uma semifinal no saibro desde 2003.

Logo após ser eliminado na semifinal do Rio Open, Rafael Nadal estreou diretamente na segunda rodada do torneio de simples do ATP 250 de Buenos Aires, na Argentina. E o espanhol triunfou na estreia sobre o jovem argentino Facundo Argüello, com direito a "pneu", por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/0. Já na próxima rodada, em duelo válido pelas quartas de final, ele enfrentou outro tenista argentino e não teve a menor dificuldade para garantir sua segunda semifinal seguida no saibro sul-americano. Então n° 4 do ranking mundial, ele atropelou o também canhoto Federico Delbonis em sets diretos pelo contundente placar de 6/1 e 6/1. Em seguida, pela semifinal, ele esteve próximo de perder o primeiro set da partida, mas reagiu de forma espetacular e venceu o argentino Carlos Berlocq com parciais de 7/6(7) e 6/2. Já na final do Torneio de Buenos Aires, enfim, Rafael Nadal voltou aos títulos. Quase oito meses depois de conquistar seu então último título, o canhoto espanhol conseguiu ganhar mais um troféu sobre o piso de saibro. Como era esperado, ele teve pouca dificuldade para superar o amigo argentino Juan Mónaco, anotou as parciais de 6/4 e 6/1, e voltou a ser o 3° colocado do ranking mundial. Ele, que ganhou de quatro tenistas argentinos na sua campanha em Buenos Aires, igualou assim a marca histórica do argentino Guillermo Vilas, também canhoto, ambos com 46 títulos na carreira sobre a quadra de saibro. Já no geral, Nadal atingiu o 65º título de simples da carreira, então a quinta maior coleção de conquistas da Era Profissional, superando os ex-tenistas Pete Sampras e Bjorn Borg.

Em seguida, Rafael Nadal mostrou estar bem fisicamente na volta à quadra dura. De folga na primeira rodada, devido a ser um dos cabeças de chave do torneio, ele enfrentou o holandês Igor Sijsling na segunda rodada do Masters 1000 de Indian Wells, nos Estados Unidos, e venceu em sets diretos, com parciais de 6/4 e 6/2. Depois, para avançar mais uma etapa na competição, o espanhol bateu o norte-americano Donald Young por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/2. Logo depois, precisou de pouco mais de uma hora para vencer o francês Gilles Simon em dois sets. Mas na sequência, o canadense Milos Raonic, então número 6 do mundo, surpreendeu Nadal e despachou-o nas quartas de final do Masters 1000 de Indian Wells. Onde após perder o primeiro set, Raonic se recuperou no jogo e venceu partida por 2 sets a 1, com parciais de 4/6, 7/6 (12-10) e 7/5.

Na semana seguinte, diante de um conhecido freguês, Rafael Nadal fez sua estreia no Masters 1000 de Miami, nos Estados Unidos, e venceu com certa tranquilidade o compatriota Nicolás Almagro (então 74º do mundo) por 2 sets a 0, parciais de 6/4 e 6/2. Depois, novamente com um compatriota pela frente, Nadal não repetiu a atuação consistente diante de Almagro e acabou sofrendo uma dura derrota para Fernando Verdasco (então 34º do mundo) por 2 sets a 1, parciais de 6/4, 2/6 e 6/3. E por causa dessa eliminação, Nadal caiu para o 4° lugar no ranking mundial.

Depois, Rafael Nadal foi a Mônaco disputar o Masters 1000 de Monte Carlo. E ele passeou na sua partida de estreia, onde ele derrotou o francês Lucas Pouille (então 108º do mundo) por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/1. Em seguida, Nadal sofreu para vencer o norte-americano John Isner (então 19º do mundo) por 2 sets a 1, parciais de 7/6(6), 4/6 e 6/3, em duelo válido pelas oitavas de final. Logo depois, superou um compatriota, pois na quadra principal, o 'Touro Miúra' fez 2 sets a 1 diante de David Ferrer, com parciais de 6/4, 5/7 e 6/2. Mas na partida seguinte, pela semifinal, o sérvio Novak Djokovic fez valer a condição de ser então número 1 do mundo e derrubou Nadal por duplo 6/3 ao final de 1 hora e 37 minutos de altíssimo nível de disputa.

Na semana seguinte, Rafael Nadal estreou com vitória no ATP 500 de Barcelona ao atropelar o compatriota Nicolas Almagro (então 123º do mundo) por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/1. Mas em seguida, Nadal, então oito vezes campeão da competição e número 4 do mundo, foi surpreendido pelo italiano Fabio Fognini e perdeu em dois sets, pelas parciais de 6/4 e 7/6(6).

Na sequência, no início de maio, sem maiores dificuldades, Rafael Nadal contou com o apoio maciço da arquibancada na quadra central para vencer na estreia do Masters 1000 de Madri. Como cabeça de chave número 3 do torneio, o Touro Miúra disputou sua primeira partida já na segunda fase do torneio e venceu o americano Steve Johnson (54º do ranking da ATP) por 2 sets a 0, parciais de 6/4 e 6/3, em 1h14min.[28] Em seguida, sob os olhares de CR7, Nadal vence italiano Simone Bolelli 2 sets a 0, com duplo 6/2 em 1h13min.[29] Logo depois, nas quartas de final, diante de Grigor Dimitrov (11º), ele anotou 2 sets a 0, parciais de 6/3 e 6/4 em 1h47 e segue sem perder um set sequer na competição.[30] Na sequência, Nadal se impõe e chega à segunda final da temporada de 2015. Espanhol faz 2 a 0 diante do tcheco Tomás Berdych, com parciais de 7/6(3) e 6/1.[31] Mas na final, Andy Murray vence Nadal no saibro pela 1ª vez - foi a sexta vitória de Murray no histórico de 21 duelos com Nadal. No piso preferido do espanhol, o britânico fez 2 sets a 0 (6/3 e 6/2).[32]

Na semana seguinte, depois de perder o título em Madri e cair para a sétima posição no ranking mundial - a pior em dez anos -, Rafael Nadal voltou a vencer. O espanhol estreou com tranquilidade no Masters 1000 de Roma e derrotou o turco Marsel Ilhan por 2 sets a 0, com parciais 6/2 e 6/0, em 1h14min.[33] Na partida seguinte, Nadal faz o simples, vence John Isner, americano e número 17 do ranking da ATP, em 1h19min de jogo, com as parciais de 6/4 e 6/4.[34] Mas em seguida, atual número 7 do mundo e sete vezes campeão em Roma, Rafael Nadal não resistiu ao jogo agressivo e ao mesmo tempo paciente de Stan Wawrinka. O suíço número 9 do mundo venceu o espanhol por 7/6 (7) e 6/2 e avançou à semifinal do Masters 1000 na capital italiana. Esta foi apenas a segunda vitória de Stan sobre Nadal em 14 partidas disputadas entre eles.[35]

Alguns dias depois, Rafael Nadal começou sua campanha no Torneio de Roland-Garros em xeque por conta dos maus resultados dos últimos meses. Mas, ele venceu sua partida de estreia contra o jovem francês Quentin Halys por 3 sets a 0, com parciais de 6/3, 6/3 e 6/4.[36] Depois, o espanhol derrotou, sem dificuldades, o compatriota Nicolas Almagro (157º), por 3 sets a 0, com parciais de 6/4, 6/3 e 6/1, em 2h22 de partida.[37] Na terceira rodada, Pressionado pela temporada irregular, o espanhol chegou à sua terceira vitória na atual edição sem perder um set sequer. A vítima da vez foi o russo Andrey Kuznetsov (120º no ranking) que batalhou em cada game, mas sofreu uma derrota arrasador por 3 sets a 0, parciais de 6/1, 6/3 e 6/2 em 2h01min.[38] Na sequência, Nadal supera nervosismo e vence americano Jack Sock por 3 sets a 1, em parciais de 6/3, 6/1, 5/7 e 6/2.[39] Mas em seguida, pelas quartas de final, o sérvio e então n° 1 do mundo Novak Djokovic vence Nadal, então n° 7 do mundo, pela 1ª vez em Roland Garros, pois no dia de seu aniversário de 29 anos, espanhol sofre segunda derrota da carreira no Torneio de Roland-Garros ao perder por 3 sets a 0 (7/5, 6/3 e 6/1).[40]

Posteriormente, próximo a meados de junho, Nadal sofre mas vence a primeira na grama na temporada de 2015 ao vencer o cipriota Marcos Baghdatis pelo ATP 250 de Stuttgart, na Alemanha, por 7/6(5), 4/7(4) e 6/2, em 2h40 de partida.[41] No dia seguinte, assim como aconteceu em sua estreia, Nadal precisou jogar três sets para confirmar o seu favoritismo pelas quartas de final. Primeiro cabeça de chave do torneio alemão, ele desta vez venceu o australiano Bernard Tomic com parciais de 6/4, 6/7 (6/8) e 6/3, em 2h20min de confronto.[42] Em seguida, Nadal derrotou o francês Gaël Monfils por dois sets a zero, parciais de 6/3 e 6/4, em 1h18 de partida e disputou sua terceira final na temporada.[43] Na decisão, após cinco anos sem levantar um título na grama, Rafael Nadal venceu o ATP 250 alemão. O espanhol bateu o sérvio Viktor Troicki, número 28º do mundo, por 2 a 0, parciais de 7/6 (7/4) e 6/3, após 1h24min de jogo. Esse foi o terceiro título de Nadal em Stuttgart e apenas o segundo título dele na temporada de 2015.[44]

Após ser campeão do ATP 250 de Stuttgart, Nadal foi eliminado logo em sua estreia no tradicional ATP 500 de Queen’s, disputado em Londres, na Inglaterra. O algoz do ‘Touro Miura’ foi o ucraniano Alexandr Dolgopolov (79º), que venceu por 2 sets a 1, com parciais de 6/3, 6/7 (6-8) e 6/4, após 2h13 de confronto.[45] Na sequência, já no final de junho, Nadal domina e elimina Thomaz Bellucci com facilidade na 1ª fase de Wimbledon. Espanhol despacha brasileiro em três sets e avança para a 2ª rodada do Grand Slam. Este foi o quinto confronto entre os dois e a quinta vitória de Nadal sem perder sets.[46] Mas em seguida, Rafael Nadal, então o 10º colocado do ranking mundial, deu adeus à edição de 2015 do Grand Slam de Wimbledon. O espanhol foi eliminado na 2ª rodada pelo alemão de ascendência jamaicana Dustin Brown por 3 sets a 1 (7/5, 3/6, 6/4 e 6/4).[47]

Após uma frustrante participação em Wimbledon, quando foi eliminado na segunda fase da competição, Rafael Nadal oscila, mas vira e vence o compatriota Fernando Verdasco, com parciais de 3/6, 6/1 e 6/1 na estreia ATP 500 de Hamburgo, na Alemanha.[48] Em seguida, Nadal continuou avançando no torneio ao derrotar o tcheco Jiri Vesely por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 7/6 (7-2).[49] Na partida seguinte, Nadal se impôs diante do uruguaio Pablo Cuevas, 31º colocado no ranking da ATP, e o derrotou por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/2, em 1 hora e 12 minutos.[50] Na sequência, Nadal vai à final do ATP 500 alemão ao vencer sem dificudades o italiano Andreas Seppi, com parciais de 6/1 e 6/2, atingindo a sua 96ª final na carreira.[51] Já na final, Nadal mostrou sua velha forma ao longo do ATP 500 de Hamburgo, disputado no saibro, e levou seu terceiro troféu na temporada de 2015. O espanhol, que entrou como convidado no torneio, superou Fabio Fognini (32º no ranking) na decisão, se vingando das derrotas para o italiano na semifinal do Rio Open e nas oitavas do ATP 500 de Barcelona. Mesmo com dificuldades, o Touro Miúra anotou 2 sets a 0, com um duplo 7/5 em 2h34min e vibrou muito após o fim do jogo.[52]

Posteriormente, próximo a meados de agosto, ainda longe do ideal, Rafael Nadal fez o suficiente para estrear com vitória no Masters 1000 de Montreal, no Canadá. Em quadra rápida, que não é sua especialidade, o espanhol oscilou bastante durante o jogo, errou em momentos decisivos nos sets, mas acabou derrotando o ucraniano Sergiy Stakhovsky (60º do ranking da ATP) por 2 sets a 0, parciais de 7/6(4) e 6/3 em 1h26 de partida.[53] Em seguida, Nadal venceu mais uma e se garantiu nas quartas de final do torneio. A vítima da vez foi o russo Mikhail Youzhny, superado pelo espanhol por duplo 6/3, em 1h41min de confronto.[54] Mas na sequência, kei Nishikori do Japão vence Nadal pela 1ª vez na carreira. Pois sem dar chances ao Touro Miúra, japonês vence com tranquilidade por 6/2 e 6/4. Quase em seguida à sua derrota para Nishikori na chave de simples, Rafael Nadal, juntamente com o compatriota Fernando Verdasco, caiu para os americanos Bob e Mike Bryan em um parelho 2 a 1 (parciais de 6/3, 6/7-5) e 10-8) e foi eliminado também nas quartas de final nas duplas, encerrando sua participação em Montreal.[55]

Na semana seguinte, Rafael Nadal, então 8º do ranking, não precisou de muito esforço para se garantir nas oitavas de final do Masters 1000 de Cincinnati. Com uma tranquila vitória por 2 sets a 0 (parciais de 6/3 e 6/4) sobre o francês Jeremy Chardy (27º) ele avançou no torneio dos Estados Unidos.[56] Mas na sequência, o Touro Miúra não passou das oitavas de final do torneio. O algoz foi o compatriota Feliciano Lopez, que o venceu de virada por 2 sets a 1 (parciais de 5/7, 6/4 e 7/6).[57]

Alguns dias depois, como já era esperado, o espanhol Rafael Nadal não teve uma estreia fácil no US Open. Mas apesar de ter perdido um set, se classificou à segunda rodada do último Grand Slam do ano, ao vencer o jovem talento croata Borna Coric, 33º colocado na ATP, por 3 sets a 1 com parciais de 6/3, 6/2, 4/6 e 6/4.[58] Em seguida, Nadal conseguiu uma vitória suada contra o argentino Diego Schwartzman (74°). Após 2h41 de um jogo com sets longos, o espanhol venceu com as parciais de 7/6 (5), 6/3 e 7/5.[59] Mas na sequência, depois de mais de três horas de uma luta sensacional, Fabio Fognini venceu de virada Nadal (parciais de 3/6, 4/6, 6/4, 6/3 e 6/4). O grande resultado valeu ao italiano entrar para a história do tênis, pois foi a primeira vez na carreira que Nadal, então 8º do mundo, perdeu uma partida após colocar 2 a 0 de vantagem. Esta foi ainda a terceira vitória de Fognini sobre Nadal no ano: o 32º colocado do ranking já levara a melhor nos ATPs de Rio de Janeiro e Barcelona. Com a queda na terceira rodada do US Open, o espanhol Rafael Nadal fechou a temporada sem conquistar um Grand Slam pela primeira vez nos últimos 10 anos.[60]

Na primeira semana de outubro, em 1h26min, Nadal derrotou o chinês Wu Di, número 230 do ranking, em sua estreia no ATP 500 de Pequim, por 2 a 0, com um duplo 6-4.[61] Em seguida, Nadal derrotou o canadense Vasek Pospisil em dois sets, por 7-6 (7/3) e 6-4.[62] Na partida seguinte, o espanhol derrotou o norte-americano Jack Sock, número 30 mundial, de virada, por 2 sets a 1, com parciais de 3/6, 6/4 e 6/3, após 2h01 de confronto e se classificou às semifinais do torneio.[63] Na semifinal, ao superar o italiano Fabio Fognini (28º do ranking) por 2 sets a 0 (7/5 e 6/3), Nadal carimbou seu passaporte para a decisão.[64] Mas na final, o sérvio e então líder do ranking mundial, Novak Djokovic derrotou com facilidade o velho rival Rafael Nadal, número oito do mundo, por 2 sets a 0, com duplo 6/2, em apenas 1h30 de confronto, e se tornou hexacampeão do ATP 500 de Pequim.[65]

Na semana seguinte, depois de conseguir uma vitória difícil diante de Ivo Karlovic, Rafael Nadal entrou em quadra calejado para enfrentar mais um grande sacador. E, na partida com Milos Raonic (9º do ranking) usou o feitiço contra o feiticeiro: sacou bem, não teve seu serviço quebrado em toda a partida - salvando apenas um break point - e venceu em sets diretos, parciais de 6/3 e 7/6(3) em 1h40 para avançar às quartas de final no Masters 1000 de Xangai.[66] Em seguida, no momento mais seguro de Nadal na temporada e um dia com uma coleção de erros de Stan Wawrinka impediram o equilíbrio nas quartas de final. Pois de maneira muito confortável, o espanhol número 7 do mundo alcançou a 300ª vitória em torneios da categoria ao marcar 6/2 e 6/1, em apenas 1h03.[67] Mas na sequência, em um duelo emocionante e que durou 2h15, Jo-Wilfried Tsonga superou Rafael Nadal por 2 sets a 1 (parciais de 6/4, 0/6 e 7/5) na semifinal de Xangai. Pois depois de levar um pneu na segunda parcial, o francês mostrou força para se recuperar e eliminar o Touro Miúra.[68]

Na última semana de outubro, em sua partida de estreia no ATP 500 da Basileia, Nadal, então número 7 do ranking mundial, protagonizou uma virada espetacular, ao vencer o tcheco Lukas Rosol por 2 sets a 1, parciais de 1/6 e 7/5 e 7/6(4), em 2h16 de partida.[69] Na partida seguinte, Nadal continuou perfeito contra o búlgaro Grigor Dimitrov (28º). Onde, pelas oitavas de final, o espanhol venceu o 'freguês' pela sétima vez na carreira, por 2 sets a 1, com parciais de 6/4, 4/6 e 6/3.[70] Em seguida, Nadal voltou a enfrentar problemas nas quadras duras da Basileia, mas encontrou uma forma de superá-los e avançar às semifinais do torneio suíço. Onde largou atrás de Marin Cilic, mas conseguiu a vitória de virada por 2 sets a 1, com parciais de 4/6, 6/3 e 6/3.[71] Na semifinal, Nadal e Richard Gasquet se enfrentaram em busca de uma vaga na final do torneio. E o tenista espanhol teve dificuldades, mas conseguiu levar a melhor em cima de seu adversário francês em um duelo muito equilibrado: 2 sets a 0, parciais de 6/4 e 7/6 (7).[72] Mas na sequência, o suíço Roger Federer venceu Rafael Nadal na final do ATP 500 da Basileia para conquistar pela sétima vez com o título da competição jogado em sua cidade natal. Em partida que teve 2h03min de duração, Federer superou o seu maior algoz, por 2 sets a 1, parciais de 6/3, 5/7 e 6/3. Antes deste duelo, a última vitória de Federer sobre Nadal, foi em março de 2012, no Masters 1000 de Indian Wells. Apesar da derrota, o retrospecto ainda era totalmente favorável a Nadal. Este foi 34º duelo entre eles, e o suíço marcou a 11ª vitória.[73]

Depois de decidir o Torneio da Basileia, Nadal estreou muito bem no Masters 1000 de Paris e atropelou sem nenhuma dificuldade o checo Lukas Rosol por 2 sets a 0, com duplo 6/2, em pouco mais de uma hora de jogo.[74] Na partida seguinte, Nadal salva match point e pelas parciais de 4/6, 7/6(6) e 6/2 avança em Paris com virada sobre 12º do ranking Kevin Anderson, em 2h26 de jogo. [75] Mas na sequência, em duelo válido pelas quartas de final, o suíço Stan Wawrinka derrotou Rafael Nadal por dois sets a zero, um duplo 7/6, com placares de 10/8 e 9/7 nos tie-breaks, em 2h20 de partida. Esta foi a terceira vitória de Wawrinka sobre Nadal em 16 confrontos entre eles.[76]

Dez dias depois, Rafael Nadal deu o troco com juros e correção monetária pra cima de Stan Wawrinka, quarto colocado mundial, e largou com vitória no Grupo B do ATP World Tour Finals. Para isso acontecer, ele superou o suíço por 6/3 e 6/2 após 1h23min de duração. Essa foi a 17ª partida entre os dois, sendo a 14ª vitória do espanhol empatando o retrospecto no ano em dois a dois.[77] Em seguida, Nadal tinha, diante de Andy Murray, um grande desafio. Pois, além de duelar contra o segundo colocado no ranking mundial, o espanhol, em quinto entre os maiores tenistas do mundo, jogava na casa do adversário, em Londres, palco do ATP Finals. Ele, contudo, superou todas as adversidades e venceu por 2 sets a 0, com parciais de 6-4 e 6-1. Esse foi o primeiro resultado positivo de Nadal contra um top 3 do ranking em 2015.[78] Na sequência, Nadal venceu sua terceira partida do grupo contra o também espanhol David Ferrer, com parciais 6-7(2) 6-3 e 6-4, em 2h37 de jogo, confirmando o primeiro lugar no grupo com 3 vitórias.[79] Mas na partida seguinte, Nadal, que fez uma primeira fase brilhante, passou em primeiro lugar e foi à semifinal cheio de expectativa, parou de novo em Novak Djokovic. Pois com 2 sets a 0 (6/3 e 6/3), o sérvio não tomou conhecimento dele e avançou para a decisão do ATP Finals. A vitória fez Djokovic igualar Nadal no confronto direto entre eles. Pois naquele momento, cada um tinha 23 vitórias em um dos confrontos mais recorrentes do tênis.[80]

Próximo a meados de dezembro, Rafael Nadal e Roger Federer se enfrentaram na Índia, válido pelo torneiro amistoso entre equipes, o IPTL (International Premier Tennis League). E o espanhol, que fazia parte da equipe Indian Aces, acabou vencendo por 6/5(4) o suíço, que integrava o UAE Royals. Nadal e Federer ainda se enfrentaram pelo duelo de duplas masculinas. Onde o “rei do saibro” e Rohan Bopanna derrotaram o croata Marin Cilic e o suíço. A parcial foi fechada em 6/4.[81]

2016[editar | editar código-fonte]

Após uma temporada de 2015 complicada, Rafael Nadal começou 2016 com vitória. Pois no primeiro dia do ano, o espanhol que ocupava a 5ª posição no ranking da ATP venceu o compatriota David Ferrer (nº 7) por 2 sets a 1 (6/3, 6/7(4) e 6/3) e avançou para disputar a final do Torneio de exibição Mubadala. A partida, mesmo amistosa, foi muito acirrada e durou duas horas e 23 minutos.[82] Já na decisão, Nadal superou o canadense Milos Raonic (14º do ranking da ATP) por 2 sets a 0 - parciais de 7/6 (2) e 6/3, e abriu a temporada 2016 com o título do torneio de exibição de Abu Dhabi, no Emirados Árabes Unidos.[83]

Na semana seguinte, passado o peso da estreia oficial na temporada, quando teve dificuldades para bater Pablo Carreño Busta na estreia em mais de duas horas de jogo, Rafael Nadal jogou mais solto e agressivo pela segunda rodada do ATP 250 de Doha. E o resultado não poderia ter sido mais positivo: uma vitória contundente sobre o holandês Robin Haase (66º do ranking) por 2 sets a 0, parciais de 6/3 e 6/2, em 1h05 de confronto.[84] Na sequência, ele teve muito trabalho para superar o russo Andrey Kuznetsov, 79º. Pois depois de vencer a primeira parcial com certa facilidade, Nadal passou a cometer muitos erros, viu o rival fechar a segunda parcial, e só concluiu a vitória com apertado placar no set decisivo. Onde após 2h07min de luta, o espanhol superou o jovem rival, por 2 sets a 1, parciais de 6/3, 5/7 e 6/4.[85] Após passar dificuldades nas quartas de final, Nadal consegue vitória tranquila sobre o ucraniano Illya Marchenko (94º) por 2 sets a 0, parciais de 6/3 e 6/4 em 1h18. Com o resultado, ele se garantiu na decisão do torneio.[86] Mas na final, o sérvio Novak Djokovic, então número um do ranking mundial, passeou na decisão do ATP 250 de Doha e venceu o espanhol Rafael Nadal por 2 sets a 0, parciais de 6/1 e 6/2. Com a vitória, Djokovic passou a ser o mais vitorioso no confronto entre os dois tenistas - o duelo mais repetido na história do circuito masculino à época - pela primeira vez. Pois em 47 jogos entre eles, a sérvio chegava a 24 vitórias contra 23 de Nadal.[87]

Alguns dias depois, Rafael Nadal foi eliminado na estreia do Aberto da Austrália. Pois em jogo válido pela primeira rodada do torneio, ele acabou derrotado pelo compatriota Fernando Verdasco por 3 sets a 2. As parciais foram de 7/6 (8-6), 4/6, 3/6, 7/6 (7-4) e 6/2, em partida que durou 4h41min. Foi apenas a terceira vitória de Verdasco em 17 confrontos contra Nadal - porém, a terceira nas últimas quatro partidas entre eles. A eliminação foi apenas a segunda da carreira de Nadal na primeira rodada de um Grand Slam desde que entrou na disputa de tais torneios em 2003. Antes, ele só havia repetido tal derrota na estreia de Wimbledon (2013).[88]

Posteriormente, na segunda semana de fevereiro, Nadal, então número 5 do ranking mundial, iniciou a sua série de competições pela América do Sul com uma fácil vitória peloTorneio de Buenos Aires. Onde no ATP 250 disputado em quadras de saibro na capital da Argentina, ele, então cabeça de chave número 1, por ter sido "bye" na primeira rodada, derrotou já na segunda rodada, que valia como oitavas de final, o local Juan Monaco por 2 sets a 0 - com um duplo 6/4.[89] Em seguida, com o placar de 7/6 (3) e 6/2, Nadal venceu pelas quartas de final e avançou após 1h51 de partida contra o italiano Paolo Lorenzi (52°).[90] Mas na partida seguinte, o Touro Miúra perdeu a chance de disputar a centésima final de sua carreira. Pois em mais um dia de altos e baixos, o espanhol teve um match point, mas se despediu na semifinal do ATP 250 de Buenos Aires, superado pelo austríaco de 22 anos Dominic Thiem, com parciais de 6/4, 4/6 e 7/6 (7-4) em 2h50 de partida.[91]

Na semana seguinte, ainda em sua série de competições pela América do Sul, Rafael Nadal largou bem no ATP 500 do Rio Open e estreou com vitória ao levar a melhor sobre seu compatriota Pablo Carreño Busta por 2 sets a 0, com parciais de 6/1 e 6/4.[92] Em seguida, diante de um velho freguês, Nadal fez 2 sets a 0, com parciais de 6-3 e 7-5, e eliminou o compatriota Nicolás Almagro.[93] Na sequência, Nadal sequer precisou entrar em quadra para avançar à semifinal da competição. Pois o ucraniano Alexandr Dolgopolov (33º), rival do espanhol nas quartas de final, abandonou o torneio por causa de uma lesão no ombro direito.[94] Mas nas semifinais do Rio Open, o uruguaio Pablo Cuevas mostrou excepcional resistência física e mental para bater Nadal em incrível maratona de 3h28, marcando vitória histórica por 2 sets a 1 e parciais de 6/7 (6-8), 7/6 (7-3) e 6/4.[95]

Marcas importantes[editar | editar código-fonte]

Significante finais[editar | editar código-fonte]

Grand Slam finais[editar | editar código-fonte]

Simples: 20 (14 títulos, 6 vices)[editar | editar código-fonte]

Resultado Ano Campeonato Piso Oponente Placar
Campeão 2005 Aberto da França Saibro Argentina Mariano Puerta 6–7(6–8), 6–3, 6–1, 7–5
Campeão 2006 Aberto da França (2) Saibro Suíça Roger Federer 1–6, 6–1, 6–4, 7–6(7–4)
Vice 2006 Wimbledon Grama Suíça Roger Federer 0–6, 6–7(5–7), 7–6(7–2), 3–6
Campeão 2007 Aberto da França (3) Saibro Suíça Roger Federer 6–3, 4–6, 6–3, 6–4
Vice 2007 Wimbledon (2) Grama Suíça Roger Federer 6–7(7–9), 6–4, 6–7(3–7), 6–2, 2–6
Campeão 2008 Aberto da França (4) Saibro Suíça Roger Federer 6–1, 6–3, 6–0
Campeão 2008 Wimbledon Grama Suíça Roger Federer 6–4, 6–4, 6–7(5–7), 6–7(8–10), 9–7
Campeão 2009 Aberto da Austrália Duro Suíça Roger Federer 7–5, 3–6, 7–6(7–3), 3–6, 6–2
Campeão 2010 Aberto da França (5) Saibro Suécia Robin Söderling 6–4, 6–2, 6–4
Campeão 2010 Wimbledon (2) Grama República Checa Tomáš Berdych 6–3, 7–5, 6–4
Campeão 2010 US Open Duro Sérvia Novak Djokovic 6–4, 5–7, 6–4, 6–2
Campeão 2011 Aberto da França (6) Saibro Suíça Roger Federer 7–5, 7–6(7–3), 5–7, 6–1
Vice 2011 Wimbledon (3) Grama Sérvia Novak Djokovic 4–6, 1–6, 6–1, 3–6
Vice 2011 US Open Duro Sérvia Novak Djokovic 2–6, 4–6, 7–6(7–3), 1–6
Vice 2012 Aberto da Austrália Duro Sérvia Novak Djokovic 7–5, 4–6, 2–6, 7–6(7–5), 5–7
Campeão 2012 Aberto da França (7) Saibro Sérvia Novak Djokovic 6–4, 6–3, 2–6, 7–5
Campeão 2013 Aberto da França (8) Saibro Espanha David Ferrer 6–3, 6–2, 6–3
Campeão 2013 US Open (2) Duro Sérvia Novak Djokovic 6–2, 3–6, 6–4, 6–1
Vice 2014 Aberto da Austrália (2) Duro Suíça Stan Wawrinka 3–6, 2–6, 6–3, 3–6
Campeão 2014 Aberto da França (9) Saibro Sérvia Novak Djokovic 3–6, 7–5, 6–2, 6–4

Olimpíadas[editar | editar código-fonte]

Simples: 1 (1 ouro)[editar | editar código-fonte]

Resultado Ano Campeonato Piso Oponente Placar
Ouro 2008 Pequim Duro Chile Fernando González 6–3, 7–6(7–2), 6–3

ATP Finals[editar | editar código-fonte]

Simples: 2 (0–2)[editar | editar código-fonte]

Resultado Ano Campeonato Piso Oponente Placar
Vice 2010 ATP World Tour Finals Duro (i) Suíça Roger Federer 3–6, 6–3, 1–6
Vice 2013 ATP World Tour Finals (2) Duro (i) Sérvia Novak Djokovic 3–6, 4–6

Desempenho em torneios da ATP[editar | editar código-fonte]

Simples[editar | editar código-fonte]

Campeão (69)[editar | editar código-fonte]

Legenda
Grand Slam (14)
Ouro olímpico (1)
Tennis Masters Cup (0)
ATP Masters Series (28)
ATP International Series (26)
Títulos por superfície
Dura (16)
Grama (4)
Saibro (49)
Carpete (0)
Nr. Data Torneio Superfície Adversário Pontos
1. 16 de agosto de 2004 Sopot Saibro Argentina José Acasuso 6-3, 6-4
2. 20 de fevereiro de 2005 Costa do Sauípe Saibro Espanha Alberto Martín 6-0, 6-7(2), 6-1
3. 27 de fevereiro de 2005 ATP de Acapulco Saibro Espanha Albert Montañés 6-1, 6-0
4. 17 de abril de 2005 Monte Carlo Saibro Argentina Guillermo Coria 6-3, 6-1, 0-6, 7-5
5. 24 de abril de 2005 Barcelona Saibro Espanha Juan Carlos Ferrero 6-1, 7-6(4), 6-3
6. 8 de março de 2005 Roma Saibro Argentina Guillermo Coria 6-4, 3-6, 6-3, 4-6, 7-6(6)
7. 5 de junho de 2005 Roland-Garros Saibro Argentina Mariano Puerta 6-7(6), 6-3, 6-1, 7-5
8. 17 de junho de 2005 ATP de Bastad Saibro República Checa Tomas Berdych 2-6, 6-2, 6-4
9. 24 de julho de 2005 Stuttgart Saibro Argentina Gaston Gaudio 6-3, 6-3, 6-4
10. 14 de agosto de 2005 Toronto Dura Estados Unidos Andre Agassi 6-4, 4-6, 6-2
11. 18 de setembro de 2005 Beijing Dura Argentina Guillermo Coria 5-7, 6-1, 6-2
12. 23 de outubro de 2005 Madrid Dura Croácia Ivan Ljubicic 3-6, 2-6, 6-3, 6-4, 7-6(3)
13. 5 de março de 2006 ATP de Dubai Dura Suíça Roger Federer 2-6, 6-4, 6-4
14. 23 de abril de 2006 Monte Carlo Saibro Suíça Roger Federer 6-2, 6-7(2), 6-3, 7-6(5)
15. 1 de maio de 2006 Barcelona Saibro Espanha Tommy Robredo 6-4, 6-4, 6-0
16. 14 de maio de 2006 Roma Saibro Suíça Roger Federer 6-7(0), 7-6(5), 6-4, 2-6, 7-6(5)
17. 11 de junho de 2006 Roland-Garros Saibro Suíça Roger Federer 1-6, 6-1, 6-4, 7-6(4)
18. 18 de março de 2007 Indian Wells Dura Sérvia Novak Djokovic 6-2, 7-5
19. 22 de abril de 2007 Monte Carlo Saibro Suíça Roger Federer 6-4, 6-4
20. 29 de abril de 2007 Barcelona Saibro Argentina Guillermo Cañas 6-3, 6-4
21. 13 de maio de 2007 Roma Saibro Chile Fernando Gonzalez 6-2, 6-2
22. 11 de junho de 2007 Roland-Garros Saibro Suíça Roger Federer 6-3, 4-6, 6-3, 6-4
23. 22 de julho de 2007 Stuttgart Saibro Suíça Stanislas Wawrinka 6-4, 7-5
24. 27 de abril de 2008 Monte Carlo Saibro Suíça Roger Federer 7-5, 7-5
25. 4 de maio de 2008 Barcelona Saibro Espanha David Ferrer 6-1, 4-6, 6-1
26. 18 de maio de 2008 Hamburgo Saibro Suíça Roger Federer 7-5, 6-7(3), 6-3
27. 8 de junho de 2008 Roland-Garros Saibro Suíça Roger Federer 6-1, 6-3, 6-0
28. 15 de junho de 2008 Queen's Grama Sérvia Novak Đjoković 7-6(6), 7-5
29. 6 de julho de 2008 Wimbledon Grama Suíça Roger Federer 6-4, 6-4, 6-7(5), 6-7(8), 9-7
30. 27 de julho de 2008 Toronto Dura Alemanha Nicolas Kiefer 6–3, 6–2
31. 17 de agosto de 2008 Jogos Olímpicos de Pequim Dura Chile Fernando González 6-3, 7-6(2), 6-3
32. 1 de fevereiro de 2009 Aberto da Austrália Dura Suíça Roger Federer 7-5, 3-6, 7-6(3), 3-6, 6-2
33. 22 de março de 2009 Indian Wells Dura Reino Unido Andy Murray 6-1, 6-2
34. 19 de abril de 2009 Monte Carlo Saibro Sérvia Novak Đjoković 6-3, 2-6, 6-1
35. 26 de abril de 2009 Barcelona Saibro Espanha David Ferrer 6-2, 7-5
36. 3 de maio de 2009 Roma Saibro Sérvia Novak Đjoković 7-6(2), 6-2
37. 18 de abril de 2010 Monte Carlo Saibro Espanha Fernando Verdasco 6-0, 6-1
38. 2 de maio de 2010 Roma Saibro Espanha David Ferrer 7-5, 6-2
39. 16 de maio de 2010 Madrid Saibro Suíça Roger Federer 6-4, 7-6(5)
40. 6 de junho de 2010 Roland-Garros Saibro Suécia Robin Soderling 6-4, 6-2, 6-4
41. 4 de julho de 2010 Wimbledon Grama República Checa Tomáš Berdych 6-3, 7-5, 6-4
42. 13 de setembro de 2010 US Open Dura Sérvia Novak Đjoković 6-4, 5-7, 6-4, 6-2
43. 10 de outubro de 2010 Japan Open Dura França Gaël Monfils 6-1, 7-5
44. 17 de abril de 2011 Monte Carlo Saibro Espanha David Ferrer 6-4, 7-5
45. 24 de abril de 2011 Barcelona Saibro Espanha David Ferrer 6-2, 7-5
46. 5 de junho de 2011 Roland-Garros Saibro Suíça Roger Federer 7-5, 7-6(3), 5-7, 6-1
47. 22 de setembro de 2012 Monte Carlo Saibro Sérvia Novak Đjoković 6-3, 6-1
48. 29 de abril de 2012 Barcelona Saibro Espanha David Ferrer 7-6(1), 7-5
49. 21 de maio de 2012 Roma Saibro Sérvia Novak Đjoković 7-5, 6-3
50. 11 de junho de 2012 Roland-Garros Saibro Sérvia Novak Djokovic 6-4, 6-3, 2-6, 7-5
51. 17 de fevereiro de 2013 Brasil Open Saibro Argentina David Nalbandian 6-2, 6-3
52. 2 de março de 2013 Acapulco Saibro Espanha David Ferrer 6-0, 6-2
53. 17 de março de 2013 Torneio de Indian Wells Dura Argentina Del Potro 4-6, 6-3, 6-4
54. 28 de abril de 2013 Barcelona Saibro Espanha Nicolás Almagro 6-4, 6-3
55. 12 de maio de 2013 Madrid Saibro Suíça Stanislas Wawrinka 6-2, 6-4
56. 19 de maio de 2013 Roma Saibro Suíça Roger Federer 6-1, 6-3
57. 9 de junho de 2013 Roland-Garros Saibro Espanha David Ferrer 6-3, 6-2, 6-3
58. 11 de agosto de 2013 Montreal Dura Canadá Milos Raonic 6-2, 6-2
59. 18 de agosto de 2013 Cincinnati Dura Estados Unidos John Isner 7-6(8), 7-6(3)
60. 9 de setembro de 2013 US Open Dura Sérvia Novak Djoković 6-2, 3-6, 6-4, 6-1
61. 4 de janeiro de 2014 ATP de Doha Dura França Gaël Monfils 6-2, 6-7, 6-3
62. 24 de fevereiro de 2014 Rio Open Saibro Ucrânia Alexandr Dolgopolov 6-3, 7-6
63. 11 de maio de 2014 Madrid Saibro Japão Kei Nishikori 2-6, 6-4, 3-0 RET
64. 8 de junho de 2014 Roland-Garros Saibro Sérvia Novak Djoković 3-6, 7-5, 6-2, 6-4
65. 01 de março de 2015 Buenos Aires Saibro Argentina Juan Monaco 6-4, 6-1
66. 14 de junho de 2015 Stuttgart Grama Sérvia Viktor Troicki 7-6, 6-3
67. 2 de agosto de 2015 Hamburgo Saibro Flag of Italy.svg Fabio Fognini 7-5, 7-5
68. 17 de abril de 2016 Monte Carlo Saibro Flag of France.svg Gaël Monfils 7-5, 5-7 6-0
69. 24 de abril de 2016 Barcelona Saibro Flag of Japan.svg Kei Nishikori 6-4, 7-5

Finais simples perdidas (28)[editar | editar código-fonte]

  1. 2004: Auckland (perdeu contra Dominik Hrbaty - 4-6, 6-2, 7-5)
  2. 2005: Miami (perdeu contra Roger Federer- 2-6, 6-7 (4), 7-6 (5), 6-3, 6-1)
  3. 2006: Wimbledon (perdeu contra Roger Federer - 6-0, 7-6 (5), 6-7 (2), 6-3)
  4. 2007: Hamburgo (perdeu contra Roger Federer - 2-6, 6-2, 6-0)
  5. 2007: Wimbledon (perdeu contra Roger Federer - 7-6 (7), 4-6, 7-6 (3), 2-6, 6-2)
  6. 2007: Paris Masters (perdeu contra David Nalbandian - 6-4, 6-0)
  7. 2008: Miami Masters (perdeu contra Nikolay Davydenko - 6-4, 6-2)
  8. 2008: Chennai (perdeu contra Mikhail Youzhny - 6-0, 6-1)
  9. 2009: Roterdã (perdeu contra Andy Murray - 6-3, 4-6, 6-0)
  10. 2009: Madrid (perdeu contra Roger Federer - 6-4, 6-4)
  11. 2009: Masters 1000 Xangai (perdeu contra Nikolay Davydenko- 7-6 (3), 6-3)
  12. 2010: ATP 250 Doha(CAT) (perdeu para Nikolay Davydenko- 0-6, 7-6 (8), 6-4)
  13. 2010: ATP Finals Londres(GBR) (perdeu para Roger Federer- 6-3, 3-6, 6-1)
  14. 2011: Masters 1000 Indian Wells (perdeu para Novak Djokovic- 4-6, 6-3, 6-2)
  15. 2011: Masters 1000 Miami (perdeu para Novak Djokovic- 4-6, 6-3, 7-6 (4))
  16. 2011: Masters 1000 Madrid (perdeu para Novak Djokovic- 7-5, 6-4)
  17. 2011: Masters 1000 Roma (perdeu para Novak Djokovic- 6-4, 6-4)
  18. 2011: Wimbledon (perdeu contra Novak Djokovic - 6-4, 6-1, 1-6, 6-3)
  19. 2011: US Open (perdeu contra Novak Djokovic - 6-2, 6-4, 6-7 (3), 6-1)
  20. 2011: Tóquio (perdeu contra Andy Murray - 3-6, 6-2, 6-0)
  21. 2012: Australian Open (perdeu contra Novak Djokovic - 5-7, 6-4, 6-2, 6-7 (5), 7-5*)
  22. 2013: Viña del Mar (perdeu contra Horacio Zeballos - 7-6 (2), 6-7 (6), 4-6)
  23. 2013: Monte Carlo Masters (perdeu contra Novak Djokovic - 6-2, 7-6(1)
  24. 2013: Beijing (perdeu contra Novak Djokovic - 6–3, 6–4)
  25. 2013: Barclays ATP World Tour Finals (perdeu contra Novak Djokovic - 6-3, 6-4)
  26. 2014: Australian Open (perdeu contra Stanislas Wawrinka - 6-3, 6-2, 3-6, 6-3)
  27. 2014: Master 1000 de Miami (perdeu contra Novak Djokovic - 6-3, 6-3)
  28. 2014: Master 1000 de Roma (perdeu contra Novak Djokovic - 4-6, 6-3, 6-3)
  • Após perder a final do Australian Open, em Janeiro de 2012, Nadal tornou-se o primeiro tenista da Era Aberta a perder três decisões de Grand Slam de forma consecutiva.[96]

Duplas: 13 (9–4)[editar | editar código-fonte]

Legenda
Grand Slam (0–0)
ATP Finals (0–0)
ATP World Tour Masters 1000 (3–0)
Olimpíadas (0–0)
ATP World Tour 500 Series (0–2)
ATP World Tour 250 Series (6–2)
Títulos por Piso
Duro (7–1)
Saibro (2–3)
Grama(0–0)
Carpete (0–0)
Títulos por Local
Outdoors (9–4)
Indoors (0–0)
Resultado N. Data Torneio Piso Parceiro Oponentes Placar
Campeão 1. Julho 27, 2003 ATP de Umag, Umag, Cróacia Saibro Espanha Álex López Morón Austrália Todd Perry
Japão Thomas Shimada
6–1, 6–3
Campeão 2. Janeiro 11, 2004 Chennai Open, Chennai, Índia Duro Espanha Tommy Robredo Israel Jonathan Erlich
Israel Andy Ram
7–6(7–3), 4–6, 6–3
Campeão 3. Janeiro 9, 2005 Qatar Open, Doha, Qatar Duro Espanha Albert Costa Roménia Andrei Pavel
Rússia Mikhail Youzhny
6–3, 4–6, 6–3
Vice 1. Abril 24, 2005 Barcelona Open, Barcelona, Espanha Saibro Espanha Feliciano López Índia Leander Paes
Sérvia e Montenegro Nenad Zimonjić
3–6, 3–6
Vice 2. Janeiro 8, 2007 Chennai Open, Chennai, India Duro Espanha Tomeu Salvà Bélgica Xavier Malisse
Bélgica Dick Norman
6–7(4–7), 6–7(4–7)
Vice 3. Abril 30, 2007 Barcelona Open, Barcelona, Espanha Saibro Espanha Tomeu Salvà Roménia Andrei Pavel
Alemanha Alexander Waske
3–6, 6–7(1–7)
Campeão 4. Abril 27, 2008 Monte Carlo Masters, França Saibro Espanha Tommy Robredo Índia Mahesh Bhupathi
Bahamas Mark Knowles
6–3, 6–3
Campeão 5. Janeiro 9, 2009 Qatar Open, Doha, Qatar (2) Duro Espanha Marc López Canadá Daniel Nestor
Sérvia Nenad Zimonjić
4–6, 6–4, [10–8]
Campeão 6. Março 20, 2010 Indian Wells Masters, Indian Wells, EUA Duro Espanha Marc López Canadá Daniel Nestor
Sérvia Nenad Zimonjić
7–6(10–8), 6–3
Campeão 7. Janeiro 7, 2011 Qatar Open, Doha, Qatar (3) Duro Espanha Marc López Itália Daniele Bracciali
Itália Andreas Seppi
6–3, 7–6(7–4)
Campeão 8. Março 17, 2012 Indian Wells Masters, Indian Wells, EUA (2) Duro Espanha Marc López Estados Unidos John Isner
Estados Unidos Sam Querrey
6–2, 7–6(7–3)
Vice 4. Fevereiro 10, 2013 ATP de Viña del Mar, Chile Saibro Argentina Juan Mónaco Itália Paolo Lorenzi
Itália Potito Starace
2–6, 4–6
Campeão 9. Janeiro 9, 2015 Qatar Open, Doha, Qatar (4) Duro Argentina Juan Mónaco Áustria Julian Knowle
Áustria Philipp Oswald
6–3, 6–4

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

  • Para evitar confusões e contagem dupla, essa tabela é posta em dia somente após o final de um torneio ou da participação do jogador no torneio.
  • Jogos da Copa Davis estão incluídos nas estatísticas
Torneio 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 T / A V–D Vit%
Grand Slams
Australian Open A A 3R 4R A QF SF V QF QF F A F QF 1R 1 / 11 45–10 81,8%
Roland-Garros A A A V V V V 4R V V V V V QF 9 / 11 70–2 97,2%
Wimbledon A 3R A 2R F F V A V F 2R 1R 4R 2R 2 / 11 40–9 81,6%
US Open A 2R 2R 3R QF 4R SF SF V F A V A 3R 2 / 11 43–9 82,7%
V–D 0–0 3–2 3–2 13–3 17–2 20–3 24–2 15–2 25–1 23–3 14–2 14–1 16–2 11–4 0–1 14 / 44 198–30 86,8%
Tour Finals
ATP World Tour Finals Não se classificou A SF SF A G F G A F A SF 0 / 7 16–12 57%
Masters 1000
Indian Wells A A 3R A SF V SF V SF F SF V 3R QF 3 / 11 44–8 85%
Miami A A 4R F 2R QF F QF SF F SF A F 3R 0 / 11 35–10 78%
Monte Carlo A 3R A V V V V V V V V F QF SF 8 / 12 53–4 93%
Roma A A A V V V 2R V V F V V F QF 7 / 11 47–4 92%
Madri A 3R A A A F V F V F 3R V V F 4 / 10 37–6 86%
Canadá A A 1R V 3R SF V QF SF 2R A V A QF 3 / 10 28–7 80%
Cincinnati A A 1R 1R QF 2R SF SF QF QF A V A 3R 1 / 10 19–9 68%
Xangai A 1R 2R V QF QF SF F 3R 3R A SF 2R SF 1 / 12 25–11 69%
Paris A Q1 A A A F QF SF A A A SF A QF 0 / 5 14–5 74%
V–D 0–0 4–3 5–5 28–2 23–5 31–6 32–6 34–6 29–5 25–7 19–2 35–3 16–5 21–9 27 / 92 302–64 83%
Representação nacional
Olimpíadas Não houve A Não houve V Não houve A Não houve 1 / 1 6–0 100%
Copa Davis A A V PO PO A V V A V A PO A PO 4 / 8 22–1 95%
Estatísticas
2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 T / A V–D Vit%
Torneios 1 11 18 21 16 20 19 17 17 17 11 17 15 23 2 225
Títulos 0 0 1 11 5 6 8 5 7 3 4 10 4 3 0 67
Finais 0 0 2 12 6 9 10 8 9 10 5 14 7 6 1 99
Dura V–D 0–0 1–2 14–10 28–6 25–10 31–12 46–10 42–12 40–9 33–11 17–3 36–4 20–6 30–12 4–2 16 / 123 367–109 77%
Saibro V–D 1–1 11–6 14–3 50–2 26–0 31–1 24–1 24–2 22–0 28–2 23–1 39–2 25–3 26–6 0–0 46 / 76 344–30 92%
Grama V–D 0–0 2–1 0–0 1–2 8–2 8–2 12–0 0–0 9–1 8–2 2–2 0–1 3–2 5–2 0–0 4 / 21 58–17 77%
Carpete V–D 0–0 0–2 2–4 0–0 0–0 0–0 0–0 Descontinuado 0 / 5 2–6 25%
Total V–D 1–1 14–11 30–17 79–10 59–12 70–15 82–11 66–14 71–10 69–15 42–6 75–7 48–11 61–20 4–2 67 / 225 771–162 83%
Vit % 50% 56% 64% 89% 83% 82% 88% 83% 88% 82% 88% 91% 81% 75% 67% 83%
Ranking 200 49 51 2 2 2 1 2 1 2 4 1 3 5 $75.997.140

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Anthony Clavane (4 de julho de 2010). «Mighty Nadal is one of best four players ever, says John McEnroe» (em inglês). The Daily Mirror. Consultado em 8 de fevereiro de 2012. 
  2. Paul Macpherson (13 de setembro de 2010). «Nadal's Career Grand Slam: Nadal a man in a hurry» (em inglês). Associação de Ténis Profissional. Consultado em 8 de fevereiro de 2012. 
  3. «Top 10 Men's Tennis Players of All Time» (em inglês). Sports Illustrated. Consultado em 8 de fevereiro de 2012. 
  4. a b Sandra Harwitt (8 de junho de 2008). «Is Rafael Nadal the best clay-court player ever?» (em inglês). ESPN. Consultado em 8 de fevereiro de 2012. 
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