Levante Integralista

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Levante integralista)
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

O Levante integralista ou Intentona Integralista foi o resultado de uma articulação executada pela ala miliciana da Ação Integralista Brasileira (AIB) em movimento contra o Estado Novo. O evento ocorreu no Rio de Janeiro, em 11 de maio de 1938 e tinha como objetivo a deposição do presidente da república, Getúlio Vargas, em resposta ao decreto-lei nº 37[1] - que extinguia as agremiações políticas em todo o país -, e o subsequente fechamento da AIB.

A ação visava prender o presidente dentro de sua residência, o Palácio da Guanabara, através da invasão ao palácio, liderada por Severo Fournier; e das movimentações por parte de oficiais da Marinha. O levante não teve sucesso, e terminou com cerca de 1500 encarceramentos e o exílio de Plínio Salgado, líder máximo dos integralistas, para Portugal.

História[editar | editar código-fonte]

Os meses que antecederam a tentativa de derrubada do governo por parte da AIB, foram os primeiros após um outro golpe de estado, o de 1937, esse bem sucedido, que deu início à ditadura de Getúlio Vargas, que perduraria até 1945. A justificativa para que a Constituição de 1934 fosse revogada foi o combate a uma suposta revolução comunista, concretizada no Plano Cohen, um documento forjado pelo capitão integralista Olímpio Mourão Filho e que criou o clima necessário para a declaração de um estado de guerra em 01 de outubro de 1937.

A AIB apoiou o golpe articulado por Vargas, como fica claro através da participação de Mourão Filho, e também através de outras demonstrações de apreço. Plínio Salgado se reuniu com o presidente antes e depois do dia 10 de novembro, quando o Estado Novo foi oficialmente instituído, e declarou em cartas seu otimismo a respeito da relação que seria traçada entre a AIB e o novo regime:

Eu tinha impressão de que se iria formar um partido único; que o integralismo seria o cerne desse partido; que, além desse partido, existiria uma vasta organização da juventude[2]

O jornal integralista A Offensiva publicou um artigo em 2 de outubro de 1937, de autoria do próprio Salgado, que defendia a decisão do governo e declarava que "seria impossível proteger o país dentro do sistema constitucional vigente"[3]. No dia 1º de novembro, os integralistas realizaram um desfile para homenagear o governo, inspirados na Marcha sobre Roma de 1922, quando os camisas negras tomaram as ruas da capital italiana para celebrar a posse de Benito Mussolini.

Por conta desse apoio, a iniciativa de se mobilizar contra Vargas tomou ares de vingança, já que a AIB havia confiado no presidente, e mesmo assim foi fechada junto às outras agremiações políticas, em dezembro de 1937.

A verdade é que Getúlio Vargas já possuía suspeitas a respeito da Ação Integralista desde antes de 1937. A polícia política de Vargas começou a observar os integralistas a partir do momento em que se tornaram uma organização de inserção nacional. Ainda que o presidente se posicionasse publicamente a favor da AIB, as ações do governo diziam o contrário. No Arquivo Público do Rio de Janeiro encontram-se numerosos dossiês de investigações sobre os camisas verdes (apelido dado aos integralistas em alusão à cor dos seus uniformes). E não só no RJ, como na Bahia, no Pernambuco e Rio Grande do Sul houve movimentações governamentais contra integralistas. Mesmo assim, Plínio Salgado não mediu esforços para demonstrar seu interesse em participar do Estado Novo. Inclusive após o término da AIB, Salgado ainda despende esforços para a criação da Associação Brasileira de Cultura, na qual o integralismo poderia seguir com suas atividades denominando-se uma sociedade cultural. Entretanto, a iniciativa foi descontinuada pelo governo.

Ainda valorizando sua relação com Vargas, Salgado mantém a comunicação através de cartas, mesmo que para expressar seu descontentamento:

O integralismo, arrebentadas as comportas da hierarquia, através da qual chegava, de chefe em chefe, a minha orientação, é hoje uma ebulição, um complexo que me atormenta[4]

A AIB não possuía mais a organização que a qualificava, mas ainda contava com milhares de membros ao redor do país, que não lidavam com a nova conjuntura da mesma forma que seu líder.

A insatisfação se transformou em conspiração em março de 1938. Na oportunidade, um pequeno grupo de revoltosos, liderados por Fernando Cochrane e Francisco Barbosa, atacou "o edifício dos Correios e Telégrafos, as usinas geradoras de eletricidade, a Rádio Mayrink Veiga e a Escola Naval"[5]. A ação foi um fracasso, mas não impediu o segundo e mais famoso levante, realizado no dia 11 de maio.

Sessenta dias depois da primeira tentativa de golpe, iniciou-se uma mobilização para tentar prender Getúlio Vargas e tomar o governo. A ação foi facilitada pois contou com alguns infiltrados, como "a Guarda do Palácio Guanabara, a cargo do tenente Integralista Júlio do Nascimento, a chefia da Guarda na Polícia Civil, a cargo do tenente Soter, e com vários oficiais de serviço na Marinha e no Exército"[6].

Ainda assim, o resultado foi desfavorável para os integralistas. No palácio, dos 150 que haviam se prontificado para participar da insurreição, apenas 30 estiveram presentes no confronto com a guarda da sede do governo e alguns familiares de Vargas. Os revoltosos tampouco conseguiram encarcerar oficiais como Eurico Gaspar Dutra, Góis Monteiro, Francisco Campos, entre outros.

Após o ataque ser contido muitos dos revoltosos foram fuzilados e presos. Como resultado, outros, em torno de 1.500 integralistas, foram presos e Plínio Salgado, líder da Ação Integralista Brasileira, foi para o exílio em Portugal [7], de onde tentou reorganizar o movimento integralista.

O integralismo[editar | editar código-fonte]

No Brasil, no início do século XX, a economia dos engenhos e fazendas escravocratas já não existia, mas as atividades rurais, especialmente as voltadas para a exportação, ainda exerciam grande influência na organização do poder político nos diferentes níveis, municipais, estaduais e federais, simbolizada pela figura do “coronel”. O modelo de descentralização do poder político aprovado pela Constituição de 1891 favorecia a concentração do poder nas mãos de proprietários rurais e políticos por eles apoiados, de modo que a burocracia estatal funcionava de para atender seus interesses. Nos municípios, os grandes proprietários eram de fato obedecidos como aos coronéis, e a autonomia em relação ao nível estadual e federal permitia que agissem como senhores absolutos. O governo influenciava o país para atender aos fazendeiros, consentindo na corrupção eleitoral da qual se beneficiava. O interesse público fora substituído pelo privado. Já na década de 1910, uma movimentação de cunho nacionalista se fazia notar na imprensa, nas organizações políticas, nos meios intelectuais. A intensificação das crises relacionadas ao café a partir de 1915 e a prioridade dada aos interesses dos grandes proprietários no atendimento às mesmas, transformaram a crise do café em crise nacional. No país faltava saneamento básico, educação e emprego, além de leis trabalhistas adequadas, pois os patrões ainda tinham mentalidade escravocrata; faltavam ainda empresários dispostos a trabalhar sem se beneficiarem do dinheiro público. Neste contexto, intelectuais, políticos e jornalistas passaram a buscar a personalidade da nação, que passou a significar uma busca por um nacionalismo que regenerasse o país, fazendo encontrar sua própria identidade cultural e econômica. Regenerar o país significava organizar a nação, para muitos, através de ideias autoritárias, entre elas a do exército como educador do cidadão através do serviço militar obrigatório, e a da necessidade de contensão dos trabalhadores que começavam se mobilizar por melhores condições de vida.

Em relação à economia, alguns defendiam a vocação agrária do Brasil, pregando uma república agrícola, na qual se difundiria a pequena propriedade para ocupação e alimentação dos trabalhadores, acabando com a fome e garantindo uma grande produção de alimentos e produtos primários, modelo entendido como indústria natural, que projetaria o país no cenário internacional, sem interferir diretamente com as grandes propriedades, devido à imensidão do território. Do outro lado, estavam os que defendiam a ideia de tornar o Brasil um país mais civilizado, através de um projeto de industrialização mais parecido com o europeu e o norteamericano. No que se refere aos valores autênticos da nação, difundia-se a noção de que o Brasil real era o Brasil sertanejo, interiorano, o único com as manifestações culturais de valor, contrário a um Brasil representado pela população das grandes cidades que copiava os valores e as modas europeias. Nos anos da década de 1920, intensificaram-se os movimentos para modificar a situação e a sociedade brasileira passou por uma série de transformações, com a intensificação da industrialização e da urbanização do país, as lutas operárias por melhores condições de vida e a manifestação da insatisfação dos intelectuais na Semana da arte moderna, em que se buscava utilizar as tendências europeias para criar um pensamento genuinamente nacional capaz de trazer mudanças na literatura, na arte e na política; houve as revoltas tenentistas e a Coluna Prestes. Neste contexto, o integralismo surgiu como uma tendência para defender a renovação do Brasil a partir de suas propostas

O modernismo dos anos 20, no Brasil, manifestou-se num movimento de renovação cultural e estética, em que intelectuais como Mario de Andrade, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Cecília Meirelles, Menotti Del Picchia, entre outros, defendiam um novo Brasil moderno, com arte e cultura livres dos modelos estrangeiros e das formas ultrapassadas que copiavam as europeias.

O movimento modernista não foi homogêneo, e vários integrantes discordavam das idéias mais radicais que surgiram com a semana de 22. Consideravam próximas demais das ideias revolucionárias europeias, desprezando em excesso as experiências passadas e a cultura nacional. Entre esses modernistas, surgiram intelectuais dissidentes, que defendiam um modernismo com características excessivamente patrióticas, defendiam a volta ao Brasil sertanejo, em oposição aos modernistas cosmopolitas. O principal líder integralista, Plínio Salgado, surgiria desse grupo de dissidentes. Além das agitações de natureza artística, outros segmentos sociais se manifestaram acerca do futuro da Brasil, entre estes os militares, especificamente os tenentes, sendo responsáveis pela radicalização de uma série de propostas. Defendiam idéias muito próximas do liberalismo, a moralização dos processos eleitorais, reclamando da distância entre o governo e o povo e da impossibilidade da população dar legitimidade às autoridades constituídas como seus representantes. O Tenentismo e a Coluna Prestes foram utilizados pelo discurso integralista incipiente na propaganda do medo, assustando a sociedade com a possibilidade de revolução e caos social, assim como o surgimento do Partido Comunista do Brasil, que organizava os trabalhadores num modelo revolucionário.

Antes da revolução de 1930, Plínio Salgado esteve na Europa, encantando-se com o fascismo. De volta ao Brasil, passou a condenar o movimento revolucionário, visto por ele como um perigo liberal. A partir de 1931, através de seu jornal A Razão, passou a divulgar sua doutrina política, apoiando contraditoriamente o governo Vargas, que, no entanto, não lhe deu espaço. Em 1932, as instalações do jornal foram destruídas, pelo fato de Plínio Salgado ser considerado “varguista”. Mudando mais uma vez, o jornalista passou a pregar uma revolução dentro da revolução, idealizando um projeto nacional, que uniria as massas na luta contra os males da modernidade. Em 1932 fundou a Sociedade de Estudos Políticos que deu origem à Associação Integralista Brasileira (AIB), que se tornaria um movimento de massas, canalizando a atuação política dos simpatizantes do fascismo no Brasil. A expansão da AIB deveu-se principalmente a uma propaganda disseminada por pessoas desconhecidas, importantes apenas nas pequenas comunidades onde estavam inseridas, através de pequenos textos que divulgavam, de maneira simples, as ideias do grande líder.

Embora Plínio Salgado personificasse o grande líder e fosse o principal teórico e organizador do movimento integralista, a AIB deve sua força à agregação de outros intelectuais e à criação de um discurso competente, que com mitos e símbolos, ia de encontro aos anseios de uma população insegura e suscetível à influência.

Houve grande adesão e a AIB expandiu-se em núcleos integralistas no interior de São Paulo e em outros estados, tornando-se, em poucos anos, uma realidade no cenário político brasileiro. A associação se organizava sob inspiração fascista em uma rígida estrutura hierárquica, no modelo do Estado integral, que servia tanto para a organização de um partido como para a organização de um governo.

No pensamento integralista, a nação funcionaria sob uma única autoridade, que imporia uma nova ordem social e moral e eliminaria as ameaças, sob o comando de um chefe nacional, permanente e infalível. Neste modelo, na AIB se organizava com o Chefe em primeiro plano, com assessoria de um gabinete civil e outro militar; a seguir estava o Conselho Nacional, que atuava como instância consultiva, e os Departamentos Nacionais, aos quais cabia a propagação da mensagem na sociedade (Departamento de Organização Política, Doutrina, Propaganda, Cultura, Milícia e Finanças). A partir de 1936, a estrutura da associação incluiria a Câmara dos Quarenta, o Conselho Supremo e as Cortes do Sigma, órgãos que aproximavam sua estrutura ainda mais a de uma organização pré-estatal.

Com a multiplicação dos núcleos integralistas, disseminavam-se as idéias e crescia a aceitação a um Estado autoritário. As idéias divulgadas não pertenciam somente a Plínio Salgado, mas continham também as opiniões de outros doutrinadores, entre eles Miguel Reale, Gustavo Barroso e Olbiano Mello. Todos defendiam o nacionalismo radical, uma autêntica cultura brasileira e até mesmo uma “raça” brasileira, valorizando os elementos indígenas, caboclos e sertanejos. A nação e o Estado eram fundidos no mito integralista e deveria ser representada por um só partido, o que seria alcançado através do controle do Estado por uma burocracia e uma hierarquia integralistas, cujos inimigos seriam considerados inimigos da nação. O capitalismo era aceito a nível nacional, sob controle do projeto integralista, e criticado a nível internacional. O liberalismo era rejeitado como uma doutrina materialista, individualista e elitista. O capitalismo liberal seria injusto e desigual. Todos se opunham ao comunismo, que não consideravam oposição ao liberalismo e sim conseqüência do mesmo, sendo a luta de classes fruto de uma civilização materialista e injusta; os movimentos operários eram vistos como interferência dos acontecimentos internacionais.

O integralismo adquiriu características diferentes nas diversas regiões do país. Na região nordeste, especialmente na Bahia, as ideias integralistas se misturaram às tenentistas e ao combate á tradição que reprimia as manifestações culturais afro-brasileiras. Na região sudeste, o integralismo assumiu características mais partidárias, através das quais se manifestavam as insatisfações com a política que favorecia as oligarquias. Já na região sul, misturou-se às ideias do fascismo italiano e do nazismo alemão, devido às várias colônias de imigrantes europeus.

Com a propagação do integralismo, três anos após a criação da AIB, o movimento já contava com um deputado federal e quatro deputados estaduais; e os militantes inscritos eram mais de quatrocentos mil. Os integrantes desfilavam pelas ruas em uniforme aprovado pelo Ministério da Guerra, tendo o sigma como o símbolo máximo e o Anauê como grito de guerra e saudação ao líder. A associação dispunha de jornal próprio, A Offensiva e os militantes integralistas passaram a se envolver com as questões sociais e a provocar conflitos com as organizações operárias.

No processo histórico que o manteve no poder culminando como decreto do Estado Novo em 1937, Vargas utilizou-se do apoio integralista, porém distanciando-se do movimento quando conveniente. Soube reunir em torno de si o apoio das elites conservadoras, temerosas do comunismo, ao mesmo tempo em que contava com a simpatia de grande parte dos trabalhadores. Com os anseios de autoridade e segurança voltados para Getúlio Vargas, a mensagem integralista perdeu força.

Com a dissolução da AIB em 1937 e uma fracassada tentativa de revolução em 1938, os integralistas passaram à condição de oposição ao governo; o movimento perdeu a unidade, os líderes foram dispersos e Plínio Salgado finalmente exilado.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • CALIL, Gilberto Grassi. Os integralistas frente ao Estado Novo: euforia, decepção e subordinação. Artigo, Locus - Revista de História UFJF, 2010 [1]
  • CALIL, Gilberto Grassi. O Integralismo no pós-guerra: a formação do PRP, 1945-1950. Porto Alegre: Edipucrs, 2001. [2]
  • CALIL, Gilberto Grassi. Plínio Salgado em Portugal (1939-1946): um exílio bastante peculiar. Artigo, XXVI Simpósio Nacional de História, São Paulo - SP, 2011 [3]
  • MORAES, Márcio André Martins de. UMA REVOLUÇÃO QUE NÃO ACONTECEU: os integralistas de Garanhuns-PE pegam em armas para acabar com o Estado Novo (1937). Artigo, XXVII Simpósio Nacional de História, Natal - RN, 2013 [4]
  • VICTOR, Rogério Lustosa. A PESCA DO PIRARUCU: O INTEGRALISMO E O SEU LUGAR NA MEMÓRIA SOCIAL CONSTRUÍDA DURANTE O ESTADO NOVO. Artigo, Cadernos de Pesquisa do CDHIS, Uberlândia - MG, 2011 [5]
  • PIOVEZAN, Adriane. Rituais fúnebres militares: o túmulo dos Fuzileiros Navais mortos na Intentona Integralista de 1938. Artigo, XXIX Simpósio Nacional de História, São Paulo - SP, 2017 [6]
  • SCHIAVON, Carmem Gessilda Burgert. O OLHAR PORTUGUÊS ACERCA DA OUTORGA DA CONSTITUIÇÃO DE 1937 E SOBRE OS PRIMEIROS MOMENTOS DO ESTADO NOVO NO BRASIL (1937-1942). Artigo, Repositório Institucional FURG, Rio Grande - RS, 2010 [7]
  • FILHO, Pedro Gomes dos Santos CMG (RM1). Uma Longa Viagem de Instrução. Artigo, Revista Acadêmica da Escola Naval, Ano III, Número 3, 2008 [8]
  • SILVA, Giselda Brito. UMA PROPOSTA DE ANÁLISE INTERDISCIPLINAR PARA OS ESTUDOS DO INTEGRALISMO. Artigo, Revista de História Regional, Ponta Grossa - PR, 2002 [9]
  • MIRANDA, Gustavo Felipe. O poder mobilizador do nacionalismo: integralistas no Estado Novo. Rio de Janeiro: UERJ, 286 f. Dissertação (Mestrado em História). UERJ/IFCH, Rio de Janeiro, 2009[8]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Legislação :: Normas Jurídicas». legis.senado.gov.br. Consultado em 27 de novembro de 2018 
  2. Carta de Plínio Salgado a Getúlio Vargas apud SILVA, Hélio (1971). 1938: Terrorismo em Campo Verde. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. p. 373 
  3. HILTON, Stanley (1977). O Brasil na Crise Internacional. Rio de Janeiro: Cultura Brasileira. p. 47 
  4. Carta de Plínio Salgado a Getúlio Vargas apud SILVA, Hélio (1971). Terrorismo em Campo Verde. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. p. 381 
  5. REVOLTA INTEGRALISTA. In: ABREU, Alzira et alii (2001). Dicionário histórico-biográfico brasileiro: pós 1930. Rio de Janeiro: FGV/CPDOC. p. 4993 
  6. CALIL, Gilberto Grassi (2010). [file:///C:/Users/14000041/Downloads/979-3009-1-PB.pdf «Os integralistas frente ao Estado Novo: euforia, decepção e subordinação»] Verifique valor |url= (ajuda) (PDF). Locus - Revista de Historia 
  7. CPDOC-FGV. Ação Integralista Brasileira (AIB)
  8. «Untitled Document». www.bdtd.uerj.br. Consultado em 27 de novembro de 2018