Parque Estadual do Itacolomi

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foto: Evandro Rodney

Parque Estadual do Itacolomi é uma Unidade de Conservação estadual de Proteção Integral, situada nas cidades mineiras de Ouro Preto e Mariana, sob a responsabilidade do Instituto Estadual de Florestas (IEF),em Minas Gerais. Criado através da Lei estadual nº 4.495 de 1967, com uma área territorial de 7.543 hectares e altitudes variáveis entre 700 e 1772 m, está aberto à visitação pública desde Maio de 2004.

O Parque do Itacolomi está localizado na porção sul da Serra do Espinhaço. Sua área é composta de regiões de Mata Atlântica com afloramentos rupestres nas porções mais elevadas. Além de sua grande beleza cênica, rica biodiversidade e geodiversidade, é também um marco histórico-cultural. Possui algumas estruturas, como um Centro de Visitantes, a Casa Bandeirista e o Museu do Chá. A visitação é autoguiada tanto na parte histórica quanto nas trilhas e expedições. Os monitores estão a disposição dos visitantes para trocarem experiências e realizarem atividades ambientais.


Atrativos Histórico-Culturais[editar | editar código-fonte]

Marco da Estrada Real
  • O Centro de Visitantes encontra-se a 5,5 km da portaria através de estrada de terra. Este trajeto pode ser percorrido a pé (aprox 55 min), de bicicleta (aprox 30 min), ou veículo próprio (aprox 15 min).
Área da Fazenda São José do Manso.
  • Casa Bandeirista: serviu de posto fiscal no tempo da exploração aurífera (1706).
  • Museu do Chá: maquinário para beneficiamento do chá preto (da marca Edelweiss) colhido nas lavouras durante alguns anos do século XX. Parte da produção era exportada para a Alemanha.
  • Capela de São José do Manso
Trilhas Interpretativas:
  • Trilha do Forno: 1560 m de extensão, tendo a água (nascentes) como tema principal.
  • Trilha da Capela: 1270 m de extensão, a sucessão ecológica após a ação antrópica sobre o meio é o tema principal.
  • Trilha da Lagoa: 470 m de extensão, destinada principalmente ao público infantil ou pessoas de idade com dificuldade de locomoção.
Expedições:
  • Morro do Cachorro: 7 km (ida e volta)
  • Mirante do Custódio: 10 km (ida e volta)
  • Bacia do Custódio (Lavras Novas): 20 km (ida e volta)

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

No parque nascem vários cursos (córrego Domingas, Prazeres, Manso, etc) formadores da Bacia do Rio Doce, uma das mais importantes do Estado.

Fauna[editar | editar código-fonte]

Composta por

mamíferos:

tamanduá-mirim, quati, gato mourisco, tapeti, esquilo, várias espécies de tatu, lontra, macaco-sauá, mico estrela, iraras, jaguatirica.Já foram registradas as presenças de onças pardas e pintadas, e lobos guarás e etc...

répteis:

Cobras e lagartos

aves :

beija-flor de gravata, pica pau, gavião pinhé, carcará, maritaca, pavó, jacu açu, etc.

Flora

Flor predominante Quaresmeira e Campo Rupestre (Altitude). De transição entre dois biomas, o cerrado e a mata atlântica. Cerca de 60% da área corresponde a campos de altitude e o restante, de florestas remanescentes da mata atlântica (destaca-se a espécie de orquídea endêmica que só ocorre na serra do itacolomi, trata-se da Habenaria itaculumia).

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligação Externa[editar | editar código-fonte]

[[1]] - Site oficial do Governo de Estado de Minas Gerais, com citações oficial do parque.

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