Tormenta (RPG)

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Tormenta
Autor Marcelo Cassaro, Rogério Saladino, JM Trevisan, Guilherme Dei Svaldi, Gustavo Brauner, Leonel Caldela
Editora(s) Editora Trama, Daemon Editora, Jambô Editora
Idiomas português brasileiro
Lançamento 1999 (Dragão Brasil #50)
Anos ativo 1999 - atualmente
Gênero Fantasia
Sistema 3D&T, Sistema Daemon, Sistema d20/Sistema OGL
Licença Open Game License
Faixa etária [1]
Website Página Oficial

Tormenta é um cenário de fantasia medieval para uso em campanhas de RPG, criado em 1999 por Marcelo Cassaro, Rogério Saladino e JM Trevisan, como um encarte especial comemorativo de 50 edições da revista Dragão Brasil. O cenário foi desenvolvido para ser compatível com diversos sistemas. Em 2005, o cenário passou a ser publicado pela pela Jambô Editora.[2]

Tormenta também é o mundo compartilhado de diversos quadrinhos, contos, livros-jogos, romances e games.

Seus autores originais eram conhecidos como Trio Tormenta.[3] Depois de alguns anos do cenário sendo publicado pela Jambô, novos autores passaram a integrar o time principal de desenvolvedores. Atualmente, eles são conhecidos como Quinteto Tormenta, em um grupo que é composto pelos três autores originais, além de Guilherme Dei Svaldi e Leonel Caldela.

História[editar | editar código-fonte]

Em 1998, Marcelo Cassaro publicou Holy Avenger, uma aventura para AD&D e GURPS Fantasy em 3 partes nas edições 44 a 46 da revista Dragão Brasil[4][5][6]. Segundo Trevisan e Saladino, editores assistentes da Dragão Brasil, na iminência da edição de número 50 da revista, uma reunião editorial foi feita no apartamento do editor-chefe Marcelo Cassaro, tendo em vista um projeto para a comemoração do número 50 da publicação, algo único em uma revista nacional do gênero.

Na edição comemorativa das 50 edições, um encarte especial com 80 páginas explicava o cenário de Tormenta[7], reunindo personagens, locais, itens, deuses e outras criações avulsas de matérias publicadas na revista em um único cenário coeso. A edição especial abrangia os principais sistemas para RPGs de fantasia medieval vigentes (GURPS, AD&D e 3D&T, um sistema próprio criado na revista). Rapidamente, as unidades esgotaram das bancas, sendo que a procura foi tão grande que foram reportados casos em que bancas de revista vendiam o encarte extra separadamente. Logo em seguida, foi publicada uma nova edição apenas para 3D&T,[8] a fim de evitar problemas com direitos autorais.[9]

A aventura Holy Avenger foi adaptada para uma história em quadrinhos no estilo mangá, com roteiros de Marcelo Cassaro e arte de Érica Awano.[7]

O inesperado sucesso de Tormenta se refletiu nas edições seguintes da revista. Mais matérias eram feitas especificamente para o cenário. Embora diversos leitores reclamassem pelo excesso de matérias sobre o mesmo, maior era a quantidade de pessoas pedindo mais informações. Em poucos meses, diversos novos conteúdos surgiram.

Nos anos seguintes, a quantidade de novos materiais, inclusive alguns criados por fãs, pediu novas edições e revisões. Houve inclusive mudanças nos sistemas usados. Em 2001 foi lançada Tormenta Terceira Edição, uma adaptação para Daemon, um outro sistema brasileiro[10]. No mesmo ano, chegou ao mercado brasileiro a terceira edição de Dungeons and Dragons pela Devir Livraria e com ela a Open Game License (OGL), que permite a outras editoras usar um sistema inspirado em D&D, o chamado Sistema d20[11]. Em 2003, foi lançado o Tormenta D20,[12] adaptando o cenário para d20. No mesmo ano foi lançada uma adaptação de Tormenta baseada no Manual Turbinado de 3D&T.[8]

Com o passar do tempo, o cenário começou a fazer tanto sucesso que nem todas as informações apresentadas na revista Dragão Brasil conseguiam cobrir a vontade dos jogadores. O Trio Tormenta decidiu então criar uma revista separada, chamada Revista Tormenta, reunindo conteúdo exclusivo para o cenário. A revista teve uma boa recepção e dezessete edições lançadas até ser descontinuada, após o fim da relação de trabalho entre o Trio Tormenta e a Editora Talismã.

Em 2005, após a saída da Talismã, os membros do Trio passaram a trabalhar com outras editoras, lançando a revista RPGMaster (dedicada a 3D&T) para a Mythos Editora[13] e a Revista Dragon Slayer para Mantícora, que seguia o estilo da antiga Dragão Brasil, adotando um padrão de lançamento bimensal e inicialmente com conteúdo voltado principalmente para o Sistema d20 e Open Game License. No mesmo ano, é lançado um novo manual pela Daemon[14] e uma nova versão de Tormenta D20 pela Jambô Editora, baseado em D&D 3.5,[15] publicado pela Devir no ano anterior.[16]

Em 2008, 3D&T volta a ser publicado pela Jambô, com o nome de 3D&T Alpha.[17] No mesmo ano, a partir da edição #24 da revista Dragon Slayer, Cassaro, Saladino e Trevisan deixaram de ser editores da revista. Em seus lugares entraram Guilherme Dei Svaldi, Gustavo Brauner, Leonel Caldela[18], que ficaram conhecidos como Trio Tormenta Ultimate[19].

Em 2010, é lançado pela Jambô Editora o "Tormenta RPG", escrito pelos dois trios. O sistema de jogo se baseia na OGL, mas trazendo muitos elementos próprios. No mesmo ano, Tormenta volta a ser adaptado para 3D&T com o lançamento do Manual do Aventureiro Alpha, que traz vários elementos do cenário[20][21]. Em 2013, é lançada uma versão revisada do Tormenta RPG, contendo uma errata do livro anterior e 16 novas páginas.[22] Em 2016 é lançado Tormenta Alpha, que adapta o cenário exclusivamente para 3D&T[23]. A versão mais recente do jogo é o Tormenta RPG Edição Guilda do Macaco, publicada em 2017.[24]

Em maio de 2019, em comemoração aos 20 anos do cenário, a Jambô lança no site Catarse, uma campanha de financiamento coletivo de Tormenta 20.[25]

Locais[editar | editar código-fonte]

Estas são as principais localidades do mundo de Tormenta, publicado pela Jambô Editora.

Arton[editar | editar código-fonte]

É o continente principal, formado por duas faixas de terra maiores: Remnor (ou Arton-Norte) e Lamnor (ou Arton-Sul), unidas por um Istmo. Muitas vezes, é usado como sinônimo de todo o mundo conhecido. Atualmente, Arton-norte é dividido em três coalizões: o Reinado, o Império de Tauron e a Liga Independente.

O Reinado[editar | editar código-fonte]

Há muitos anos, no continente de Arton-Sul, houve uma guerra, conhecida como a Grande Batalha. O povo que perdeu o conflito foi expulso e exilado ao norte desconhecido. Da migração forçada surgiu o Reinado, uma aliança entre nações reunidas sob o comando de um Imperador-Rei, com o propósito de prosperarem juntas. É fato que nem tudo foi paz — batalhas aconteceram e inimizades entre reinos nunca foram esquecidas. Mas a união entre as nações sempre evitou o mal maior por quase quinhentos anos, até que o levante de Tapista durante as Guerras Táuricas dividisse a coroa em duas.

Atualmente, o Reinado é composto pelos seguintes reinos:

Deheon, o reino capital. Primeiro reino humano fundado após a Grande Batalha e da migração forçada dos derrotados do sul. Seu maior símbolo é a gigantesca estátua de Valkaria, a Deusa dos Humanos e da da Ambição, que marca o ponto zero da civilização.

Ahlen, o reino da intriga. Um lugar em onde a lei do mais forte foi suplantada pela lei do mais esperto e mesmo esta só se aplica aos tolos o suficiente para se deixarem apanhar.

Bielefeld, o lar da Ordem da Luz. Um lugar com forte tradição em histórias de cavalaria e em portentosos cavaleiros que praticam o heroísmo em nome de Khalmyr, o Deus da Justiça.

Collen, o reino dos olhos exóticos. Uma ilha pacífica que quase não apresenta grandes convites à aventura, exceto por um detalhe que a torna única: todos os seus nativos possuem olhos díspares, alguns deles com poderes especiais.

Hongari, o reino dos halflings. A terceira maior nação não-humana de Arton é habitada quase totalmente por halflings. Outrora um lugar pacato, atualmente Hongari é assolada por todo tipo de problemas.

Khubar, o reino-arquipélago. Repelindo os colonizadores, os orgulhosos guerreiros de Khubar lutaram para preservar sua cultura e costumes até conquistarem o direito de serem reconhecidos como uma nação independente.

Namalkah, o reino dos cavalos. Terra comprida, de planícies sem fim, Namalkah é o lar de cavaleiros formidáveis que, sem qualquer pompa, como a dos cavaleiros de Bielefeld, tratam os cavalos como irmãos.

Pondsmânia, o reino das fadas. Este temido reino é habitado quase unicamente por criaturas mágicas, especula-se que em meio as suas florestas o tempo e o espaço funcionam de forma diferente.

Portsmouth, o reino da magia proibida. Até poucos anos um condado de Bielefeld, Portsmouth conquistou sua independência recentemente. Os cavaleiros do reino vizinho são tratados aqui como opressores. Do mesmo jeito, o uso de magia arcana é considerado crime.

Sambúrdia, o celeiro de Arton. Lugar de terras extremamente produtivas, onde plantações chegam a proporcionar cinco colheitas por anos, Sambúrdia cresceu em torno da lavoura e da força das pessoas simples.

Sckharshantallas, o reino do dragão. Desde que Sckhar, o Rei dos Dragões Vermelhos fez desta região seu covil, há muitos séculos atrás, recebeu homenagens e devoção dos bárbaros que ali moravam. Algo semelhante ocorreu com os migrantes que vieram do sul. Sem alternativa, o covil de Sckhar foi anexado ao Reinado.

Trebuck, o reino da Tormenta. Anteriormente um bom lugar para se viver, Trebuck nunca mais foi a mesma depois da chegada da Tormenta, que vem avançando e consumindo a realidade.

Tyrondir, o reino da fronteira. Localizada no extremo sul do Reinado, Tyrondir guardava as fronteiras com o continente de Lamnor e o povo do continente sul. Após poucos séculos, a rixa entre os dois lados deixou de fazer sentido e talvez este reino pudesse ser o responsável por um primeiro passo de reunificação dos povos — não fosse Thwor Ironfist e a Aliança Negra.

União Púrpura, os reinos menores. A União Púrpura nasceu com a instituição do Reinado, mas já existia muito antes disso. Um lugar que reúne diversos países menores e instáveis — reinos trocam de nome do dia para a noite e deuses são cultuados e esquecidos em poucos anos.

Wynlla, o reino da magia. Neste reino em que a magia faz parte do cotidiano, encontra-se a maior concentração do mundo de estudiosos e praticantes das artes arcanas.

Yuden, o exército com uma nação. Uma das mais influentes e poderosas nações de Arton, toda a cultura deste reino é baseada na guerra. É de Yuden que surge a ameaça dos puristas, causadores da Guerra Artoniana, o maior conflito militar da história do Reinado.

Zakharov, o reino das armas. Nenhum outro lugar de Arton é tão ligado às armas quanto neste reino, em que elas fazem parte da cultura e são consideradas relíquias de família.

O Império de Tauron[editar | editar código-fonte]

Os minotauros de Tapista (o maior reino sob a superfície de Arton), inflados por seu ideal religioso de dominância do mais forte, declararam um processo de anexação do pequeno reino de Hershey (que passou a ser chamado de Protetorado de Roddenphord) ao seu território. Esse foi o estopim para o início das Guerras Taúricas, um conflito de grandes proporções, que culminou na divisão da soberania da figura do Imperador-Rei. Thormy, o Rei-Imperador à época do conflito, dividiu o poder e abdicou de sua posição, em um acordo pelo fim do conflito, deixando a Rainha-Imperatriz Shivara Sharpblade em seu lugar no comando do Reinado, enquanto o Império de Tauron passou a ser reconhecido como uma coalizão à parte do Reinado, governado pelo Imperator Aurakas.

O Império de Tauron é formado pelas seguintes nações:

Tapista, o reino dos minotauros. O mais vasto reino da superfície de Arton é também a maior nação não-humana do mundo e capital do Império de Tauron. Com uma política baseada na escravidão e no domínio pela força, Tapista recentemente avançou sobre as fronteiras vizinhas em uma série de batalhas rápidas e fulminantes, dominando pontos estratégicos e dobrando o até então invencível Reinado.

Fortuna, o reino da boa sorte. Apesar de habitantes de toda Arton terem crendices e superstições, em nenhum outro lugar elas são tão levadas a sério quanto em Fortuna. Desde que foi fundada por aventureiros perdidos, os rumos deste reino estiveram ligados ao acaso. Não sem motivo, Nimb, o Deus do Caos, da Sorte e do Azar é a divindade mais cultuada neste local.

Lomatubar, o reino da praga. Um reino assolado pela Praga Coral, uma doença mágica que dizima suas vitimas — ou pior: as transforma em monstros. Atualmente o reino vive isolado pelo Império de Tauron, com suas fronteiras fechadas.

Petrinya, o reino das histórias fantásticas. Lugar que desde sua fundação é repleto de lendas e histórias heroicas, se tornou famoso pela cidade de Malpetrim, palco de diversas aventuras onde o futuro de Arton esteve em jogo.

Protetorado de Roddenphord, o reino da guloseima. Este lugar é famoso por ser o local de origem do gorad, uma guloseima em barras feita de leite, açúcar e frutas, principal fonte de renda do reino. Foi o primeiro lugar a ser anexado por Tapista durante as Guerras Táuricas.

Tollon, o reino da madeira. O reino tem este nome devido a uma árvore de mesmo nome que cresce apenas em suas fronteiras.

A Liga Independente[editar | editar código-fonte]

Com o fim das Guerras Táuricas, a coroa do Reinado se partiu mais uma vez. Três nações, insatisfeitas com a atenção que o Reinado dedicava a seus próprios problemas, apresentaram pedidos de independência à recém-coroada Rainha-Imperatriz Shivara Sharpblade. Para surpresa de muitos, a rainha reconheceu o pedido, decidida a não impor tirania a nenhuma nação.

A Liga Independente é formada pelas seguintes nações:

Callistia, o reino sob ataque. Um reino com cultura e economia ligadas à pesca, era um lugar pacato até começar a ser atacado por criaturas marinhas apelidadas de "Lursh Lyin" ou "Tiranos das Águas".

Nova Ghondriann, o "novo lar". A primeira Ghondriann foi a responsável pela Grande Batalha de Arton-sul, estigma que os habitantes de Nova Ghondriann tentam apagar a séculos. Contudo, o desprezo de uma poderosa tribo bárbara nativa fez com que os colonizadores fossem amaldiçoados — a maior parte dos filhos de descendentes dos colonizadores falecem logo após o parto.

Salistick, o reino sem deuses. Um reino onde a própria população perdeu a fé nas divindades (e onde, curiosamente, a magia divina não funciona como deveria). A quase inexistência de clérigos fez com que os nativos desenvolvessem a medicina a níveis inigualáveis em Arton.

Além dos Reinos[editar | editar código-fonte]

Existem vários outros lugares notáveis em Arton que não estão ligados ao Reinado, Império de Tauron ou Liga Independente.

Deserto da Perdição. Localizado no centro-norte de Arton, este deserto é repleto de dunas de areias quentes, finas e corrediças. Qualquer peregrino que desafie suas areias tem chance de nunca mais retornar, por conta das misteriosas tempestades de areia que funcionam como portais mágicos para outros mundos.

Doherimm. O maior reino em extensão de todo mundo se encontra muitos quilômetros abaixo da terra. É o reino dos anões, cujas entradas e formas de acesso são segredos exclusivos da raça.

A Grande Savana. Ao norte do Império de Tauron, fica a imensa planície da Grande Savana, um lugar de clima quente e vastas extensões de vegetação rasteira, habitado por numerosas tribos bárbaras.

Montanhas Sanguinárias. Todo o extremo leste de Arton é margeado por esta cordilheira montanhosa, que separa o continente do oceano. O lugar é um dos mais perigosos do mundo, habitado por toda sorte de monstros, dragões e criaturas fantásticas.

Lamnor. O continente de Arton-Sul, outrora rico e poderoso, foi devastado pela Grande Batalha que gerou a colonização do Reinado. Todos os reinos que restaram sobreviveram isolados, até o surgimento da Aliança Negra, o temível exército goblinoide liderado pelo bugbear Thwor Ironfist. Após a queda de Lennórien, a antiga nação dos elfos, um a um, os reinos humanos foram também caíram, tornando todo o continente sul domínio das raças goblinoides.

Montanhas Uivantes. No coração de Arton, entre o Império de Tauron e o Reinado, existe uma cadeia de montanhas que se tornou gelada pela simples presença de Beluhga, a Rainha dos Dragões Brancos. Habitado por povos bárbaros que nunca reconheceram qualquer forma de governo centralizado, as Montanhas Uivantes são consideradas parte do Reinado por pura conveniência geográfica.

Reinos de Moreania. Este arquipélago situado a leste do continente de Arton (cerca de um mês de viagem a navio) é lar do povo moreau, humanos com traços de animais e uma cultura dualista entre Allihanna, a Deusa da Natureza (conhecida como A Dama Altiva) e Megalokk, o Deus dos Monstros (conhecido como O Indomável).

Tamu-ra. A ilha de Tamu-ra se localiza no extremo nordeste de Arton, após as Montanhas Sanguinárias, e é lar de histórias baseadas no oriente fantástico, com samurais e ninjas. O primeiro lugar a ser devastado pela Tormenta, Tamu-ra foi também a primeira Área de Tormenta a ser derrotada, por um exército formado por deuses menores, liderados por sir Orion Drake. Em poucos anos, guiados por Lin-Wu, o Deus-Dragão da Honra, os tamuranianos começaram um processo de reconstrução de seu antigo império.

Cenário Expandido[editar | editar código-fonte]

O cenário de Tormenta já existe há 20 anos, tendo muito material produzido. Algumas informações permaneciam em suas novas versões do jogo, outras eram atualizadas e algumas outras eram superadas conforme os acontecimentos dentro do cenário se desenvolviam em contos, romances, quadrinhos e aventuras oficiais, com seus diversos materiais produzidos espalhados por revistas, suplementos e módulos básicos.

Literatura[editar | editar código-fonte]

Tormenta possui cinco romances e duas coletâneas de contos situadas no cenário.

O primeiro romance, O Inimigo do Mundo, foi publicado em 2004 pelo autor Leonel Caldela. O livro se tornou o primeiro volume da Trilogia da Tormenta, que ganhou o segundo volume em 2007, intitulado O Crânio e o Corvo, e um terceiro volume em 2008, com o título O Terceiro Deus.

Em 2011, foi publicado o primeiro livro de coletânea de contos, Crônicas da Tormenta Vol. 1, organizado por JM Trevisan, com contos inéditos e clássicos situados no cenário, pelos autores Leonel Caldela, Marcelo Cassaro, Remo Disconzi, Raphael Draccon, Douglas MCT, Leandro Radrak, Ana Cristina Rodrigues, Rogério Saladino, Antonio Augusto Shaftiel, Marlon Teske e Claudio Villa.

Em 2016, foi publicado Crônicas da Tormenta Vol. 2, organizado por JM Trevisan, com contos dos autores Ana Cristina Rodrigues, Bruno Schlatter, Davide Di Benedetto, Douglas "Mago D'Zilla" Reis, Guilherme Dei Svaldi, Igor André Pereira dos Santos, José Roberto Vieira, Karen Soarele, Leonel Caldela, Leonel Domingos, Lucas Borne, Marcelo Cassaro, Marlon Teske, Remo di Sconzi, Rogério Saladino e Vagner Abreu.

Em 2017, foi publicado o quarto romance situado no cenário, A Joia da Alma, pela autora Karen Soarele.

Em 2018, foi publicado o quinto romance situado no cenário, A Flecha de Fogo, de Leonel Caldela.

Quadrinhos[editar | editar código-fonte]

Tormenta possui diversas séries em quadrinhos situadas no cenário, com diversos autores e ilustradores. Holy Avenger, com roteiro de Marcelo Cassaro e arte de Erica Awano; Dungeon Crawlers, com roteiro de Marcelo Cassaro e arte de Daniel HDR; 20 Deuses, com roteiro de Marcelo Cassaro e arte de Rafael Françoi; DBride: A Noiva do Dragão, de Marcelo Cassaro e arte de Erica Awano; Khalifor, com roteiro de JM Trevisan e Ricardo Mango; e Ledd, com roteiro de JM Trevisan e arte de Lobo Borges e Heitor Amatsu.

Livros-jogos[editar | editar código-fonte]

Tormenta possui três livros-jogos: Ataque a Khalifor, de Guilherme Dei Svaldi; O Senhor das Sombras, de Athos Beuren e O Labirinto de Tapista, de Lucas Borne.

Videogames[editar | editar código-fonte]

Tormenta tem um jogo de videogame: O Desafio dos Deuses; jogo de ação em plataforma 3D, lançado em 2013, pelo Laboratório de Jogos Digitais da Universidade Feevale em parceria com a Jambô Editora, em uma campanha de financiamento coletivo[26].

Referências

  1. «Tormenta». Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação 
  2. Talude (23 de julho de 2005). «Dragão Brasil : Dragão Brasil #113 - Tópico a Tópico». Rede RPG 
  3. Carlos Costa (2 de fevereiro de 2004). «Entrevista: Cassaro». HQ Maniacs 
  4. Dragão Brasil #44
  5. Dragão Brasil #45
  6. Dragão Brasil #46
  7. a b Érico Borgo (31 de Março de 2003). «Omelete entrevista: Marcelo Cassaro fala sobre Dungeon Crawlers». Omelete 
  8. a b press release (29 de maio de 2004). «Promoção da Talismã no EIRPG». RedeRPG 
  9. Gustavo Brauner (12 de julho de 2006). «Entrevista com Marcelo Cassaro». Sobrecarga 
  10. press release (3 de junho de 2005). «RPG: Tormenta : Tormenta Daemon – Um cenário bem mais maduro». Rede RPG 
  11. Wagner Luiz Schmit (25 de julho de 2008). «RPG e Educação: alguns apontamentos teóricos» (PDF). Universidade Estadual de Londrina 
  12. Richard Garrel (8 de maio de 2003). «Tormenta D20». RedeRPG 
  13. Talude (27 de julho de 2005). «RPGMaster #01 - Tópico a Tópico». RedeRPG 
  14. Press Release (3 de junho de 2005). «Tormenta Daemon – Um cenário bem mais maduro». RedeRPG 
  15. Press Release (25 de novembro de 2005). «Guia do Mestre 3.5». RedeRPG 
  16. Addison Araújo (16 de junho de 2012). (PDF). Intercom Game: uma aventura, um aprendizado http://www.intercom.org.br/papers/regionais/nordeste2012/resumos/R32-1410-1.pdftítulo=Roleplaying Game: uma aventura, um aprendizado Verifique valor |URL= (ajuda)  Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  17. Marcelo Cassaro. «A volta de 3D&T». Jambô Editora 
  18. Equipe Dragon Slayer (turbinada) [et al.] (2009). «Editorial». Editora Escala. Dragon Slayer (24) 
  19. Marcelo Lacerda (16 de janeiro de 2011). «Tormenta RPG e Valkária: Como fragmentar um sistema fragmentado». Rede RPG 
  20. Manual do Aventureiro Alpha Jambô
  21. «DragonSlayer nº 31». Jambô Editora. Arquivado do original em 28 de outubro de 2014 
  22. Thiago Colás (20 de março de 2013). «Jambô lança edição revisada de Tormenta». HQManiacs 
  23. Hobbit, Nina (13 de abril de 2016). «Tudo sobre o RPG Tormenta Alpha, entrevistamos os criadores!». Garotas Geeks. Consultado em 14 de abril de 2019 
  24. Cuter, Daniel (19 de agosto de 2017). «Lançamento: Tormenta RPG — Módulo Básico: Edição Guilda do Macaco». News RPG. Consultado em 14 de abril de 2019 
  25. Tormenta 20
  26. Editora, Jambô (05 de março de 2013). «Tormenta: O Desafio dos Deuses». Catarse. Consultado em 14 de abril de 2019  Verifique data em: |data= (ajuda)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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