3D&T

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

ce

3D&T
Autor Marcelo Cassaro, Marlon Teske "Armageddon", Gustavo Brauner
Ilustrador Marcelo Cassaro, Érica Awano, Eduardo Francisco
Editora(s) Editora Trama/Talismã, Editora JBC (4D&T), Jambô Editora (3D&T Alpha)
Idiomas português brasileiro
Lançamento 1995 (D&T)
1996 (AD&T)
1998 (3D&T)
2000 (Manual 3D&T)
2001 (Defensores de Tóquio - O Jogo de RPG, Manual 3D&T R.A., 3D&T Fastplay)
2003 (Manual 3D&T R.A.T., 3D&T Fastplay PDF)
2006 (4D&T)
2008 (3D&T Alpha)
2011 (3D&T Alpha Revisado)
2015 (3D&T Alpha Revisado, 2ª impressão)
Gênero humor, super-herói, genérico
Sistema próprio
Licença Open Game License (4D&T), licença aberta (3D&T Alpha)
Faixa etária Inadequado para menores de 14 anos i DEJUS (Brasil) (Manual 3D&T)[1]
Inadequado para menores de 12 anos i DEJUS (Brasil) (3D&T Alpha)[2]
Website Página Oficial

3D&T, anteriormente conhecido como "Defensores de Tóquio", é um sistema simples de RPG que satiriza os animes, mangás, jogos de luta e séries japonesas (Tokusatsu) indicado para jogadores iniciantes[3] . Foi criado por Marcelo Cassaro, antigo editor executivo da revista Dragão Brasil, com o objetivo de apresentar o RPG para iniciantes ou para pessoas que não têm como gastar muito.

Nele, o jogador tem um número de pontos (determinado pelo Mestre) e com eles define as características de seu personagem, além de comprar vantagens e pericias. A facilidade para criação de personagem e o preço acessível fez desse um jogo popular no Brasil. Muitos jogadores começaram a jogar RPG com o 3D&T, que depois de um tempo ganhou o cenário oficial chamado Tormenta que é baseado em vários cenários de RPGs de fantasia medieval. O Manual Defensores de Tóquio Terceira Edição Turbinado Ampliado e Revisado veio simplificar ainda mais o jogo, mudando as regras de combate e o sistema de magias.

Entre 2000 e 2001, a editora Trama também chegou a lançar uma revista em quadrinhos em formatinho chamada "Defensores de Tóquio", a revista era composta por histórias no estilo mangá e teve apenas 3 edições.[4] [5]

História[editar | editar código-fonte]

As séries de tokusatsu foram algumas das inspirações para Marcelo Cassaro criar o sistema

Seu criador, Marcelo Cassaro, foi roteirista das revista O Pequeno Ninja (onde estreou o personagem Capitão Ninja)[6] e Heróis da TV da Editora Abril, onde foram publicadas histórias de Jaspion, Cybercop, Kamen Rider entre outros[7] [8] , na revista Os Trapalhões, experimentou o conceito de Aventura Solo na paródia "Didiana Jones,[9] [10] [11] posteriormente, roteirizou os quadrinhos de Street Fighter pela Editora Escala[12] , também editou as revistas Progames e Gamers na mesma editora (onde utilizou novamente o Capitão Ninja, em paródias aos personagens de jogo de luta),[13] nas páginas da Gamers, chegou a escrever matérias sobre RPG e apresentou um projeto de revista a editora, com a recusa, se mudou para Trama, criada por Ruy Pereira,[14] um ex-sócio da Escala.[14]

D&T[editar | editar código-fonte]

Considerando as "influências orientais" do autor, o sistema foi criado para jogar em cenários inspirados em produções japonesas (animes, Video games e tokusatsus), recebendo o nome apropriado de Defensores de Tóquio, abreviadamente D&T (uma alusão a D&D, sigla de Dungeons & Dragons).

Inicialmente Defensores de Tóquio seria um suplemento para Toon, um sistema de RPG satírico baseado em desenhos animados americanos (Pica-Pau, Tom & Jerry, Looney Tunes, etc) publicado em 1984 pela Steve Jackson Games. No Brasil o jogo Toon foi publicado em 1996 pela Devir Livraria com título o "Toon - O RPG no Mundo dos Desenhos Animados", como o projeto não vingou, Cassaro resolveu criar um sistema próprio sem qualquer relação com as regras de Toon[15] .

Assim, Defensores de Tóquio surge em outubro de 1995[16] pela Editora Trama (editora que publicava a revista Dragão Brasil), sendo publicado como o primeiro número da revista Dragão Brasil Especial, com apenas 30 páginas. Apenas 4 meses depois, em janeiro de 1996, o D&T já havia vendido mais de 10.000[17] exemplares!

AD&T[editar | editar código-fonte]

Uma segunda versão foi lançada e chamada de Advanced Defensores de Tóquio ou AD&T (outra alusão a Dungeons and Dragons, o sistema Advanced Dungeons and Dragons, o AD&D), sendo publicada na revista Dragão Brasil Especial #03 em junho de 1996[18] , com menos de 50 páginas. Não havia perícias, e o custo das características e vantagens era exatamente 10 vezes maior. Os personagens eram construídos com 150 pontos e as vantagens eram poucas e bem específicas ao universo anime e mangá. Faltava o elemento "genérico" das edições posteriores.

3D&T[editar | editar código-fonte]

Em 1998, surge a terceira edição[15] , apelidada de 3D&T (Defensores de Tóquio 3ª Edição), essa nova versão teve cenários licenciados de jogos de Video game: Street Fighter, Final Fight, Mortal Kombat, Darkstalkers e Megaman[19] , além de regras e adaptações na revista Dragão Brasil. Esta edição mudou o custo de todas as características e vantagens, e acrescentou pela primeira vez as perícias. As licenças de jogos da Capcom permitiu que a editora publicasse o jogo Street Fighter: The Storytelling Game da White Wolf, publicado com o nome de Street Fighter: O Jogo de RPG, a editora teve problemas com a Devir, que publicava os livros do Mundo das Trevas, que também usava o sistema Storyteller, no fim, os direitos foram pagos apenas a White Wolf.[20]

O Manual 3D&T de capa vermelha, foi lançado em Março de 2000 como brinde na compra da revista Dragão Brasil #60. A novidade é que o sistema deixou de ser exclusivo para produções japonesas e passou a ser genérico (tal como GURPS)[15] . Esse manual representou a consolidação das regras do sistema, antes esparsas nos fascículos de adaptação de cenários específicos e em artigos na Dragão Brasil. De acordo com o Cassaro, a transformação em um sistema genérico foi para evitar problemas com direitos autorais.[7]

Em Janeiro de 2001, foi publicado o livro "Defensores de Tóquio - O Jogo de RPG", livro que segue a premissa original do sistema em satirizar produções japonesas[15] [21] , mas agora atualizado com as regras da 3ª edição. No mesmo ano veio o "Manual 3D&T Revisado e Ampliado", também conhecido como Primeiro Manual Azul ou RA (Rev. e Ampl.). Também em 2001 foi lançado o primeiro 3D&T Fastplay, uma versão resumida do sistema, distribuída gratuitamente na internet no site oficial da revista Dragão Brasil[22] no formato html, e em vários sites de RPG no formato .doc. A Devir lança a terceira edição Dungeons and Dragons, que implementou no país a Open Game License (OGL), que permite que outras editoras usem um sistema inspirado em D&D, os chamados Sistema d20 e OGL sem infringir direitos autorais.[23] Em 2002, o Manual Fastplay foi dado como brinde na revista Dragão Brasil #79[24] [25] .

Em Fevereiro de 2003, o "Manual 3D&T Revisado, Ampliado e Turbinado", também conhecido como Segundo Manual Azul, Manual RAT (Rev., Ampl. e Turb.), ou apenas Manual Turbo. Após o lançamento do Manual Turbinado foi lançado um ebook no formato pdf do 3D&T Fastplay[24] e uma versão impressa[26] . Esse foi o segundo Fastplay. Em termos de regras, a edição Turbo acrescentou o sistema de Pontos de magia (PMs), novas vantagens e desvantagens e o sistema de Força de Ataque (FA) e de Defesa (FD). Nesse ano é lançado o Tormenta D20.[27]

Foram publicados suplementos para 3D&T baseados nas revistas em quadrinhos U.F.O. Team [25] [28] e Holy Avenger[29] (ambas criadas pelo próprio Marcelo Cassaro). Também foram lançados os livros A Libertação de Valkaria e Tormenta 3D&T[30] Em 2004, é lançado Ação!!!, um sistema OGL baseado em D20 Modern.[31]

Em 2005, Cassaro e os demais membros do Trio Tormenta, Rogério Saladino e JM Trevisan, sairam da Talismã (anteriormente conhecida como Trama) e passaram a trabalhar em duas editoras, a Manticora (que publicou um outro OGL de Cassaro, Primeira Aventura)[32] e a Mythos Editora. Na Manticora, lançaram a revista Dragon Slayer, diferente da Dragão Brasil, a revista era focada em Sistema d20 e OGL, criada em parceira com a equipe da D20 Saga (também publicada pela Manticora)[3] . Na Mythos Editora, o Trio publicou as revistas em quadrinhos: Holy Avenger Reloaded[33] , Dungeons Crawlers[34] e uma revista dedicada a 3D&T, a RPG Master.[35]

Em 2006, Cassaro deixaria de dar suporte a 3D&T por questões autorais. Segundo ele, a Talismã vendia manuais do sistema sem pagar os direitos autorais aos autores envolvidos, com isso o Trio passou a se dedicar mais ao cenário Tormenta.[7]

4D&T[editar | editar código-fonte]

Em julho de 2006 foi lançado o jogo 4D&T, a 4° Edição do jogo Defensores de Tóquio pela Editora JBC (editora nipo-brasileira de mangás)[36] , neste jogo se usa 4 dados de 6 lados. O livro foi publicado sob a Open Game License.[36] . Essa edição é em si uma alteração do Sistema d20, porém com dados de seis faces. Por isso ele recebe impropriamente o nome de Quarta Edição de D&T, na prática ele não é. Apesar da Dragon Slayer ter dado suporte ao jogo, ele não teve suplementos publicados, foi prometido um suplemento intitulado Manual da Magia,[37] porém, nunca chegou a ser publicado, o próprio Cassaro liberou o manual em formato .doc.

3D&T Alpha[editar | editar código-fonte]

Logo oficial da mais recente edição.

Em setembro de 2008, o 3D&T voltou a ser editado agora pela Jambô Editora[38] , o nome do novo Manual é 3D&T Alpha inspirado no jogo Street Fighter Alpha 3, o Manual foi lançado nos formatos impresso e pdf (que pode ser adquirido gratuitamente no site oficial da Jambô Editora)[39] .

O novo manual não apresenta tantas diferenças ao sistema antigo, tendo um formato de leitura diferencial da maioria dos livros (paginas "deitadas" ao invés da formato vertical habitual) e sofrendo mudanças em algumas áreas como o sistema de magia, agora mais simplificado e direto do que o antigo. O uso e conquista de itens e equipamentos também mudou, agora sendo baseado em PEs (Pontos de Experiência) que também podem ser usados para diversas outras coisas. Em suma, mudança na mecânica e custo de muitas das vantagens, novas vantagens únicas, novas escalas de poder e um sistema de magia totalmente reformulado.

Uma novidade em 3D&T Alpha é que o sistema passou a ter uma licença aberta:

Você é autorizado a usar as regras de 3D&T em seus próprios jogos, livros ou títulos, mas não os elementos do mundo de TORMENTA. Para estes, você precisa da autorização legal de seus autores.
 
Marcelo Cassaro, Manual 3D&T Alpha, pág.12.

Em 2010, foi lançado o Manual do Aventureiro Alpha (com os KITs atualizados e com novas regras), Em novembro do mesmo ano, a partir do número 31, a revista Dragon Slayer passa a trazer matérias sobre o novo cenário para 3D&T, Mega City[40] [41] , uma vez que a revista deixou de ser exclusivamente dedicada a D20 e OGL por conta do lançamento de D&D Quarta Edição pela Devir em 2009, que trouxe ao país a licença GSL (Game System License), que revogava a licença OGL[42] [43] .

Em Maio de 2011, a Jambô Editora publicou uma Edição Revisada do Manual 3D&T Alpha. Sendo lançado com nova capa, mas com mesmo número de páginas. A numeração das páginas também mudou, além disso as páginas são numeradas de forma simpática como 1d + número da página. Assim, a declaração de Licença Abera do autor, antes na página 12, agora está na pág. "1d+11". Além disso a Edição Revisada se limitou a corrigir a ortografia e erros menores em algumas poucas vantagens, perícias e magias. Poucas coisas foram realmente modificadas[44] [45] .

Em 2012, seriam publicados dois cenários oficiais para 3D&T Alpha: Mega City de Gustavo Brauner – e, pouco tempo depois, Brigada Ligeira Estelar de Alexandre Lancaster.[46] Enquanto Mega City é um cenário amplo, reunindo temas diferentes como androides, sobrenatural, super-heróis e outros, Brigada Ligeira Estelar é dedicado especificamente aos gêneros space opera e mecha com influência swashbuckler. Em 2013, com o cancelamento da revista Dragon Slayer, o site da Jambô passou a trazer material dedicado ao sistema.[47]

Em 2015 a tiragem da Edição Revisada se esgotou, no que a editora decidiu reimprimir modificando algumas coisas. Muito pouco foi alterado em relação as Vantagens Únicas, no geral apenas de adequações de custos. Já as vantagens, quase todas as mudanças foram aplicadas para aumentar a utilização delas em jogo. Várias magias tiveram sua mecânica alterada também. Algumas regras também foram simplificadas e melhoradas: Escalas de Poder, Choque de Energia e Sacrifício Heroico[48] . De fato não é uma nova edição revisada, mas uma "segunda impressão", exatamente como consta no livro do jogo, na mesma página dos dados de catalogação.

Numeração das Edições[editar | editar código-fonte]

À primeira vista a numeração das edições do jogo parece confusa. Na prática, se considerarmos que uma edição de um jogo representa uma mudança nas regras, então o 3D&T Alpha corresponderia à 5ª Edição.

Versão das Regras Livro Ano Comentários
1.0 D&T 1994 A primeiríssima edição.
2.0 AD&T 1996
3.0 3D&T (avulsos) 1998 Não havia manual, apenas as adaptações em revistas avulsas (Street Fighter, Final Fight, Mortal Kombat, Darkstalkers e Megaman). Esta edição mudou o custo de todas as características e vantagens, e acrescentou pela primeira vez as perícias.
3.0 3D&T Manual (Vermelho) 2000 Consolidou as regras do 3D&T num manual.
3.5 3D&T Manual Revisado e Ampliado (Azul) 2001 A diferença para o Vermelho é o acréscimo de vantagens.
4.0 3D&T Manual Revisado, Ampliado e Turbinado (Azul) 2003 A turbo acrescentou o sistema de Pontos de Magia (PMs), novas vantagens e desvantagens e o sistema de Força de Ataque (FA) e de Defesa (FD).
5.0 3D&T Alpha 2008 Mudança na mecânica e custo de muitas das vantagens, novas vantagens únicas, novas escalas de poder e um sistema de magia totalmente reformulado.
5.5 3D&T Alpha Revisado 2011 Também chamado de "3D&T Alpha II". Mudanças pontuais em algumas poucas vantagens e magias.
5.75 3D&T Alpha Revisado, 2ª impressão 2015 Também chamado de "3D&T Alpha III". Mudanças pontuais em algumas vantagens e magias. Algumas regras sutilmente alteradas: Escalas de Poder, Choque de Energia e Sacrifício Heroico.

Mas por que manter o nome 3D&T? O próprio autor explica:

"Haveria um novo Manual 3D&T. Novo, mas ainda trazendo o número 3. [...] Qualquer fã sabe que eu procuro inspiração em Street Fighter para dar nomes ao livro básico. SF II foi o primeiro grande sucesso do game. SF III não agradou tanto (muita gente adora a jogabilidade, mas o elenco tinha o carisma de uma beterraba). Então veio SF Zero — ou Alpha. Uma volta às origens, mas com novos lutadores. [...] A primeira versão de 3D&T foi, justamente, uma adaptação oficial licenciada de Street Fighter Zero 3. [...] (Mais tarde o Trevisan me avisou que “alfa” é também um termo de informática para qualquer software ainda em estágio de testes. Como o jogo Pathfinder RPG, que nos Estados Unidos deve substituir Dungeons & Dragons 3a Edição, e por enquanto existe apenas em uma versão de testes gratuita.)"

Marcelo Cassaro, Manual 3D&T Alpha, págs. 6-7.

Em suma, o 3D&T Alpha, comparado ao Street Fighter - afinal 3D&T é um jogo que simula jogos de videogame japonês - é também uma volta às origens, além do fato de que a primeira adaptação de 3D&T foi de Street Fighter Zero! Ele não poderia ter bebido em outra fonte para dar nome à nova edição que, na verdade, seria a 5D&T.

Além disso, o autor já declarou gostar da "mística" do número 3 que permeia o universo (santíssima trindade, três estados da matéria etc)[25] . Na mesma oportunidade ele também reconheceu a força da marca 3D&T: esse nome pegou, mudar agora causaria muita confusão. Podemos esperar novas edições usando essa mesma marca.

Sistema 3D&T básico[editar | editar código-fonte]

O sistema inicial de Defensores de Tóquio utiliza-se apenas de D6 para a realização de todos os testes, tanto os de avaliação de dano quanto os de atributos. Basicamente num combate o atacante joga o dado e soma o resultado à determinadas características do personagem, alteradas pelas vantagens/desvantagens ofensivas. O defensor faz o mesmo, porém com suas características e vantagens defensivas. A diferença entre os resultados finais de atacante (força de ataque ou FA) e defensor (força de defesa ou FD) determina o dano infligido. Para testes de características, aqueles que determinam o grau de sucesso do personagem em determinadas ações, o jogador joga o dado e compara o resultado com o atributo em questão, que varia de acordo com a ação que está tentando realizar. Se o numero do dado for igual ou menor do que a característica envolvida, a ação é bem sucedida, caso contrário, a ação falha, não acontecendo ou sendo realizada de uma maneira não desejada.

Referências[editar | editar código-fonte]

Notas
  1. «Defensores de Tóquio». Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação. 
  2. Manual 3D&T Alpha. Site Oficial da Jambô Editora
  3. a b Raphael Di Cunto (30 de maio de 2005). «Entrevista com a equipe da Dragon Slayer». Sobrecarga. 
  4. Dragão Brasil #66 (Outubro de 2000), Editora Trama
  5. Sergio Peixoto Silva. (2012). "O mangá no Brasil". Clube do Anime Extra. Minuano.
  6. As Aventuras do Capitão Ninja, Editora Escala, 1994
  7. a b c Gustavo Brauner (12 de julho de 2006). «Entrevista com Marcelo Cassaro». Sobrecarga. Consultado em 30/11/2009. 
  8. Magico (18/03/2004). «O Fantástico Jaspion». site RedeRPG. Consultado em 30/11/2009. 
  9. «Didi Volta para o Futuro #1». Universo HQ. 
  10. Marcelo Cassaro. Dragão Brasil Especial #23, Editora Trama
  11. J. M. Trevisan (15/08/2013). «Especial — Parabéns Tio Palada!». Jambô Editora. 
  12. Os Quadrinhos de Street Fighter. Revista Oficial Street Fighter. St, Editora Escala 1995
  13. Entrevista com Marcelo Cassaro. RedeRPG. 05/05/2003
  14. a b Hercílio de Lourenzi. «comunicação - Ed. Escala». Gráfica Oceano. 
  15. a b c d J.D Nunes (Novembro de 2000). "Defensores de Tóquio". Dragão Brasil #67. Editora Trama
  16. Conforme anunciado na página nº5 da Dragão Brasil #07 (publicada em outubro de 1995) e do editorial da Dragão Brasil Especial #07, que afirma que a publicação foi em 1995.
  17. Conforme Dragão Brasil #10, pág.5.
  18. Conforme anúncio que se lê na página nº5 da Dragão Brasil #15, publicada em junho de 1996.
  19. «Títulos 3D&T». site oficial da revista Dragão Brasil. 
  20. Marcelo Cassaro (Março de 2008). Revista Dragon Slayer #19 - Street Fighter RPG, Editora Escala
  21. Talude (08/03/2004). «Dragão Brasil nº103 - Tópico à tópico». RedeRPG. 
  22. «3D&T Fastplay». site oficial da revista Dragão Brasil. 
  23. Wagner Luiz Schmit (25/07/2008). «RPG e Educação: alguns apontamentos teóricos» (PDF). Universidade Estadual de Londrina. 
  24. a b Marcelo Cassaro (2003). 3D&T Fastplay, Editora Trama ISSN 1413-599XX
  25. a b c Marcelo Cassaro (22/04/2003). «3D&T Turbinado». Rede RPG. 
  26. «Manual 3D&T Fastplay». site oficial da revista Dragão Brasil. 
  27. Richard Garrel (08/05/2003). «Tormenta D20». RedeRPG. 
  28. Talude (03/11/2003). «Cassaro Anuncia Novos Títulos D20». Rede RPG. 
  29. Talude (30/11/2004). «Holy Avenger 3D&T». Rede RPG. 
  30. Bruno "BURP" Schlatter (23/07/2004). «Tormenta 3D&T (resenha)». Rede RPG. 
  31. press release (17/01/2004). «RPG: Ação!!! : Ação!!!». RedeRPG. 
  32. «Cassaro tira mais dúvidas». RedeRPG. 20/03/2005. 
  33. Marcelo Naranjo, sobre o Press Release (04/05/05). Mythos Editora lança Holy Avenger Reloaded. Universo HQ
  34. Sidney Gusman, sobre o press release (04/04/2003). Dungeon Crawlers, de Marcelo Cassaro, sairá pela Mythos. Universo HQ
  35. Talude (27/07/2005). «RPGMaster #01 - Tópico a Tópico». RedeRPG. 
  36. a b «Editora JBC lança o livro Defensores de Tóquio - Manual 4D&T». site da revista Henshin. 04/07/2006. 
  37. Marcelo Cassaro (2006). "Magia Talentosa (e Defeituosa...)" Dragon Slayer (10). Editora Escala
  38. Gruingas (05/08/2008 00:10:00). «O Retorno do 3D&T!». RedeRPG. 
  39. Marcelo Cassaro. «A volta de 3D&T». Jambô Editora. 
  40. «DragonSlayer nº 31». Jambô Editora. 
  41. DragonSlayer nº 32. Jambô Editora
  42. «Rede RPG faz concurso de aventuras de D&D». Bigorna.net. 
  43. (2009) "Notícias do Bardo - OGL, GSL, SRD... PQP!". Dragon Slayer (24). Editora Escala.
  44. Fabrícius Viana (29/08/2011). «Resenha: Manual 3D&T Alpha Revisado». Defensores de Tóquio. Consultado em 01/02/2012. 
  45. Fernando Fiorin (29/01/2009). «D&D 40 anos – Dungeons & Dragons 3ª Edição e o d20 System». RedeRPG. 
  46. Brigada Ligeira Estelar da Jambô, no Social Comics
  47. Leonel Caldela (10/07/2013). «A Busca pela DragonSlayer Perdida». Jambô Editora. 
  48. BRASIL, João. Está chegando a 3ª edição de 3D&T in Confraria de Arton. Acessado em: 4 de setembro de 2015. PS.: Wikipédia não permite citar blogs do blogspot.
Web

Ligações externas[editar | editar código-fonte]