Espartilho

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Moda de 1879

Espartilho ou Corset é uma peça do vestuário feminino que dispõe de barbatanas metálicas e amarração nas costas. [carece de fontes?] Essa peça tem como objetivo reduzir a cintura e manter o tronco ereto, controlando as formas naturais do corpo e conferindo a ele mais elegância. [carece de fontes?] O Corselete é um tipo de espartilho que é usado por fora.[1]

História[editar | editar código-fonte]

O Espartilho ou Corset surgiu por volta do século XVI na Ingaterra, e tinha como objetivo manter a postura e dar suporte aos seios. Somente por volta do século XIX graças a invenção dos ilhóses e o uso de barbatanas de baleia que a atenção foi voltada para a cintura e teve início a era das cinturas minúsculas, conhecida como era Vitoriana. A peça caiu em desuso no ano de 1901, foi quando foi inventado o sutiã. No década de 1930 ela foi usada pelas Pin-ups e inspirou Christian Dior, que criou o New Look. No final da década de 1940 o espartilho se tornou um acessório do fetiche. No início dos anos 80 alguns estilistas trouxeram de volta à moda peças que antes tinham sido relegadas ao fetiche e dentre elas estava o Espartilho. Esse revival não durou muito, em 1990 apenas poucos espartilhos apareciam em coleções de estilistas famosos. Em 2010, o espartilho voltou à moda.[2]

Do século XVI para cá os espartilhos mudaram bastante. [carece de fontes?] No início eram feitos com tecidos pesadamente engomados, hoje usados em tapeçaria e reforçados com junco e cordas engomadas. [carece de fontes?] Atualmente temos peças muito mais leves, feitas com barbatanas ortopédicas. [carece de fontes?]

Existem vários tipos de espartilhos para todos os gostos, seja para usar debaixo de alguma roupa, seja para usá-lo sozinho apenas. [carece de fontes?] Também pode ser usado como um apelo sexual. [carece de fontes?]

Pin Ups[editar | editar código-fonte]

O espartilho ou Corset é um símbolo para as pin ups, assim como o batom vermelho. [carece de fontes?] No Brasil, as Pin Ups voltaram a moda no ano de 2010 e permaneceram em 2011. [carece de fontes?]

Riscos do uso[editar | editar código-fonte]

A pressão excessiva no abdome traz riscos, pois reflete nos órgãos internos e, consequentemente, no aumento da pressão venosa precipitando o aparecimento de varizes e inchaço nas pernas. [carece de fontes?] Em casos extremos, isso pode causar uma trombose. [carece de fontes?] A pressão interna também eleva o diafragma, modificando a dinâmica respiratória. [carece de fontes?] O que pode levar à atelectasia, resultado da diminuição da ventilação pulmonar, o que pode provocar acúmulo de secreções e até uma infecção. [carece de fontes?]

Com relação à pressão sofrida nas costelas flutuantes, a fim de moldá-las: elas são fáceis de quebrar por estarem presas apenas na parte de trás. Mas elas são assim justamente para não comprimirem o abdome e para protegerem os órgãos vitais.[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Referências