Má-nutrição

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A má-nutrição pode vir a ocorrer de uma diminuição da nutrição ou desta em excesso (nutrição excessiva). Ambas são causadas por um desequilíbrio entre as necessidades essenciais de nutrientes do organismo e a ingestão dos mesmos. A desnutrição pode ser decorrente também da ingestão inadequada devida a uma dieta ruim ou à má absorção intestinal da utilização anormalmente elevada de nutrientes pelo organismo ou da perda anormal de nutrientes através da diarreia, da hemorragia, da insuficiência renal, dentre outros.

A hiper-nutrição ocorre devido ao consumo de alimento em exagero, do uso excessivo de vitaminas ou de outros suplementos ou da falta de atividade física. A desnutrição ocorre em estágios. Primeiramente ocorrem alterações nas concentrações de nutrientes no sangue e nos tecidos. A seguir, ocorrem mudanças nos níveis de colesterol. Posteriormente, os órgãos , tecidos e células apresentam disfunções e, em seguida, manifestam- se os sinais de doença ,viroses e, consequentemente, a morte.

Dados[editar | editar código-fonte]

Em 1995, a má nutrição foi responsável por 6,6 milhões das 12,2 milhões de mortes entre crianças menores de cinco anos. Isso representa 54% da mortalidade infantil nos países em desenvolvimento. No mesmo ano, mais de 200 milhões de crianças tiveram seu crescimento retardado pela má nutrição. Estas crianças têm maior probabilidade de apresentar baixo desenvolvimento cognitivo, sofrer danos neurológicos, além de ter menos resistência a doenças. Na idade adulta, estarão em maior risco de contrair doenças cardiovasculares, pressão alta, diabetes, altas taxas de colesterol e problemas renais. A desnutrição pode ser prevenida e reduzida por meio de uma combinação de fatores, como adequada assistência pré-natal, práticas apropriadas de alimentação na primeira e segunda infâncias, prevenção e controle de infecções, consumo adequado e balanceado de alimentos e exercícios regulares. A maioria dos programas nacionais contra a desnutrição infantil inclui a promoção e proteção da amamentação, promoção da alimentação complementar oportuna e adequada, inócua e apropriada, monitoramento do crescimento, controle das carências de micronutrientes, e nutrição da gestante e lactante. De modo geral, a má nutrição deve ser considerada como um todo e não apenas enfoque na desnutrição energético-proteica, ou seja, a carência de calorias e proteínas por exclusiva falta de alimento. É essencial acompanhar também o estado micronutricional, uma vez que os dois estão intrinsecamente ligados. Melhorar o estado energético-proteico, sem atentar para as carências de micronutrientes não resultará em bom crescimento.

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