Máfia

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Al Capone foi um dos notáveis mafiosos da década de 30 e 40.

Máfia é uma organização criminosa cujas atividades estão submetidas a uma direção colegial oculta e que repousa numa estratégia de infiltração da sociedade civil e das instituições.[1] Pode-se também falar de sistema mafioso. Os membros são chamados mafiosos (no singular: mafioso).

Uma das famílias mais temidas e poderosas relacionadas a máfia italiana foi a família Flausino.

Na Itália existem diversas máfias, sendo mais conhecida a "Cosa nostra" (em português "nosso assunto" ou "nossa coisa"), de origem siciliana.[2] A Camorra, napolitana, e a 'Ndrangheta, da Calábria são outras conhecidas associações mafiosas.

A Máfia surgiu no sul da Itália na época medieval. Seus membros eram lavradores arrendatários de terras pertencentes a poderosos senhores feudais. Mas eles pretendiam dividir essas terras e, para isso, começaram a depredar o gado e as plantações. Quem quisesse evitar esse vandalismo deveria fazer um acordo com a máfia. Da Itália, a indústria da "proteção forçada" se espalhou para o mundo inteiro, em especial para os Estados Unidos. A trilogia O Poderoso Chefão dirigido por Francis Ford Coppola, baseado no livro homônimo escrito por Mario Puzo, conta a história da família mafiosa Corleone de 1945 até 1979 e do crescimento da máfia nos Estados Unidos.

A palavra "mafia" foi tirada do adjetivo siciliano mafiusu, que tem suas raízes no árabe mahyas, que significa "alarde agressivo, jactância" ou marfud, que significa "rejeitado". Traduzido livremente, significa bravo. Referindo-se a um homem, mafiusu, no século XIX, significava alguém ambíguo, arrogante, mas destemido; empreendedor; orgulhoso, de acordo com o acadêmico Diego Gambetta.

De acordo com o etnógrafo siciliano Giuseppe Pitrè, a associação da palavra com a sociedade criminosa foi feita em 1863 com a peça I mafiusi di la Vicaria (O Belo Povo da Vicaria) de Giuseppe Rizzotto e Gaetano Mosca, que trata de gangues criminosas na prisão de Palermo. As palavras Máfia e mafiusi (plural de mafiusu) não são mencionadas na peça e foram, provavelmente, inseridas no título para despertar a atenção local.

A associação entre mafiusi e gangues criminosas foi feita através da associação que o título da peça fez com as gangues criminosas, que eram novidade nas sociedades siciliana e italiana àquela época. Consequentemente, a palavra "máfia" foi criada por uma fonte de ficção vagamente inspirada pela realidade e foi utilizada por forasteiros para descrevê-la. O uso do termo "máfia" foi posteriormente apropriado pelos relatórios do governo italiano a respeito do fenômeno. A palavra "mafia" apareceu oficialmente pela primeira vez em 1865 num relatório do prefeito de Palermo, Filippo Antonio Gualterio.

Leopoldo Franchetti, um deputado italiano que viajou à Sicília e que escreveu um dos primeiros relatórios oficiais sobre a máfia em 1876, descreveu a designação do termo "Mafia": "o termo máfia encontrou uma classe de criminosos violentos pronta e esperando um nome para defini-la e, dado ao caráter e importância especial na sociedade siciliana, eles tinham o direito a um nome diferente do utilizado para definir criminosos comuns em outros países."[3]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Existem várias teorias sobre a origem do termo "Mafia" (às vezes soletrado "Maffia" nos textos antigos). O adjetivo siciliano mafiusu (em italiano: mafioso) pode derivar da gíria árabe mahyas (مهياص), que significa "agressivo ostentando, gabando", ou marfud (مرفوض) significando "rejeitado". Em referência a um homem, no século XIX, a palavra mafiusu na Sicília, era uma palavra ambígua, significando um valentão, arrogante, mas também destemido, empreendedor e orgulhoso, de acordo com o historiador Diego Gambetta.[4] Em referência a uma mulher, no entanto, a forma feminina do adjetivo "mafiusa" significa bonita e atraente.

Outras possíveis origens do árabe podem ser:

  • maha = pedreira, caverna[5]
  • mu'afa = segurança, proteção[5]

A associação pública da palavra com a sociedade secreta criminosa foi, talvez inspirada pela obra teatral "I mafiusi di la Vicaria" ("Os mafiosos da Vicaria"), de 1863, de Giuseppe Rizzotto e Gaetano Mosca. As palavras Mafia e mafiusi nunca são mencionados na peça; provavelmente eles foram colocadas no título para adicionar um toque local. A peça é sobre uma gangue de prisão de Palermo com características semelhantes à da máfia: um chefe, um ritual de iniciação, e falar de "umirtà" (omertà ou código de silêncio) e "pizzu" (uma palavra-código para dinheiro de extorsão).[6] A peça teve grande sucesso em toda a Itália. Logo depois, o uso do termo "mafia" começou a aparecer nos primeiros relatórios do Estado italiano sobre o fenômeno. A palavra fez sua primeira aparição oficial em 1865 em um relatório do prefeito de Palermo, Filippo Antonio Gualterio.[7]

Operação "Mãos Limpas"[editar | editar código-fonte]

Em meados dos anos 1980, a Máfia atuava até mesmo na esfera pública italiana. Empresários, políticos de diversos cargos e achacadores compunham um sistema sólido, ao qual resistir implicava sérios riscos. Mas a sociedade italiana não se deixaria dominar pelo crime organizado por tanto tempo. Os sistemas Penal e Judiciário foram modificados e dotados de instrumentos mais duros de combate ao crime organizado. Durante a Operação "Mãos Limpas", centenas de mafiosos foram presos, levados a julgamento e condenados. Até mesmo o primeiro-ministro Giulio Andreotti foi acusado de envolvimento com mafiosos (e absolvido em 1995). A reação destes não tardou: 24 juízes e promotores foram assassinados enquanto a Máfia era investigada. Embora ela não desaparecesse por completo, perdeu muito poder embora sua aura ainda seja preservada em filmes e histórias. Seu declínio é uma prova categórica da teoria defendida por muitos – a de que o crime organizado só é neutralizado mediante enérgicas ações do Estado e da sociedade.

Apesar do sucesso da operação Mãos Limpas no combate à máfia italiana, sabe-se contudo que a principal motivação desta operação foi a de desviar a atenção da opinião pública das graves denúncias que o dissidente Vladimir Bukovski trouxe dos Arquivos de Moscovo.

Houve diversos membros de máfias que se destacaram na história. Os famosos Dons e Capos, como eram conhecidos no pais das famílias. Em sua maioria eram de origem italiana. Entre eles se destacam: Al Capone, Lucky Luciano, Don Saro e Tomaso Buscetta.

O caso dos Cordopatri[editar | editar código-fonte]

Um caso bastante famoso que ilustra o poder e a influência da Máfia entre os italianos é o da calabresa Teresa Cordopatri. Seu pai, Domenico, lhe havia deixado como herança olivais que ela e seu irmão, Antonio, desejaram perpetrar, respeitando a tradição da família. Mas os mafiosos estavam de olho nas terras dos Cordopatri, e fizeram reiteradas ameaças a estes. A má vontade dos Cordopatri em tratar com os criminosos – eles não abriram mão de suas férteis terras, ao contrário de outros conterrâneos – acabou por condená-los ao isolamento, ou seja, ninguém gostaria, por óbvios motivos de segurança, de fazer negócios com gente que contrariava os interesses dos mafiosos. Inclusive, os bandidos coagiram Antonio a comparecer a uma reunião. Pouco depois de insultar, nessa reunião, Saverio Mammoliti (também conhecido como Don Saro e membro de uma das mais poderosas famílias mafiosas da Calábria e que perguntara quando Antonio venderia suas terras – por um décimo do valor de mercado), Antonio foi assassinado na frente de sua casa.

Remoída pela dor, Teresa fez a si mesma um juramento pelo qual não só aqueles criminosos seriam punidos, como a 'Ndrangheta jamais colocaria as mãos nas terras dos Cordopatri. A persistência e a coragem de Teresa – mulher de fibra e força de vontade – foram recompensadas em 1992, quando Don Saro e vários outros membros do clã Mammoliti foram condenados a penas que variavam de 5 anos de prisão à prisão perpétua, caso de Francesco Mammoliti, filho de Saverio e mandante do assassinato de Antonio Cordopatri.

Principais famílias da Itália[editar | editar código-fonte]

Barletta[editar | editar código-fonte]

Iniciada em 1960 por Vito Barletta, foi uma das grandes famílias que cresceram apenas na Itália, onde vendiam armas e narcóticos, sendo assim a família mais rica e poderosa da época. Havia poucos capangas, pois o próprio Don Vito assassinou o Don Turin, tendo acordo com a família Cordopatri. Em 1985 Vito vingou o assassinato de Luca Mezza, seu sócio da Mafia, e se "suicidou" após ter conseguido o domínio total.[8]

Loschiavo[editar | editar código-fonte]

A família Loschiavo, ou Losquiavo, teve origem em meados de 1880. Com grande importância na política italiana, a família teve que fugir da Itália para vários países da América, incluindo o Brasil. A família é lembrada até hoje na região de Cosenza, na Calábria.

Turin[editar | editar código-fonte]

A família Turin teve uma grande parte de seus homens mortos após pequena guerra contra os Barletta em conjunto com a familia Piantavini, teve seu reinado no comércio de drogas e armas no período de 1973 a 1975 teve seu fim decretado em 1992 devido a má fase a crise e a ameaças da família Barletta.

Cordopatri[editar | editar código-fonte]

A família Cordopatri foi quem espalhou a máfia para os EUA era conhecida pela alta venda de armas sempre favorecendo as famílias maiores, em 1986 venderam um alto valor de armas a família Stracci, os Stracci não pagaram então os Cordopatri mandaram homens para matá-los mas não deu certo e acabaram mortos, e os poucos que viveram resolveram encerrar com o comércio.

Gerevini[editar | editar código-fonte]

Provenientes de Castelfranco D'óglio, na província de Cremona, eram importante peça da máfia italiana. Eram muito discretos no que faziam e exigiam sigilo total, talvez por isso não são tão citados. Tinham uma provável co-ligação com os "Cosa Nostra". Eram frios e conhecidos por não deixar rastros(prova disso, é que hoje não se encontram arquivos e fichas policiais sobre os mesmos).

Gallo[editar | editar código-fonte]

Proveniente de Fagnano Castello que é uma comuna italiana da região da Calábria, província de Cosenza, com cerca de 4.194 habitantes. Estende-se por uma área de 29 km², tendo uma densidade populacional de 145 hab/km². Faz fronteira com Acquappesa, Cetraro, Malvito, Mongrassano, San Marco Argentano, Santa Caterina Albanese. Nesta Região surgiu em meados de 1900, sendo criada pelo avo de Don Gallo (Fioravante) que era como irmão de Dom Domenico, pai de Antonio Cordopatri quando de seu assassinato Don Gallo ja vivendo fora da Itália, ordenou que os homens ainda remanescentes na organização na Itália se unissem a Teresa Cordopatri para desta forma levar a efeito a N'drangheta ou Vendetta contra Saverio Mammoliti mais conhecido como Don Saro, Don Gallo foi para um país da América do Sul se afastando dos negócios e passou a fabricar e recuperar armas, para membros dos orgãos de segurança do local aonde vivia, sendo muito respeitado neste meio, tendo falecido nos anos 90 de maneira humilde deixando filhos e netos que nunca souberam de suas origens mafiosas quando jovem.

Sluzala[editar | editar código-fonte]

Vinda da Rússia, se instalou em Vêneto no final do século XIX, localmente conhecida como "companheiros" devido a sua forte ligação com a "Cosa Nostra" no ramo de fraudes bancárias e lavagem de dinheiro. Não se tem registros policiais dos mesmos, a família se estabeleceu na cidade de Venice e na Sicília sua fama é de trabalhar objetivamente e com frieza, pouco se sabe de seu paradeiro, acredita-se que seus fundadores tenham se transferido para a América mais especificamente no sul do Brasil e leste dos EUA, sabe-se que seus três fundadores tomaram rumos diferentes. É talvez a família mais misteriosa e com menos registros catalogados.

Chiacchio[editar | editar código-fonte]

Não se sabe bem ao certo sobre essa família somente que ela surgiu Itália e agiu em toda a Europa com grande influência no tráficos de armas pesadas e de drogas além de ser acusado por muitas fraudes de bancos. Coisas que chamam atenção são os seus assassinatos que não deixam rastro nem pistas(prova disso: não existe ficha criminal de nenhum membro da família), sabe-se também que foi umas das maiores famílias que surgiu em 1950 com o líder da família Don Valderes Chiacchio. Outro líder da família de se chamar atenção foi Don Temirames Chiacchio que matou o seu irmão para assumir o cargo de líder da família. A família ainda atua na região da Europa com o trafico, porém não e mais tão poderosa pois após a guerra com a família Bukovski em 1989 ela se enfraqueceu e uma parte se espalhou pelas Américas.

Amorielle[editar | editar código-fonte]

A família Amorielle iniciada em 1902 por Alero Amorielle, conhecida pela sua vasta ficha criminal, foi acusada de fraudes a bancos, comércio de narcóticos e armas, teve seu lugar garantido entre grandes famílias como Cordopatri e Cosa Nostra. Os Amorielle eram conhecidos como a Máfia da Duplicidade. Grande parte dos integrantes da família foram mortos nos conflitos com outras famílias, e até os dias atuais não se sabe o paradeiro da família Amorielle.

Cosa Nostra[editar | editar código-fonte]

A maior família mafiosa italiana, e a maior organização criminosa do mundo. Administram cerca de 7% do PIB Global. Foram responsáveis pela exterminação de famílias consagradas como Cordopatri, Gallo, Fellicci, Mammoliti e outras. O Giuseppe Gava foi o mais poderoso chefe da família Cosa Nostra responsável pela guerra entre as Famílias Bellucci, Turin e Brelloti em 1955 do qual os Cosa Nostra venceram.

É formada pelas famílias Basso, Bortoletto, Cicca, Camolese, Corleone, Gattone, Gava, Giorlanno, Peruzzo, Nadai, Rosolen. Esta organização atua em diversos países: Albânia, Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Bósnia e Herzegovina, Brasil, Bulgária, Chile, Croácia, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estados Unidos, França, Grécia, Holanda, Hungria, Kosovo, Macedónia, México, Monte Negro, Paraguai, Polônia, Portugal, República Checa, Roménia, Sérvia, Suíça, Uruguai.

Os crimes são: sonegações de impostos, cartéis, corrupção, contrabando, extorsão, fraudes, jogos de azar, tráfico de armas, tráfico de informações, tráfico de influências, formação de milícias e esquadrões da morte.

A Interpol afirma que a Cosa Nostra efetua negócios com as máfias Árabe, Chinesa, Russa e Yakuza (Japonesa). Desta forma consegue expandir o seu território de influência.

Entre os membros existe o "voto de silêncio", que implica em nunca colaborar com o governo e as autoridades. Caso o juramento seja violado, a punição é a morte. O principal motivo é a crença de que o governo e as autoridades em geral não estão preocupados com o povo.

A Cosa Nostra tem como um de seus princípios a ajuda a pessoas com problemas, como pagamento de dívidas, custear estudos, remédios e problemas cotidianos. Em troca, a pessoa adquire uma dívida moral, um penhor de gratidão que poderá ser cobrado no futuro. Ela passará a ser protegida pela Cosa Nostra e deverá cumprir com o "voto de silêncio".

Se uma pessoa humilde deseja ser político, advogado, promotor, juiz, médico ou qualquer outra profissão que não tem condições de custear os estudos, ela procura os membros da Cosa Nostra porque eles custearão seus estudos e usaram de influência para conquistar seu objetivo.

Se um ladrão rouba uma pessoa protegida pela Cosa Nostra, ela não vai a polícia, procura os membros que sempre estiveram dispostos a ajudá-lo porque eles resolverão o seu problema.

Se um protegido ou alguém da sua família é assassinado, não conta a polícia, procura os membros que sempre estiveram dispostos a ajudá-lo porque eles se vingarão por si.

Últimos envolvimentos foi o ministro italiano Antonio Gava e o barão do carvão Paulo José Gava.

http://archiviostorico.corriere.it/1993/dicembre/22/camorra_peggio_Cosa_Nostra_intorno_co_0_93122212875.shtml

http://barcelona.b-guided.com/en/noticias/b-served/los-sopranos-gava-s-italian-quarter-382.html

Nava[editar | editar código-fonte]

Nava foi uma família mafiosa que teve sua origem na Itália, na região da Sicília. Ficou conhecida em toda Sicília pela sua grande crueldade, pois os métodos de torturas eram usados com frequência contra os inimigos. A crueldade passou a se tornar cada vez mais forte após Primo Antonio Nava tornar-se chefe da família, dando origem a uma fase de torturas e assassinatos que ficou conhecida pelo nome de Purificação das almas (em italiano, Purificazione delle anime). Pelo fato de o método de punição e vingança ser a tortura ninguém ousava denuncia-los. Após serem perseguidos pelo governo fascista os membros da família Nava fugiram da Itália para proteger a família e os negócios. A casa pertencente à família foi queimada pelos próprios membros para ocultar provas de seus crimes. Segundo informações Primo Antonio Nava teria ido para o Brasil.

Cinema[editar | editar código-fonte]

Muitos filmes foram feitos sobre a máfia, principalmente a máfia norte-americana. Aqui estão alguns dos filmes mais populares sobre mafiosos americanos. Destaques para:

  • Destaque também para o premiado seriado Família Soprano que conta a história de Tony Soprano, um mafioso que procura a ajuda de uma psiquiatra para conseguir lidar com a sua vida familiar e com os negócios da máfia.

Referências

  1. Lupo, Salvatore. História da máfia. UNESP, 2002. pp. 43. ISBN 8571394008
  2. Lupo, Salvatore. História da máfia. UNESP, 2002. pp. 12-13. ISBN 8571394008
  3. Gambetta, Diego. Codes of the Underworld: How Criminals Communicate (em inglês). [S.l.]: Princeton University Press, 2011. p. 211. ISBN 0691152470
  4. Esta etimologia baseia-se nos livros Mafioso por Gaia Servadio; The Sicilian Mafia de Diego Gambetta; e Cosa Nostra de John Dickie (veja abaixo Bibliografia).
  5. a b Gambetta, The Sicilian Mafia. pp. 259-261.
  6. Gambetta, The Sicilian Mafia, p. 136.
  7. Lupo, The History of the Mafia, p. 3.
  8. Azeglio, Massimo d'. Ettore Fieramosca: Or, The Challenge of Barletta. The Struggles of an Italian Against Foreign Invaders and Foreign Protectors. Harvard University. Phillips, Sampson, 1859.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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