Al Pacino

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Al Pacino
Nome completo Alfredo James Pacino
Nascimento 25 de abril de 1940 (71 anos)
Nova Iorque, NY
Nacionalidade Estados Unidos Norte-americano
Ocupação Ator, diretor e produtor
Altura 1,70 (5 ft 7) m
Óscares da Academia
Melhor Ator
1992 - Perfume de Mulher
Emmy Awards
Melhor Ator em Minissérie ou Filme para Televisão
2002 - Angels in America
Prémios Golden Globe
Melhor Ator - Drama
1992 - Perfume de Mulher
2003 - Angels in America
Melhor Ator (minissérie ou filme) em televisão
2010 - You Don't Know Jack
BAFTA
Melhor Ator
1974 - O Poderoso Chefão 2
1975 - Um Dia de Cão
IMDb: (inglês) (português)

Alfredo James Pacino (Nova Iorque, 25 de abril de 1940) mais conhecido como Al Pacino, é um ator norte-americano. Estabeleceu sua carreira durante os anos 70 e se tornou ícone de filmes americanos. Seu processo de atuação é original e se tornou referência para muitos outros atores. Seus papéis se tornaram clássicos e fizeram dele um lenda entre as estrelas de Hollywood e os aspirantes ao mesmo. A qualidade das representações de Pacino, bem como a sua presença no grande ecrã, deram-lhe o estatuto de o melhor ator da história do cinema.

Índice

[editar] Biografia

Al Pacino nasceu no Bronx, filho de Salvatore Pacino e Rose Gerard, que se divorciaram quando ele ainda era criança. De ascendência italiana, o seu pai era de Corleone na Sicília e a sua mãe era filha de um italiano e de uma norte-americana de pais italianos. O actor tem quatro irmãs: Josette, Paula, Roberta e Desiree.

Apesar de ser um dos poucos atores a nunca ter se casado, é pai de Julie Marie(nascida em 1989), fruto do seu relacionamento com a professora de teatro Jan Tarrant. Com a atriz Beverly D'Angelo é pai dos gémeos Olivia e Anton, nascidos no dia 25 de janeiro de 2001.

[editar] Início

Nos fins dos anos 60 estudou sob a supervisão de Lee Strasberg, descobrindo com isso a terapia para uma juventude deprimida e pobre, em que mal tinha dinheiro para apanhar o transporte para as audições. O seu talento falou mais alto, tendo ganho um “Obie award” pela sua interpretação em palco de “The indian wants the Bronx” e um “Tony award” por “Does the tiger wear a necktie?”. O seu primeiro trabalho no grande ecrã foi “Me Natalie” em 1969, mas seria em 1971 com o seu trabalho “The panic in Needle Park” que o seu talento viria ao de cima, tendo ganho a atenção do realizador Francis Ford Coppola.

[editar] Ascensão

Al Pacino no Festival de Cannes em 1996.

A sua ascensão meteórica surgiu após ter desempenhado o papel de “Michael Corleone” no filme de grande sucesso sobre a máfia de Coppola, The Godfather de 1972. Embora muitos actores consagrados pretendessem este papel, Coppola escolheu o então relativamente desconhecido Pacino para o desempenhar. A sua actuação rendeu-lhe uma nomeação para o Óscar de Melhor Ator (coadjuvante/secundário) e até aos finais da década de 1970 conseguiu ainda mais quatro nomeações, todas elas para Melhor Actor.

Apesar de ter tido mais algumas nomeações, somente em 1993 Pacino conseguiria alcançar o almejado prémio com o filme “Scent of a woman” de Martin Brest, no qual desempenha o papel de um militar reformado, cego e com um feitio irascível; para além de ter ganho o Óscar de Melhor Ator (principal), foi também cogitado para a nomeação de Melhor Ator (coadjuvante/secundário) com o filme “Glengarry Glen Ross". O feito de Al Pacino só iria ser repetido em 2005, quando o ator Jamie Foxx ganhou o prêmio de Melhor Ator pela atuação no filme "Ray", o qual interpretava o cantor americano Ray Charles, e foi indicado a melhor Ator (coadjuvante/secundário) pelo filme "Collateral", no qual interpretava o papel de um motorista de táxi a serviço de um homicída interpretado por Tom Cruise. Aproximou-se, também, do feito de Al Pacino e Jamie Foxx a atriz Julianne Moore, que em 2003 foi indicada às duas categorias, não tendo no entanto, de qualquer da vezes, conseguido ganhar nenhum deles.

Al Pacino em 2008.

Depois dessas nomeações, Pacino nunca mais foi nomeado para qualquer dos prémios; no entanto, conseguiu vencer dois Globos de Ouro.

Nos anos 80, a carreira de Pacino entrou numa curva descendente, com as suas actuações em “Cruising” e “Author! Author”, a não serem muito apreciadas pela crítica. No entanto, conseguiu mais uma nomeação para os Globos de Ouro com o filme Scarface, onde representa o papel de um barão da droga cubano.

No violentíssimo filme de Brian De Palma, ele contracena pela primeira vez com Michelle Pfeiffer. Em 1992, eles voltariam a trabalhar juntos em Frankie & Johnny, sob a batuta de Garry Marshall (Uma Linda Mulher).

O reverso da medalha surge em 1985, com o filme “Revolution”, a ser considerado por alguns como a sua pior actuação de sempre, o que o levou de volta para o teatro nos quatro anos seguintes. Em 1989 regressou com “Sea of Love”, seguido de uma série de excelentes interpretações em “Carlito’s Way”, “Heat” “Donnie Brasco” e “The Recruit”. Ao longo da sua carreira, Pacino recusou vários papéis, entre eles “Han Solo” em Star Wars, “Captain Willard” em Apocalypse Now e “Edward Lewis” em Pretty Woman.

Pacino continua a fazer teatro e começou a sua carreira como realizador, e embora o seu primeiro filme (“The Local Stigmatic”) continue por editar, os seus outros dois trabalhos (“Looking for Richard” e “Chinese Coffee”) foram bastante aclamados.

[editar] Filmografia

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