George C. Scott
| George C. Scott | |
|---|---|
| George C. Scott em 1984 | |
| Nascimento | 18 de Outubro de 1927 Wise, Virginia, EUA |
| Morte | 22 de setembro de 1999 (71 anos) Westlake Village, EUA |
| Nacionalidade | |
| Principais trabalhos | |
| Prêmios | Oscar Melhor Ator (principal) * Patton (1970) Globo de Ouro Melhor Ator (drama) * Patton (1970) |
George Campbell Scott (Wise, Virginia, 18 de outubro de 1927 — Westlake Village, Califórnia, 22 de setembro de 1999) foi um ator de cinema, teatro e televisão americano, além de cineasta e produtor.
Índice |
Vida pessoal[editar]
Aos oito anos perdeu a mãe e o pai. Em 1945 entrou na Marinha,onde permaneceu durante quatro anos. Quando deixou a Marinha, matriculou-se na classe de jornalismo na Universidade de Missouri.
George se casou cinco vezes e teve seis filhos: Victoria (1952) com sua primeira esposa Carolyn Hughes; Michelle (1954), com Karen Truesdell; Matthew (1957) e uma filha, Devon Scott (1958), com Patricia Reed; Alexander (1960) e o ator Campbell Scott (1961), com a atriz canadense Colleen Dewhurst. Sua última esposa, a atriz Trish Van Devere, foi casada com ele até sua morte, em 1999.
Morreu aos 71 anos de idade vitimado por um problema vascular abdominal.
Ele foi sempre desbocado, arrogante e considerado em Hollywood um autêntico rebelde. Mesmo assim era muito respeitado como ator até começar a se envolver em violentas brigas de bar na década de 1980, e passar a fazer apenas filmes de segunda linha.
Carreira[editar]
Nos anos 50 começou no teatro, com um papel na peça Richard III, em Nova Iorque. O jovem ator chamou a atenção dos críticos. Logo ele começou a trabalhar na televisão, principalmente em transmissões ao vivo, e em 1959 fez parte do filme Anatomia de um Crime, seu primeiro papel a valer uma indicação ao Oscar, na categroia de ator coadjuvante.
Porém, George e o Oscar não se tornariam amigos. Ele dizia que o processo inteiro da Academia era forçar os atores para se tornarem verdadeiras estrelas e que a cerimônia era um "mercado de carne". Em 1962 ele foi indicado novamente como ator coadjuvante.
Apesar da sua opinião sobre o prêmio, seria indicado várias outras vezes. Foi assim em The List of Adrian Messenger, (1963). Em 1964, ao filmar A Bíblia, se apaixonou por Ava Gardner, mas não foi correspondido e passou então a beber cada vez mais.
Fez vários filmes menores para a televisão antes de obter o papel pelo qual sempre será identificado: o General Patton em Patton, de 1970. Era um filme de guerra que veio ao término de uma década onde protestos de anti-guerra tinham balançado os estados Unidos da América, e tinham se tornado símbolo de uma juventude descontente. O filme ganhou o Oscar do ano, e Scott também venceu como o melhor ator. No dia da premiação, ficou em casa assistindo a um jogo de hóquei, se recusando a ir recebê-lo.
Prêmios[editar]
Indicado a Melhor Ator por Patton,Rebelde ou Herói?,1970 e O Hospital,1971.Venceu por Patton,Rebelde ou Herói? em 1970.
Indicado a Melhor ator coadjuvante por Desafio à Corrupção, em 1961.
Filmografia1 [editar]
- Omnibus" (1 episódio, 1958)
- The Empty Chair (1958) TV episódio
- Anatomy of a Murder, 1959
- The Hustler, 1961
- The List of Adrian Messenger, 1963
- Dr. Strangelove, 1964
- The Bible - in the beginning, 1966
- Patton, 1970
- Jane Eyre, 1970
- The Hospital, 1970
- They Might Be Giants, 1971
- The New Centurions, 1972
- Rage, 1972
- The Day of the Dolphin, 1973
- The Hindenburg, 1975
- Islands in the Stream, 1977
- Hardcore, 1979
- The Changeling, 1980
- The Formula, 1980
- Taps, 1981
- Oliver Twist, 1982
- Firestarter, 1984
- A Christmas Carol, (telefilme), 1984
- Cartoon All-Stars to the Rescue, 1990
- The Exorcist III, 1990
- Angus, 1995
- Titanic (1996), 1996
- 12 Angry Men, 1997
- Twelve Angry Men 1997
- Rocky Marciano 1999