Sherlock Holmes

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Sherlock Holmes
Sherlock Holmes em ilustração de 1904 por Sidney Paget.
Língua original Inglês
Morada 221B Baker Street, Londres
Nascimento 6 de janeiro de 1854
Origem  Reino Unido
Filme(s) Sherlock Holmes (film series) (1939-1946)

The Private Life of Sherlock Holmes (1970)

Young Sherlock Holmes (1985)

Sherlock Holmes (2009)

Sherlock Holmes (2010)

Sherlock Holmes: A Game of Shadows (2012)

Seriado(s) The Adventures of Sherlock Holmes and Dr. Watson (1979-1986)

Sherlock Holmes (Granada Television) (1984-1994)

Elementary (2012-Presente)

Sherlock (série) (2010-Presente)

Primeira aparição A Study in Scarlet 1887
Última aparição The Adventure of the Shoscombe Old Place 1927
Interpretado por Vários

Sherlock Holmes é um personagem de ficção da literatura britânica criado pelo médico e escritor Sir Arthur Conan Doyle[1] . Holmes é um investigador do final do século XIX e início do século XX que aparece pela primeira vez no romance Um estudo em Vermelho editado e publicado originalmente pela revista Beeton's Christmas Annual, em Novembro de 1887.[2] Sherlock Holmes ficou famoso por utilizar, na resolução dos seus mistérios, o método científico e a lógica dedutiva.[3]

Sherlock Holmes ainda hoje é um dos mais atraentes personagens dos romances policiais. Carismático e astuto, fez do método científico e da lógica dedutiva suas melhores armas. Sua habilidade para desvendar crimes aparentemente insolúveis, até mesmo para Scotland Yard, transformou seu nome em sinônimo de detetive.

História[editar | editar código-fonte]

Um Estudo em Vermelho (1887) primeiro livro protagonizado por Holmes.
Estátua de Sherlock Holmes em Londres.

A primeira aparição de Sherlock Holmes se deu em 1887 na revista Beeton's Christmas Annual[4] na história de A Study in Scarlet. Em Fevereiro de 1891, o romance The Sign of the Four foi publicado em outra revista, Lippincott’s Magazine[5] . Em Junho de 1891 Holmes estreia na Strand Magazine com o conto A Scandal in Bohemia[6] . O conto obteve tanto sucesso que garantiu a Holmes um longo tempo de publicações na Strand Magazine (até 1927), tendo todas suas histórias publicadas lá desde então.

O personagem Sherlock Holmes tornou-se tão poderoso que, como pouquíssimas vezes na história, engoliu o seu criador; raramente se ouve falar em Sherlock Holmes como "o personagem criado por Conan Doyle", mas sim de Conan Doyle como "o homem que criou Sherlock Holmes".[7]

O cenário[editar | editar código-fonte]

The Sherlock Holmes Museum, no 221B da Baker Street.
Fachada do museu.

Não é necessário viver na Inglaterra para conhecer o lar de Sherlock Holmes; o 221B Baker Street é um dos endereços mais famosos de Londres e abriga hoje um museu com o nome do personagem. As histórias do detetive se passam entre vários cartões postais da capital inglesa.[8]

A Londres de Sherlock Holmes[editar | editar código-fonte]

Um dos locais mais visitados por Sherlock Holmes, entre um caso e outro, pois Holmes sempre estava de viagem marcada, é a Charing Cross Station. Quando a investigação era em Londres, Holmes não deixava de passar pela Fleet Street, pela Oxford Street, pela Strand, no Pall Mall, e na Tottenham Court Road, endereços recorrentes dos contos do personagem .[9]

O fiel escudeiro[editar | editar código-fonte]

Sherlock Holmes teve a maior parte de suas histórias relatadas pelo seu colega de quarto e fiel escudeiro Dr. Watson, que várias vezes ficou surpreso com o rápido raciocínio de Holmes, que conseguia muitas vezes ler os pensamentos de Watson, satirizando a cena em que C. Auguste Dupin lê os pensamentos de seu colega em Os Assassinatos da Rua Morgue[10] de Edgar Allan Poe. Watson esteve presente na maioria das histórias de Holmes.[11]

Os romances[editar | editar código-fonte]

Sherlock Holmes aparece ao todo em cerca de 60 obras de autoria de Arthur Conan Doyle, compostas por cerca de 56 contos e 4 romances, onde Sherlock Holmes resolvia casos insolúveis até mesmo para a Scotland Yard. O personagem habita o imaginário de jovens e adultos há mais de 120 anos.[12]

Personalidade[editar | editar código-fonte]

Sherlock Holmes (direita) e o Dr. John H. Watson, por Sidney Paget.

Holmes costuma ser uma pessoa arrogante, que está correta sobre inúmeros assuntos e com palpites certeiros. A primeira amostra de sua exatidão é descrita em "Um Estudo em Vermelho". Quando Watson e Holmes se conhecem, em alguns poucos segundos Holmes já sabia que ele estivera no Afeganistão.[13]

Além do aspecto erudito, não demonstra muitos traços de sentimentalismo, preferindo o lado racional de ser. Apesar disso, em alguns contos o Dr. Watson diz que a "máscara gelada" de Holmes cai às vezes, dando mais humanidade a Sherlock Holmes.[14]

Orgulhoso, parece dominar vários assuntos sem Doyle descrever seus estudos. Holmes apresenta alguns hábitos peculiares como a prática de artes marciais como boxe, esgrima de armas brancas e de bengala.[15]

Watson relata também a aparência física de Holmes. Muito alto, possui mais de um metro e oitenta, extremamente magro, pálido, nariz fino. Pratica exercícios físicos apenas se exigidos em sua profissão de detetive. Dependendo do enigma do caso em que estiver envolvido, passa horas fumando cachimbo, que diz esclarecer a mente. Além do uso habitual da cocaína em protesto a monotonia, e diz-se que é um exímio violinista.[16]

Holmes tem como característica não gostar que o interrompam em suas reflexões. Não se vê Holmes estudando sobre tudo, mas domina incrivelmente uma vasta quantidade de assuntos do conhecimento humano, tais como História, Química, Geologia, Línguas, Anatomia, Literatura Sensacionalista, etc.[17]

Generalidades[editar | editar código-fonte]

Um retrato de Sherlock Holmes por Sidney Paget de The Strand Magazine, em 1891 "O Homem com a boca torta".

Segundo Conan Doyle, criador do personagem, Sherlock Holmes viveu em Londres, no apartamento 221B Baker Street, entre os anos 1881 e 1903[18] , durante o último período da época Victoriana, onde passou muitos anos na companhia do seu amigo e colega, Dr. Watson[19] . Hoje esse endereço é um museu dedicado a Sherlock Holmes.[20]

Sherlock Holmes descreve-se como um "detetive consultor" (um dos exemplos é o início do livro "O Signo dos Quatro"), o que significa que as pessoas vêm-lhe pedir conselhos sobre os seus problemas, ao invés de se dirigir a elas.[21] Doyle conta-nos que Holmes é capaz de resolver os problemas a ele propostos sem sair do seu apartamento, apesar de este não ser o caso em diversas de suas mais interessantes histórias, que requerem a sua presença in situ. A sua especialidade é resolver enigmas singulares, que deixam a polícia desnorteada, usando a sua extrema faculdade de observação e dedução.

Holmes demonstra, ao longo das suas histórias, uma capacidade de dedução e um senso de observação impressionantes, ajudados por uma cultura geral extensa e variada (ele é capaz de identificar a marca de um tabaco somente pelo seu cheiro e pela cor de suas cinzas). Quando envolvido com algum problema, pode passar noites sem dormir ou comer, o que inquieta o seu amigo Watson.[22] Mestre na arte do disfarce[23] , maneja com habilidade a espada e daria, segundo Watson, um bom pugilista.[24]

Outra de suas marcas registradas, a frase: "Elementar, meu caro Watson", foi criada no teatro, com muitas outras particularidades, como o cachimbo curvo do detetive.[25] Muito embora alguns aleguem que se trate de uma das primeiras falas do personagem em seu romance de estreia Um Estudo em Vermelho (1887) [26] , ela não se encontra no original nem em outras traduções do texto. No resto de toda a obra, a frase não torna a acontecer, aí sim tendo sido popularizada pelas adaptações das aventuras.

Conhecimento[editar | editar código-fonte]

No Romance Um Estudo em Vermelho, Dr. Watson, na tentativa de descobrir a profissão de Holmes, avalia os conhecimentos do detetive como:

  1. Literatura: zero.
  2. Filosofia: zero.
  3. Astronomia: zero.
  4. Política: escassos.
  5. Botânica: variáveis. conhece a fundo a beladona, o ópio e os venenos em geral. Nada sabe sobre jardinagem e horticultura.
  6. Geologia: práticos, mas limitados. Reconhece à primeira vista os diversos tipos de solo. No regresso dos seus passeios, mostra-me manchas nas calças, e diz-me, pela sua cor e consistência, em que partes de Londres as conseguiu.
  7. Química: profundos.
  8. Anatomia: exatos, mas pouco sistemáticos.
  9. Literatura sensacionalista: imensos. Parece conhecer todos os pormenores de todos os horrores perpetrados neste século.
  10. Toca bem o violino.
  11. É habilíssimo em boxe, esgrima e bastão.
  12. Tem um bom conhecimento prático das leis inglesas.

Ainda no mesmo livro, Dr. Watson revela a surpresa de Sherlock Holmes quando disse-lhe que a Terra girava em torno do Sol, fato desconhecido por Holmes, que retrucou dizendo:

(...)"— Você parece atônito — disse ele, sorrindo ante a minha expressão de surpresa. — Pois, agora que sei disso, tratarei de esquecê-lo o mais depressa possível.

"— Esquecê-lo?!

"— Veja — explicou-me: — Considero o cérebro de um homem como sendo inicialmente um sótão vazio, que você deve mobiliar conforme tenha resolvido. Um tolo atulha-o com quanto traste vai encontrando à mão, de maneira que os conhecimentos de alguma utilidade para ele ficam soterrados, ou, na melhor das hipóteses, tão escondidos entre as demais coisas que lhe é difícil alcançá-los. Um trabalhador especializado, pelo contrário, é muito cuidadoso com o que leva para o sótão da sua cabeça. Não quererá mais nada além dos instrumentos que possam ajudar o seu trabalho; destes é que possui uma larga provisão, e todos na mais perfeita ordem. É um erro pensar que o dito quartinho tem paredes elásticas e pode ser distendido à vontade. Segundo as suas dimensões, há sempre um momento em que para cada nova entrada de conhecimento a gente esquece qualquer coisa que sabia antes. Conseqüentemente, é da maior importância não ter fatos inúteis ocupando o espaço dos úteis.

"— Mas o sistema solar! — protestei.

"— Que importância tem para mim? — interrompeu-me ele com impaciência. — Você diz que giramos em torno do Sol. Se girássemos em volta da Lua, isso não faria a menor diferença para o meu trabalho."(...)[27]

Família[editar | editar código-fonte]

Mycroft Holmes, como imaginado por Sidney Paget em the Strand Magazine.

Segundo alguns indícios, Holmes nasceu em 6 de Janeiro de 1854 , filho de um agricultor e de uma mãe de origem francesa, pois sua avó era irmã do pintor Horace Vernet.[28]

O seu irmão mais velho, Mycroft, trabalha para o Serviço Secreto britânico. Mycroft passa a maior parte do seu tempo livre no Diogenes Club. Segundo Holmes, seu irmão Mycroft não somente é mais brilhante do que ele próprio, como também possui um senso de observação e de dedução muitas vezes superior ao seu, embora seja preguiçoso demais para ir aos locais das investigações para analisá-las quando faltam fatos. Na investigação de Holmes, chamada por Watson de "o intérprete grego", Watson descreve um encontro entre Sherlock e Mycroft, onde os dois se encontram no Diogenes Club, de que Mycroft é um dos fundadores. Os dois mantêm um diálogo recheado de deduções sobre um transeunte que deixam Watson completamente atônito.[29]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Placa comemorativa em Meiringen.
Sherlock e Moriarty lutando nas cataratas de Reichenbach.

Após os seus estudos, o jovem Sherlock Holmes instala-se como detetive em Londres, onde divide um apartamento em Baker Street com um médico que acabara de voltar do Afeganistão, onde trabalhou como médico militar durante os tumultos entre Índia e Inglaterra no período pré-Guerra[13] , John H.Watson, que se torna o biógrafo de Holmes.[11]

O seu grande inimigo, também dotado de extraordinárias faculdades intelectuais, é o professor Moriarty.[30] Em 4 de maio de 1891, após uma luta feroz, Holmes e Moriarty desaparecem nas cataratas de Reichenbach, perto de Meiringen, na Suíça (The Adventure of the Final Problem).[31] Os protestos dos leitores foram tantos e de tal forma violentos que Doyle foi obrigado a ressuscitar seu herói após esse verdadeiro assassinato. Holmes acaba reaparecendo no conto "The Adventure of the Empty House", com a engenhosa explicação que somente Moriarty havia caído, e como Holmes tinha outros perigosos inimigos, ele havia simulado sua morte para poder investigá-los melhor.[32]

Professor Moriarty, como imaginado por Paget.

Esse período de 1911 a 1913[33] , compreendido entre a "morte" e a "ressureição" do detetive, é conhecido pelos sherlockianos como o grande hiato (The Great Hiatus).

Inspiração[editar | editar código-fonte]

Depois de observar qualquer estranho, o Dr. Joseph Bell (1837-1911), um cirurgião de Edimburgo, era capaz de deduzir muito de sua vida e de seus hábitos. Isso impressionou um de seus alunos, Arthur Conan Doyle, que admitiu ter usado e ampliado seus métodos quando concebeu o detetive Sherlock Holmes.[34]

Bell inspirou não somente a criação da personalidade de Holmes, mas também o porte físico do detetive. Em um texto publicado no periódico The National Weekly em 1923, Doyle conta como foram seus anos na faculdade de medicina, quando iniciou o processo de criação de seu personagem mais famoso. Neste, o aluno descreve seu notável professor Bell:[35]

"Era magro, vigoroso, com rosto agudo, nariz aquilino, olhos cinzentos penetrantes, ombros retos e um jeito sacudido de andar. A voz era esganiçada. Era um cirurgião muito capaz, mas seu ponto forte era a diagnose, não só de doenças, mas de ocupações e caráteres."[34]

Doyle teria se baseado também na filosofia de Bell, que dizia:

"A maioria das pessoas veem, mas não sabem observar", dizia o dr. Bell aos seus convivas. "Olhando de relance um indivíduo, a gente pode identificar-lhe o país de origem por suas feições; pelas mãos, a profissão e os meios de vida; e o resto da sua história é revelado pelo modo de andar, os maneirismos, os berloques do relógio, e até os fiapos que aderem às suas roupas."[36]

Pelo caráter arrogante de Holmes, Bell negou a inspiração e tomou-a como pejorativa à sua pessoa.[34]

Exemplo de personagem influenciado pelo personagem de Doyle, na televisão, é o detetive Adrian Monk, da série homônima, que tem um senso de observação e dedução do mesmo nível de Sherlock, mas destaca-se pelo seu transtorno obsessivo-compulsivo (que, por sinal, são parte de seu sucesso como detetive).[37] Outro personagem inspirado em Sherlock é Gregory House[38] , da série de TV estado-unidense House M.D., chefe da ala de diagnósticos que utiliza lógica dedutiva para desvendar as mentiras de seus pacientes; House costuma sempre dizer "Todo mundo mente". As similitudes entre Holmes e House são muitas: o homem que atirou em House se chama Moriarty, maior inimigo de Holmes, House também é viciado, também tem gosto pela música e mora no número 221B, da Baker Street.

Nos quadrinhos, a Disney criou o personagem Sir Lock Holmes, visivelmente inspirado em Sherlock pois, além do nome parecido, possui o mesmo porte físico, está sempre com o cachimbo e gosta de tocar violino. Diferente de Sherlock, porém, é totalmente desafinado no violino e erra todas as deduções (estando mais para Inspetor Clouseau). Outro personagem da Disney com nome e características parecidas é Berloque Gomes, porém este não é um personagem cômico, e sim um detetive que auxilia Mickey em algumas investigações.

Apesar do grande sucesso de sua obra, Conan Doyle não gostava de escrever histórias para Sherlock Holmes pois considerava o romance policial literatura de segunda classe e, na verdade, esse tipo de história só passou a ser respeitado após o sucesso de seu personagem. Conan Doyle preferia escrever o que considerava literatura de qualidade (o único livro medianamente famoso é O Mundo Perdido). Em novembro de 1891, ele escreveu para sua mãe: "Acho que vou assassinar Holmes… e lhe dar fim de uma vez por todas. Ele priva minha mente de coisas melhores." E realmente o fez, no conto titulado "O Problema Final", o último do livro "Memórias de Sherlock Holmes". Ele deixou Holmes de lado durante 10 anos (de 1893 à 1903) mesmo com todos os protestos por parte dos fãs. Em 1901 Doyle escreveu o que viria a ser um dos mais famosos dos livros do detetive, "O Cão dos Baskerville", um ano antes de sua ressurreição no conto "A Casa Vazia", o primeiro do livro "A Volta de Sherlock Holmes".

O cânone[editar | editar código-fonte]

O cão dos Baskervilles, por Sidney Paget.
O ator britânico Basil Rathbone, considerado por muitos como o melhor intérprete de Sherlock Holmes

Romances[editar | editar código-fonte]

Contos[editar | editar código-fonte]

Obras relacionadas e derivadas[editar | editar código-fonte]

Várias peças teatrais, paródias, contos e artigos do próprio Conan Doyle foram publicadas em antologias, como The Final Adventures of Sherlock Holmes (2005, edição de Peter Haining), Sherlock Holmes: the Published Apocrypha (1980, edição de Jack Tracy) e The Uncollected Sherlock Holmes (1993, compilação de Roger Lancelyn Green).

Das muitas adaptações já feitas, alguns atores ficaram famosos pela interpretação do personagem, dois dos mais conhecidos sendo Basil Rathbone, em filmes de 1939 à 1946, e Jeremy Brett, na série da Granada Television de 1984 à 1994. Algumas outras adaptações são os filmes: Sherlock Holmes (filme de 2009), e sua continuação, Sherlock Holmes: A Game of Shadows, ambos do diretor inglês Guy Ritchie, com Robert Downey Jr. no papel principal e Jude Law como John Watson. A série britânica Sherlock de Steven Moffat e Mark Gatiss foi lançada em 2010 e retrata Holmes nos dias atuais, Benedict Cumberbatch dá vida a Sherlock Holmes e Martin Freeman ao Dr. John Watson. A quarta temporada da serie tem previsão de estreia para 2016. E também a série americana Elementary, que se passa em Nova York, com Jonny Lee Miller como Sherlock Holmes.

Benedict Cumberbatch interpretando Sherlock Holmes na série "Sherlock"

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Sherlock Holmes Online Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  2. 221 Baker Street.Org Página visitada em 29 de Janeiro de 2011.
  3. USP-Sherlock Holmes, um estudo em vermelho JorWiki, USP. Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  4. Mundo Sherlock-Um Estudo em Vermelho Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  5. Mundo Sherlock-O Signo dos Quatro Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  6. Mundo Sherlock-Um Escândalo na Boêmia Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  7. Revista Capitu Publicado em: Revista Capitu, 30 de Janeiro de 2010. Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  8. O Cão dos Baskervilles, Editora Melhoramentos, 2005, ISBN 85-06-2995-3
  9. SherlockHolmes.co.uk-The London of Sherlock Holmes Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  10. A Caixa de Papelão Publicado em: Mundo Sherlock Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  11. a b O Auxiliar Publicado em: Mundo Sherlock. Página visitada em 29 de Janeiro de 2011.
  12. 221BakerStreet.Org Página visitada em 29 de Janeiro de 2011.
  13. a b Um Estudo em Vermelho, Editora Melhoramentos, 1998, ISBN 8506029945
  14. USP-JOrWiki: O Maior Detetive da Literatura Universal Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  15. Um Estudo em Vermelho-O Senhor Sherlock Holmes Mundo Sherlock. Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  16. Um Estudo em Vermelho, Capítulo 1: O Sr. Sherlock Holmes, Editora Melhoramentos, 1998, ISBN 8506029945
  17. Um Estudo em Vermelho-A Ciência da Dedução Mundo Sherlock. Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  18. The Sherlock Holmes Museum(em inglês) Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  19. http://www.sherlockbrasil.com/
  20. Mundo Sherlock-Baker Street Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  21. O Signo dos Quatro- Capítulo 1: A Ciência da Dedução Mundo Sherlock. Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  22. O Cão dos Baskervilles, Editora Melhoramentos, 2005,ISBN 85-06-2995-3, Página 7
  23. Um Escândalo na Boêmia e Outras Histórias, LP&M Editores, 1998, ISBN 8525408891
  24. Mundo Sherlock-A Ciência da Dedução Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  25. Breve História sobre Sherlock Holmes Obvious Mag. Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  26. Um Estudo em Vermelho, Editora Martin Claret, 2001, Página 29
  27. Um Estudo em Vermelho Capítulo 3: A Ciência da Dedução. Página visitada em 30 de Janeiro de 2011
  28. As Memórias de Sherlock Holmes-O intérprete Grego Mundo Sherlock. Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  29. Mundo Sherlock-Mycroft Holmes
  30. Mundo Sherlock-Professor Moriarty
  31. Sherlock Holmes: O Ritual Musgrave e Outras Aventuras, Editora Melhoramentos, ISBN 85-06-03094-3
  32. A Casa Vazia Mundo Sherlock. Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  33. O Problema Final Mundo Elementar. Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  34. a b c Sir Arthur Conan Doyle Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  35. Sherlock Holmes Online Characters of Conan Doyle-Sherlock Holmes. Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  36. Mundo Elementar:Sherlock Holmes em Carne e Osso Tradução do texto de Irving Wallace publicado na Reader's Digest em 1948. Página visitada em 30 de Janeiro de 2011
  37. IMDB-Monk Internet Movie Database. Página visitada em 30 de Janeiro de 2011
  38. Connections Between House and Holmes House Guide(em inglês). Página visitada em 29 de Janeiro de 2011
  39. Também traduzido em português como A Volta de Sherlock Holmes.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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