Syngman Rhee

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Syngman Rhee
이승만
Syngman Rhee em 1956
1º Presidente da Coreia do Sul Coreia do Sul
Mandato 24 de julho de 1948
a 16 de abril de 1960
Vice-presidente Yi Si-yeong
Kim Seong-su
Hahm Tae-Yong
Chang Myon
Yun Bo-seon
Sucessor(a) Yun Bo-seon
Presidente do Governo Provisório da República da Coreia em Exílio
Mandato 11 de setembro de 1919
a 21 de março de 1925
Primeiro-ministro Yi Donghwi
Yi Dongnyeong
Sin Gyu-sik
No Baek-rin
Park Eunsik
Sucessor(a) Park Eunsik
Vida
Nome completo Syngman Rhee
Nascimento 26 de Maio de 1875
Haeju, Hwanghae, Joseon
Morte 19 de julho de 1965 (90 anos)
Honolulu, Havaí,  Estados Unidos
Nacionalidade Coreano
Dados pessoais
Alma mater Universidade George Washington(B.A.)
Universidade Harvard (M.A.)
Universidade Princeton (Ph.D.)
Cônjuge Seungseon Park (1890~1910)
Francesca Donner (1931~1965)[1]
Partido Liberal
Religião Metodismo[1]
Assinatura Assinatura de Syngman Rhee

Syngman Rhee (hangul: 이승만; hanja: 李承晩; Whanghae, Coreia, 26 de Março de 1875 - Honolulu, 19 de Julho de 1965) foi um polêmico político e presidente da Coreia do Sul.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Durante a ocupação japonesa na Coreia de 1910 a 1945, Syngman Rhee estava nos Estados Unidos, debatendo pela independência da Coreia. Em 1919 ainda em exílio foi eleito presidente do Governo Provisório da Coreia.

Regressando a Seul em 1945, organizou esquadrões de morte para matar ou intimidar os políticos rivais. Quando em 1948 as conversações entre os E.U.A. e a União Soviética sobre a reunificação do norte com o sul falharam, ele manteve-se como presidente da Coreia do Sul. Quando Kim Il-Sung invadiu o seu país em 1950, pediu ajuda – e recebeu - às Nações Unidas.

Restaurado como líder da Coreia do Sul após a tomada de Seul, em outubro, pelas tropas da ONU, a relação Rhee com os Estados Unidos se tornaram tensas depois que ele se recusou a concordar com uma série de propostas de cessar-fogo que poderiam ter acabado a Guerra da Coreia. Rhee queria prolongar a luta na esperança da vitória total, e se tornar o líder de uma Coreia unificada.

Rhee foi quem ordenou a execução de militantes de esquerda e comunistas nos Massacres de Bodo League, caracterizados desde 2008 como crimes de guerra. Entre 100 e 200 mil pessoas foram mortas nos episódios de Bodo League.[2]

Rhee foi reeleito em 1952, 1956 e 1960 – com noventa por cento dos votos. Como presidente usou poderes ditatoriais, eliminou a Assembleia Nacional, baniu os opositores do Partido Progressista, executando o seu líder por traição. Também controlava a nomeação dos presidentes da câmara e chefes da polícia.

A polémica fraude eleitoral em 1960, provocou uma manifestação estudantil, onde foram suprimidos com muitas vítimas, mas um voto unânime por parte da Assembleia Nacional, fez com que Rhee se demitisse. A 27 de Abril de 1960, Rhee exilou-se no Havaí, onde morreu.

Cronologia[editar | editar código-fonte]

  • 1875: Nasceu a 26 de Março em Whanghae, Coreia.
  • 1919: Em exílio torna-se presidente do Governo Provisório da Coreia.
  • 1948: É eleito presidente.
  • 1952: reeleito presidente.
  • 1956: Reeleito com 55 por cento dos votos.
  • 1960: Reeleito com noventa por cento dos votos; estudantes manifestam-se;
  • 1965: Morre a 19 de Julho, Honolulu, Havaí.

Referências

  1. a b KOREA: The Walnut (em inglês). TIME (09 de março de 1953). Página visitada em 19 de julho de 2013. "Em 1932, durante a tentativa de colocar o indiferente caso da Coréia diante de uma Liga das Nações, em Genebra, Rhee conheceu Francesca Maria Barbara Donner, de 34 anos, filha de uma família de comerciantes de ferro vienenses. Dois anos depois, eles se casaram em uma cerimônia Metodista em Nova Iorque."
  2. Truth and Reconciliation: Activities of the Past Three Years. The Truth and Reconciliation Commission, Republic of Korea.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Commons
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Precedido por
Kim Gu
(Acting)
Presidentes da Coreia do Sul
1948 - 1960
Sucedido por
Heo Jeong
(Acting)