Augusto Pestana

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Augusto Pestana
Augusto Pestana
Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul
Período 1915
até 1918 (30ª Legislatura)
Período 1918
até 1920 (31ª Legislatura)
Período 1928
até 1930 (34ª Legislatura)
Período 1930
até novembro de 1930 (35ª Legislatura)
1º Prefeito de Ijuí
Período 31 de janeiro de 1912
até 11 de julho de 1912
Antecessor(a) Cargo criado
Sucessor(a) Coronel Soares de Barros
Secretário de Obras Públicas do Rio Grande do Sul [nota 1]
Período 26 de novembro de 1926
[1]até 25 de janeiro de 1928[2]
Governador Antônio Augusto Borges de Medeiros
Antecessor(a) Sérgio Ulrich de Oliveira
Sucessor(a) João Fernandes Moreira
Dados pessoais
Nascimento 22 de maio de 1868
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Morte 29 de maio de 1934 (66 anos)
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Partido PRR
Profissão Engenheiro e político
Assinatura Assinatura de Augusto Pestana

Augusto Pestana (Rio de Janeiro, 22 de maio de 1868Rio de Janeiro, 29 de maio de 1934) foi um engenheiro e político brasileiro. Radicou-se em fins da década de 1880 no Rio Grande do Sul, onde se notabilizou como líder republicano, administrador público e especialista em transportes ferroviários. Pestana conduziu a cidade de Ijuí à emancipação política em 1912, integrou a bancada gaúcha na Câmara dos Deputados em quatro legislaturas e fundou a hoje extinta Viação Férrea do Rio Grande do Sul (VFRGS).

Origens e formação[editar | editar código-fonte]

Augusto Pestana em 1887 (foto de M.Ferrez).

Augusto Pestana nasceu no bairro de São Cristóvão, na então capital imperial, em uma família de servidores públicos de origem portuguesa.[3] Seu pai, Manuel José Pestana (c.1832-1883), era funcionário da Casa Imperial.[4] Sua mãe, Januária de Abreu Pestana (1844-1893), era filha de um agente portuário do Ministério da Fazenda.[5] O avô paterno, Antônio José Pestana (1790-1859), natural de Figueira da Foz, Portugal, foi juiz de paz no segundo distrito do Engenho Velho (São Cristóvão) nas décadas de 1830 e 1840[6], e era parente do padre e procurador eclesiástico português Antônio Pestana Coimbra (1684-1751), primeiro visitador apostólico no Rio Grande do Sul.[7]

Órfão de pai aos quinze anos de idade, Augusto Pestana recusou a bolsa de estudos oferecida pela Princesa Isabel no Colégio Pedro II e, em seguida, na Faculdade de Direito de São Paulo. Na resposta que fez chegar à princesa, disse não poder aceitar favores da Coroa por ser "republicano convicto".[8] Ávido leitor dos enciclopedistas e de Auguste Comte, passou a lecionar Português, Matemática, História e Geografia para ajudar a família e custear seus próprios estudos no Pedro II e, a partir de 1884, na Escola Politécnica do Rio de Janeiro.[9]

Formou-se engenheiro geógrafo em 1886 e civil em 1888, o mais jovem de sua turma.[10] Em paralelo aos estudos universitários, Pestana lecionou gratuitamente para alunos carentes na Associação Protetora da Instrução, fundada pelo senador e ex-chanceler Manuel Francisco Correia.[11]

Engenheiro no Rio Grande do Sul[editar | editar código-fonte]

Em 1888, pouco depois da conclusão de seus estudos na Escola Politécnica, Augusto Pestana aceitou convite para trabalhar como engenheiro da Comissão de Estudos e Construção da Estrada de Ferro Porto Alegre-Uruguaiana, função que lhe permitiria conhecer em profundidade o interior do Rio Grande do Sul, assim como acompanhar o desenrolar da Revolução Federalista (1893-1895) e a posterior consolidação no Estado da ditadura de Júlio de Castilhos, inspirada pela doutrina positivista de Auguste Comte, com a qual estava ideologicamente alinhado. Suas atividades incluíam deslocamentos constantes entre Porto Alegre, Cachoeira do Sul, Santa Maria e Saicã, à época um distrito de Rosário do Sul, onde chegou a residir.[12]

Com a virtual paralisação das obras ferroviárias gaúchas por problemas orçamentários, Pestana aceitou em 1897 o convite de Júlio de Castilhos para chefiar a Comissão de Estudos do Rio Jacuí, em Porto Alegre, mas partiu em seguida para o Ceará a fim de trabalhar na Estrada de Ferro de Baturité. Sua estada no Nordeste foi curta e, em agosto de 1898, retornou ao Rio Grande do Sul como engenheiro das linhas telegráficas, função onde permaneceria por menos de quatro meses.[13]

Diretor e prefeito de Ijuí[editar | editar código-fonte]

Vista oeste de Ijuí.
Placa de agradecimento de Ijuí a Pestana, 1912.

Em 6 de dezembro de 1898, Augusto Pestana foi nomeado pelo governo estadual para o duplo comando da Colônia de Ijuí, que havia sido fundada em 19 de outubro de 1890, e da Comissão Discriminadora de Terras Devolutas e Verificadora de Posses nos Municípios de Cruz Alta, Palmeira das Missões, Santo Ângelo e Passo Fundo, responsável pela regularização fundiária do noroeste do Rio Grande do Sul.[14][15]

Primeira colônia gaúcha criada no regime republicano, Ijuí vivia grave crise resultante de problemas de gestão e dos constantes desentendimentos entre colonos de quase vinte diferentes nacionalidades (a colônia foi descrita por seu primeiro padre católico, o polonês Antoni Cuber, como a "Babel do Novo Mundo").[16] Logo após sua chegada a Ijuí, em meados de 1899, Pestana promoveu reunião entre os líderes das comunidades de imigrantes no local hoje conhecido como Alto da União, e obteve sua conciliação. Racionalizou a política de assentamentos rurais, privilegiando famílias com experiência agrícola na distribuição de terras e reservando oportunidades no núcleo urbano aos imigrantes com vocação industrial ou comercial. Deu prioridade a investimentos em infraestrutura e educação, o que contribuiu para a diversificação da economia da colônia.[17] Em 1901, determinou a demarcação e colonização da região conhecida como Cadeado, entre os rios Conceição e Ijuizinho, no atual município de Augusto Pestana.

Nos quase treze anos e meio da gestão de Augusto Pestana em Ijuí, a população da colônia passou de 6 mil para 28 mil habitantes. A rede de transportes ganhou cerca de 300 quilômetros de estradas e pontes nos principais rios e arroios. Na educação, 16 escolas públicas e 16 particulares foram abertas, com quase 2 mil crianças matriculadas. A colônia, que mal conseguia manter agricultura de subsistência ao final do século XIX, ostentava em 1912 mais de 100 fábricas de alimentos, 70 casas comerciais, 32 moinhos de cereais, 42 engenhos de cana-de-açúcar, 17 serrarias, uma tipografia e quatro hotéis. Mais da metade da produção local era exportada para o restante do Rio Grande do Sul e do Brasil, com destaque na pauta para madeiras, móveis, fumo, milho e banha.[18]

O rápido crescimento econômico e populacional permitiu a elevação de Ijuí a município em 31 de janeiro de 1912, emancipado de Cruz Alta. Augusto Pestana foi o primeiro intendente (o equivalente hoje a prefeito) da cidade. Exerceu o cargo entre 31 de janeiro e 11 de julho daquele ano.[19]

Deputado federal e fundador da VFRGS[editar | editar código-fonte]

Pestana em 1917.
Vagão-restaurante da VFRGS (c.1925), montado nas oficinas da empresa em Santa Maria.

Depois de um período complementar em Ijuí e outro em Porto Alegre como diretor dos Telégrafos, Pestana foi nomeado diretor-presidente da Estrada de Ferro Oeste de Minas pelo presidente Hermes da Fonseca em setembro de 1913. Retornou ao Rio Grande do Sul em dezembro do ano seguinte para ingressar na vida político-partidária. Elegeu-se deputado federal pelo Partido Republicano Rio-Grandense (PRR) em 30 de janeiro de 1915 e 30 de janeiro de 1918.[20]

Na Câmara dos Deputados, foi membro das Comissões de Educação e de Finanças e relator do orçamento de viação e obras públicas, destacando-se como defensor da ampliação e modernização da infraestrutura brasileira. Em 1918, chegou a ser cotado para assumir o Ministério de Viação e Obras Públicas, convite que não se concretizaria pela morte do presidente eleito Rodrigues Alves.[21] Crítico do modelo de concessões a grupos privados estrangeiros então vigente no País, Pestana moveu campanha contra a Compagnie Auxiliaire de Chemins de Fer au Brésil, empresa sediada em Bruxelas, Bélgica, e controlada pelo megaempresário norte-americano Percival Farquhar, que explorava as ferrovias gaúchas desde 1905. Prejudicado pela falta de investimentos de Farquhar e pela má gestão da Auxiliaire, o transporte ferroviário no Rio Grande do Sul encontrava-se à beira do colapso ao final da década de 1910. Em articulação envolvendo o presidente Epitácio Pessoa, o governador Borges de Medeiros e os demais membros da bancada gaúcha no Congresso, Pestana conseguiu que a União aprovasse em 18 de junho de 1920 a estatização da Auxiliaire e a criação da Viação Férrea do Rio Grande do Sul (VFRGS), sob controle do governo gaúcho.[22]

Diretor-presidente da VFRGS de 1920 a 1926 (com uma breve interrupção em 1924 para representar a empresa no Rio de Janeiro) e secretário estadual de Viação e Obras Públicas entre 1926 e 1928, Pestana recuperou as linhas ferroviárias gaúchas e adquiriu novas composições, incluindo locomotivas alemãs 2-8-2 preparadas para o uso de carvão nacional como combustível.[23][24] Preocupado com a dependência do transporte ferroviário brasileiro por carvão mineral importado, estimulou a realização de estudos técnicos para demonstrar o potencial de utilização do carvão nacional. Em 1922, determinou a aquisição do primeiro motor a gasogênio no Brasil, movido exclusivamente com combustível produzido no Rio Grande do Sul.[25]

Apesar de eventos adversos como a Revolução de 1923 e a Revolta Tenentista de 1924, o volume do transporte ferroviário no Rio Grande do Sul subiu de 1,1 milhão de passageiros em 1920 para mais de 2 milhões em 1928, enquanto os números de carga passaram de 640 mil toneladas para 1 milhão de toneladas nesse mesmo período.[26] Pestana estabeleceu modelo de gestão, investimento e planejamento que asseguraria o bom funcionamento do transporte ferroviário gaúcho até sua absorção pela Rede Ferroviária Federal (RFFSA) em 1959 e seu posterior sucateamento nas décadas de 1960 e 1970.[27] A malha da antiga VFRGS é hoje operada pela empresa América Latina Logística (ALL), com exceção do trecho de 23 km percorrido por trem turístico entre as cidades serranas de Bento Gonçalves e Carlos Barbosa.

A fundação da extinta Viação Aérea Rio-Grandense (VARIG) por Otto Ernst Meyer coincidiu com a gestão de Pestana na Secretaria Estadual de Viação e Obras Públicas.

Últimos anos de vida[editar | editar código-fonte]

Monograma de Augusto Pestana.

Eleito novamente para a Câmara dos Deputados em 28 de abril de 1928, Pestana foi convidado em setembro daquele ano para comandar o Lloyd Brasileiro, cargo que o teria feito principal representante do Rio Grande do Sul na fase final da administração do presidente Washington Luís.[28] Sua recusa em assumir a presidência da companhia, por alegadas questões de saúde, foi reflexo das articulações políticas que culminariam, alguns meses depois, no lançamento da candidatura de seu amigo e correligionário Getúlio Vargas, então governador do Rio Grande do Sul, à Presidência da República.[29]

Reelegeu-se deputado federal em 1º de março de 1930, no mesmo pleito em que Vargas disputou a Presidência com o paulista Júlio Prestes, candidato apoiado por Washington Luís. Integrante da ala do PRR que considerava a via armada inconciliável com a doutrina positivista, Pestana preferiu não participar da revolução de 1930.[30] Com a dissolução do Congresso Nacional em 11 de novembro daquele ano, regressou ao Rio Grande do Sul. Seu último cargo público foi o de diretor do porto de Porto Alegre em 1932, no qual se aposentou.[31]

Os derradeiros meses de vida de Pestana foram marcados pela trágica perda de seu filho Celso, oficial da Marinha, morto aos 33 anos de idade no acidente envolvendo o carro que conduzia Getúlio Vargas do Rio de Janeiro a Petrópolis, na noite de 25 de abril de 1933. Celso Pestana havia sido nomeado ajudante-de-ordens do presidente da República na semana anterior, e, em sua primeira missão ao lado de Vargas, foi fulminado por um bloco de granito que, em meio a uma tempestade, se desprendeu da serra e acertou em cheio o veículo presidencial.[32]

De volta ao Rio de Janeiro para um tratamento contra o câncer, Augusto Pestana faleceu na então capital federal em 29 de maio de 1934.[33] Seu corpo está sepultado em Porto Alegre, no Cemitério São Miguel e Almas.[34]

Legado e família[editar | editar código-fonte]

Monumento a Pestana, Praça da República, Ijuí.
Museu Antropológico Diretor Pestana, Ijuí.

Influenciado pelo positivismo de Comte, Augusto Pestana foi típico integrante da geração que definiu os rumos da República Velha (1889-1930), cuja existência praticamente coincidiu com sua vida profissional e política. Contribuiu de modo decisivo para o desenvolvimento de Ijuí e do noroeste gaúcho, e defendeu, ao longo de toda a sua trajetória, a implementação de políticas públicas robustas nas áreas de educação e infraestrutura, que considerava basilares para o desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul e do Brasil.[35] Deixou imagem de administrador honesto, eficiente e conciliador, embora marcada pelo mesmo estilo autoritário e personalista dos governos de Júlio de Castilhos e Borges de Medeiros.[36]

O município de Augusto Pestana, antigo distrito de Ijuí, recebe seu nome, bem como o Museu Antropológico Diretor Pestana, o Colégio Evangélico Augusto Pestana, ambos em Ijuí, e estações ferroviárias e vias públicas em inúmeras cidades do Rio Grande do Sul. Também recebe seu nome a localidade e a estação situadas no ponto mais alto da antiga Estrada de Ferro Oeste de Minas, no município mineiro de Liberdade.[37]

Augusto Pestana casou-se em 1892 com Virgínia da Fontoura Trindade (1873-1933), filha de Miguel Cândido da Trindade (1825-1899), militar e político em Cachoeira do Sul, e neta do líder farroupilha Vicente da Fontoura (1807-1860), ministro da Fazenda na República Rio-Grandense e negociador da paz de Ponche Verde, que pôs fim à Guerra dos Farrapos.[38]

O casal Augusto e Virgínia Pestana teve dez filhos, todos nascidos e criados no Rio Grande do Sul, entre os quais Clóvis Pestana (1904-2001), prefeito de Porto Alegre e ministro dos Transportes nos Governos Dutra e Quadros, Ciro Pestana (1898-1982), desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul entre 1952 e 1968 e presidente do Tribunal Regional Eleitoral em 1961-1962, e César Pestana (1894-1977), prefeito de Veranópolis e de São Sebastião do Caí, além do comandante Celso Pestana (1900-1933).[39]

Augusto Pestana é bisavô da economista e militante socialista Vera Sílvia Magalhães (1948-2007), uma das principais lideranças da resistência armada à ditadura militar de 1964-1985, e do político gaúcho Carlos Pestana Neto, secretário-chefe da Casa Civil do Governo do Estado do Rio Grande do Sul entre 2011 e 2014.[40]

Cronologia[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Diferentemente do que consta no Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República 1889-1930 (FGV, 2015), Augusto Pestana jamais foi secretário da Fazenda da gestão de Getúlio Vargas no governo do Rio Grande do Sul. O equívoco é verificável na edição de "A Federação" de 25 de janeiro de 1928, disponível na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional, e nas biografias de Martin Fischer e Rocha Almeida. Pestana elegeu-se deputado federal em 1928 precisamente na vaga deixada por Firmino Paim Filho, titular da pasta estadual da Fazenda entre 1928 e 1930.

Referências

  1. Decreto Estadual 3.715, de 26 de novembro de 1926, vide http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=388653&pasta=ano%20192&pesq=
  2. A Federação, 24 e 25 de janeiro de 1928
  3. Vide http://sites.google.com/site/augustopestana1971/pestana
  4. Almanaques Laemmert de 1869 a 1883, disponíveis em http://www.crl.edu/pt-br/brazil/almanak (Manuel José Pestana foi diretor da Biblioteca e do Gabinete Mineralógico do Palácio de São Cristóvão).
  5. Almanaque Laemmert de 1851, página 200, disponível em http://brazil.crl.edu/bsd/bsd/almanak/al1851/00000202.html (Antônio José de Abreu Guimarães era agente do trapiche da Gamboa).
  6. "Gazeta dos Tribunais", Rio de Janeiro, edição de 27 de janeiro de 1843.
  7. [1] Página "Pestana (Brasil)" do portal World Connect
  8. ROCHA ALMEIDA, Antônio da. "Vultos da Pátria, volume I". Porto Alegre, Editora do Globo, 1961.
  9. FLORES, Moacyr. "Dicionário de História do Brasil". Porto Alegre, EDIPUCRS, 2008.
  10. Embora tenha integrado a turma de engenheiros-civis de 1887 da Escola Politécnica do Rio de Janeiro, Augusto Pestana concluiu seus estudos em meados de 1888, conforme atestam jornais da época ("Jornal do Commercio" e "O Paiz").
  11. FISCHER, Martin. "Augusto Pestana: o homem e sua obra". Ijuí, Museu Antropológico Diretor Pestana, 1968.
  12. Processo de habilitação de matrimônio de Augusto Pestana e Virgínia da Fontoura Trindade. Cachoeira do Sul, 1892
  13. FISCHER, Martin.Op.cit..
  14. SPALDING, Walter. "Construtores do Rio Grande". Livraria Sulina, Porto Alegre, 1969.
  15. BOTH DA SILVA, Márcio Antônio. "Babel do Novo Mundo: povoamento e vida rural na região de matas do Rio Grande do Sul (1889-1925)". Editora Unicentro, Guarapuava, 2011.
  16. BOTH DA SILVA, Márcio Antônio. Op.cit.
  17. LAZZAROTTO, Danilo. "História de Ijuí". Ijuí, Museu Antropológico Diretor Pestana, 1977.
  18. LAZZAROTTO, Danilo. Op.cit.
  19. Página da Prefeitura Municipal de Ijuí (http://www.ijui.rs.gov.br/prefeito/ex), 2011.
  20. SPALDING, Walter. Op.cit.
  21. "O Estado de S.Paulo", São Paulo, edição de 8 de junho de 1918.
  22. LOVE, Joseph L. "O Regionalismo Gaúcho e as Origens da Revolução de 1930". São Paulo, Perspectiva, 1975.
  23. SPALDING, Walter. Op.cit.
  24. SILVA TELLES, Pedro Carlos da. "História da Engenharia Ferroviária no Brasil". Rio de Janeiro, Notícia e Cia., 2011.
  25. SILVA TELLES, Pedro Carlos da. Op.cit.
  26. Mensagens à Assembleia dos Representantes do Rio Grande do Sul pelo Presidente do Estado, Antônio Augusto Borges de Medeiros, 1920 a 1928, disponíveis em http://www.crl.edu/pt-br/brazil/provincial/rio_grande_do_sul
  27. PESTANA, Clóvis. Artigo no "Correio do Povo" sobre o centenário de Augusto Pestana. Porto Alegre, 22 de maio de 1968.
  28. "O Estado de S.Paulo", São Paulo, edição de 14 de setembro de 1928.
  29. BRANDI, Paulo. "Verbete sobre Getúlio Dornelles Vargas". CPDOC/FGV (disponível em http://cpdoc.fgv.br/).
  30. MOREIRA, Regina da Luz. "Verbete sobre Oswaldo Aranha". CPDOC/FGV (disponível em http://cpdoc.fgv.br/).
  31. ROCHA ALMEIDA, Antônio da. Op.cit.
  32. LIRA NETO. "Getúlio 1930-1945: Do governo provisório à ditadura do Estado Novo". São Paulo, Companhia das Letras, 2013.
  33. Obituário de Augusto Pestana no "Correio da Manhã", Rio de Janeiro, edição de 30 de maio de 1934.
  34. Vide http://www.buratto.org/gens/cemiterios/isma/Pes_Pic.html
  35. FISCHER, Martin. Op.cit.
  36. CREMONESE, Dejalma. "Capital social e padrões de participação político-social em Ijuí".
  37. Página "Estações Ferroviárias do Brasil" (http://www.estacoesferroviarias.com.br/rmv_tronco/augpestana.htm), 2012.
  38. ROCHA ALMEIDA, Antônio da. Op.cit.
  39. ROCHA ALMEIDA, Antônio da. Op.cit.
  40. Rádio Guaíba, 30 de junho de 2014.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • FISCHER, Martin. "Augusto Pestana: o homem e sua obra". Ijuí, Museu Antropológico Diretor Pestana, 1968.
  • FLORES, Moacyr. "Dicionário de História do Brasil". Porto Alegre, EDIPUCRS, 2008.
  • LAZZAROTTO, Danilo. "História de Ijuí". Ijuí, Museu Antropológico Diretor Pestana, 1977.
  • ROCHA ALMEIDA, Antônio da. "Vultos da Pátria, volume I". Porto Alegre, Editora do Globo, 1961.
  • SILVA TELLES, Pedro Carlos da. "História da Engenharia Ferroviária no Brasil". Rio de Janeiro, Notícia e Cia., 2011.
  • SPALDING, Walter. "Construtores do Rio Grande". Livraria Sulina, Porto Alegre, 1969.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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