Beatriz de Bourbon

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Beatriz de Bourbon
Infanta de Espanha
Princesa de Roviano
Duquesa de Antico-Corrado
Marido Fabricio Massimo
Descendência Margarita Massimo
Fabiola Massimo
Nieves Massimo
Blanca Massimo
Casa Bourbon
Nome completo Maria Beatriz Teresa Carlota
Nascimento 21 de março de 1874
  Pau, França
Morte 1 de novembro de 1961 (87 anos)
  Lucca. Itália
Enterro Capela de Tenuta Reale, Viareggio
Pai Carlos, Duque de Madrid
Mãe Margarida de Bourbon-Parma

Beatriz de Bourbon (Pau, 21 de março de 1874Lucca, 1 de novembro de 1961), infanta de Espanha, foi filha de Carlos, Duque de Madrid e Margarida de Bourbon-Parma, foi princesa de Roviano e duquesa de Antico-Corrado pelo seu casamento com Fabricio Massimo.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Beatriz junto a sua família (1886).

Recebeu os nomes de Maria Beatriz Teresa Carlota, tendo como padrinhos seus bisavós maternos, o duque Carlos II de Parma e sua esposa Maria Teresa de Saboia.

Foi educada no convento das Damas Salesianas de Zangberg, na Baviera. Em 29 de janeiro de 1893, sua mãe morreu no Tenuta Reale de Viareggio; Após um ano de luto, em 28 de abril de 1894, seu pai se casou em segundas núpcias com a princesa Maria Berta de Rohan.

Casamento[editar | editar código-fonte]

Em 3 de janeiro de 1897 se anunciou o seu compromisso com o primo, o príncipe italiano Fabricio Massimo, descendente morganático da duquesa de Berry.[1]

Em 27 de janeiro de 1897 contraiu matrimônio em Veneza, sendo o patriarca desta cidade, o cardeal Sarto, que abençoou sua união.[2]; Somente dois meses depois de seu matrimônio, em 26 de abril de 1897, o mesmo cardeal casaria sua irmã Alice com o príncipe Frederico de Schönburg-Waldenburg.

Depois da boda o casal residiu na Itália, entre o Palácio Massimo alle Colonne e o Castelo de Roviano. Desta união nasceram:

  • Margarita Massimo (1898-?)
  • Fabiola Massimo (1900-1983)
  • María de las Nieves Massimo (1902-1984)
  • Blanca Massimo (1906-1999)

Tentativa de Suicídio[editar | editar código-fonte]

Em 5 de maio de 1902, após uma discussão com o marido, ela tenta se suicidar lançando-se no rio Tibre, é resgatada pela guarda municipal romana, que veio graças aos gritos de uma idosa que testemunhou a cena; a princesa é levada ao Hospital do Espírito Santo, onde recebem os primeiros socorros; Depois de dar uma declaração do que aconteceu, ela foi levada para o Palácio Massimo alle Colonne.[3]

Beatriz morreu em Lucca em 1 de novembro de 1961, seu corpo foi transferido para a Capela de Tenuta Reale, em Viareggio.

Ancestrais[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Casamiento de doña Beatriz». La Unión Católica. 4 de janeiro de 1897. p. 1. Consultado em 1 de fevereiro de 2018 
  2. «El matrimonio de la infanta Beatriz y el Príncipe Fabricio». El correo español. 28 de fevereiro de 1897. p. 2. Consultado em 1 de fevereiro de 2018 
  3. «La hija del pretendiente». LA ÉPOCA. 5 de maio de 1902. p. 1. Consultado em 1 de fevereiro de 2018 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Polo y Peyrolón, Manuel (1909). Tipografía Moderna, ed. D. Carlos de Borbón y de Austria-Este: su vida, su carácter, su muerte. Bosquejo crítico-biográfico. Valencia. p. 30s.