Hormônio luteinizante

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Hormona luteinizante
Indicadores
Símbolo LHB
HUGO 6584
Entrez 3972
OMIM 152780
RefSeq NM_000894
UniProt P01229
Outros dados
Locus Cr. 19 q13.3

A hormona luteinizante (português europeu) ou hormônio luteinizante (português brasileiro), luteoestimulina ou ainda LH (Luteinizing Hormone, em inglês) é a proteína reguladora da secreção da progesterona na mulher, controlando o amadurecimento dos folículos de Graaf, a ovulação, a iniciação do corpo lúteo.[1] [2] No homem, estimula as células de Leydig a produzir a testosterona, que é o hormônio responsável pelo aparecimento dos caracteres sexuais secundários do macho, bem como pelo apetite sexual.[2] [3]

Juntamente com a hormona folículo-estimulante (FSH) da adenoipófise, o hormônio luteinizante é necessário para o desenvolvimento de um folículo maduro, que contenha um óvulo capaz de ser fertilizado. Tal hormônio é responsável também pela maturação dos espermatozoides nos tubos seminíferos, do óvulo e ovulação subseqüente, assim como mantém um corpo secretor de hormônio chamado corpo lúteo — formado no local de expulsão do óvulo —, o qual possibilita um suporte nos estágios iniciais da gravidez. Embora tanto o FSH quanto o LH sejam ambos necessários para a maturação do óvulo, apenas pequenas quantidades de LH são requeridas.

A exposição mínima ao LH necessária para a maturação satisfatória do óvulo é chamada de Limiar do LH. Muito pouco LH, abaixo do nível do limiar, pode levar amaturação inadequada dos óvulos. Por outro lado, pesquisas têm mostrado que a exposição excessiva ao LH também danifica a maturação do óvulo, sendo, portanto, a exposição máxima requerida para maturação ótima do óvulo é chamada de Teto do LH.

Parece haver uma "janela" ótima para a atividade do LH, a denominada ‘janela terapêutica do LH’, a qual necessita ser precisamente atingida, já que muito pouco LH ou LH demais danificam o óvulo. .

Referências

  1. A espera e a chegada do bebê Biblioteca de formação familiar, Consórcio Gráf. Editorial [S.l.] 1968. 
  2. a b Pedro Amberico Maia (1968). Psicologia sexual e o mistério do amor Grupo Gente Nova [S.l.] p. 85. 
  3. Gardner, David G. (2013). Endocrinologia Básica e Clínica de Greenspan [S.l.: s.n.] 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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