Merseyside derby

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Merseyside Derby
Everton versus Liverpool
Merseyside derby.jpg
Everton 66 vitória(s), 260 gol(s)
Liverpool 93 vitória(s), 326 gol(s)
Empates 73
Total de jogos 232
Total de gols 586
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O Merseyside derby é o clássico local da cidade de Liverpool, Inglaterra, que envolve as equipes do Everton Football Club e do Liverpool Football Club. O nome do confronto é uma referência ao Rio Mersey, que percorre a cidade. Os dois clubes chegaram a ser os maiores vencedores do Campeonato Inglês de Futebol até a década de 1990.[1] Ainda considerado um dos maiores clássicos do mundo, trata-se de uma rivalidade sui generis: as torcidas tratam-se bastante cordialmente, a ponto de o duelo ser chamado também de Friendly Derby ("clássico amistoso").[2]

Dentre outros elementos peculiares da rivalidade, está os fatos de Anfield Road, visto como o mítico estádio do Liverpool, já ter sido a casa do Everton, e de inicialmente o Liverpool ter usado a cor azul como o rival e chamar-se de "Everton Athletic";[2] também é comum que alguns ídolos de um clube sejam na intimidade torcedores do rival, incluindo quem mais jogou e mais marcou gols pelos Reds no clássico com os Toffees.[3] A proximidade também ocorre na distância entre os estádios: Anfield situa-se a 1.100 metros de Goodison Park, o estádio do Everton, no que é a décima menor distância entre dois estádios de clubes rivais no mundo.[4]

A fraternidade incomum, porém, não impede que os encontros sejam jogos bastante acirrados: lendário treinador do time vermelho, Bill Shankly teria cunhado sua célebre frase "futebol não é questão de vida ou morte, é muito mais importante que isso" para referir-se a esse clássico,[5] que é precisamente a partida que mais reúne expulsões na história da Premier League - em 2016, constatou-se que desde 1992 haviam sido aplicados 25 cartões vermelhos em 48 jogos, quantidade cinco vezes acima da média de confrontos alheios.[6]

Introdução[editar | editar código-fonte]

O Liverpool foi criado em 1892 pelo proprietário do estádio de Anfield Road, o escocês John Houlding, em resposta à renúncia do Everton àquele lugar. Criado em 1878, o Everton originalmente instalara-se no Stanley Park, passando em 1882 a alugar Anfield, em terreno vizinho. A saída deveu-se à não-aceitação dos Toffees com a quintuplicação do preço do aluguel. Foi quando o clube mudou-se para Goodison Park, na ponta oposta ao Stanley Park;[2] por conta disso, a expressão "atravessar o Stanley Park" passaria a ser utilizada como sinônimo de quem deixa um dos clubes para atuar no rival. O primeiro a fazê-lo era daqueles primórdios: Duncan McLean, um dos primeiros jogadores alinhados pelo clube novo, era do Everton e permaneceu em Anfield. No mesmo ano de 1892, Tom Wyllie tornou-se outro Evertonian a se incorporar aos novatos.[7]

Houlding, por sua vez, tinha tamanha obsessão com seus antigos inquilinos que inicialmente seu clube chamou-se Everton Athletic, mas a tentativa de registra-lo foi negada pela Football League, que tinha o clube original como um dos membros-fundadores. Houlding então optou pelo nome Liverpool, mas inicialmente manteve a mesma cor azul do vizinho. Somente dois anos depois, em 1894 o vermelho foi adotado.[2] Nesse mesmo ano, ocorreu o primeiro clássico, com vitória do Everton por 3-0 no Goodison Park.[8][9] Inicialmente, o clube azul deteve a supremacia, só revertida a partir da década de 1960,[2] a ponto de a torcida dos Reds passar a nutrir mais rivalidade com o Manchester United.[5]

Os estádios da dupla estão entre os dez mais próximos do mundo entre dois rivais; a distância de 1.100 metros é justamente a décima menor, sendo a menor da elite inglesa; a segunda menor entre os estádios ingleses (abaixo dos 700 metros entre as casas de Nottingham Forest e Notts County); a terceira menor no Reino Unido (abaixo também dos cem metros que separam os clubes escoceses Dundee e Dundee United, dos estádios mais próximos do mundo); e a quarta menor na Europa, abaixo de 700 metros entre os sérvios Partizan e Estrela Vermelha. Além destes, apenas Remo e Paysandu (250 metros, segunda menor), Racing e Independiente (350 metros, terceira menor), Santos e Portuguesa Santista (400 metros, quarta menor), Al-Merrikh Sporting Club e Al-Hilal Omdurman (550 metros, quinta menor), Estudiantes e Gimnasia y Esgrima (650 metros, sexta menor) e Guarani e Ponte Preta (800 metros, nona menor) têm estádios mais próximos que os Merseysiders.[4]

O "Clássico Amistoso"[editar | editar código-fonte]

Steven Gerrard comemorando gol no clássico em 2012. É o segundo maior artilheiro do Liverpool no Merseyside Derby, mas curiosamente já foi fotografado com o uniforme rival, na infância.

O clássico é marcado pelo grande respeito mútuo entre as torcidas.[2] Nesse contexto, uma curiosa estatística está nos dois maiores artilheiros dos Reds no clássico. Eles são, em primeiro lugar, Ian Rush (25), e depois Steven Gerrard (dez). Ambos também estão entre os seis únicos jogadores do Liverpool, e os dois únicos desde a década de 1930, a conseguirem o chamado três gols em um só duelo - Rush na realidade, conseguiu quatro,[10] e é também o jogador do Liverpool com mais partidas no duelo (36).[11] No curioso contexto do clássico, porém, Rush é um dos ídolos da torcida vermelha que torcem ou torciam pelo rival, já tendo confessado que era frequentador assíduo do Goodison Park junto com o irmão.[3] Gerrard, por sua vez, sempre se declarou torcedor Red, mas na infância foi fotografado trajando o uniforme completo do Everton em uma armação de um tio.[12]

Outros exemplos de Evertonians que defenderam os Reds são Michael Owen, que sonhava na infância em ser como o artilheiro azul Gary Lineker, Robbie Fowler, Steve McManaman, Jamie Carragher e Adam Lallana. Carragher ocasionalmente chegava a treinamentos trajando vestimentas Toffees.[3] Quando completou 16 anos como profissional do Liverpool, foi contemplado com um amistoso das duas equipes, alinhadas com amigos. Ele fez um dos gols da vitória vermelha por 4-1, mas também marcou o único gol azul, em circunstância curiosa: ele cometeu um pênalti e, antes que o cobrador rival chutasse-o, correu para cobrar a penalidade, explicando que "como torcedor do Everton quando criança, eu sempre sonhei em marcar um gol contra o Liverpool. Por isso, resolvi fazer isso". O gol contra insolitamente intencional terminou aplaudido por todos.[13]

Fowler, por sua vez, protagonizou em clássico travado em 2 de abril de 1999 uma das comemorações de gol mais polêmicas do futebol, "cheirando" a linha de fundo em resposta às acusações rivais de que seria usuário de cocaína. O Liverpool venceu por 3-2,[14] encerrando jejum de vitórias que perdurava no clássico desde a temporada 1993-94.[15] Fowler, porém, recebeu quatro jogos de suspensão e multa equivalente a 44 mil euros pela atitude.[14]

Na via oposta, dentre os torcedores ou ex-torcedores confessos do Liverpool que fizeram sucesso no rival estão Peter Reid, que assumiu já ter nutrido momentaneamente ódio pela própria mãe ao vê-la infância comemorando vitória azul no clássico, sem imaginar que viraria uma lenda toffee na década de 1980,[16] sendo descrito como a principal contratação que o Everton já fez após a Segunda Guerra Mundial; e Dave Watson, jogador azul do fim da década de 1980 até o início da década de 2000,[17] capitão e melhor em campo na conquista Copa da Inglaterra de 1995,[18] último troféu do clube. Reid foi na época a contratação mais cara da história do Everton e ambos integraram o último título do time também no campeonato inglês, em 1987.[1] Um mais recente torcedor Red a ser incorporado ao Goodison Park é Theo Walcott.[19]

O beatle Paul McCartney chegou a ponto de torcer pelos dois clubes, embora nos clássicos opte pelo Everton, pelo qual era fanático na infância até reconhecer-se sem habilidade para o futebol e focar-se na música. Ele assim explicou em 2008: "depois de um concerto em Wembley, eu peguei amizade com Dalglish, que estava na plateia, e pensei comigo: ‘Quer saber? Vou torcer pelos dois times, porque todos são de Liverpool. Eu não me importo com essa coisa entre protestantes e católicos’. Então, tive uma dispensa especial do Papa para fazer isso. Torço para ambos. São dois grandes clubes. Mas, se houver um clássico, sou Everton, por causa da minha família".[20]

Nesse contexto peculiar, os clubes já prestaram tributos a torcedores um do outro. Em 2007, o assassinato do garoto Rhys Jones, detentor de carnê que lhe permitia acompanhar todos os jogos do Everton como mandante, levou a diretoria dos Reds a, antes de uma partida, homenageá-lo na presença da família dele com o sistema de som de Anfield Road tocando a canção "Johnny Todd", normalmente usada nas entradas de campo do rival.[21]

Já na temporada 2012-13, após ser esclarecido que a torcida vermelha não havia sido a própria responsável pelo desastre de Hillsborough que a acometera e sim as autoridades policiais, o Everton, em clássico na sua casa, homenageou as vítimas com a entrada de duas crianças uniformizadas por cada um com a numeração nas costas referindo-se aos 96 mortos, sob a música "He ain't heavy, he's my brother" ("ele não é um fardo, ele é meu irmão"), do grupo The Hollies. No clássico seguinte, a plateia do Liverpool retribuiu com a palavra "Thanks" ("obrigado") em mosaico nas cores azul e vermelha.[22] Na temporada 2015-16, quando a inocência dos Reds no desastre foi corroborada em júri, os vizinhos (antes de partida contra o Bournemouth) voltaram a prestar homenagem com a mesma música, dessa vez levando familiares dos mortos ao gramado, sob ovação da plateia Toffee - onde havia faixa com os dizeres "justiça finalmente, irmãos em armas".[23]

Mesmo na época da tragédia, erroneamente atribuída na ocasião à ação de hooligans, a torcida azul uniu-se em apoio à rival, e sua posterior homenagem em 2012 foi reconhecida pelos torcedores vermelhos como mais bela que a própria homenagem oficial do Liverpool. A cidade inteira também uniu-se em perpétuo boicote ao tabloide The Sun, veículo londrino que disseminara inverdades desfavoráveis aos torcedores dos Reds. As provocações utilizando as mortes em humor negro são mais frequentes vindo de torcedores insensíveis do Manchester United.[24] Quando as informações falsas ainda eram vistas como procedentes, Paul McCartney foi um dos artistas a prestar solidariedade, regravando para fins beneficentes às vítimas o single "Ferry Cross the Mersey", canção ligada à região e cujo conteúdo fala sobre superação.[20] Uma das vítimas, precisamente a mais jovem, falecendo com dez anos de idade, era justamente um primo de Steven Gerrard: Jon-Paul Gilhooley,[25] a quem Gerrard viria a dedicar a autobiografia, com as palavras "Eu jogo por Jon-Paul".[26] A tragédia ocorreu pelas semifinais da Copa da Inglaterra, cuja decisão deu-se exatamente entre Liverpool e Everton. O torcedor toffee Ian Rush fez os dois gols que deram na prorrogação o título aos Reds, na vitória por 3-2.[27]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

A dupla chegou a ser líder e vice-líder na quantidade de títulos ingleses quando o Everton, ao acumular em 1987 seu nono e último título, ultrapassou o Arsenal, enquanto o Liverpool já tinha dezesseis.[1] Na altura de 2018, os Reds são os segundos maiores vencedores, com dezoito conquistas, e os Toffees estão no quarto lugar, ao passo que o Arsenal tem treze e o Manchester United, com vinte, é o maior vencedor.[28] Ambos também lideravam na soma de pontos de todas as edições do campeonato inglês.[2] Em 2018, o Liverpool segue em primeiro com 4836 pontos, com o Arsenal tomando a segunda colocação, com 4780, dez a mais que a do Everton, atual terceiro colocado.[29]

O estádio de Anfield Road, casa do Liverpool que anteriormente foi utilizada por dez anos pelo rival, é precisamente o campo que mais recebeu partidas na primeira divisão inglesa, enquanto o Everton é o clube que mais partidas jogou na elite - só tendo passado duas temporadas na segunda divisão em sua história.[2]

A dupla já realizou finais ou liderou o pódio do campeonato inglês nos seguintes anos: em 1966, o Liverpool venceu por 1-0 a Supercopa da Inglaterra; em 1984, os Reds venceram por 1-0 a final da Copa da Liga Inglesa, enquanto o Everton venceu por 1-0 a Supercopa; em 1985, o Everton venceu o campeonato e o rival foi vice; em 1986, ocorreu o inverso, com o Liverpool campeão inglês deixando os Toffees em segundo, além de vencer o rival também na final da Copa da Inglaterra (por 3-1), enquanto a a Supercopa foi dividida após empate em 1-1; em 1987, os azuis novamente foram os campeões ingleses com os vermelhos de vices; por fim, em 1989 o Liverpool venceu a final da Copa da Inglaterra por 3-2,[30][31][32][33][34] em conquista dedicada às vítimas da tragédia de Hillsborough, ocorrida na semifinal da competição.[27]

Ambos os clubes estiveram na mesma temporada em finais continentais, na de 1984-85. Os azuis ganharam a Recopa Europeia, enquanto os vermelhos foram derrotados na final da Liga dos Campeões da UEFA,[35] partida esta marcada pela tragédia de Heysel, esta de fato provocada por hooligans do Liverpool. Indiretamente, os Reds acabaram responsáveis por impedir que os vizinhos pudessem brilhar na Liga dos Campeões na segunda metade da década de 1980, quando o Everton tinha um dos melhores elencos de sua história: como punição, todos os clubes ingleses foram banidos por cinco anos das competições continentais.[2]

Em fevereiro de 2009, os clubes protagonizaram um clássico curioso: em duelo pela Copa da Inglaterra, empatavam em 0-0 até o fim da prorrogação, quando a emissora ITV, que exibia a partida, acionou o intervalo comercial. Quando a exibição da propaganda encerrou, as imagens do jogo já mostravam as comemorações dos jogadores do Everton com o gol da vitórias aos 13 minutos do segundo tempo extra. A emissora assumiu que seu sistema cometeu uma falha ao inserir de modo automático os comerciais.[36] Naquele torneio, o Everton pôde chegar à final [32] e aquela foi precisamente uma das últimas vitórias azuis no clássico: à altura de 2018, o último triunfo do Toffees data de 2010.[37]

Em 2018, o clássico foi cenário do gol que rendeu ao Red Mohamed Salah a vitória no Prêmio Puskás para gol mais bonito da temporada.[38]

Torcidas[editar | editar código-fonte]

Segundo pesquisa divulgada pelo Instituto Roy Morgan em agosto de 2004, o Liverpool seria a segunda maior torcida da Inglaterra, com 3.133.000 torcedores e o Everton a nona maior torcida, com 628.000 torcedores.[39]

O Everton, apesar de ser fundado por trabalhadores metodistas, tem mais torcedores entre os católicos da cidade e região (foi fundado na igreja metodista de Saint Domingo's) e o Liverpool tem sua imagem ligada aos protestantes da cidade, embora diferentemente do clássico de Glasgow, não haja sectarismo religioso envolvendo os torcedores.

O recorde de público do Merseyde Derby é de 78.299 espectadores, acontecido no dia 18 de setembro de 1948, em clássico disputado no Estádio Goodison Park, do Everton.

Em campo neutro, no Estádio de Wembley, por duas vezes este clássico alcançou a marca de 100.000 torcedores, em 18 de agosto e 25 de março de 1984, tendo chegado a 98.000 em 10 de maio e a 88.231 em 16 de agosto de 1986.

Maiores públicos[editar | editar código-fonte]

Goodison Park, para 39.571 torcedores.
Anfield Road, para 54.074 torcedores.
# Data Estádio Placar Público
18 de setembro de 1948 Goodison Park 1–1 78,599
22 de september de 1962 Goodison Park 2–2 73,000
16 de setembro de 1950 Goodison Park 3–1 Liverpool 71,150
27 de agosto de 1949 Goodison Park 0–0 70,812
27 de setembro de 1947 Goodison Park 3–0 Liverpool 66,776
8 de fevereiro de 1964 Goodison Park 3–1 Everton 66,515
15 de outubro de 1927 Goodison Park 1–1 65,729
12 de abril de 1965 Goodison Park 2-1 Everton 65,402
1 de outubro de 1938 Goodison Park 2–1 Everton 64,977
10º 3 de fevereiro de 1968 Goodison Park 1–0 Everton 64,482
  • Não incluídos jogos no Estádio de Wembley.

Médias de público por década[editar | editar código-fonte]

Período Everton Liverpool
2010– 39,593 44,664
2000–09 40,020 44,360
1990–99 39,107 41,823
1980–89 49,529 45,240
1970–79 55,502 54,168
1962–69 64,606 53,805
1946–51 63,529 50,697
1931–39 49,444 45,423
1919–30 51,590 50,694
1905–15 41,600 37,600
1894–1904 39,888 28,444
  • Não incluídos jogos no Estádio de Wembley.
Históricos de jogos na Liga entre as equipes de Liverpool.
Vitórias do Everton - azul, Vitórias do Liverpool - vermelho, Empates - amarelo

Títulos[editar | editar código-fonte]

Listagem de competições oficiais, nos âmbitos nacional e internacional, e respectivo número de títulos conquistados por Liverpool FC e Everton FC.

Competições internacionais Liverpool FC Everton FC
Taça Intercontinental / Mundial de Clubes - -
Taça dos Campeões Europeus / Liga dos Campeões 6 -
Taça das Cidades com Feiras / Taça UEFA / Liga Europa 3 -
Taça das Taças - 1
Supertaça Europeia 4 -
Total internacional 13 1
Competições nacionais Liverpool FC Everton FC
Campeonato de Inglaterra 18 9
Taça de Inglaterra 7 5
Taça da Liga Inglesa 8 -
Supertaça de Inglaterra 15 9
Supercopa 1 -
Campeonato Inglês da Segunda Divisão 4 1
Campeonato de Inglaterra (Reservas) 2 -
Total nacional 55 24
Competições regionais Liverpool FC Everton FC
Campeonato do Centro e Norte de Inglaterra "The Central League" 16 4
Campeonato de Lancashire 7 8
Campeonato de Lancashire "Combination" 2 6
Taça Senior Lancashire 11 6
Taça Senior Liverpool 40 45
Total regional 76 69
TOTAL 144 94

Referências

  1. a b c DO VALLE, Emmanuel (4 de maio de 2017). «Há 30 anos, o Everton faturava sua última liga e encerrava período de grandes glórias». Trivela. Consultado em 21 de dezembro de 2018 
  2. a b c d e f g h i HOFMAN, Gustavo (junho de 2008). Uma cidade que joga por música. Trivela n. 28. São Paulo: Trivela Comunicações, pp. 52-55
  3. a b c «Six brilliant Liverpool superstars who actually supported Everton». Daily Star. 1 de março de 2017. Consultado em 21 de dezembro de 2018 
  4. a b «Confira os 10 estádios rivais mais próximos do futebol mundial». Rede TV. 9 de dezembro de 2015. Consultado em 21 de dezembro de 2018 
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  6. WINEHOUSE, Amitai (19 de dezembro de 2016). «Liverpool against Everton is the 'friendly derby' but there's been more red cards in this fixture than any other in the Premier League». Daily Mail. Consultado em 21 de dezembro de 2018 
  7. PERKINS, Keith (27 de março de 2008). «Liverpool & Everton: Close Neighbours, Good Traders». Consultado em 26 de dezembro de 2018 
  8. «Cópia arquivada». Consultado em 4 de maio de 2016. Arquivado do original em 25 de julho de 2008 
  9. http://www.evertonresults.com/
  10. STEIN, Leandro (30 de novembro de 2018). «Os 10 gols de Gerrard contra o Everton, na semana em que sua estreia completa 20 anos – e de dérbi». Trivela. Consultado em 21 de dezembro de 2018 
  11. «Opposition Team - Everton». Consultado em 26 de dezembro de 2018 
  12. «JORNAL 'DESENTERRA' FOTO DE GERRARD, ÍDOLO DO LIVERPOOL, COM A CAMISA DO MAIOR RIVAL». Vírgulo. 25 de abril de 2014. Consultado em 21 de dezembro de 2018 
  13. «Carragher faz gol curioso em amistoso entre Liverpool e Everton». Globo Esporte. 5 de setembro de 2010. Consultado em 21 de dezembro de 2018 
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  16. REID, Peter (2 de novembro de 2017). «'Once a Red, now always a Blue'... Peter Reid reveals all on his Everton conversion». Liverpool Echo. Consultado em 21 de dezembro de 2018 
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  20. a b STEIN, Leandro (18 de junho de 2017). «Paul McCartney, 75 anos: Quando o beatle emprestou sua voz em solidariedade a Hillsborough». Trivela. Consultado em 21 de dezembro de 2018 
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  24. BONSANTI, Bruno (17 de abril de 2014). «Por que Liverpool rejeitou a culpa por Hillsborough até revelarem a (real) verdade». Trivela. Consultado em 21 de dezembro de 2018 
  25. BONSANTI, Bruno (24 de novembro de 2016). «Steven Gerrard: mais do que apenas um ídolo, um torcedor do Liverpool». Trivela. Consultado em 21 de dezembro de 2018 
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