Meu Japão Brasileiro

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Meu Japão Brasileiro
 Brasil
1965 •  Cores •  102 min 
Direção Glauco Mirko Laurelli
Produção Amácio Mazzaropi
Roteiro Amácio Mazzaropi
Gentil Rodrigues (argumento)
Elenco Amácio Mazzaropi
Geny Prado
Célia Watanabe
Adriano Stuart
Zilda Cardoso
Elk Alves
Reynaldo Martini
Distribuição PAM Filmes
Lançamento 1965
Idioma Português
Página no IMDb (em inglês)

Meu Japão Brasileiro é um filme de comédia brasileiro produzido em 1964 e lançado em 1965, dirigido por Glauco Mirko Laurelli e roteirizado, produzido e estrelado por Amácio Mazzaropi. Filmado na Companhia Cinematográfica Vera Cruz e Fazenda da Santa em Taubaté, com distribuição da PAM Filmes. Trilha sonora de Hector Lagna Fietta e números musicais com Mazzaropi e Célia Watanabe (dublada por Rosa Pardini). Os títulos e créditos de abertura são animações em table-top de Roberto Miller e Regis Chieregatti,[1] inspirados em temas tradicionais japoneses.

Elenco[editar | editar código-fonte]

  • Amácio Mazzaropi... Fofuca
  • Geny Prado... Magnólia
  • Célia Watanabe... a nissei florista
  • Zilda Cardoso... Professora
  • Carlos Garcia... Raul
  • Reynaldo Martini...Leão
  • Adriano Stuart... Roberto
  • Elk Alves... Mário
  • Francisco Gomes... O vigário
  • Judith Barbosa... Dona Inácia
  • Bob Junior... Prefeito
  • Ivone Hirta... colono japonês
  • Luiz Tokio... colono japonês
  • Luzia Yoshizumi... colono japonês
  • João Batista de Souza... Zezinho
  • Luiz Carlos Antunes
  • Francisco Bayo
  • Cleide Binoto
  • Rosalvo Caçador
  • Maria Helena A. Correa
  • Durvalino Simões de Souza... Capanga de Leão
  • Denise Duval
  • Cley Militello
  • Augusto César Ribeiro... Vigia do Poço (creditado como Agostinho Ribeiro)
  • Armando P. Aquino
  • Fábio Vilela Ribeiro...coroinha da igreja

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Numa região de agricultores em um povoado do interior do Brasil, o plantador de arroz Fofuca e sua esposa Magnólia são os donos da Pensão Nipo-Brasileira, que abriga em sua maior parte trabalhadores de descendência japonesa. Todos são explorados pelo tirano Seu Leão, subdelegado e único comerciante da cidade, que por preconceito, detesta os japoneses. Fofuca, juntamente com a professora, o prefeito, o vigário local e Mário (filho caçula de Leão), se aliam aos trabalhadores rurais e organizam uma cooperativa, para ira de Leão que começa com o filho mais velho Roberto e seus capangas uma campanha de intimidação contra eles. Magnólia é raptada e dada como morta, as casas são queimadas, há uma tentativa de assasinato ao vigário e os japoneses são hostilizados e culpados pelo incidente. Durante o casamento de Mário com uma nissei florista, há uma tentativa de invasão e quebra-quebra por parte dos moradores da região contra os japoneses e apenas Fofuca é capaz de esclarecer tudo e desmascarar as tramóias de Leão.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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