Povos isolados

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Países onde existem povos não contactados.
Índios isolados avistados em 2009 em uma região remota do Acre, Brasil

Povos não contactados, também chamados povos isolados ou tribos perdidas, são comunidades que, por escolha ou por circunstâncias, viveram em isolamento ou sem contato significativo com a sociedade envolvente. Poucos povos têm permanecido totalmente sem contato com a civilização dominante. Ativistas dos direitos indígenas pedem que tais grupos sejam deixados isolados, respeitando-se o seu direito de auto-determinação. A maioria dos povos isolados está localizada em áreas de floresta densa na América do Sul e na Nova Guiné, havendo ainda alguns grupos nas Ilhas Andamão, na Índia. A descoberta da existência desses povos geralmente acontece após encontros, às vezes violentos, com tribos vizinhas ou, casualmente, durante filmagens aéreas. Como as tribos isoladas têm baixa imunidade a doenças comuns, 50% a 80% dos seus integrantes podem adoecer e morrer logo após os primeiros contatos. [1] [2]

Em anos recentes, operadores de turismo de aventura têm adotado a controversa prática de organizar excursões que incluem encontrar tribos isoladas.[3] O primeiro contato com o mundo exterior geralmente é um prenúncio de desastre para as tribos isoladas. Em 2006, um documentário da BBC apresentou uma controversa operadora turística especializada em passeios escoltados para a "descoberta" de povos não contactados na Papua Ocidental.[4] [5]

A ONG Survival International estima que haja 107 tribos não contatadas no mundo. A maioria está em Papua Ocidental (parte da ilha de Nova Guiné que pertence à Indonésia), e na Amazônia (incluindo Peru, Equador, Venezuela e Brasil). No Brasil, esses grupos vivem principalmente ao longo do rio Boia, mas vão até o Maranhão, onde vivem os Awá, uma das últimas tribos nômades das Américas. Estima-se também que ainda haja centenas de Totobiegosode (um subgrupo dos Ayoreo) isolados, vagando pelo Chaco paraguaio, ameaçados pelos tratores de grandes empresas agro-pecuárias, que reduzem toda a vegetação a pasto.[6] [7] Em uma das Ilhas Andaman, na Índia, os sentineleses são considerados como o povo mais isolado do planeta, vivendo em condições análogas às dos homens do Paleolítico. Seriam cerca de 250 pessoas.[8]

Oceania[editar | editar código-fonte]

Homem da tribo Korowai, contactada pela primeira vez na Nova Guiné na década de 1970.

Nova Guiné[editar | editar código-fonte]

Grandes áreas da Nova Guiné ainda estão por ser exploradas por cientistas e antropólogos devido à densa floresta equatorial e ao terreno montanhoso da ilha. As províncias indonésias de Papua e Papua Ocidental, localizadas na ilha da Nova Guiné, são lar de um número estimado de 44 grupos tribais ainda não contactados.[9] Há relatos sobre a existência de grupos isolados nas ilhas do leste da Indonésia.

América do Sul[editar | editar código-fonte]

Bolívia[editar | editar código-fonte]

Mapa indicando a presença de grupos isolados da tribo dos Ayoreo entre o noroeste do Paraguai e o sudeste da Bolívia.

Estima-se que a Bolívia tenha cerca de 20 famílias isoladas[10] . Alguns dos povos isolados confirmados são: Ayoreo (no Parque nacional Kaa Iya), Mbya-Yuki (Terra Yuki e rio Usurinta) e os Yurakaré (em Santa Cruz e Beni).

Peru[editar | editar código-fonte]

Até poucos anos atrás, a existência de povos indígenas isolados era negada pelo governo peruano. Em 2007, o então presidente do Peru, Alan García, proclamava: "Contra o petróleo, [os anticapitalistas] criaram a figura do nativo selvagem não conectado, ou seja, desconhecido mas presumível. Por isso milhões de hectares não devem ser explorados, e o petróleo peruano deve ficar debaixo da terra enquanto se paga no mundo 90 dólares por barril." No mesmo ano, o presidente da estatal Perupetro, Daniel Saba, pontificava: "É absurdo dizer que existem não contatados quando ninguém os viu." Ambos estavam errados. Na verdade, algumas das últimas tribos isoladas estão saindo da floresta tropical peruana e entrando em contato com as populações de vilarejos próximos, segundo uma pesquisa financiada pelo Pulitzer Center on Crisis Reporting e publicada pela revista norte-americana Science.[11] Em agosto de 2013, cerca de 100 integrantes da tribo isolada Mashco Piro, que vive principalmente Parque Nacional de Manú, no leste do Peru, apareceram perto da comunidade de Monte Salvado e fizeram gestos ameaçadores. Em 2014, cerca de 100 guerreiros Mashco Piro invadiram a aldeia, enquanto a maioria dos habitantes estava fora, matando cães e galinhas, quebrando janelas e destruindo roupas. Em 1º de maio de 2015, ao sul do rio Curanja, fora do Parque Nacional de Manú, homens Mashco Piro dispararam  uma flecha que matou um morador indígena de 20 anos de idade [12] As aparições se multiplicam na floresta tropical da fronteira entre Brasil e Peru.[13]

Em junho de 2014, sete Mashco-Piro apareceram na vila de Simpatia, às margens do rio Envira, no estado brasileiro do Acre . Eles se encontraram com os Ashaninka que vivem no local e pediram ajuda para se defender contra os ataques que estavam sofrendo, presumivelmente de narcotraficantes, e que resultaram na morte de vários deles. Além disso, apresentavam doenças respiratórias decorrentes do contato com os brancos.[14]

Brasil[editar | editar código-fonte]

Índios isolados (Estado do Acre, 2009).

Em 18 de janeiro de 2007, a FUNAI confirmou a presença de 67 tribos não contactadas no Brasil (com 32 confirmadas ), o que é mais do que foi relatado em 2005.[15] [16]

Atualmente, segundo a Funai, há no Brasil cerca de 107 registros da presença de índios isolados em toda a Amazônia Legal. Esse número pode variar conforme a evolução dos trabalhos indigenistas. Dentre esses 107 registros, existem:
# os "grupos indígenas isolados", com os quais a Funai desenvolveu trabalhos sistemáticos de localização geográfica, que permitem não só comprovar sua existência, mas obter maiores informações sobre seu território e suas características socioculturais;
# "referências de índios isolados", ou seja, fortes evidências acerca da existência de grupos indígenas isolados, já incluídos e qualificados no banco de dados, embora sem comprovação por parte da Coordenação Geral de Índios Isolados da Funai;
# "informações de índios isolados", que são registradas na Funai após um processo de triagem, embora careçam de um estudo de qualificação.[17] Grupos indígenas no Brasil, em especial as tribos isoladas, são frequentemente envolvidas em conflitos e estão ameaçadas por desmatamentos, por invasões e pelo descaso governamental. [18] O Brasil é o país que possui o maior número de povos não contactados em todo o mundo. As Terras Indígenas brasileiras que são reservadas exclusivamente para tribos isoladas, são as seguintes:


As demais Terras Indígenas onde ocorre a presença de índios isolados, são as seguintes:

Índios isolados no Acre (2009).
Nome do grupo indígena População de índios isolados (estimada) Localização dos índios isolados Comentários
Apiaká superior a 100 Mato Grosso – Entre o baixo Juruena e o baixo Teles Pires
  • Tupi-Guarani.
  • Grupo isolado do povo Apiaká.
  • Foram massacrados há muito tempo atrás.
Apurinã superior a 50 Amazonas – Alto rio Sepatini Aruaques (Arawak).
Aruá no máximo 75 indivíduos Rondônia
Avá-Canoeiro cerca de 30 indivíduos Estão localizados em três áreas nos Estados de Goiás, do Tocantins e de Minas Gerais.
  1. Na Terra Indígena Avá-Canoeiro e nas serras localizadas entre o Rio Preto e o Rio Bagagem (na região do município de Colinas do Sul), no norte de Goiás.
  2. No interior da Mata do Mamão, localizada na Ilha do Bananal, no estado do Tocantins.
  3. Nas serras localizadas próximas ao Rio Urucuia e ao Rio Carinhanha, no noroeste de Minas Gerais.
  • Tupi-Guarani.
  • Pequenos grupos formados por caçadores-coletores que se deslocam com bastante frequência.
  • São popularmente conhecidos pelo apelido Cara-Preta.
  • Índios hostis.
Guajá 120 (já contados entre o grupo contactado) Maranhão – Espalhados por toda a região oeste do estado
  • Tupi-Guarani.
  • Pequenos grupos formados por caçadores-coletores que se deslocam com bastante frequência (mesmo depois do contato).
  • Eles possuem a sua própria terra indígena, mas também costumam se locomover por várias outras reservas da região.
Ingarune cerca de 100 indivíduos Norte do ParáRio Cuminapanema e Rio Paru do Oeste (errôneamente registrado nos mapas oficiais como Rio Paru de Oeste)
  • Karib.
  • São relacionados aos Kachuyana.
  • Existência confirmada pelos Poturuyar (Tupi-Guaranis recentemente contactados). Eles vivem na terra indígena dos Poturuyar.
Kanibo (Mayo) de 120 a 150 indivíduos Rio Quixito, Bacia do Rio Javari, Amazonas Provavelmente Panos.
  • Diversos contatos oficiais mal-sucedidos.
  • Contatos ocasionais com madeireiros.
Kaniwa (Korubo) 300 9 malocas entre o baixo Rio Ituí e o baixo Rio Itacuaí, no Amazonas Panos.
  • Contatos ocasionais.
  • Índios hostis.
Karafawyana e outras tribos Caribes isoladas. de 400 a 500 indivíduos Quatro áreas localizadas no estado de Roraima e no norte do Pará.
  1. Nascente do Rio Jatapu.
  2. Rio Urucurina, tributário do Rio Mapuera.
  3. Rio Kafuini, tributário do Rio Trombetas.
  4. Alto rio Turuna, tributário do Rio Trombetas.
Principalmente Caribes.
  1. Subgrupo Parukoto-Charuma, do grupo dos Caribes (ou Karib).
  2. São relacionados aos Waiwai.
  3. Alguns indivíduos visitam as comunidades do grupo dos Waiwai, sem avisar as autoridades. Esta é a maneira com a qual eles conseguem obter as suas ferramentas de metal.
  4. Vivem (em parte) na Terra Indígena Trombetas/Mapuera
Karitiana de 50 a 100 indivíduos Alto Rio Candeias, Rondônia. Tupi-Arikém. Identificados pelo pequeno grupo que já foi contactado.
Katawixi 50 Alto Rio Muquim, tributário do Rio Purus, Amazonas. Língua isolada. Apenas uma comunidade já foi localizada.
Kayapó do Rio Liberdade superior a 100 Baixo Rio Liberdade, no norte do Mato Grosso. Macro-jê. Identificados por outros Kayapós, com os quais eles são hostis.
Kayapó-Pu'ro 100 Baixo Rio Curuá, no sul do Pará. Kayapó. Este grupo se separou dos Mekragnoti desde 1940. Estão localizados fora da Terra Indígena Kayapó.
Kayapó-Pituiaro 200 Rio Mururé, no sul do Pará. Kayapó. Este grupo se separou dos Kuben-kranken desde 1950. Estão parcialmente localizados fora da Terra Indígena Kayapó.
Kayapó-Kararaô cerca de 50 indivíduos Baixo Rio Guajará, no sul do Pará. Kayapó. Este grupo se separou dos demais Kararaôs (já contactados). As lutas fazem parte das tradições dos Kayapó-Kararaô.
Kozicky número desconhecido de indivídos Rio Curuçá, Amazonas. Kayapó. Pequeno grupo de índios hostis. Ocasionalmente conhecidos por entrarem em contato com a sociedade moderna.
Kulina número desconhecido de indivíduos Rio Curuçá, tributário do rio Javari, Amazonas. Arawan. Pequenas comunidades isoladas pertencentes ao grande grupo dos Kulina.
Maku (Nadeb) cerca de 100 indivíduos Bacias dos rios Uneiuxi e Urubaxi, no Amazonas. Língua isolada. Membros isolados de grupos de Maku (Nadebes) que já foram contactados. São caçadores-coletores.
Mamaindé de 50 a 100 indivíduos Alto Rio Corumbiara, Rondônia. Língua isolada. Grupo isolado de Nambikwaras. Uma zona com restrição de acesso foi instalada no local, mas depois foi cancelada devido à pressão feita por pessoas da região. Foram recentemente massacrados.
Hi-Merimã 1.500 Médio Rio Piranha e Rio Riozinho (tributário do Rio Cuniuá), Bacia do Rio Purus, Amazonas. Arawan. A área foi recentemente declarada como protegida.
Mayoruna de 200 a 300 indivíduos Três áreas no estado do Amazonas:
  1. Rio Batã (um dos formadores do Rio Javari, juntamente com o Rio Jaquirana).
  2. Rio Pardo.
  3. Entre o rio Pardo e o médio Rio Javari.
Pano. Pequenas comunidades isoladas do grande grupo dos Mayoruna.
Miqueleno (Cujubi) ? Alto Rio São Miguel, Rondônia Língua isolada da família Chapakura. Área invadida por madeireiros. Foram recentemente massacrados.
Nereyana cerca de 100 indivíduos Rio Panama, cabeceiras do rio Paru do Oeste, no norte do Pará. Karib. Talvez mais estreitamente relacionados com os Kachuyana, do que com os Tiriyó.
Pacaás Novos
  • (2) Subgrupo Oromawin
cerca de 150 indivíduos Serra dos Pacaás Novos, Rondônia. Língua isolada da família Chapakura. Grupos isolados pertencentes ao grande grupo dos Pacaás Novos. Estão incluídos na Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau.
  • (2) Habitam uma área próxima a uma das terras indígenas dos Pacaás Novos.
Supergrupo Papavo, que inclui os seguintes grupos:
  1. Mashco/Harakmbet
  2. Culina
  3. Amahuaca
  4. Yawanahua
superior a 400 Acre (Espalhados por um grande e único território) Muitas comunidades isoladas pertencem a quatro grupos distintos. As lutas fazem parte das suas tradições. Contatos hostis e recíprocos com os Kampa, sendo que os Papavo costumam praticar saques nas aldeias dos Kampa. Com os Kulina, os Papavo mantêm uma relação pacífica. Os Papavo também costumam realizar pilhagens em acampamentos de madeireiros.
Pariuaia superior a 100 Rio Bararati, tributário do Baixo Rio Juruena, Amazonas. Provavelmente Tupi–Kawahib, Tupi–Guarani. Eles tem recusado todas as tentativas de contato desde 1930.
Piriutiti de 100 a 200 indivíduos Rio Curiaú, Amazonas. São relacionados aos Waimiri-Atroari (Karib). Alguns vivem dentro da Terra Indígena Waimiri-Atroari, enquanto que outros vivem fora dos limites da reserva.
Sateré número desconhecido de indivíduos Rio Parauari, tributário do Rio Maués-Açu, Amazonas. Tupi. Comunidades que se separaram dos Sateré-Mawé há muito tempo atrás.
Tupi–Kawahib (Piripicura) de 200 a 300 indivíduos Entre o Rio Madeirinha e o Rio Roosevelt, no norte do Mato Grosso. Tupi–Guarani. Uma zona com restrição de acesso foi criada recentemente para eles.
Uru-Eu-Wau-Wau 300 Serra dos Pacaás Novos, Rondônia. Tupi–Guarani. Restam mais de três grupos isolados da etnia na área. Vários encontros hostis com garimpeiros e com madeireiros. Todos os três grupos estão localizados dentro da vasta Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau.
Wayãpi (Yawãpi) de 100 a 150 indivíduos Alto Rio Ipitinga, entre o Rio Jari e o Rio Paru do Leste no norte do Pará. Tupi–Guarani. Grupo que antigamente se separou dos Wayãpi do sul.
Yakarawakta de 20 a 30 indivíduos Entre o Rio Aripuanã e o Rio Juruena, no norte do Mato Grosso. Tupi–Guarani. Provavelmente um subgrupo dos Apiaká.
Yanomami 300 Amazonas
  1. Alto Rio Marauiá
  2. Entre o Rio Demini e o Rio Catrimani
Yanomami.
  1. Dentro da Terra Indígena Yanomami
  2. Comunidades isoladas; provavelmente fora da Terra Indígena Yanomami, mas no entanto, dentro do Parque Nacional do Rio Branco.
nome desconhecido em torno de 100 indivíduos Entre o Alto Rio Amapari e o Alto Rio Oiapoque, no Amapá. Família linguística não especificada. De acordo com os Wayãpi do sul, trata-se de um grupo que se separou antigamente deles. Segundo os Wayãpi do norte, o grupo é um dos seus antigos inimigos: os Tapüiy.
nome desconhecido (Isolados do Jandiatuba) 300 Entre o Alto Rio Jandiatuba e o Rio Itacuaí, no Amazonas. Talvez um grupo Katukina.
nome desconhecido (Isolados do São José) 300 Igarapé São José, tributário do Rio Itacuaí, no Amazonas. Parece ser um grupo distinto da mesma etnia dos Isolados do Jandiatuba.
nome desconhecido número desconhecido de indivíduos Igarapé Recreio, Alto Rio Juruá, município de Mâncio Lima, Acre. Família linguística: Talvez a família Pano.
nome desconhecido (Isolados do Igarapé Tueré) número desconhecido de indivíduos Igarapé Tueré, tributário do Rio Itacaiúnas, no Pará. Língua: Talvez do tronco Tupi
nome desconhecido (Isolados do Arama e Inauini) em torno de 100 indivíduos Sul do Rio Inauini, Bacia do Rio Purus, Amazonas.
nome desconhecido (Isolados do Igarapé Umari) número desconhecido de indivíduos Igarapé Umari, tributário do Rio Ituxi, no Amazonas.
nome desconhecido (Isolados da Serra do Taquaral) número desconhecido de indivíduos Serra do Taquaral, nascente do Rio Branco, Rondônia.

De acordo com a listagem acima, os Estados brasileiros que possuem povos isolados (já conhecidos) são os seguintes: Amazonas (16 povos), Pará (8 povos), Rondônia (7 povos), Mato Grosso (3 povos), Acre (2 povos), Amapá (1 povo), Maranhão (1 povo), Roraima (1 povo), Tocantins (1 povo), Goiás (1 povo) e Minas Gerais (1 povo). Há de se considerar que alguns grupos (ou até mesmo povos inteiros) podem atravessar as divisas de estado e as fronteiras internacionais do Brasil.

Galeria[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Isolated tribe spotted in Brazil
  2. Close camera encounter with 'uncontacted' Peruvian tribe . New Zealand Herald, 2 de fevereiro de 2012.
  3. You're a 21st-century adventure tourist bored with whitewater rafting, base jumping and the Pamplona bull run. Why not, for the ultimate buzz, trek through unexplored jungle in search of a primitive tribe? Por Barry Didcock. The Sunday Herald, 21 de janeiro de 2007.
  4. Anthropology Season. First Contact. BBC FOUR Autumn 2006, 12 de setembro de 2006
  5. BBC Four Anthropology Season, part 1 of 6 First Contact (disponível no Youtube)
  6. The Ayoreo
  7. Vídeo: Uncontacted Tribe Discovered In Paraguay's Chaco Region
  8. Povos Isolados - Encontre sua tribo. Superinteressante, 23 de maio de 2015.
  9. "First contact with isolated tribes?", BBC
  10. Políticas de proteção aos povos indígenas isolados no Brasil e na Bolívia. Por Maria Angela Comegna.
  11. Making contact (resumo), por Andrew Lawler. Science de junho de 2015: vol. 348 n° 6239 pp. 1072-1079 DOI: 10.1126/science.348.6239.1072
  12. Making contac: Some of the last isolated tribes are emerging from Peru’s rainforests (texto completo) Por Andrew Lawler. Publicado na Science, vol 348 n° 6239, 5 de junho de 2015.
  13. Novas imagens mostram tribo que vive isolada na Floresta Amazônica. Diário Gaúcho, 23/07/2015
  14. Damian Carrington (1º de agosto de 2014). Amazon tribe makes first contact with outside world The Guardian.
  15. "Brazil sees traces of more isolated Amazon tribes", Reuters
  16. Entidades reclamam a Lula de condições de índios isolados em Rondônia. Folha Online, 6 de janeiro de 2010.
  17. FUNAI. Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato
  18. Cimi. A Amazônia e os povos indígenas em situação de isolamento, risco e de desaparecimento
  19. Brazil: Land for last survivor of unknown Amazon tribe. Survival International. 9 November 2006.
  20. The Most Isolated Man on the Planet Slate, August 20, 2010.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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